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No seguimento após esvaziamento uterino por mola hidatiforme, a avaliação de Beta HCG sanguíneo é fundamental. Dessa forma, pode-se suspeitar de malignização da doença; analise os casos a seguir.
I BHCG 1.200 mU/ml no D1; 1.000 mU/ml no D7; e, 1.100 mU/ml no D14.
II BHCG 300 mU/ml ao fim do 3º mês e 100 mU/ml ao fim do 4º mês.
III BHCG 100 mU/ml ao fim do 6º mês.
IV BHCG 1.200 mU/ml no D1 e 2.000 mU/ml no D7.
São casos considerados possivelmente malignos apenas o que se afirma em
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“Paciente, 13 semanas, G2PV1A0, 22 anos, comparece à consulta para avaliação de exames. Assintomática, nega perda de líquido ou sangramento vaginal. Refere parto com 33 semanas em gestação anterior. USG: Feto único, vivo; BCF 150 bpm; CCN compatível com 12 semanas. Medida do colo: 20 mm.” Considerando o caso clínico hipotético, assinale a conduta mais adequada.
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São consideradas alterações fisiológicas do sistema cardiovascular da gestante, EXCETO:
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“Paciente admitida em trabalho de parto, primigesta, IG 39 semanas. Pré-natal de alto risco por TEP em gestação anterior. Gestação atual sem intercorrências; está em uso de heparina de baixo peso molecular dose profilática.” Considerando o caso clínico hipotético sobre o uso do anticoagulante e anestesia de neuroeixo, assinale a afirmativa correta.
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“Paciente, G1P0A0, 26 anos, comparece para segunda consulta de pré-natal. Havia iniciado o acompanhamento em outro serviço. Hoje, com 12 semanas de gestação, sem comorbidades, em uso de ácido fólico. Aos exames, evidencia-se TSH = 5,0 mU/L; T4 livre 1,04 mU/L; e, Anti TPO positivo.” Considerando o caso clínico hipotético, assinale a afirmativa INCORRETA.
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“Gestante, 34 semanas e 3 dias, pré-natal de risco habitual, pós-infecção por Covid-19. Em USG obstétrico, evidenciado feto no percentil 10 de peso; ILA 15 cm; Doppler: IP de ACM < p5, IP de artérias uterinas < p95, IP de artéria umbilical > p95 e diástole positiva; relação cérebro-placentária < p5. Cardiotocografia: categoria 1.” Classifique o feto em relação aos tipos de restrição de crescimento e defina a conduta.
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Baseado em dissecção de cadáveres, DeLancey descreveu, em 1992, a base estrutural de sustentação da vagina, dividindo-a em três níveis. Diante do exposto, relacione adequadamente as colunas a seguir.
1. Nível I.
2. Nível II.
3. Nível III.
( ) Estende-se do colo e das partes laterais do fórnice vaginal até a parede lateral da pelve e, posteriormente, até o meio do sacro.
( ) Suas lesões resultam em retoceles distais e descenso perineal.
( ) Suas lesões resultam em incontinência urinária de esforço.
( ) Suporte da parte distal da vagina.
A sequência está correta em
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A artéria pudenda interna trata-se de ramo terminal da divisão anterior da artéria ilíaca interna, fornecendo vascularização para a genitália externa. Após emergir da divisão anterior da artéria ilíaca interna, corre para a parede lateral da pelve, saindo da cavidade pélvica pelo forame isquiático maior, inferiormente ao músculo piriforme, de modo a entrar na região glútea. Após, curva-se ao redor do ligamento sacroespinhal para adentrar o períneo através do forame isquiático menor. Assinale a artéria que NÃO se trata de um ramo da pudenda interna.
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“Paciente, 36 semanas, 37 anos, G1P0, internada há 7 dias em maternidade de alto risco para controle pressórico por hipertensão crônica. Durante a internação, foi diagnosticada pré-eclâmpsia sobreposta. Em último USG realizado há 3 dias, feto com peso de 2.700 g, avaliação da circulação fetal e materna pelo modo Doppler normal, índice de líquido amniótico 10 cm, placenta grau III. O obstetra responsável é chamado para avaliar a gestante a pedido da enfermeira. Paciente se encontra em leito de enfermaria, em bom estado geral, referindo cefaleia intensa associada à turvação visual e epigastralgia com irradiação para hipocôndrio direito. FC 85 bpm; PA: 160 x 100 mmHg; BCF: variando entre 145-150-155 durante 1 minuto. Dinâmica uterina ausente.” Considerando o caso clínico hipotético, assinale o diagnóstico e a conduta mais adequada.
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A classificação O-RADS foi criada para padronizar a descrição de lesões ovarianas em exames de imagem. Assinale, a seguir, um achado ultrassonográfico classificado como O-RADS 3.
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