Foram encontradas 40 questões.
Assinale a alternativa em que todos os textos
apresentados integram as comunicações oficiais.
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Assinale a alternativa em que a frase apresenta o
uso correto do pronome de tratamento e das
palavras a ele relacionadas, de acordo com a
redação oficial.
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CAZO. Padaria filosófica. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge-padaria-filosofica/>.
Considerando a charge acima, na fala da atendente da padaria, o emprego da palavra “vida” está associado à seguinte figura de linguagem:
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“Só se pode chamar ciência ao conjunto de
receitas que funcionam sempre. Todo o resto é
literatura.” (Paul Valéry)
Assinale a alternativa cujas palavras preenchem corretamente as lacunas abaixo, na mesma ordem, em relação à análise da oração destacada acima.
Trata-se de uma oração de valor _______ com o sentido de _______, e o “que” pode ser substituído adequadamente por “_______”.
Assinale a alternativa cujas palavras preenchem corretamente as lacunas abaixo, na mesma ordem, em relação à análise da oração destacada acima.
Trata-se de uma oração de valor _______ com o sentido de _______, e o “que” pode ser substituído adequadamente por “_______”.
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“A secretária perguntou, com muito receio, ao
seu chefe:
– Posso sair mais cedo hoje para ir ao médico?”
Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita correta do trecho acima, com o uso adequado dos sinais de pontuação.
– Posso sair mais cedo hoje para ir ao médico?”
Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita correta do trecho acima, com o uso adequado dos sinais de pontuação.
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Assinale a alternativa em que o sentido do
elemento destacado abrange todo o enunciado,
não se referindo a nenhum elemento da frase.
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Assinale a alternativa em que todas as palavras
estão grafadas de acordo com as normas vigentes
em Língua Portuguesa.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
As moscas também amam
A mosca estava profundamente
depressiva. E como não estar? Seu corpo expelia
tristeza e angústia. Mal nascera, e a brevidade
dos seus instantes já anunciavam: sua morte a
esperava em apenas alguns dias. Em 15, 20 ou no
máximo 30 dias jazeria esquecida, servindo
apenas de alimento para outros insetos, se é que
teria tal utilidade!
Pobre sina! Voando entre
decomposições, alimentando-se de podridões, a
escolha perfeita para todos os males e
imperfeições. Uma constante atração por tudo o
que é desprezado pela espécie dominante na
Terra.
Pobre mosca! Seu coração palpitava
calor, um estômago que regurgitava boas
intenções, um cérebro que planejava uma vida
cheia de objetivos.
Fazer o bem. Salvar vidas. Gravar seu
nome na história. Será que esperava demais de si
mesma? O que fazer, afinal? Concluiu ser uma
mosca diferente de todas aquelas que a
precederam. E como tal, iria em busca do seu
destino alternativo. (...)
Continuou vagando em direção ao tudo e
nada, e chegou a uma casa de humanos. Entrou
calmamente pela janela e começou a inspecionar
o local. Voou por toda a casa para descobrir que,
no total, havia quatro pessoas ali. Cada qual
ocupava um cômodo diferente. Ao inspecionar
cada um, a mosca compadeceu-se ao ver seus
rostos. Embora parecessem distraídos com
aqueles pequenos aparelhos em mãos, emitindo
uma estranha luz fosca, na verdade, havia um
vazio em cada semblante. (...)
Cheia de amor e boas intenções (...)
pousou nos lábios do humano. Foi quase um
beijo, uma expressão de “estou aqui se precisar”.
Aquele foi seu último ato. Em um movimento rápido e certeiro, o humano se afastou e esmagou
a mosca com as duas palmas.
Aquela mosca imaginava ser a única em
busca de um objetivo na vida. Enganou-se.
Morreu sem ao menos saber que outros milhares
de sua espécie tiveram (e ainda teriam) o mesmo
fim, ao tentar consolar aqueles seres que estavam
mortos, apesar de ainda respirarem.
MARTINZ, Juliano. As moscas também amam. Corrosiva.
Disponível em <https://corrosiva.com.br/cronicas/moscastambem-amam/>.
A palavra destacada no trecho acima possui o sentido de:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
As moscas também amam
A mosca estava profundamente
depressiva. E como não estar? Seu corpo expelia
tristeza e angústia. Mal nascera, e a brevidade
dos seus instantes já anunciavam: sua morte a
esperava em apenas alguns dias. Em 15, 20 ou no
máximo 30 dias jazeria esquecida, servindo
apenas de alimento para outros insetos, se é que
teria tal utilidade!
Pobre sina! Voando entre
decomposições, alimentando-se de podridões, a
escolha perfeita para todos os males e
imperfeições. Uma constante atração por tudo o
que é desprezado pela espécie dominante na
Terra.
Pobre mosca! Seu coração palpitava
calor, um estômago que regurgitava boas
intenções, um cérebro que planejava uma vida
cheia de objetivos.
Fazer o bem. Salvar vidas. Gravar seu
nome na história. Será que esperava demais de si
mesma? O que fazer, afinal? Concluiu ser uma
mosca diferente de todas aquelas que a
precederam. E como tal, iria em busca do seu
destino alternativo. (...)
Continuou vagando em direção ao tudo e
nada, e chegou a uma casa de humanos. Entrou
calmamente pela janela e começou a inspecionar
o local. Voou por toda a casa para descobrir que,
no total, havia quatro pessoas ali. Cada qual
ocupava um cômodo diferente. Ao inspecionar
cada um, a mosca compadeceu-se ao ver seus
rostos. Embora parecessem distraídos com
aqueles pequenos aparelhos em mãos, emitindo
uma estranha luz fosca, na verdade, havia um
vazio em cada semblante. (...)
Cheia de amor e boas intenções (...)
pousou nos lábios do humano. Foi quase um
beijo, uma expressão de “estou aqui se precisar”.
Aquele foi seu último ato. Em um movimento rápido e certeiro, o humano se afastou e esmagou
a mosca com as duas palmas.
Aquela mosca imaginava ser a única em
busca de um objetivo na vida. Enganou-se.
Morreu sem ao menos saber que outros milhares
de sua espécie tiveram (e ainda teriam) o mesmo
fim, ao tentar consolar aqueles seres que estavam
mortos, apesar de ainda respirarem.
MARTINZ, Juliano. As moscas também amam. Corrosiva.
Disponível em <https://corrosiva.com.br/cronicas/moscastambem-amam/>.
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
As moscas também amam
A mosca estava profundamente
depressiva. E como não estar? Seu corpo expelia
tristeza e angústia. Mal nascera, e a brevidade
dos seus instantes já anunciavam: sua morte a
esperava em apenas alguns dias. Em 15, 20 ou no
máximo 30 dias jazeria esquecida, servindo
apenas de alimento para outros insetos, se é que
teria tal utilidade!
Pobre sina! Voando entre
decomposições, alimentando-se de podridões, a
escolha perfeita para todos os males e
imperfeições. Uma constante atração por tudo o
que é desprezado pela espécie dominante na
Terra.
Pobre mosca! Seu coração palpitava
calor, um estômago que regurgitava boas
intenções, um cérebro que planejava uma vida
cheia de objetivos.
Fazer o bem. Salvar vidas. Gravar seu
nome na história. Será que esperava demais de si
mesma? O que fazer, afinal? Concluiu ser uma
mosca diferente de todas aquelas que a
precederam. E como tal, iria em busca do seu
destino alternativo. (...)
Continuou vagando em direção ao tudo e
nada, e chegou a uma casa de humanos. Entrou
calmamente pela janela e começou a inspecionar
o local. Voou por toda a casa para descobrir que,
no total, havia quatro pessoas ali. Cada qual
ocupava um cômodo diferente. Ao inspecionar
cada um, a mosca compadeceu-se ao ver seus
rostos. Embora parecessem distraídos com
aqueles pequenos aparelhos em mãos, emitindo
uma estranha luz fosca, na verdade, havia um
vazio em cada semblante. (...)
Cheia de amor e boas intenções (...)
pousou nos lábios do humano. Foi quase um
beijo, uma expressão de “estou aqui se precisar”.
Aquele foi seu último ato. Em um movimento rápido e certeiro, o humano se afastou e esmagou
a mosca com as duas palmas.
Aquela mosca imaginava ser a única em
busca de um objetivo na vida. Enganou-se.
Morreu sem ao menos saber que outros milhares
de sua espécie tiveram (e ainda teriam) o mesmo
fim, ao tentar consolar aqueles seres que estavam
mortos, apesar de ainda respirarem.
MARTINZ, Juliano. As moscas também amam. Corrosiva.
Disponível em <https://corrosiva.com.br/cronicas/moscastambem-amam/>.
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