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2128751 Ano: 2021
Disciplina: Biologia
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Mafra-SC
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Muitas plantas apresentam caules com adaptações especiais.

O caule aéreo que não é capaz de sustentar suas folhas e que se eleva do solo enrolando-se em qualquer suporte ereto é denominado:

 

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2128750 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Mafra-SC
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SUS corre risco de colapso


O Sistema Único de Saúde (SUS) e a rede de saúde complementar passarão por um teste decisivo nos próximos meses. O crescimento do número de casos confirmados de Covid-19 pressionará a estrutura de atendimento existente e vai repercutir principalmente no uso de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Especialistas advertem que o avanço da infecção e o aumento de casos graves podem causar um colapso no sistema por falta de leitos. O SUS padece, dia após dia, de problemas específicos no atendimento, na gestão de equipamentos e de pessoal e, mais recentemente, de problemas orçamentários: o aporte financeiro do Ministério da Saúde previsto para 2020 é de R$ 136 bilhões, menor do que no ano passado, que foi de 147 bilhões. Agora, a demanda causada pelo coronavírus vai se somar aos problemas existentes porque as pessoas continuarão tendo outras doenças.

O momento mais difícil da Covid-19 é quando ela causa debilidade respiratória grave, chamada de hipoxemia, que exige o uso de respiradores artificiais no paciente. É como se o pulmão estivesse plastificado. Há necessidade de internação e isolamento respiratório porque o principal mecanismo de transmissão acontece por gotículas e é significativo o risco de contaminação de outros pacientes e dos profissionais de saúde. É algo que requer adequação da capacidade física dos locais de atendimento, além de eficiência na gestão de leitos de UTI existentes. Adiar cirurgias não emergenciais é fundamental para liberar espaço para doentes da Covid-19.

O País dispõe de cerca de 55 mil leitos de UTI, metade do SUS e metade da saúde suplementar. O problema é que apenas 25% da população têm acesso à saúde suplementar, que fica com a metade dos leitos. Os outros 75% dos pacientes, que utilizam o SUS, ficam com a outra metade. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde indicam que deve haver de um a três leitos para cada dez mil habitantes. Considerando todos os leitos de UTI do Brasil, há mais ou menos dois leitos para cada dez mil habitantes. Embora, em situação de normalidade o país esteja dentro da recomendação da OMS, a estrutura disponível não está dimensionada para suportar os efeitos de uma pandemia. Em São Paulo, o governo já anunciou a instalação de 1,4 mil leitos adicionais e outros estados também estão reforçando sua estrutura de atendimento. Mesmo assim, há o forte temor de que faltem camas de UTI. As regiões Norte e Nordeste podem ficar desassistidas. A taxa de ocupação média nas UTIs privadas é de cerca de 80%. Já nos hospitais públicos, essa taxa é de impressionantes 95%, segundo a Associação Medicina Intensiva Brasileira (AMIB).


Disponível em: <https://istoe.com.br/sus-corre-risco-de-colapso/>.

Acesso em: 03 abr. 2020. Publicado: 20 mar. 2020. [Adaptado].

Assinale frase correta quanto à concordância verbal.

 

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2128749 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Mafra-SC
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SUS corre risco de colapso


O Sistema Único de Saúde (SUS) e a rede de saúde complementar passarão por um teste decisivo nos próximos meses. O crescimento do número de casos confirmados de Covid-19 pressionará a estrutura de atendimento existente e vai repercutir principalmente no uso de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Especialistas advertem que o avanço da infecção e o aumento de casos graves podem causar um colapso no sistema por falta de leitos. O SUS padece, dia após dia, de problemas específicos no atendimento, na gestão de equipamentos e de pessoal e, mais recentemente, de problemas orçamentários: o aporte financeiro do Ministério da Saúde previsto para 2020 é de R$ 136 bilhões, menor do que no ano passado, que foi de 147 bilhões. Agora, a demanda causada pelo coronavírus vai se somar aos problemas existentes porque as pessoas continuarão tendo outras doenças.

O momento mais difícil da Covid-19 é quando ela causa debilidade respiratória grave, chamada de hipoxemia, que exige o uso de respiradores artificiais no paciente. É como se o pulmão estivesse plastificado. Há necessidade de internação e isolamento respiratório porque o principal mecanismo de transmissão acontece por gotículas e é significativo o risco de contaminação de outros pacientes e dos profissionais de saúde. É algo que requer adequação da capacidade física dos locais de atendimento, além de eficiência na gestão de leitos de UTI existentes. Adiar cirurgias não emergenciais é fundamental para liberar espaço para doentes da Covid-19.

O País dispõe de cerca de 55 mil leitos de UTI, metade do SUS e metade da saúde suplementar. O problema é que apenas 25% da população têm acesso à saúde suplementar, que fica com a metade dos leitos. Os outros 75% dos pacientes, que utilizam o SUS, ficam com a outra metade. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde indicam que deve haver de um a três leitos para cada dez mil habitantes. Considerando todos os leitos de UTI do Brasil, há mais ou menos dois leitos para cada dez mil habitantes. Embora, em situação de normalidade o país esteja dentro da recomendação da OMS, a estrutura disponível não está dimensionada para suportar os efeitos de uma pandemia. Em São Paulo, o governo já anunciou a instalação de 1,4 mil leitos adicionais e outros estados também estão reforçando sua estrutura de atendimento. Mesmo assim, há o forte temor de que faltem camas de UTI. As regiões Norte e Nordeste podem ficar desassistidas. A taxa de ocupação média nas UTIs privadas é de cerca de 80%. Já nos hospitais públicos, essa taxa é de impressionantes 95%, segundo a Associação Medicina Intensiva Brasileira (AMIB).


Disponível em: <https://istoe.com.br/sus-corre-risco-de-colapso/>.

Acesso em: 03 abr. 2020. Publicado: 20 mar. 2020. [Adaptado].

Sobre o texto 2, é correto afirmar que é:

 

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2128748 Ano: 2021
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Mafra-SC
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De acordo com o artigo 64 do Estatuto da Criança e do Adolescente, é correto afirmar:

  1. Ao adolescente, até dezoito anos de idade, é assegurada bolsa de aprendizagem.
  2. Ao adolescente aprendiz, maior de dezesseis anos, são assegurados os direitos trabalhistas e previdenciários.
  3. Ao adolescente portador de deficiência é assegurado trabalho protegido.
  4. Ao adolescente empregado, aprendiz, em regime familiar de trabalho, aluno de escola técnica, assistido em entidade governamental ou não governamental, é vedado trabalho noturno, realizado entre as vinte e duas horas de um dia e as cinco horas do dia seguinte.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

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2117102 Ano: 2021
Disciplina: História
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Mafra-SC
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Assinale a alternativa que indica causas da Primeira Guerra Mundial.

 

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2117101 Ano: 2021
Disciplina: História
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Mafra-SC
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Observe a relação de fatos:

1. Assassinato do Arquiduque Francisco Fernando (Ferdinando)

2. Ataque japonês à base naval estadunidense de Pearl Harbor

3. Queda do Império Romano do Ocidente

4. Revolução Francesa

5. Proclamação da independência do Brasil pelo Príncipe D. Pedro

Assinale a alternativa que indica a sequência correta dos fatos acima, em ordem cronológica, do fato mais antigo para o mais recente.

 

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2117100 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Mafra-SC
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Implicações da questão da variação

linguística para a prática pedagógica


A variação é constitutiva das línguas humanas, ocorrendo em todos os níveis. Ela sempre existiu e sempre existirá, independentemente de qualquer ação normativa. Assim, quando se fala em Língua Portuguesa está se falando de uma unidade que se constitui de muitas variedades. Embora no Brasil haja relativa unidade linguística e apenas uma língua nacional, notam-se diferenças de pronúncia, de emprego de palavras, de morfologia e de construções sintáticas, as quais não somente identificam os falantes de comunidades linguísticas em diferentes regiões, como ainda se multiplicam em uma mesma comunidade de fala. Não existem, portanto, variedades fixas: em um mesmo espaço social convivem mescladas diferentes variedades linguísticas, geralmente associadas a diferentes valores sociais.


Mais ainda, em uma sociedade como a brasileira, marcada por intensa movimentação de pessoas e intercâmbio cultural constante, o que se identifica é um intenso fenômeno de mescla linguística, isto é, em um mesmo espaço social convivem mescladas diferentes variedades linguísticas, geralmente associadas a diferentes valores sociais. O uso de uma ou outra forma de expressão depende, sobretudo, de fatores geográficos, socioeconômicos, de faixa etária, de gênero (sexo), da relação estabelecida entre os falantes e do contexto de fala. A imagem de uma língua única, mais próxima da modalidade escrita da linguagem, subjacente às prescrições normativas da gramática escolar, dos manuais e mesmo dos programas de difusão da mídia sobre o que se deve e o que não se deve falar e escrever, não se sustenta na análise empírica dos usos da língua.


E isso por duas razões básicas.


Em primeiro lugar, está o fato de que ninguém escreve como fala, ainda que em certas circunstâncias se possa falar um texto previamente escrito (é o que ocorre, por exemplo, no caso de uma conferência, de um discurso formal, dos telejornais) ou mesmo falar tendo por referência padrões próprios da escrita, como em uma exposição de um tema para auditório desconhecido, em uma entrevista, em uma solicitação de serviço junto a pessoas estranhas. Há casos ainda em que a fala ganha contornos ritualizados, como nas cerimônias religiosas, comunicados formais, casamentos, velórios etc. No dia a dia, contudo, a organização da fala, incluindo a escolha de palavras e a organização sintática do discurso, segue padrões significativamente diferentes daqueles que se usam na produção de textos escritos.


Em segundo lugar, está o fato de que, nas sociedades letradas (aquelas que usam intensamente a escrita), há a tendência de tomarem-se as regras estabelecidas para o sistema de escrita como padrões de correção de todas as formas linguísticas. Esse fenômeno, que tem na gramática tradicional sua maior expressão, muitas vezes faz com que se confunda falar apropriadamente à situação com falar segundo as regras de bem dizer e escrever, o que, por sua vez, faz com que se aceite a ideia despropositada de que ninguém fala corretamente no Brasil e que se insista em ensinar padrões gramaticais anacrônicos e artificiais.


Parâmetros curriculares nacionais : terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: língua portuguesa. Brasília, 1998. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/https://arquivos.infra-questoes.grancursosonline.com.br/arquivos/pdf/portugues.pdf> . pp. 29-30. Acesso em: 08 abr. 2020. [Fragmento adaptado].

Assinale a frase que está de acordo com as normas da língua padrão escrita.

 

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2117099 Ano: 2021
Disciplina: Geografia
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Mafra-SC
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Analise as afirmativas abaixo:

1. O Brasil é um país tropical caracterizado pelo predomínio de baixas temperaturas e índices de pluviosidade elevados em grande parte do território.

2. O Brasil se destaca por sua diversidade natural e cultural em razão da miscigenação entre índios, negros africanos e europeus.

3. Com exceção do Chile e do Equador, o Brasil faz fronteira a Leste com todos os países da América do Sul.

4. De acordo com a regionalização do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o Brasil está dividido em cinco macrorregiões: Norte, Nordeste, Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

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2117098 Ano: 2021
Disciplina: Geografia
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Mafra-SC
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O economista inglês Thomas Malthus (1766-1834) desenvolveu uma teoria demográfica que previa um futuro assustador para a humanidade.

Analise as afirmativas abaixo sobre Thomas Malthus e sua teoria.

1. Segundo Malthus o crescimento populacional se daria em progressão aritmética.

2. As projeções de Malthus baseavam-se no desequilíbrio entre as taxas de natalidade e de mortalidade, ocasionando um aumento do chamado crescimento natural ou vegetativo da população.

3. Malthus dizia que a taxa de natalidade menos o crescimento natural seria igual à taxa de mortalidade.

4. As previsões de Malthus não se concretizaram, pois ele não levou em consideração os avanços tecnológicos ocorridos no período, sobretudo nos países industrializados, que permitiram grandes saltos na produção agrícola mundial.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

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2117097 Ano: 2021
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Mafra-SC
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Offensive media


In recent years, the growth of online social media, such as Facebook and Twitter, has been explosive. For example, since its launch in 2004, Facebook’s user base has grown .............. a small number of US college students ............. 900 million users worldwide. Sites like these undoubtedly help us keep ............. touch with friends, and express our opinions freely: however, it is also true that a minority ............. social media users misuse this freedom of expression.


For young people who regularly send text messages and use social networking websites, “cyberbullying” is a problem they may well have encountered. Cyberbullies are people who try to hurt their victims by sending them unpleasant messages – usually anonymously – or spreading false rumors about them. Studies have shown that about one in three teens have experienced cyberbullying at some point. Martha is a typical victim of cyberbullying. A few months ago, someone started writing offensive messages on her Facebook page. The anonymous cyberbully warned her that she was going to get hurt, and told her to stay away from school. Later, Martha discovered who the bully was: it was a boy from another class in her school. “He admitted that he had sent the messages,” said Martha. “I asked him why he had done it. At first, he said he didn’t want to talk about it, but eventually he admitted that he was jealous because I had started dating his best friend the week before.” The boy promised that he would never do it again, but Martha’s friends advised her to tell the boy’s teachers, because they thought he could start bullying other people.


Bullying isn’t the only problem in the online world. Some Twitter users, for example, take advantage of their anonymity to send offensive tweets. British soccer player Stan Collymore was one victim: he reported racist tweets he had received to the police, who contacted Twitter and tracked down the person who had sent the abusive messages. The perpetrator, a law student, was arrested, convicted, and sentenced to two years’ community service.


In another case, two young men posted messages on Facebook encouraging people in their hometowns to start a riot, though they didn’t take part in the illegal protest. The police traced the owners of the Facebook pages, and the two men were punished with four-year prison sentences. The police explained that people who used social media to incite crimes would be treated in the same way as other offenders. They warned people to be aware that their actions on social networks could be seen and read by large numbers of people, and added: “Our advice is to behave online as you would in real life. And to the minority of users with bad intentions, our message is this: you may not be as anonymous as you think!”


What did Martha’s friends think she should do?

Mark ( T ) true or ( F ) false about the benefits of Interdisciplinary work at school:

( ) Learners are highly motivated as they have a vested interest in pursuing topics that are interesting to them.

( ) Critical thinking skills are used.

( ) Making connections between different concepts is not essential in interdisciplinary work.

( ) Learners cover topics in more depth because they are considering the many and varied perspectives from which a topic can be explored.

Choose the alternative which presents the correct sequence, from top to bottom.

 

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