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Foram encontradas 50 questões.

2632466 Ano: 2019
Disciplina: Educação Física
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Maracanã-PA
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Assinale qual abordagem busca alternativas que possam auxiliar a diminuir a incidência de distúrbios orgânicos associados à falta de atividade física.
 

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1420417 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Maracanã-PA
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A SEREIA DOS PENSADORES

O fascínio pelo poder é uma armadilha para os intelectuais.

Platão, na República, imaginou como seria um Estado | (Que governado exclusivamente pelos sábios: somente os iluminados pela Razão poderiam adentrar os círculos do poder, & o resto da sociedade deveria obedecer à aristocracia intelectual, Nessa obra exuberante, a utopia da intelligentsia conduz o gênero humano à prosperidade eterna: o mundo real, no entanto, foi menos gentil com o platonismo.

No século V a.C., Dionísio I, governante de Siracusa, convidou o filósofo ateniense a tomar-se seu conselheiro. Déspota refinado, Dionísio apreciava cercar-se de poetas e pensadores (não foi o primeiro nem o último tirano a cultivar mascotes eruditas). Platão, contudo, insistiu em aplicar suas ideias ao governo da cidade-Estado. Segundo o historiador Diogénes Laércio, Dionísio acabou se irritando com suas censuras e ordenou que Platão fosse vendido como escravo. O : grande pensador foi parar em um mercado na Ilha de Egina, . entre prisioneiros de guerra. Por sorte, um benfeitor o reconheceu, comprou-o e o mandou de volta a Atenas. Diógenes Laércio calcula que o preço da transação tenha sido uns 200 dracmas.

Embora Platão tivesse inclinações autoritárias como bem demonstra a leitura da República, sua aproximação ao poder não se deu por ambição pessoal, mas por uma espécie de pudor. Em uma carta, assim justificou seu envolvimento com o governo de Siracusa: “Eu o fiz, principalmente, por um sentimento de vergonha em relação a mim mesmo; não queria que a humanidade me considerasse um homem somente dedicado às palavras e incapaz de agir.”,

Eu detestaria viver na República de Platão — lugar onde poetas e escultores seriam banidos, e onde a única música permitida seriam canções de ninar e marchinha militares. Mesmo assim, há algo de admirável na tentativa de aprimorar o . mundo com a força das ideias.

Ao longo dos tempos, contudo, a relação dos grandes intelectuais com o poder político nem sempre obedeceu a motivos tão nobres. A vaidade ilustrada levou muitas mentes agudas a se associarem a regimes nefastos: a sensação de moldar a história em tempo real exerce efeito tóxico sobre mentes acostumadas à abstração.

Esse ópio não age apenas sob governos totalitários: mesmo em sociedades democráticas o fascínio pelo poder é uma armadilha que pode arrastar ou embotar os mais argutos intelectos.

Antípoda de Platão, Heráclito (540-470 a.C.) foi o protótipo do intelectual desengajado. Quando os habitantes de Corinto o convidaram a redigir as leis da cidade, respondeu: “Prefiro brincar com crianças a ajudar esses perversos a governar a república”. Não proponho que Heráclito nos sirva de modelo, e espero que um dia os sábios governem o mundo. Mas quem traçará a linha precisa entre os sábios e os tolos? Ante a sereia do poder, é salutar que os seres “dedicados às palavras” nem fujam nem se deslumbrem; que mantenham uma certa rabugice, uma certa desconfiança, um certo pudor, enfim. Pois, como diz o adágio, o poder corrompe - e a corrupção da sabedoria não é inatividade, mas a loucura.

(BOTELHO, José Francisco. Revista Veja: 3 de julho de 2019. p. 95)

Observe as estruturas e assinale a alternativa correta:

"(...) o resto da sociedade deveria obedecer à aristocracia intelectual . " (1)

"(...) o poder político nem sempre obedeceu a motivos tão nobres. " (2)

Sobre o emprego do verbo obedecer, é INCORRETO afirmar:

 

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1419404 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Maracanã-PA
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Lim navegador web é um tipo de software que permite a visualização de documentos e sites num hipertexto, comumente agrupados sob a denominação da web ou da internet. Marque a alternativa que não corresponde a um browser:
 

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1416652 Ano: 2019
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Maracanã-PA
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O art. 217 da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 dispõe que é dever do Estado fomentar práticas desportivas formais e não-formais, como direito de cada um, observados:

I - a autonomia das entidades desportivas dirigentes e associações, quanto a sua organização e funcionamento;

Il - a destinação de recursos públicos para a promoção prioritária do desporto educacional e, em casos específicos, para a do desporto de alto rendimento;

III - o tratamento diferenciado para o desporto profissional e o não- profissional:

IV - a proteção e o incentivo às manifestações desportivas de criação nacional.

Sobre os itens analisados, é correto afirmar:

 

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1416622 Ano: 2019
Disciplina: Educação Física
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Maracanã-PA
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As crianças e adolescentes do Ensino Fundamental estão passando por grandes transformações em suas características. Assinale as principais características desses alunos nessa fase da escolarização:
 

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1410493 Ano: 2019
Disciplina: Educação Física
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Maracanã-PA
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Gallahue e Ozmun (2005) propõem uma sequência para que o: professor de Educação Física observe e avalie o desenvolvimento motor de seus alunos que já alcançaram o estágio maduro e se encontram na fase motora especializada. Assinale a alternativa que menciona, na ordem correta, os três estágios que compõem essa sequência:
 

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1396802 Ano: 2019
Disciplina: Educação Física
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Maracanã-PA
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Manoel Gomes Tubino, reconhecendo o esporte como um dos fenômenos mais destacados do século XX, aponta que o mesmo deveria ser considerado a partir de suas diferentes manifestações e dimensões sociais, quais sejam:
 

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1396785 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Maracanã-PA
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A SEREIA DOS PENSADORES

O fascínio pelo poder é uma armadilha para os intelectuais.

Platão, na República, imaginou como seria um Estado | (Que governado exclusivamente pelos sábios: somente os iluminados pela Razão poderiam adentrar os círculos do poder, & o resto da sociedade deveria obedecer à aristocracia intelectual, Nessa obra exuberante, a utopia da intelligentsia conduz o gênero humano à prosperidade eterna: o mundo real, no entanto, foi menos gentil com o platonismo.

No século V a.C., Dionísio I, governante de Siracusa, convidou o filósofo ateniense a tomar-se seu conselheiro. Déspota refinado, Dionísio apreciava cercar-se de poetas e pensadores (não foi o primeiro nem o último tirano a cultivar mascotes eruditas). Platão, contudo, insistiu em aplicar suas ideias ao governo da cidade-Estado. Segundo o historiador Diogénes Laércio, Dionísio acabou se irritando com suas censuras e ordenou que Platão fosse vendido como escravo. O : grande pensador foi parar em um mercado na Ilha de Egina, . entre prisioneiros de guerra. Por sorte, um benfeitor o reconheceu, comprou-o e o mandou de volta a Atenas. Diógenes Laércio calcula que o preço da transação tenha sido uns 200 dracmas.

Embora Platão tivesse inclinações autoritárias como bem demonstra a leitura da República, sua aproximação ao poder não se deu por ambição pessoal, mas por uma espécie de pudor. Em uma carta, assim justificou seu envolvimento com o governo de Siracusa: “Eu o fiz, principalmente, por um sentimento de vergonha em relação a mim mesmo; não queria que a humanidade me considerasse um homem somente dedicado às palavras e incapaz de agir.”,

Eu detestaria viver na República de Platão — lugar onde poetas e escultores seriam banidos, e onde a única música permitida seriam canções de ninar e marchinha militares. Mesmo assim, há algo de admirável na tentativa de aprimorar o . mundo com a força das ideias.

Ao longo dos tempos, contudo, a relação dos grandes intelectuais com o poder político nem sempre obedeceu a motivos tão nobres. A vaidade ilustrada levou muitas mentes agudas a se associarem a regimes nefastos: a sensação de moldar a história em tempo real exerce efeito tóxico sobre mentes acostumadas à abstração.

Esse ópio não age apenas sob governos totalitários: mesmo em sociedades democráticas o fascínio pelo poder é uma armadilha que pode arrastar ou embotar os mais argutos intelectos.

Antípoda de Platão, Heráclito (540-470 a.C.) foi o protótipo do intelectual desengajado. Quando os habitantes de Corinto o convidaram a redigir as leis da cidade, respondeu: “Prefiro brincar com crianças a ajudar esses perversos a governar a república”. Não proponho que Heráclito nos sirva de modelo, e espero que um dia os sábios governem o mundo. Mas quem traçará a linha precisa entre os sábios e os tolos? Ante a sereia do poder, é salutar que os seres “dedicados às palavras” nem fujam nem se deslumbrem; que mantenham uma certa rabugice, uma certa desconfiança, um certo pudor, enfim. Pois, como diz o adágio, o poder corrompe - e a corrupção da sabedoria não é inatividade, mas a loucura.

(BOTELHO, José Francisco. Revista Veja: 3 de julho de 2019. p. 95)

Segundo o texto, A sereia dos pensadores seria:

 

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1370829 Ano: 2019
Disciplina: Educação Física
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Maracanã-PA
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A abordagem construtivista entende que o aluno constrói o seu conhecimento:
 

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1369121 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Maracanã-PA
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A SEREIA DOS PENSADORES
O fascínio pelo poder é uma armadilha para os intelectuais.
Platão, na República, imaginou como seria um Estado | (Que governado exclusivamente pelos sábios: somente os iluminados pela Razão poderiam adentrar os círculos do poder, & o resto da sociedade deveria obedecer à aristocracia intelectual, Nessa obra exuberante, a utopia da intelligentsia conduz o gênero humano à prosperidade eterna: o mundo real, no entanto, foi menos gentil com o platonismo.
No século V a.C., Dionísio I, governante de Siracusa, convidou o filósofo ateniense a tomar-se seu conselheiro. Déspota refinado, Dionísio apreciava cercar-se de poetas e pensadores (não foi o primeiro nem o último tirano a cultivar mascotes eruditas). Platão, contudo, insistiu em aplicar suas ideias ao governo da cidade-Estado. Segundo o historiador Diogénes Laércio, Dionísio acabou se irritando com suas censuras e ordenou que Platão fosse vendido como escravo. O : grande pensador foi parar em um mercado na Ilha de Egina, . entre prisioneiros de guerra. Por sorte, um benfeitor o reconheceu, comprou-o e o mandou de volta a Atenas. Diógenes Laércio calcula que o preço da transação tenha sido uns 200 dracmas.
Embora Platão tivesse inclinações autoritárias como bem demonstra a leitura da República, sua aproximação ao poder não se deu por ambição pessoal, mas por uma espécie de pudor. Em uma carta, assim justificou seu envolvimento com o governo de Siracusa: “Eu o fiz, principalmente, por um sentimento de vergonha em relação a mim mesmo; não queria que a humanidade me considerasse um homem somente dedicado às palavras e incapaz de agir.”,
Eu detestaria viver na República de Platão — lugar onde poetas e escultores seriam banidos, e onde a única música permitida seriam canções de ninar e marchinha militares. Mesmo assim, há algo de admirável na tentativa de aprimorar o . mundo com a força das ideias.
Ao longo dos tempos, contudo, a relação dos grandes intelectuais com o poder político nem sempre obedeceu a motivos tão nobres. A vaidade ilustrada levou muitas mentes agudas a se associarem a regimes nefastos: a sensação de moldar a história em tempo real exerce efeito tóxico sobre mentes acostumadas à abstração.
Esse ópio não age apenas sob governos totalitários: mesmo em sociedades democráticas o fascínio pelo poder é uma armadilha que pode arrastar ou embotar os mais argutos intelectos.
Antípoda de Platão, Heráclito (540-470 a.C.) foi o protótipo do intelectual desengajado. Quando os habitantes de Corinto o convidaram a redigir as leis da cidade, respondeu: “Prefiro brincar com crianças a ajudar esses perversos a governar a república”. Não proponho que Heráclito nos sirva de modelo, e espero que um dia os sábios governem o mundo. Mas quem traçará a linha precisa entre os sábios e os tolos? Ante a sereia do poder, é salutar que os seres “dedicados às palavras” nem fujam nem se deslumbrem; que mantenham uma certa rabugice, uma certa desconfiança, um certo pudor, enfim. Pois, como diz o adágio, o poder corrompe - e a corrupção da sabedoria não é inatividade, mas a loucura.
(BOTELHO, José Francisco. Revista Veja: 3 de julho de 2019. p. 95)
Analise o trecho a seguir: “Não proponho que Heráclito nos sirva de modelo, e espero que um dia os sábios governem o mundo.” Do ponto de vista da construção sintática, é correto afirmar que o período transcrito é composto por:
 

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