Foram encontradas 490 questões.
TEXTO II
História da Natação
Apesar de não ser um exercício tão natural para o ser
humano como caminhar ou correr, a natação existe há
milênios. Praticada na Grécia Antiga e pelos romanos,
entre outros povos, a natação, embora popular, demorou
muito para se transformar em uma competição organizada,
tendo seus estilos se desenvolvido de diferentes formas ao
longo da história.
Um dos primeiros registros data de 1696, quando o
francês M. Thevenal descreveu uma maneira singular de
nadar, semelhante ao nado de peito praticado atualmente,
que consistia em movimentos de pernas e braços parecidos
com os de uma rã. O nado de costas teve sua primeira
forma criada em 1794, pelo italiano Bernardi. Ele sugeriu
um movimento com os dois braços sendo jogados para trás
simultaneamente, que, a partir de 1912, foi aperfeiçoado,
tornando-se bem parecido com o nado de costas
praticado atualmente.
Em 1873, o inglês John Trudgen desenvolveu uma nova
técnica, que consistia em rotações laterais do corpo, tendo
a movimentação dos dois braços sobre a água como
principal fonte de deslocamento. Essa técnica, batizada
de Trudgen ou “over-arm-stroke”, foi aperfeiçoada pelo
australiano Richard Cavill e, posteriormente, transfonou-se
no nado crawl (livre) que conhecemos hoje.
Finalmente, na década de 1930, nadadores
norte-americanos, já durante competições, atentaram para
o fato de que as regras do nado de peito não impediam
que o movimento dos braços fosse realizado sobre a
superfície da água, o que permitia um deslocamento mais
rápido. Essa manobra conviveu com a técnica do nado
peito por quase 20 anos até que, em 1948, um nadador
húngaro a transformou no nado borboleta, reconhecido
oficialmente pela Federação Internacional em 1953 como
um estilo da natação.
[...]
Disponível em: http://rededoesporte.gov.br/pt-br/megaeventos/
olimpiadas/modalidades/natacao. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).
Apesar de não ser um exercício tão natural para o ser humano [...], a natação existe há milênios.
A vírgula é empregada nesse período para separar
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO II
História da Natação
Apesar de não ser um exercício tão natural para o ser
humano como caminhar ou correr, a natação existe há
milênios. Praticada na Grécia Antiga e pelos romanos,
entre outros povos, a natação, embora popular, demorou
muito para se transformar em uma competição organizada,
tendo seus estilos se desenvolvido de diferentes formas ao
longo da história.
Um dos primeiros registros data de 1696, quando o
francês M. Thevenal descreveu uma maneira singular de
nadar, semelhante ao nado de peito praticado atualmente,
que consistia em movimentos de pernas e braços parecidos
com os de uma rã. O nado de costas teve sua primeira
forma criada em 1794, pelo italiano Bernardi. Ele sugeriu
um movimento com os dois braços sendo jogados para trás
simultaneamente, que, a partir de 1912, foi aperfeiçoado,
tornando-se bem parecido com o nado de costas
praticado atualmente.
Em 1873, o inglês John Trudgen desenvolveu uma nova
técnica, que consistia em rotações laterais do corpo, tendo
a movimentação dos dois braços sobre a água como
principal fonte de deslocamento. Essa técnica, batizada
de Trudgen ou “over-arm-stroke”, foi aperfeiçoada pelo
australiano Richard Cavill e, posteriormente, transfonou-se
no nado crawl (livre) que conhecemos hoje.
Finalmente, na década de 1930, nadadores
norte-americanos, já durante competições, atentaram para
o fato de que as regras do nado de peito não impediam
que o movimento dos braços fosse realizado sobre a
superfície da água, o que permitia um deslocamento mais
rápido. Essa manobra conviveu com a técnica do nado
peito por quase 20 anos até que, em 1948, um nadador
húngaro a transformou no nado borboleta, reconhecido
oficialmente pela Federação Internacional em 1953 como
um estilo da natação.
[...]
Disponível em: http://rededoesporte.gov.br/pt-br/megaeventos/
olimpiadas/modalidades/natacao. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO II
História da Natação
Apesar de não ser um exercício tão natural para o ser
humano como caminhar ou correr, a natação existe há
milênios. Praticada na Grécia Antiga e pelos romanos,
entre outros povos, a natação, embora popular, demorou
muito para se transformar em uma competição organizada,
tendo seus estilos se desenvolvido de diferentes formas ao
longo da história.
Um dos primeiros registros data de 1696, quando o
francês M. Thevenal descreveu uma maneira singular de
nadar, semelhante ao nado de peito praticado atualmente,
que consistia em movimentos de pernas e braços parecidos
com os de uma rã. O nado de costas teve sua primeira
forma criada em 1794, pelo italiano Bernardi. Ele sugeriu
um movimento com os dois braços sendo jogados para trás
simultaneamente, que, a partir de 1912, foi aperfeiçoado,
tornando-se bem parecido com o nado de costas
praticado atualmente.
Em 1873, o inglês John Trudgen desenvolveu uma nova
técnica, que consistia em rotações laterais do corpo, tendo
a movimentação dos dois braços sobre a água como
principal fonte de deslocamento. Essa técnica, batizada
de Trudgen ou “over-arm-stroke”, foi aperfeiçoada pelo
australiano Richard Cavill e, posteriormente, transfonou-se
no nado crawl (livre) que conhecemos hoje.
Finalmente, na década de 1930, nadadores
norte-americanos, já durante competições, atentaram para
o fato de que as regras do nado de peito não impediam
que o movimento dos braços fosse realizado sobre a
superfície da água, o que permitia um deslocamento mais
rápido. Essa manobra conviveu com a técnica do nado
peito por quase 20 anos até que, em 1948, um nadador
húngaro a transformou no nado borboleta, reconhecido
oficialmente pela Federação Internacional em 1953 como
um estilo da natação.
[...]
Disponível em: http://rededoesporte.gov.br/pt-br/megaeventos/
olimpiadas/modalidades/natacao. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO II
História da Natação
Apesar de não ser um exercício tão natural para o ser
humano como caminhar ou correr, a natação existe há
milênios. Praticada na Grécia Antiga e pelos romanos,
entre outros povos, a natação, embora popular, demorou
muito para se transformar em uma competição organizada,
tendo seus estilos se desenvolvido de diferentes formas ao
longo da história.
Um dos primeiros registros data de 1696, quando o
francês M. Thevenal descreveu uma maneira singular de
nadar, semelhante ao nado de peito praticado atualmente,
que consistia em movimentos de pernas e braços parecidos
com os de uma rã. O nado de costas teve sua primeira
forma criada em 1794, pelo italiano Bernardi. Ele sugeriu
um movimento com os dois braços sendo jogados para trás
simultaneamente, que, a partir de 1912, foi aperfeiçoado,
tornando-se bem parecido com o nado de costas
praticado atualmente.
Em 1873, o inglês John Trudgen desenvolveu uma nova
técnica, que consistia em rotações laterais do corpo, tendo
a movimentação dos dois braços sobre a água como
principal fonte de deslocamento. Essa técnica, batizada
de Trudgen ou “over-arm-stroke”, foi aperfeiçoada pelo
australiano Richard Cavill e, posteriormente, transfonou-se
no nado crawl (livre) que conhecemos hoje.
Finalmente, na década de 1930, nadadores
norte-americanos, já durante competições, atentaram para
o fato de que as regras do nado de peito não impediam
que o movimento dos braços fosse realizado sobre a
superfície da água, o que permitia um deslocamento mais
rápido. Essa manobra conviveu com a técnica do nado
peito por quase 20 anos até que, em 1948, um nadador
húngaro a transformou no nado borboleta, reconhecido
oficialmente pela Federação Internacional em 1953 como
um estilo da natação.
[...]
Disponível em: http://rededoesporte.gov.br/pt-br/megaeventos/
olimpiadas/modalidades/natacao. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO II
História da Natação
Apesar de não ser um exercício tão natural para o ser
humano como caminhar ou correr, a natação existe há
milênios. Praticada na Grécia Antiga e pelos romanos,
entre outros povos, a natação, embora popular, demorou
muito para se transformar em uma competição organizada,
tendo seus estilos se desenvolvido de diferentes formas ao
longo da história.
Um dos primeiros registros data de 1696, quando o
francês M. Thevenal descreveu uma maneira singular de
nadar, semelhante ao nado de peito praticado atualmente,
que consistia em movimentos de pernas e braços parecidos
com os de uma rã. O nado de costas teve sua primeira
forma criada em 1794, pelo italiano Bernardi. Ele sugeriu
um movimento com os dois braços sendo jogados para trás
simultaneamente, que, a partir de 1912, foi aperfeiçoado,
tornando-se bem parecido com o nado de costas
praticado atualmente.
Em 1873, o inglês John Trudgen desenvolveu uma nova
técnica, que consistia em rotações laterais do corpo, tendo
a movimentação dos dois braços sobre a água como
principal fonte de deslocamento. Essa técnica, batizada
de Trudgen ou “over-arm-stroke”, foi aperfeiçoada pelo
australiano Richard Cavill e, posteriormente, transfonou-se
no nado crawl (livre) que conhecemos hoje.
Finalmente, na década de 1930, nadadores
norte-americanos, já durante competições, atentaram para
o fato de que as regras do nado de peito não impediam
que o movimento dos braços fosse realizado sobre a
superfície da água, o que permitia um deslocamento mais
rápido. Essa manobra conviveu com a técnica do nado
peito por quase 20 anos até que, em 1948, um nadador
húngaro a transformou no nado borboleta, reconhecido
oficialmente pela Federação Internacional em 1953 como
um estilo da natação.
[...]
Disponível em: http://rededoesporte.gov.br/pt-br/megaeventos/
olimpiadas/modalidades/natacao. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).
I. A natação existe há milênios, embora não seja um exercício tão natural para o ser humano como caminhar ou correr.
II. A primeira forma do nado de costas foi criada pelo francês M. Thevenal no século XVII.
III. O nado de costas tornou-se bem parecido com o que é praticado atualmente a partir do início do século XX.
IV. O nado de peito foi transformado por um nadador norte-americano no nado borboleta, em meados do século passado.
Estão corretas as afirmativas
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO II
História da Natação
Apesar de não ser um exercício tão natural para o ser
humano como caminhar ou correr, a natação existe há
milênios. Praticada na Grécia Antiga e pelos romanos,
entre outros povos, a natação, embora popular, demorou
muito para se transformar em uma competição organizada,
tendo seus estilos se desenvolvido de diferentes formas ao
longo da história.
Um dos primeiros registros data de 1696, quando o
francês M. Thevenal descreveu uma maneira singular de
nadar, semelhante ao nado de peito praticado atualmente,
que consistia em movimentos de pernas e braços parecidos
com os de uma rã. O nado de costas teve sua primeira
forma criada em 1794, pelo italiano Bernardi. Ele sugeriu
um movimento com os dois braços sendo jogados para trás
simultaneamente, que, a partir de 1912, foi aperfeiçoado,
tornando-se bem parecido com o nado de costas
praticado atualmente.
Em 1873, o inglês John Trudgen desenvolveu uma nova
técnica, que consistia em rotações laterais do corpo, tendo
a movimentação dos dois braços sobre a água como
principal fonte de deslocamento. Essa técnica, batizada
de Trudgen ou “over-arm-stroke”, foi aperfeiçoada pelo
australiano Richard Cavill e, posteriormente, transfonou-se
no nado crawl (livre) que conhecemos hoje.
Finalmente, na década de 1930, nadadores
norte-americanos, já durante competições, atentaram para
o fato de que as regras do nado de peito não impediam
que o movimento dos braços fosse realizado sobre a
superfície da água, o que permitia um deslocamento mais
rápido. Essa manobra conviveu com a técnica do nado
peito por quase 20 anos até que, em 1948, um nadador
húngaro a transformou no nado borboleta, reconhecido
oficialmente pela Federação Internacional em 1953 como
um estilo da natação.
[...]
Disponível em: http://rededoesporte.gov.br/pt-br/megaeventos/
olimpiadas/modalidades/natacao. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO I
Pôr do sol alaranjado é sinônimo de poluição
extrema? Entenda como onda de calor
contribui para o fenômeno
Tempo muito seco faz com que as partículas de poluição
se concentrem nas camadas mais baixas da atmosfera.
A cor alaranjada e avermelhada está relacionada com a
interação da luz com os poluentes.
Em meio a uma sequência de dias muito quentes, secos
e sem quase nenhuma nuvem no céu, as cores do pôr
do sol têm se destacado em diversas capitais pelo país.
Apesar de ser ótimo cenário para fotos, o fenômeno está
diretamente associado com a poluição.
Além disso, o bloqueio atmosférico que tem provocado a
onda de calor duradoura que atua sobre o país também
contribui para essa condição. Isso porque, com a
estabilidade da massa de ar seco, a poluição fica presa
nas camadas mais baixas da atmosfera.
As partículas em suspensão contribuem para a alta
concentração de poluentes, alteram a coloração do céu
e espalham a luz do espectro alaranjado. A principal
explicação para esse show de cores é que as partículas
de poeira facilitam a dispersão da cor azul e favorecem o
destaque de outras cores no céu, como os tons alaranjados.
Além de alterar as cores do pôr do sol, a alta concentração
de poluentes pode modificar também a cor da Lua.
A mudança é reflexo da poluição e dos incêndios, que se
multiplicam com o tempo mais seco. Assim, quanto mais
poluído o ar, mais vermelho é o tom da Lua. E quanto
mais ao horizonte a Lua se encontrar, mais vermelha
vai parecer, por conta do reflexo da luz nas partículas
de poluição.
[...]
Disponível em: https://g1.globo.com/meio-ambiente/
noticia/2024/09/05/por-do-sol-alaranjado-e-sinonimo-depoluicao-extrema-entenda-como-onda-de-calor-contribui-parao-fenomeno.ghtml. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO I
Pôr do sol alaranjado é sinônimo de poluição
extrema? Entenda como onda de calor
contribui para o fenômeno
Tempo muito seco faz com que as partículas de poluição
se concentrem nas camadas mais baixas da atmosfera.
A cor alaranjada e avermelhada está relacionada com a
interação da luz com os poluentes.
Em meio a uma sequência de dias muito quentes, secos
e sem quase nenhuma nuvem no céu, as cores do pôr
do sol têm se destacado em diversas capitais pelo país.
Apesar de ser ótimo cenário para fotos, o fenômeno está
diretamente associado com a poluição.
Além disso, o bloqueio atmosférico que tem provocado a
onda de calor duradoura que atua sobre o país também
contribui para essa condição. Isso porque, com a
estabilidade da massa de ar seco, a poluição fica presa
nas camadas mais baixas da atmosfera.
As partículas em suspensão contribuem para a alta
concentração de poluentes, alteram a coloração do céu
e espalham a luz do espectro alaranjado. A principal
explicação para esse show de cores é que as partículas
de poeira facilitam a dispersão da cor azul e favorecem o
destaque de outras cores no céu, como os tons alaranjados.
Além de alterar as cores do pôr do sol, a alta concentração
de poluentes pode modificar também a cor da Lua.
A mudança é reflexo da poluição e dos incêndios, que se
multiplicam com o tempo mais seco. Assim, quanto mais
poluído o ar, mais vermelho é o tom da Lua. E quanto
mais ao horizonte a Lua se encontrar, mais vermelha
vai parecer, por conta do reflexo da luz nas partículas
de poluição.
[...]
Disponível em: https://g1.globo.com/meio-ambiente/
noticia/2024/09/05/por-do-sol-alaranjado-e-sinonimo-depoluicao-extrema-entenda-como-onda-de-calor-contribui-parao-fenomeno.ghtml. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO I
Pôr do sol alaranjado é sinônimo de poluição
extrema? Entenda como onda de calor
contribui para o fenômeno
Tempo muito seco faz com que as partículas de poluição
se concentrem nas camadas mais baixas da atmosfera.
A cor alaranjada e avermelhada está relacionada com a
interação da luz com os poluentes.
Em meio a uma sequência de dias muito quentes, secos
e sem quase nenhuma nuvem no céu, as cores do pôr
do sol têm se destacado em diversas capitais pelo país.
Apesar de ser ótimo cenário para fotos, o fenômeno está
diretamente associado com a poluição.
Além disso, o bloqueio atmosférico que tem provocado a
onda de calor duradoura que atua sobre o país também
contribui para essa condição. Isso porque, com a
estabilidade da massa de ar seco, a poluição fica presa
nas camadas mais baixas da atmosfera.
As partículas em suspensão contribuem para a alta
concentração de poluentes, alteram a coloração do céu
e espalham a luz do espectro alaranjado. A principal
explicação para esse show de cores é que as partículas
de poeira facilitam a dispersão da cor azul e favorecem o
destaque de outras cores no céu, como os tons alaranjados.
Além de alterar as cores do pôr do sol, a alta concentração
de poluentes pode modificar também a cor da Lua.
A mudança é reflexo da poluição e dos incêndios, que se
multiplicam com o tempo mais seco. Assim, quanto mais
poluído o ar, mais vermelho é o tom da Lua. E quanto
mais ao horizonte a Lua se encontrar, mais vermelha
vai parecer, por conta do reflexo da luz nas partículas
de poluição.
[...]
Disponível em: https://g1.globo.com/meio-ambiente/
noticia/2024/09/05/por-do-sol-alaranjado-e-sinonimo-depoluicao-extrema-entenda-como-onda-de-calor-contribui-parao-fenomeno.ghtml. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO I
Pôr do sol alaranjado é sinônimo de poluição
extrema? Entenda como onda de calor
contribui para o fenômeno
Tempo muito seco faz com que as partículas de poluição
se concentrem nas camadas mais baixas da atmosfera.
A cor alaranjada e avermelhada está relacionada com a
interação da luz com os poluentes.
Em meio a uma sequência de dias muito quentes, secos
e sem quase nenhuma nuvem no céu, as cores do pôr
do sol têm se destacado em diversas capitais pelo país.
Apesar de ser ótimo cenário para fotos, o fenômeno está
diretamente associado com a poluição.
Além disso, o bloqueio atmosférico que tem provocado a
onda de calor duradoura que atua sobre o país também
contribui para essa condição. Isso porque, com a
estabilidade da massa de ar seco, a poluição fica presa
nas camadas mais baixas da atmosfera.
As partículas em suspensão contribuem para a alta
concentração de poluentes, alteram a coloração do céu
e espalham a luz do espectro alaranjado. A principal
explicação para esse show de cores é que as partículas
de poeira facilitam a dispersão da cor azul e favorecem o
destaque de outras cores no céu, como os tons alaranjados.
Além de alterar as cores do pôr do sol, a alta concentração
de poluentes pode modificar também a cor da Lua.
A mudança é reflexo da poluição e dos incêndios, que se
multiplicam com o tempo mais seco. Assim, quanto mais
poluído o ar, mais vermelho é o tom da Lua. E quanto
mais ao horizonte a Lua se encontrar, mais vermelha
vai parecer, por conta do reflexo da luz nas partículas
de poluição.
[...]
Disponível em: https://g1.globo.com/meio-ambiente/
noticia/2024/09/05/por-do-sol-alaranjado-e-sinonimo-depoluicao-extrema-entenda-como-onda-de-calor-contribui-parao-fenomeno.ghtml. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container