Foram encontradas 363 questões.
Computadores contra a leitura¹
-
Crianças pequenas devem ter acesso a tablets? É preciso controlar as horas de exposição de adolescentes a jogos de computador? Se você está confuso com essas questões, tem bons motivos. Cientistas que estudam como o cérebro lida com meios digitais também estão. Acaba de sair no Brasil “O Cérebro no Mundo Digital”, em que a neurocientista especializada em leitura Maryanne Wolf tenta ao menos mapear o terreno em que pisamos.
Para Wolf, existem motivos para preocupação, ainda que não para pessimismo. Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre a formação do cérebro leitor.
[...] Crianças e mesmo adultos que leem em um dispositivo digital apresentam menores taxas de compreensão e retenção do texto do que quando o leem em versão impressa.
Uma hipótese para explicar o fenômeno é que os computadores, ao proporcionar uma mistura de coisas interessantes, que fazem com que a atenção das pessoas pule a todo instante de um item para o próximo, nos habituam a operar com um nível de concentração alterado. [...]
A sugestão de Wolf é que tentemos desenvolver uma espécie de bilinguismo literário. Precisamos ser capazes de exercer tanto a leitura rápida cobrada pelos meios digitais — um ser humano médio recebe hoje nos vários dispositivos que acessa 34 gigabytes de informação num único dia, o equivalente a um romance de 100 mil palavras — como, quando for o caso, a leitura profunda, exigida para pensar direito e desfrutar de tudo aquilo que um bom texto oferece.
-
¹Hélio Schwartsman - Folha De São Paulo – 23/06/2019 – São Paulo, SP – Texto adaptado especialmente para essa prova
Assinale alternativa em que o termo em destaque é sujeito:
Provas
Computadores contra a leitura¹
-
Crianças pequenas devem ter acesso a tablets? É preciso controlar as horas de exposição de adolescentes a jogos de computador? Se você está confuso com essas questões, tem bons motivos. Cientistas que estudam como o cérebro lida com meios digitais também estão. Acaba de sair no Brasil “O Cérebro no Mundo Digital”, em que a neurocientista especializada em leitura Maryanne Wolf tenta ao menos mapear o terreno em que pisamos.
Para Wolf, existem motivos para preocupação, ainda que não para pessimismo. Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre a formação do cérebro leitor.
[...] Crianças e mesmo adultos que leem em um dispositivo digital apresentam menores taxas de compreensão e retenção do texto do que quando o leem em versão impressa.
Uma hipótese para explicar o fenômeno é que os computadores, ao proporcionar uma mistura de coisas interessantes, que fazem com que a atenção das pessoas pule a todo instante de um item para o próximo, nos habituam a operar com um nível de concentração alterado. [...]
A sugestão de Wolf é que tentemos desenvolver uma espécie de bilinguismo literário. Precisamos ser capazes de exercer tanto a leitura rápida cobrada pelos meios digitais — um ser humano médio recebe hoje nos vários dispositivos que acessa 34 gigabytes de informação num único dia, o equivalente a um romance de 100 mil palavras — como, quando for o caso, a leitura profunda, exigida para pensar direito e desfrutar de tudo aquilo que um bom texto oferece.
-
¹Hélio Schwartsman - Folha De São Paulo – 23/06/2019 – São Paulo, SP – Texto adaptado especialmente para essa prova
A concordância verbal está correta em:
Provas
Computadores contra a leitura¹
-
Crianças pequenas devem ter acesso a tablets? É preciso controlar as horas de exposição de adolescentes a jogos de computador? Se você está confuso com essas questões, tem bons motivos. Cientistas que estudam como o cérebro lida com meios digitais também estão. Acaba de sair no Brasil “O Cérebro no Mundo Digital”, em que a neurocientista especializada em leitura Maryanne Wolf tenta ao menos mapear o terreno em que pisamos.
Para Wolf, existem motivos para preocupação, ainda que não para pessimismo. Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre a formação do cérebro leitor.
[...] Crianças e mesmo adultos que leem em um dispositivo digital apresentam menores taxas de compreensão e retenção do texto do que quando o leem em versão impressa.
Uma hipótese para explicar o fenômeno é que os computadores, ao proporcionar uma mistura de coisas interessantes, que fazem com que a atenção das pessoas pule a todo instante de um item para o próximo, nos habituam a operar com um nível de concentração alterado. [...]
A sugestão de Wolf é que tentemos desenvolver uma espécie de bilinguismo literário. Precisamos ser capazes de exercer tanto a leitura rápida cobrada pelos meios digitais — um ser humano médio recebe hoje nos vários dispositivos que acessa 34 gigabytes de informação num único dia, o equivalente a um romance de 100 mil palavras — como, quando for o caso, a leitura profunda, exigida para pensar direito e desfrutar de tudo aquilo que um bom texto oferece.
-
¹Hélio Schwartsman - Folha De São Paulo – 23/06/2019 – São Paulo, SP – Texto adaptado especialmente para essa prova
“Os computadores nos habituam a operar com um nível de concentração alterado”. O vocábulo em destaque é, conforme as classes gramaticais:
Provas
Computadores contra a leitura¹
-
Crianças pequenas devem ter acesso a tablets? É preciso controlar as horas de exposição de adolescentes a jogos de computador? Se você está confuso com essas questões, tem bons motivos. Cientistas que estudam como o cérebro lida com meios digitais também estão. Acaba de sair no Brasil “O Cérebro no Mundo Digital”, em que a neurocientista especializada em leitura Maryanne Wolf tenta ao menos mapear o terreno em que pisamos.
Para Wolf, existem motivos para preocupação, ainda que não para pessimismo. Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre a formação do cérebro leitor.
[...] Crianças e mesmo adultos que leem em um dispositivo digital apresentam menores taxas de compreensão e retenção do texto do que quando o leem em versão impressa.
Uma hipótese para explicar o fenômeno é que os computadores, ao proporcionar uma mistura de coisas interessantes, que fazem com que a atenção das pessoas pule a todo instante de um item para o próximo, nos habituam a operar com um nível de concentração alterado. [...]
A sugestão de Wolf é que tentemos desenvolver uma espécie de bilinguismo literário. Precisamos ser capazes de exercer tanto a leitura rápida cobrada pelos meios digitais — um ser humano médio recebe hoje nos vários dispositivos que acessa 34 gigabytes de informação num único dia, o equivalente a um romance de 100 mil palavras — como, quando for o caso, a leitura profunda, exigida para pensar direito e desfrutar de tudo aquilo que um bom texto oferece.
-
¹Hélio Schwartsman - Folha De São Paulo – 23/06/2019 – São Paulo, SP – Texto adaptado especialmente para essa prova
As classes de palavras ou classes gramaticais são categorias nas quais as palavras são distribuídas de acordo com a sua natureza e função gramatical no enunciado. Considerando as classes gramaticais, assinale a alternativa em que todas as palavras em destaque são substantivos:
Provas
Computadores contra a leitura¹
-
Crianças pequenas devem ter acesso a tablets? É preciso controlar as horas de exposição de adolescentes a jogos de computador? Se você está confuso com essas questões, tem bons motivos. Cientistas que estudam como o cérebro lida com meios digitais também estão. Acaba de sair no Brasil “O Cérebro no Mundo Digital”, em que a neurocientista especializada em leitura Maryanne Wolf tenta ao menos mapear o terreno em que pisamos.
Para Wolf, existem motivos para preocupação, ainda que não para pessimismo. Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre a formação do cérebro leitor.
[...] Crianças e mesmo adultos que leem em um dispositivo digital apresentam menores taxas de compreensão e retenção do texto do que quando o leem em versão impressa.
Uma hipótese para explicar o fenômeno é que os computadores, ao proporcionar uma mistura de coisas interessantes, que fazem com que a atenção das pessoas pule a todo instante de um item para o próximo, nos habituam a operar com um nível de concentração alterado. [...]
A sugestão de Wolf é que tentemos desenvolver uma espécie de bilinguismo literário. Precisamos ser capazes de exercer tanto a leitura rápida cobrada pelos meios digitais — um ser humano médio recebe hoje nos vários dispositivos que acessa 34 gigabytes de informação num único dia, o equivalente a um romance de 100 mil palavras — como, quando for o caso, a leitura profunda, exigida para pensar direito e desfrutar de tudo aquilo que um bom texto oferece.
-
¹Hélio Schwartsman - Folha De São Paulo – 23/06/2019 – São Paulo, SP – Texto adaptado especialmente para essa prova
Assinale a alternativa em que todas as palavras são paroxítonas.
Provas
Computadores contra a leitura¹
-
Crianças pequenas devem ter acesso a tablets? É preciso controlar as horas de exposição de adolescentes a jogos de computador? Se você está confuso com essas questões, tem bons motivos. Cientistas que estudam como o cérebro lida com meios digitais também estão. Acaba de sair no Brasil “O Cérebro no Mundo Digital”, em que a neurocientista especializada em leitura Maryanne Wolf tenta ao menos mapear o terreno em que pisamos.
Para Wolf, existem motivos para preocupação, ainda que não para pessimismo. Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre a formação do cérebro leitor.
[...] Crianças e mesmo adultos que leem em um dispositivo digital apresentam menores taxas de compreensão e retenção do texto do que quando o leem em versão impressa.
Uma hipótese para explicar o fenômeno é que os computadores, ao proporcionar uma mistura de coisas interessantes, que fazem com que a atenção das pessoas pule a todo instante de um item para o próximo, nos habituam a operar com um nível de concentração alterado. [...]
A sugestão de Wolf é que tentemos desenvolver uma espécie de bilinguismo literário. Precisamos ser capazes de exercer tanto a leitura rápida cobrada pelos meios digitais — um ser humano médio recebe hoje nos vários dispositivos que acessa 34 gigabytes de informação num único dia, o equivalente a um romance de 100 mil palavras — como, quando for o caso, a leitura profunda, exigida para pensar direito e desfrutar de tudo aquilo que um bom texto oferece.
-
¹Hélio Schwartsman - Folha De São Paulo – 23/06/2019 – São Paulo, SP – Texto adaptado especialmente para essa prova
Proliferação dos meios digitais; operar com um nível de concentração. O sentido das palavras em destaque, no texto, respectivamente é:
Provas
Computadores contra a leitura¹
-
Crianças pequenas devem ter acesso a tablets? É preciso controlar as horas de exposição de adolescentes a jogos de computador? Se você está confuso com essas questões, tem bons motivos. Cientistas que estudam como o cérebro lida com meios digitais também estão. Acaba de sair no Brasil “O Cérebro no Mundo Digital”, em que a neurocientista especializada em leitura Maryanne Wolf tenta ao menos mapear o terreno em que pisamos.
Para Wolf, existem motivos para preocupação, ainda que não para pessimismo. Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre a formação do cérebro leitor.
[...] Crianças e mesmo adultos que leem em um dispositivo digital apresentam menores taxas de compreensão e retenção do texto do que quando o leem em versão impressa.
Uma hipótese para explicar o fenômeno é que os computadores, ao proporcionar uma mistura de coisas interessantes, que fazem com que a atenção das pessoas pule a todo instante de um item para o próximo, nos habituam a operar com um nível de concentração alterado. [...]
A sugestão de Wolf é que tentemos desenvolver uma espécie de bilinguismo literário. Precisamos ser capazes de exercer tanto a leitura rápida cobrada pelos meios digitais — um ser humano médio recebe hoje nos vários dispositivos que acessa 34 gigabytes de informação num único dia, o equivalente a um romance de 100 mil palavras — como, quando for o caso, a leitura profunda, exigida para pensar direito e desfrutar de tudo aquilo que um bom texto oferece.
-
¹Hélio Schwartsman - Folha De São Paulo – 23/06/2019 – São Paulo, SP – Texto adaptado especialmente para essa prova
Segundo o texto, bilinguismo literário significa:
Provas
Computadores contra a leitura¹
-
Crianças pequenas devem ter acesso a tablets? É preciso controlar as horas de exposição de adolescentes a jogos de computador? Se você está confuso com essas questões, tem bons motivos. Cientistas que estudam como o cérebro lida com meios digitais também estão. Acaba de sair no Brasil “O Cérebro no Mundo Digital”, em que a neurocientista especializada em leitura Maryanne Wolf tenta ao menos mapear o terreno em que pisamos.
Para Wolf, existem motivos para preocupação, ainda que não para pessimismo. Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre a formação do cérebro leitor.
[...] Crianças e mesmo adultos que leem em um dispositivo digital apresentam menores taxas de compreensão e retenção do texto do que quando o leem em versão impressa.
Uma hipótese para explicar o fenômeno é que os computadores, ao proporcionar uma mistura de coisas interessantes, que fazem com que a atenção das pessoas pule a todo instante de um item para o próximo, nos habituam a operar com um nível de concentração alterado. [...]
A sugestão de Wolf é que tentemos desenvolver uma espécie de bilinguismo literário. Precisamos ser capazes de exercer tanto a leitura rápida cobrada pelos meios digitais — um ser humano médio recebe hoje nos vários dispositivos que acessa 34 gigabytes de informação num único dia, o equivalente a um romance de 100 mil palavras — como, quando for o caso, a leitura profunda, exigida para pensar direito e desfrutar de tudo aquilo que um bom texto oferece.
-
¹Hélio Schwartsman - Folha De São Paulo – 23/06/2019 – São Paulo, SP – Texto adaptado especialmente para essa prova
Leia as afirmativas sobre o texto:
I. Estudos de Wolf sugerem o bilinguismo – leitura rápida cobrada pelos meios digitais – para ajudar no processo de leitura eficiente.
II. O nível de concentração diminui quando temos acesso, pelo computador, há uma variedade de informações interessantes ao mesmo tempo.
III. Ler em um dispositivo digital melhora a concentração e retenção de informações.
É correto o que se afirma em:
Provas
Computadores contra a leitura¹
-
Crianças pequenas devem ter acesso a tablets? É preciso controlar as horas de exposição de adolescentes a jogos de computador? Se você está confuso com essas questões, tem bons motivos. Cientistas que estudam como o cérebro lida com meios digitais também estão. Acaba de sair no Brasil “O Cérebro no Mundo Digital”, em que a neurocientista especializada em leitura Maryanne Wolf tenta ao menos mapear o terreno em que pisamos.
Para Wolf, existem motivos para preocupação, ainda que não para pessimismo. Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre a formação do cérebro leitor.
[...] Crianças e mesmo adultos que leem em um dispositivo digital apresentam menores taxas de compreensão e retenção do texto do que quando o leem em versão impressa.
Uma hipótese para explicar o fenômeno é que os computadores, ao proporcionar uma mistura de coisas interessantes, que fazem com que a atenção das pessoas pule a todo instante de um item para o próximo, nos habituam a operar com um nível de concentração alterado. [...]
A sugestão de Wolf é que tentemos desenvolver uma espécie de bilinguismo literário. Precisamos ser capazes de exercer tanto a leitura rápida cobrada pelos meios digitais — um ser humano médio recebe hoje nos vários dispositivos que acessa 34 gigabytes de informação num único dia, o equivalente a um romance de 100 mil palavras — como, quando for o caso, a leitura profunda, exigida para pensar direito e desfrutar de tudo aquilo que um bom texto oferece.
-
¹Hélio Schwartsman - Folha De São Paulo – 23/06/2019 – São Paulo, SP – Texto adaptado especialmente para essa prova
O assunto de que trata o texto é:
Provas
Aquecimento global está alterando ciclo da água mais rápido que o esperado¹
Uma pesquisa publicada em fevereiro na Revista Nature indica que a alteração do ciclo da água está evoluindo mais rápido que o esperado. Para monitorar esse fenômeno, estudiosos da Universidade de Nova Gales do Sul (UNSW), na Austrália, escolheram observar um conjunto de dados históricos sobre as áreas com maior quantidade de água salgada do globo.
O ciclo da água é muito importante para nossa sobrevivência e para nosso planeta, já que ele é responsável por transportar, em forma de chuva, a água doce do oceano para o solo, fertilizando-o. Contudo, por conta do aumento da temperatura global, esse ciclo pode desencadear consequências severas para o meio ambiente. Uma delas é que as altas temperaturas fazem a chuva se mover de regiões secas para regiões úmidas.
Isso ocasiona, por exemplo, a falta de chuva em locais secos e a abundância de precipitação em locais suscetíveis a inundações e outros desastres hídricos. [...]
Para entender o impacto dessas altas temperaturas no ciclo da água, os estudiosos averiguaram três conjuntos de dados históricos sobre o sal presente na água entre 1970 e 2014. A escolha de colher essas informações se dá pelo fato de que, em áreas mais quentes, a água doce é precipitada e a salgada é deixada no oceano.
Após a análise dos dados, os estudiosos estimam que um acréscimo de 46 mil a 77 mil quilômetros cúbicos de água doce foram transportados da linha do Equador para os polos [...]. Esse número é três a quatro vezes maior do que o esperado e estimado por modelos climáticos atuais.
[...] Para os cientistas, o estudo publicado na Nature pode ajudar projeções e pesquisas futuras sobre o assunto.
¹ (REDAÇÃO GALILEU -22 MAR 2022 – acesso em 30 de MAR) Texto adaptado especialmente para essa prova.)
Assinale a alternativa em que há próclise.
Provas
Caderno Container