Foram encontradas 40 questões.
Um agente de endemias ficou responsável por visitar 4 casas. A quantidade de possíveis maneiras para organizar todas estas visitas é:
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Utilize o texto a seguir para responder às questões de números 21, 22 e 23
Um agente comunitário de saúde visitou uma família para acompanhar o peso e altura de quatro crianças. Na tabela a seguir encontram-se as informações coletadas:
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Criança |
Peso (kg) |
Altura (cm) |
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Alan |
16,451 |
80 |
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Bruno |
16,75 |
120 |
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Carlos |
16,9 |
130 |
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Daniel |
15,73 |
110 |
O Índice de Massa Corporal (IMC) é utilizado para identificar o excesso ou a falta de peso de uma criança. Seu cálculo é feito por meio da fórmula !$ \dfrac{Peso}{altura\ x\ altura} !$, em que o peso é dado em kg e a altura é dada em metros. Em relação a Daniel, seu IMC, em !$ kg/m^2 !$, é um valor que está compreendido entre:
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Utilize o texto a seguir para responder às questões de números 21, 22 e 23
Um agente comunitário de saúde visitou uma família para acompanhar o peso e altura de quatro crianças. Na tabela a seguir encontram-se as informações coletadas:
Criança | Peso (kg) | Altura (cm) |
Alan | 16,451 | 80 |
Bruno | 16,75 | 120 |
Carlos | 16,9 | 130 |
Daniel | 15,73 | 110 |
Dentre as quatro crianças, aquela que tem o maior peso é:
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Utilize o texto a seguir para responder às questões de números 21, 22 e 23
Um agente comunitário de saúde visitou uma família para acompanhar o peso e altura de quatro crianças. Na tabela a seguir encontram-se as informações coletadas:
Criança | Peso (kg) | Altura (cm) |
Alan | 16,451 | 80 |
Bruno | 16,75 | 120 |
Carlos | 16,9 | 130 |
Daniel | 15,73 | 110 |
Dentre as quatro crianças, aquela que tem a menor altura é:
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- OrtografiaProblemas da Norma CultaMas/mais
- OrtografiaProblemas da Norma CultaOnde/aonde
- OrtografiaProblemas da Norma CultaUso dos "porquês"
TEXTO III
Fomos, durante muito tempo, embalados com a história de que somos a humanidade e nos alienamos desse organismo de que somos parte, a Terra, passando a pensar que ele é uma coisa e nós, outra: a Terra e a humanidade. Eu não percebo que exista algo que não seja natureza. Tudo é natureza. O cosmos é natureza. Tudo em que eu consigo pensar é natureza.
Nós, a humanidade, vamos viver em ambientes artificiais produzidos pelas grandes corporações, que são os donos da grana. Agora esse organismo, o vírus, parece ter se cansado da gente, parece querer se divorciar da gente como a humanidade quis se divorciar da natureza. Ele está querendo nos “desligar”, tirando o nosso oxigênio. Quando a Covid-19 ataca os pulmões, o doente precisa de um respirador, um aparelho para alimentação de oxigênio, senão ele morre. Quantas máquinas dessas vamos ter de fazer para 7 bilhões de pessoas no planeta?
A nossa mãe, a Terra, nos dá de graça o oxigênio, nos põe para dormir, nos desperta de manhã com o sol, deixa os pássaros cantar, as correntezas e as brisas se moverem, cria esse mundo maravilhoso para compartilhar, e o que a gente faz com ele? O que estamos vivendo pode ser a obra de uma mãe amorosa que decidiu fazer o filho calar a boca pelo menos por um instante. Não porque não goste dele, mas por querer lhe ensinar alguma coisa.
“Filho, silêncio.” A Terra está falando isso para a humanidade. E ela é tão maravilhosa que não dá uma ordem. Ela simplesmente está pedindo: “Silêncio”.
KRENAK, Ailton. O amanhã não está à venda. Disponível em: https://outraspalavras.net/crise-civilizatoria/krenak-o-amanha-nao-esta-a-venda/. Acesso em 01/09/2022.
Todas as grafias estão corretas na frase:
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- MorfologiaAdvérbiosTipos dos Advérbios
- MorfologiaConjunções
- MorfologiaPreposições
- MorfologiaPronomes
TEXTO III
Fomos, durante muito tempo, embalados com a história de que somos a humanidade e nos alienamos desse organismo de que somos parte, a Terra, passando a pensar que ele é uma coisa e nós, outra: a Terra e a humanidade. Eu não percebo que exista algo que não seja natureza. Tudo é natureza. O cosmos é natureza. Tudo em que eu consigo pensar é natureza.
Nós, a humanidade, vamos viver em ambientes artificiais produzidos pelas grandes corporações, que são os donos da grana. Agora esse organismo, o vírus, parece ter se cansado da gente, parece querer se divorciar da gente como a humanidade quis se divorciar da natureza. Ele está querendo nos “desligar”, tirando o nosso oxigênio. Quando a Covid-19 ataca os pulmões, o doente precisa de um respirador, um aparelho para alimentação de oxigênio, senão ele morre. Quantas máquinas dessas vamos ter de fazer para 7 bilhões de pessoas no planeta?
A nossa mãe, a Terra, nos dá de graça o oxigênio, nos põe para dormir, nos desperta de manhã com o sol, deixa os pássaros cantar, as correntezas e as brisas se moverem, cria esse mundo maravilhoso para compartilhar, e o que a gente faz com ele? O que estamos vivendo pode ser a obra de uma mãe amorosa que decidiu fazer o filho calar a boca pelo menos por um instante. Não porque não goste dele, mas por querer lhe ensinar alguma coisa.
“Filho, silêncio.” A Terra está falando isso para a humanidade. E ela é tão maravilhosa que não dá uma ordem. Ela simplesmente está pedindo: “Silêncio”.
KRENAK, Ailton. O amanhã não está à venda. Disponível em: https://outraspalavras.net/crise-civilizatoria/krenak-o-amanha-nao-esta-a-venda/. Acesso em 01/09/2022.
A palavra agora, no segundo parágrafo, é classificada como:
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TEXTO III
Fomos, durante muito tempo, embalados com a história de que somos a humanidade e nos alienamos desse organismo de que somos parte, a Terra, passando a pensar que ele é uma coisa e nós, outra: a Terra e a humanidade. Eu não percebo que exista algo que não seja natureza. Tudo é natureza. O cosmos é natureza. Tudo em que eu consigo pensar é natureza.
Nós, a humanidade, vamos viver em ambientes artificiais produzidos pelas grandes corporações, que são os donos da grana. Agora esse organismo, o vírus, parece ter se cansado da gente, parece querer se divorciar da gente como a humanidade quis se divorciar da natureza. Ele está querendo nos “desligar”, tirando o nosso oxigênio. Quando a Covid-19 ataca os pulmões, o doente precisa de um respirador, um aparelho para alimentação de oxigênio, senão ele morre. Quantas máquinas dessas vamos ter de fazer para 7 bilhões de pessoas no planeta?
A nossa mãe, a Terra, nos dá de graça o oxigênio, nos põe para dormir, nos desperta de manhã com o sol, deixa os pássaros cantar, as correntezas e as brisas se moverem, cria esse mundo maravilhoso para compartilhar, e o que a gente faz com ele? O que estamos vivendo pode ser a obra de uma mãe amorosa que decidiu fazer o filho calar a boca pelo menos por um instante. Não porque não goste dele, mas por querer lhe ensinar alguma coisa.
“Filho, silêncio.” A Terra está falando isso para a humanidade. E ela é tão maravilhosa que não dá uma ordem. Ela simplesmente está pedindo: “Silêncio”.
KRENAK, Ailton. O amanhã não está à venda. Disponível em: https://outraspalavras.net/crise-civilizatoria/krenak-o-amanha-nao-esta-a-venda/. Acesso em 01/09/2022.
No terceiro parágrafo, a pergunta “e o que a gente faz com ele?” tem a função de:
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TEXTO III
Fomos, durante muito tempo, embalados com a história de que somos a humanidade e nos alienamos desse organismo de que somos parte, a Terra, passando a pensar que ele é uma coisa e nós, outra: a Terra e a humanidade. Eu não percebo que exista algo que não seja natureza. Tudo é natureza. O cosmos é natureza. Tudo em que eu consigo pensar é natureza.
Nós, a humanidade, vamos viver em ambientes artificiais produzidos pelas grandes corporações, que são os donos da grana. Agora esse organismo, o vírus, parece ter se cansado da gente, parece querer se divorciar da gente como a humanidade quis se divorciar da natureza. Ele está querendo nos “desligar”, tirando o nosso oxigênio. Quando a Covid-19 ataca os pulmões, o doente precisa de um respirador, um aparelho para alimentação de oxigênio, senão ele morre. Quantas máquinas dessas vamos ter de fazer para 7 bilhões de pessoas no planeta?
A nossa mãe, a Terra, nos dá de graça o oxigênio, nos põe para dormir, nos desperta de manhã com o sol, deixa os pássaros cantar, as correntezas e as brisas se moverem, cria esse mundo maravilhoso para compartilhar, e o que a gente faz com ele? O que estamos vivendo pode ser a obra de uma mãe amorosa que decidiu fazer o filho calar a boca pelo menos por um instante. Não porque não goste dele, mas por querer lhe ensinar alguma coisa.
“Filho, silêncio.” A Terra está falando isso para a humanidade. E ela é tão maravilhosa que não dá uma ordem. Ela simplesmente está pedindo: “Silêncio”.
KRENAK, Ailton. O amanhã não está à venda. Disponível em: https://outraspalavras.net/crise-civilizatoria/krenak-o-amanha-nao-esta-a-venda/. Acesso em 01/09/2022.
O verbo está empregado no modo subjuntivo em:
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TEXTO III
Fomos, durante muito tempo, embalados com a história de que somos a humanidade e nos alienamos desse organismo de que somos parte, a Terra, passando a pensar que ele é uma coisa e nós, outra: a Terra e a humanidade. Eu não percebo que exista algo que não seja natureza. Tudo é natureza. O cosmos é natureza. Tudo em que eu consigo pensar é natureza.
Nós, a humanidade, vamos viver em ambientes artificiais produzidos pelas grandes corporações, que são os donos da grana. Agora esse organismo, o vírus, parece ter se cansado da gente, parece querer se divorciar da gente como a humanidade quis se divorciar da natureza. Ele está querendo nos “desligar”, tirando o nosso oxigênio. Quando a Covid-19 ataca os pulmões, o doente precisa de um respirador, um aparelho para alimentação de oxigênio, senão ele morre. Quantas máquinas dessas vamos ter de fazer para 7 bilhões de pessoas no planeta?
A nossa mãe, a Terra, nos dá de graça o oxigênio, nos põe para dormir, nos desperta de manhã com o sol, deixa os pássaros cantar, as correntezas e as brisas se moverem, cria esse mundo maravilhoso para compartilhar, e o que a gente faz com ele? O que estamos vivendo pode ser a obra de uma mãe amorosa que decidiu fazer o filho calar a boca pelo menos por um instante. Não porque não goste dele, mas por querer lhe ensinar alguma coisa.
“Filho, silêncio.” A Terra está falando isso para a humanidade. E ela é tão maravilhosa que não dá uma ordem. Ela simplesmente está pedindo: “Silêncio”.
KRENAK, Ailton. O amanhã não está à venda. Disponível em: https://outraspalavras.net/crise-civilizatoria/krenak-o-amanha-nao-esta-a-venda/. Acesso em 01/09/2022.
Com base na argumentação do autor, identifica-se que uma das funções do texto é:
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TEXTO III
Fomos, durante muito tempo, embalados com a história de que somos a humanidade e nos alienamos desse organismo de que somos parte, a Terra, passando a pensar que ele é uma coisa e nós, outra: a Terra e a humanidade. Eu não percebo que exista algo que não seja natureza. Tudo é natureza. O cosmos é natureza. Tudo em que eu consigo pensar é natureza.
Nós, a humanidade, vamos viver em ambientes artificiais produzidos pelas grandes corporações, que são os donos da grana. Agora esse organismo, o vírus, parece ter se cansado da gente, parece querer se divorciar da gente como a humanidade quis se divorciar da natureza. Ele está querendo nos “desligar”, tirando o nosso oxigênio. Quando a Covid-19 ataca os pulmões, o doente precisa de um respirador, um aparelho para alimentação de oxigênio, senão ele morre. Quantas máquinas dessas vamos ter de fazer para 7 bilhões de pessoas no planeta?
A nossa mãe, a Terra, nos dá de graça o oxigênio, nos põe para dormir, nos desperta de manhã com o sol, deixa os pássaros cantar, as correntezas e as brisas se moverem, cria esse mundo maravilhoso para compartilhar, e o que a gente faz com ele? O que estamos vivendo pode ser a obra de uma mãe amorosa que decidiu fazer o filho calar a boca pelo menos por um instante. Não porque não goste dele, mas por querer lhe ensinar alguma coisa.
“Filho, silêncio.” A Terra está falando isso para a humanidade. E ela é tão maravilhosa que não dá uma ordem. Ela simplesmente está pedindo: “Silêncio”.
KRENAK, Ailton. O amanhã não está à venda. Disponível em: https://outraspalavras.net/crise-civilizatoria/krenak-o-amanha-nao-esta-a-venda/. Acesso em 01/09/2022.
No texto, o autor sinaliza que a expressão “Filho, silêncio” não é uma ordem, mas um pedido. Se for alterada a proposta da frase para uma ordem, utilizando a segunda pessoa do singular, o verbo silenciar estará corretamente empregado em:
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