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“Mulher, 16 anos, evolui com perda ponderal, episódios de estomatite e diarreia aquosa. A mãe notou que vem apresentando episódios de esquecimento e tremores em mãos. Há dez dias evolui com lesões em membros superiores hiperpigmentadas, inicialmente com pele seca que evoluiu para descamação. Ao exame físico, apresentava-se com hepatomegalia discreta e edema de membros inferiores.” Qual o provável diagnóstico?
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O caso clínico a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
Homem, 35 anos, refere diarreia mucosanguinolenta de início há seis meses associada a tenesmo. Foi realizada colonoscopia com biópsia, que demonstrou padrão de retocolite ulcerativa. Há seis dias, evolui com quatro episódios de evacuações ao dia, dor abdominal de moderada intensidade e episódios febris (37,8° C). Foram realizados exames que detectaram hemoglobina de 10.8 e VHS de 20 mm/h.
Dentre as manifestações extraintestinais relacionadas, qual pode estar presente nessa fase da doença?
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O caso clínico a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
Homem, 35 anos, refere diarreia mucosanguinolenta de início há seis meses associada a tenesmo. Foi realizada colonoscopia com biópsia, que demonstrou padrão de retocolite ulcerativa. Há seis dias, evolui com quatro episódios de evacuações ao dia, dor abdominal de moderada intensidade e episódios febris (37,8° C). Foram realizados exames que detectaram hemoglobina de 10.8 e VHS de 20 mm/h.
Além do câncer colorretal, quais outros tipos de neoplasias são mais frequentes em pacientes com retocolite ulcerativa do que a população em geral?
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O caso clínico a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
Homem, 35 anos, refere diarreia mucosanguinolenta de início há seis meses associada a tenesmo. Foi realizada colonoscopia com biópsia, que demonstrou padrão de retocolite ulcerativa. Há seis dias, evolui com quatro episódios de evacuações ao dia, dor abdominal de moderada intensidade e episódios febris (37,8° C). Foram realizados exames que detectaram hemoglobina de 10.8 e VHS de 20 mm/h.
Qual a classificação da gravidade da doença nesse paciente?
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O caso clínico a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
Homem, 35 anos, refere diarreia mucosanguinolenta de início há seis meses associada a tenesmo. Foi realizada colonoscopia com biópsia, que demonstrou padrão de retocolite ulcerativa. Há seis dias, evolui com quatro episódios de evacuações ao dia, dor abdominal de moderada intensidade e episódios febris (37,8° C). Foram realizados exames que detectaram hemoglobina de 10.8 e VHS de 20 mm/h.
Qual a manifestação histológica mais precoce da retocolite ulcerativa?
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O caso clínico a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
Mulher, 62 anos, com antecedentes de depressão e ansiedade, em uso de fluoxetina 20 mg/dia, evolui há seis meses com quadro de diarreia aquosa, sem produtos patológicos, com episódios noturnos, associados à dor abdominal esporádica. Ultimamente vem apresentando episódios recorrentes de ansiedade. Procurou o gastroenterologista que optou pela realização de colonoscopia com biópsia. O resultado demonstrou presença de moderado infiltrado mononuclear na lâmina própria, com 10/100 células de linfócitos intraepiteliais e banda colágena subepitelial de 15 μm de espessura; ausência de distorção das criptas.
Foi realizado tratamento proposto de oito semanas com resposta terapêutica satisfatória. Entretanto, após quatro semanas da suspensão, a paciente recorreu da diarreia. Assinale, a seguir, a melhor opção terapêutica.
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O caso clínico a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
Mulher, 62 anos, com antecedentes de depressão e ansiedade, em uso de fluoxetina 20 mg/dia, evolui há seis meses com quadro de diarreia aquosa, sem produtos patológicos, com episódios noturnos, associados à dor abdominal esporádica. Ultimamente vem apresentando episódios recorrentes de ansiedade. Procurou o gastroenterologista que optou pela realização de colonoscopia com biópsia. O resultado demonstrou presença de moderado infiltrado mononuclear na lâmina própria, com 10/100 células de linfócitos intraepiteliais e banda colágena subepitelial de 15 μm de espessura; ausência de distorção das criptas.
Qual o tratamento via oral mais recomendado?
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O caso clínico a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
Mulher, 62 anos, com antecedentes de depressão e ansiedade, em uso de fluoxetina 20 mg/dia, evolui há seis meses com quadro de diarreia aquosa, sem produtos patológicos, com episódios noturnos, associados à dor abdominal esporádica. Ultimamente vem apresentando episódios recorrentes de ansiedade. Procurou o gastroenterologista que optou pela realização de colonoscopia com biópsia. O resultado demonstrou presença de moderado infiltrado mononuclear na lâmina própria, com 10/100 células de linfócitos intraepiteliais e banda colágena subepitelial de 15 μm de espessura; ausência de distorção das criptas.
Qual o diagnóstico mais provável?
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O caso clínico contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
Homem, 54 anos, portador de cirrose hepática de etiologia alcoólica (CHILD B9) e doença vascular periférica, evolui há 3 horas com episódios de hematêmese, dando entrada no pronto-socorro. À entrada, encontrava-se torporoso (Glasgow 13), flapping, PA: 80 x 40, FC: 110, FR: 22, St: 94%, aparelho cardiopulmonar sem alterações e abdômen com fígado com bordas rombas, presença de varizes em parede abdominal, sem ascite.
Considere, ainda, que foi realizada endoscopia digestiva alta, que detectou a presença de gastropatia hipertensiva portal e varizes de esôfago de médio-grande calibre com sangramento ativo.
Considere que o paciente permaneceu em acompanhamento e tratamento até erradicação das varizes para prevenção de ressangramento. Em quanto tempo recomenda-se repetir a endoscopia digestiva alta após erradicação?
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O caso clínico contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
Homem, 54 anos, portador de cirrose hepática de etiologia alcoólica (CHILD B9) e doença vascular periférica, evolui há 3 horas com episódios de hematêmese, dando entrada no pronto-socorro. À entrada, encontrava-se torporoso (Glasgow 13), flapping, PA: 80 x 40, FC: 110, FR: 22, St: 94%, aparelho cardiopulmonar sem alterações e abdômen com fígado com bordas rombas, presença de varizes em parede abdominal, sem ascite.
Considere, ainda, que foi realizada endoscopia digestiva alta, que detectou a presença de gastropatia hipertensiva portal e varizes de esôfago de médio-grande calibre com sangramento ativo.
Em relação à gastropatia hipertensiva portal, qual o melhor tratamento?
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