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Foram encontradas 605 questões.

2042908 Ano: 2021
Disciplina: Arquivologia
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Mafra-SC
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Assinale a alternativa que indica corretamente a origem da Teoria das Três Idades.

 

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2042907 Ano: 2021
Disciplina: Arquivologia
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Mafra-SC
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Em organizações, o trabalho do setor de protocolo:

 

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2042906 Ano: 2021
Disciplina: Arquivologia
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Mafra-SC
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No trabalho tradicionalmente realizado no setor de protocolo de organizações, os documentos recebidos, antes de serem encaminhados ao seu destinatário, devem ser:

 

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2042905 Ano: 2021
Disciplina: Arquivologia
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Mafra-SC
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No trabalho do setor de protocolo de organizações, o caminho percorrido por um documento de sua origem ao seu destino pode ser entendido como:

 

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2042904 Ano: 2021
Disciplina: Arquivologia
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Mafra-SC
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Assinale a alternativa que designa corretamente duas formas tradicionais de se executar o trabalho de protocolo em organizações.

 

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2042903 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Mafra-SC
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Desenvolvimento dos Municípios

do Planalto Norte Catarinense


A economia dos municípios que compõem o Planalto Norte Catarinense é vinculada aos três setores, mas com predominância no primeiro e segundo setores econômicos: agricultura e indústria. As atividades industriais são voltadas ao beneficiamento da madeireira e processamento de erva-mate, responsáveis pela maior parcela da movimentação econômica regional.

Ainda, sobre o desenvolvimento das relações culturais e o desenvolvimento do Planalto Norte Catarinense, há que se inserir a Guerra do Contestado. O conflito do Contestado, não apenas a guerra, é um acontecimento importante para a retratação das relações culturais do Planalto Norte Catarinense.

De 1912 a 1916, ocorreram, na fronteira norte do Estado de Santa Catarina (divisa com o Estado do Paraná), numa área em litígio, os fatos mais sangrentos da história desta terra. Foram várias as causas desse conflito armado. Na mesma época e lugar, ocorreram o movimento messiânico de grandes proporções; a disputa pela posse de terras aliada à questão dos limites interestaduais; e a competição econômica pela exploração de riquezas naturais abundantes no território.

As bases desse conflito se estruturaram ao redor de uma legião de fanáticos religiosos composta por agregados das fazendas dos coronéis; por ex-operários demitidos quando da conclusão da construção de uma estrada de ferro; por “sem-terras”, ex-posseiros varridos dos seus lotes; por ervateiros sem erva para colher; por dezenas de pequenos proprietários expulsos de seus pinheirais; e por pessoas que perderam sua propriedade e negócios. Essas pessoas (predominantemente caboclos), fora das leis da economia agropastoril, viviam onde ocorreu o conflito do Contestado, tida como uma “terra de ninguém” e marcada pela persistência da rixa de 150 anos entre o Paraná e Santa Catarina. Nessa rixa se discutia se os limites geográficos deveriam ou não ser demarcados pela margem esquerda dos rios Negro e Iguaçu. Remanescente deste conflito há a referência à devoção aos monges nominados por “São João Maria” ou “Monge João Maria” que, somados à prática de recorrer às ervas medicinais e às benzedeiras para tratar doenças, são elementos presentes na identidade cultural do território.

Após 1916, quando os vários acertos decorrentes desse conflito terminaram no acordo que fixou o município de Mafra como sendo do estado de Santa Catarina, outra estrutura agrária se formou em boa parte do Planalto Norte do Contestado pela partilha das terras dos posseiros sem que se tocasse nas terras dos coronéis e outras terras griladas ao longo dos anos seguintes.

Mesmo assim e após um centenário da Guerra do Contestado, as relações que envolvem o direito a terra, sob o ponto de vista constitucional, não chegaram às ex-terras contestadas. Milhares de trabalhadores rurais ainda sobrevivem da parceria, do aluguel da terra e sem sua posse. Isso sem considerar que milhares de hectares de terras regionais são de empresários rurais que podem ser correlacionados aos ex-coronéis do Contestado.

O cultivo da erva-mate foi predominante na região até a década de 1930, mas a sua crise ocorre quando seus consumidores, Argentina e Uruguai, começaram a produzir a erva que consumiam. Assim, parte da população substituiu a produção ervateira para dedicar-se à extração e industrialização da madeira e a agropecuária.

Disponível em: <https://www.ipea.gov.br/code2011/chamada2011/pdf/area11/area 1 1 -artigo.16pdf>. Acesso em 02 abr. 2020. [Fragmento adaptado].

Assinale a pergunta que pode ser respondida com base no texto 1.

 

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2042902 Ano: 2021
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Mafra-SC
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Assinale a alternativa que relaciona quatro diretrizes estabelecidas pela Lei 13.460, de 26 de junho de 2017, para garantir o adequado atendimento aos usuários de serviços públicos.

 

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2042901 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Mafra-SC
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Desenvolvimento dos Municípios

do Planalto Norte Catarinense


A economia dos municípios que compõem o Planalto Norte Catarinense é vinculada aos três setores, mas com predominância no primeiro e segundo setores econômicos: agricultura e indústria. As atividades industriais são voltadas ao beneficiamento da madeireira e processamento de erva-mate, responsáveis pela maior parcela da movimentação econômica regional.

Ainda, sobre o desenvolvimento das relações culturais e o desenvolvimento do Planalto Norte Catarinense, há que se inserir a Guerra do Contestado. O conflito do Contestado, não apenas a guerra, é um acontecimento importante para a retratação das relações culturais do Planalto Norte Catarinense.

De 1912 a 1916, ocorreram, na fronteira norte do Estado de Santa Catarina (divisa com o Estado do Paraná), numa área em litígio, os fatos mais sangrentos da história desta terra. Foram várias as causas desse conflito armado. Na mesma época e lugar, ocorreram o movimento messiânico de grandes proporções; a disputa pela posse de terras aliada à questão dos limites interestaduais; e a competição econômica pela exploração de riquezas naturais abundantes no território.

As bases desse conflito se estruturaram ao redor de uma legião de fanáticos religiosos composta por agregados das fazendas dos coronéis; por ex-operários demitidos quando da conclusão da construção de uma estrada de ferro; por “sem-terras”, ex-posseiros varridos dos seus lotes; por ervateiros sem erva para colher; por dezenas de pequenos proprietários expulsos de seus pinheirais; e por pessoas que perderam sua propriedade e negócios. Essas pessoas (predominantemente caboclos), fora das leis da economia agropastoril, viviam onde ocorreu o conflito do Contestado, tida como uma “terra de ninguém” e marcada pela persistência da rixa de 150 anos entre o Paraná e Santa Catarina. Nessa rixa se discutia se os limites geográficos deveriam ou não ser demarcados pela margem esquerda dos rios Negro e Iguaçu. Remanescente deste conflito há a referência à devoção aos monges nominados por “São João Maria” ou “Monge João Maria” que, somados à prática de recorrer às ervas medicinais e às benzedeiras para tratar doenças, são elementos presentes na identidade cultural do território.

Após 1916, quando os vários acertos decorrentes desse conflito terminaram no acordo que fixou o município de Mafra como sendo do estado de Santa Catarina, outra estrutura agrária se formou em boa parte do Planalto Norte do Contestado pela partilha das terras dos posseiros sem que se tocasse nas terras dos coronéis e outras terras griladas ao longo dos anos seguintes.

Mesmo assim e após um centenário da Guerra do Contestado, as relações que envolvem o direito a terra, sob o ponto de vista constitucional, não chegaram às ex-terras contestadas. Milhares de trabalhadores rurais ainda sobrevivem da parceria, do aluguel da terra e sem sua posse. Isso sem considerar que milhares de hectares de terras regionais são de empresários rurais que podem ser correlacionados aos ex-coronéis do Contestado.

O cultivo da erva-mate foi predominante na região até a década de 1930, mas a sua crise ocorre quando seus consumidores, Argentina e Uruguai, começaram a produzir a erva que consumiam. Assim, parte da população substituiu a produção ervateira para dedicar-se à extração e industrialização da madeira e a agropecuária.

Disponível em: <https://www.ipea.gov.br/code2011/chamada2011/pdf/area11/area 1 1 -artigo.16pdf>. Acesso em 02 abr. 2020. [Fragmento adaptado].

Considerando o texto 1, é correto afirmar que:

 

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2042900 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Mafra-SC
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Desenvolvimento dos Municípios

do Planalto Norte Catarinense


A economia dos municípios que compõem o Planalto Norte Catarinense é vinculada aos três setores, mas com predominância no primeiro e segundo setores econômicos: agricultura e indústria. As atividades industriais são voltadas ao beneficiamento da madeireira e processamento de erva-mate, responsáveis pela maior parcela da movimentação econômica regional.

Ainda, sobre o desenvolvimento das relações culturais e o desenvolvimento do Planalto Norte Catarinense, há que se inserir a Guerra do Contestado. O conflito do Contestado, não apenas a guerra, é um acontecimento importante para a retratação das relações culturais do Planalto Norte Catarinense.

De 1912 a 1916, ocorreram, na fronteira norte do Estado de Santa Catarina (divisa com o Estado do Paraná), numa área em litígio, os fatos mais sangrentos da história desta terra. Foram várias as causas desse conflito armado. Na mesma época e lugar, ocorreram o movimento messiânico de grandes proporções; a disputa pela posse de terras aliada à questão dos limites interestaduais; e a competição econômica pela exploração de riquezas naturais abundantes no território.

As bases desse conflito se estruturaram ao redor de uma legião de fanáticos religiosos composta por agregados das fazendas dos coronéis; por ex-operários demitidos quando da conclusão da construção de uma estrada de ferro; por “sem-terras”, ex-posseiros varridos dos seus lotes; por ervateiros sem erva para colher; por dezenas de pequenos proprietários expulsos de seus pinheirais; e por pessoas que perderam sua propriedade e negócios. Essas pessoas (predominantemente caboclos), fora das leis da economia agropastoril, viviam onde ocorreu o conflito do Contestado, tida como uma “terra de ninguém” e marcada pela persistência da rixa de 150 anos entre o Paraná e Santa Catarina. Nessa rixa se discutia se os limites geográficos deveriam ou não ser demarcados pela margem esquerda dos rios Negro e Iguaçu. Remanescente deste conflito há a referência à devoção aos monges nominados por “São João Maria” ou “Monge João Maria” que, somados à prática de recorrer às ervas medicinais e às benzedeiras para tratar doenças, são elementos presentes na identidade cultural do território.

Após 1916, quando os vários acertos decorrentes desse conflito terminaram no acordo que fixou o município de Mafra como sendo do estado de Santa Catarina, outra estrutura agrária se formou em boa parte do Planalto Norte do Contestado pela partilha das terras dos posseiros sem que se tocasse nas terras dos coronéis e outras terras griladas ao longo dos anos seguintes.

Mesmo assim e após um centenário da Guerra do Contestado, as relações que envolvem o direito a terra, sob o ponto de vista constitucional, não chegaram às ex-terras contestadas. Milhares de trabalhadores rurais ainda sobrevivem da parceria, do aluguel da terra e sem sua posse. Isso sem considerar que milhares de hectares de terras regionais são de empresários rurais que podem ser correlacionados aos ex-coronéis do Contestado.

O cultivo da erva-mate foi predominante na região até a década de 1930, mas a sua crise ocorre quando seus consumidores, Argentina e Uruguai, começaram a produzir a erva que consumiam. Assim, parte da população substituiu a produção ervateira para dedicar-se à extração e industrialização da madeira e a agropecuária.

Disponível em: <https://www.ipea.gov.br/code2011/chamada2011/pdf/area11/area 1 1 -artigo.16pdf>. Acesso em 02 abr. 2020. [Fragmento adaptado].

Sobre o texto 1, é correto o que se afirma em:

 

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2042899 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Mafra-SC
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Desenvolvimento dos Municípios

do Planalto Norte Catarinense


A economia dos municípios que compõem o Planalto Norte Catarinense é vinculada aos três setores, mas com predominância no primeiro e segundo setores econômicos: agricultura e indústria. As atividades industriais são voltadas ao beneficiamento da madeireira e processamento de erva-mate, responsáveis pela maior parcela da movimentação econômica regional.

Ainda, sobre o desenvolvimento das relações culturais e o desenvolvimento do Planalto Norte Catarinense, há que se inserir a Guerra do Contestado. O conflito do Contestado, não apenas a guerra, é um acontecimento importante para a retratação das relações culturais do Planalto Norte Catarinense.

De 1912 a 1916, ocorreram, na fronteira norte do Estado de Santa Catarina (divisa com o Estado do Paraná), numa área em litígio, os fatos mais sangrentos da história desta terra. Foram várias as causas desse conflito armado. Na mesma época e lugar, ocorreram o movimento messiânico de grandes proporções; a disputa pela posse de terras aliada à questão dos limites interestaduais; e a competição econômica pela exploração de riquezas naturais abundantes no território.

As bases desse conflito se estruturaram ao redor de uma legião de fanáticos religiosos composta por agregados das fazendas dos coronéis; por ex-operários demitidos quando da conclusão da construção de uma estrada de ferro; por “sem-terras”, ex-posseiros varridos dos seus lotes; por ervateiros sem erva para colher; por dezenas de pequenos proprietários expulsos de seus pinheirais; e por pessoas que perderam sua propriedade e negócios. Essas pessoas (predominantemente caboclos), fora das leis da economia agropastoril, viviam onde ocorreu o conflito do Contestado, tida como uma “terra de ninguém” e marcada pela persistência da rixa de 150 anos entre o Paraná e Santa Catarina. Nessa rixa se discutia se os limites geográficos deveriam ou não ser demarcados pela margem esquerda dos rios Negro e Iguaçu. Remanescente deste conflito há a referência à devoção aos monges nominados por “São João Maria” ou “Monge João Maria” que, somados à prática de recorrer às ervas medicinais e às benzedeiras para tratar doenças, são elementos presentes na identidade cultural do território.

Após 1916, quando os vários acertos decorrentes desse conflito terminaram no acordo que fixou o município de Mafra como sendo do estado de Santa Catarina, outra estrutura agrária se formou em boa parte do Planalto Norte do Contestado pela partilha das terras dos posseiros sem que se tocasse nas terras dos coronéis e outras terras griladas ao longo dos anos seguintes.

Mesmo assim e após um centenário da Guerra do Contestado, as relações que envolvem o direito a terra, sob o ponto de vista constitucional, não chegaram às ex-terras contestadas. Milhares de trabalhadores rurais ainda sobrevivem da parceria, do aluguel da terra e sem sua posse. Isso sem considerar que milhares de hectares de terras regionais são de empresários rurais que podem ser correlacionados aos ex-coronéis do Contestado.

O cultivo da erva-mate foi predominante na região até a década de 1930, mas a sua crise ocorre quando seus consumidores, Argentina e Uruguai, começaram a produzir a erva que consumiam. Assim, parte da população substituiu a produção ervateira para dedicar-se à extração e industrialização da madeira e a agropecuária.

Disponível em: <https://www.ipea.gov.br/code2011/chamada2011/pdf/area11/area 1 1 -artigo.16pdf>. Acesso em 02 abr. 2020. [Fragmento adaptado].

No texto 1 se afirma que “a economia dos municípios que compõem o Planalto Norte Catarinense é vinculada aos três setores, mas com predominância no primeiro e segundo setores econômicos: agricultura e indústria”.

Qual seria o terceiro setor?

 

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