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Considere os reservatórios A e B, cujas capacidades
totais, em litros, são iguais a x e 1,8 x, respectivamente.
Sabe-se que 3/10 da capacidade de A e 1/3 da capacidade
de B, juntos, correspondem a 1800 litros. Nessas condições, é correto afirmar que a capacidade do reservatório B
supera a capacidade do reservatório A em
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Em uma indústria, máquinas iguais, de mesmo rendimento, trabalham simultaneamente e sem interrupções
durante um mesmo número de horas por dia para produzir determinada peça. A tabela relaciona alguns dados
operacionais relativos a esse processo.
De acordo com os dados apresentados, o número que substitui corretamente a letra x na tabela é
De acordo com os dados apresentados, o número que substitui corretamente a letra x na tabela é
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Um pedestal maciço teria, inicialmente, formato de paralelepípedo reto retângulo, com as dimensões indicadas na
figura. Por razões estéticas, decidiu-se reduzir em 20% a
medida da altura original e, desse modo, o pedestal passou
a ter volume de 11 250 cm3
.
A medida original da altura do pedestal, indicada por h na figura, era
A medida original da altura do pedestal, indicada por h na figura, era
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Considere as placas retangulares P e Q, mostradas nas
figuras, cujas dimensões indicadas estão em centímetros.
Sabe-se que a razão entre as medidas de comprimento
das placas P e Q é igual à razão entre as medidas das
respectivas larguras.
Sabendo-se que o perímetro da placa Q é 420 cm, conclui-se que a área da placa Q é igual a
Sabendo-se que o perímetro da placa Q é 420 cm, conclui-se que a área da placa Q é igual a
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Para fundamentar a elaboração de um projeto, um terreno,
de formato e dimensões, em metros, mostrados na figura,
foi dividido em três regiões retangulares e uma região com
a forma de um triângulo retângulo, indicadas, respectivamente, por R e por T na figura.
A área total desse terreno é igual a
A área total desse terreno é igual a
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Leia o texto para responder à questão
No Brasil todo mundo é índio, exceto quem não é
Marcelo Leite
A pele é morena, pega cor fácil no sol. O cabelo grosso,
que já foi mais preto, espeta rápido quando se corta curto.
Quase sem pelos no torso, barba rala e falhada, olhos de um
castanho escuro, altura mediana.
O biótipo de brasileiro da gema se estriba no DNA. Há
32% de conteúdo genético característico de ameríndios em
seus cromossomos. Com 19% de origem africana na mistura,
minha ascendência europeia fica em minoria, apesar dos
sobrenomes Nogueira e Leite, Camargo e Toledo.
Queria mesmo era chamar Aikanã, Aikewara, Akuntsu,
Amanayé, Amondawa, Anacé, Anambé, Aparai, Apiaká,
Apinayé, Apurinã, Aranã, Arapaso, Arapium, Arara, Araweté,
Arikapu, Aruá, Ashaninka, Atikum, Asurini, Awá ou Aweti.
Ou então Baniwa, Barasana, Bororo. Canela, Chiquitano,
Cinta-Larga. Deni, Desana, Dow.
Quem sabe Enawenê-Nawê. Fulni-ô. Gamela. Huni Kuin.
Ikpeng. Jarawara. Kantaruré. Menky Manoki. Ñandeva. Oro
Win. Palikur. Rikbaktsa. Shanenawa. Tumbalalá. Umutina.
Uru-Eu-Wau-Wau. Wauja. Xokleng. Xingu. Yuhupde. Zoró.
Uma pequena amostra da diversidade indígena que sobrevive, hoje, no Brasil. São 254 desses nomes sonoros na
lista. Muito provavelmente ela era ainda mais rica e poética
antes da chegada das caravelas, do ferro e do sarampo.
Falam-se nas aldeias mais de 150 línguas e dialetos,
2% do total mundial, estimado em cerca de 7000 idiomas.
Antes do século 16, acredita-se, teriam sido mais de 1000, no
atual território nacional. Bastaram 519 anos para extinguir
850 delas.
O extermínio não impediu a miscigenação, ao contrário.
Os portugueses se serviam das mulheres nativas ou das
pobres escravas de África, quase sempre de modo forçado
ou imposto; terá havido também algum amor.
Sem nunca ter sido formalmente racista, o país continua segregado. A muito custo os negros conquistaram certo
espaço na TV e nas capas de revista, quase nenhum nas
baladas (exceção feita a jogadores de futebol e artistas).
E os índios?
Seguem invisíveis.
O antropólogo Eduardo Viveiros de Castro, numa de suas
frases sempre antológicas, diz que todo brasileiro é índio –
exceto quem não é.
(Marcelo Leite, No Brasil todo mundo é índio, exceto quem não é.
Folha de S. Paulo: 1o
.09.2019. Adaptado)
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- OrtografiaPontuaçãoDois-pontos
- OrtografiaPontuaçãoPonto de Exclamação e Interrogação
- OrtografiaPontuaçãoPonto e Vírgula
- OrtografiaPontuaçãoTravessão
- OrtografiaPontuaçãoVírgula
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Leia o texto para responder à questão
No Brasil todo mundo é índio, exceto quem não é
Marcelo Leite
A pele é morena, pega cor fácil no sol. O cabelo grosso,
que já foi mais preto, espeta rápido quando se corta curto.
Quase sem pelos no torso, barba rala e falhada, olhos de um
castanho escuro, altura mediana.
O biótipo de brasileiro da gema se estriba no DNA. Há
32% de conteúdo genético característico de ameríndios em
seus cromossomos. Com 19% de origem africana na mistura,
minha ascendência europeia fica em minoria, apesar dos
sobrenomes Nogueira e Leite, Camargo e Toledo.
Queria mesmo era chamar Aikanã, Aikewara, Akuntsu,
Amanayé, Amondawa, Anacé, Anambé, Aparai, Apiaká,
Apinayé, Apurinã, Aranã, Arapaso, Arapium, Arara, Araweté,
Arikapu, Aruá, Ashaninka, Atikum, Asurini, Awá ou Aweti.
Ou então Baniwa, Barasana, Bororo. Canela, Chiquitano,
Cinta-Larga. Deni, Desana, Dow.
Quem sabe Enawenê-Nawê. Fulni-ô. Gamela. Huni Kuin.
Ikpeng. Jarawara. Kantaruré. Menky Manoki. Ñandeva. Oro
Win. Palikur. Rikbaktsa. Shanenawa. Tumbalalá. Umutina.
Uru-Eu-Wau-Wau. Wauja. Xokleng. Xingu. Yuhupde. Zoró.
Uma pequena amostra da diversidade indígena que sobrevive, hoje, no Brasil. São 254 desses nomes sonoros na
lista. Muito provavelmente ela era ainda mais rica e poética
antes da chegada das caravelas, do ferro e do sarampo.
Falam-se nas aldeias mais de 150 línguas e dialetos,
2% do total mundial, estimado em cerca de 7000 idiomas.
Antes do século 16, acredita-se, teriam sido mais de 1000, no
atual território nacional. Bastaram 519 anos para extinguir
850 delas.
O extermínio não impediu a miscigenação, ao contrário.
Os portugueses se serviam das mulheres nativas ou das
pobres escravas de África, quase sempre de modo forçado
ou imposto; terá havido também algum amor.
Sem nunca ter sido formalmente racista, o país continua segregado. A muito custo os negros conquistaram certo
espaço na TV e nas capas de revista, quase nenhum nas
baladas (exceção feita a jogadores de futebol e artistas).
E os índios?
Seguem invisíveis.
O antropólogo Eduardo Viveiros de Castro, numa de suas
frases sempre antológicas, diz que todo brasileiro é índio –
exceto quem não é.
(Marcelo Leite, No Brasil todo mundo é índio, exceto quem não é.
Folha de S. Paulo: 1o
.09.2019. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão
No Brasil todo mundo é índio, exceto quem não é
Marcelo Leite
A pele é morena, pega cor fácil no sol. O cabelo grosso,
que já foi mais preto, espeta rápido quando se corta curto.
Quase sem pelos no torso, barba rala e falhada, olhos de um
castanho escuro, altura mediana.
O biótipo de brasileiro da gema se estriba no DNA. Há
32% de conteúdo genético característico de ameríndios em
seus cromossomos. Com 19% de origem africana na mistura,
minha ascendência europeia fica em minoria, apesar dos
sobrenomes Nogueira e Leite, Camargo e Toledo.
Queria mesmo era chamar Aikanã, Aikewara, Akuntsu,
Amanayé, Amondawa, Anacé, Anambé, Aparai, Apiaká,
Apinayé, Apurinã, Aranã, Arapaso, Arapium, Arara, Araweté,
Arikapu, Aruá, Ashaninka, Atikum, Asurini, Awá ou Aweti.
Ou então Baniwa, Barasana, Bororo. Canela, Chiquitano,
Cinta-Larga. Deni, Desana, Dow.
Quem sabe Enawenê-Nawê. Fulni-ô. Gamela. Huni Kuin.
Ikpeng. Jarawara. Kantaruré. Menky Manoki. Ñandeva. Oro
Win. Palikur. Rikbaktsa. Shanenawa. Tumbalalá. Umutina.
Uru-Eu-Wau-Wau. Wauja. Xokleng. Xingu. Yuhupde. Zoró.
Uma pequena amostra da diversidade indígena que sobrevive, hoje, no Brasil. São 254 desses nomes sonoros na
lista. Muito provavelmente ela era ainda mais rica e poética
antes da chegada das caravelas, do ferro e do sarampo.
Falam-se nas aldeias mais de 150 línguas e dialetos,
2% do total mundial, estimado em cerca de 7000 idiomas.
Antes do século 16, acredita-se, teriam sido mais de 1000, no
atual território nacional. Bastaram 519 anos para extinguir
850 delas.
O extermínio não impediu a miscigenação, ao contrário.
Os portugueses se serviam das mulheres nativas ou das
pobres escravas de África, quase sempre de modo forçado
ou imposto; terá havido também algum amor.
Sem nunca ter sido formalmente racista, o país continua segregado. A muito custo os negros conquistaram certo
espaço na TV e nas capas de revista, quase nenhum nas
baladas (exceção feita a jogadores de futebol e artistas).
E os índios?
Seguem invisíveis.
O antropólogo Eduardo Viveiros de Castro, numa de suas
frases sempre antológicas, diz que todo brasileiro é índio –
exceto quem não é.
(Marcelo Leite, No Brasil todo mundo é índio, exceto quem não é.
Folha de S. Paulo: 1o
.09.2019. Adaptado)
• O biótipo de brasileiro da gema se estriba no DNA. (1º parágrafo) • Sem nunca ter sido formalmente racista, o país continua segregado. (9º parágrafo) • O antropólogo Eduardo Viveiros de Castro, numa de suas frases sempre antológicas, diz que todo brasileiro é índio ... (último parágrafo)
Levando o contexto em consideração, assinale a alternativa que apresenta sinônimos adequados para os termos em destaque, respectivamente.
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No Brasil todo mundo é índio, exceto quem não é
Marcelo Leite
A pele é morena, pega cor fácil no sol. O cabelo grosso,
que já foi mais preto, espeta rápido quando se corta curto.
Quase sem pelos no torso, barba rala e falhada, olhos de um
castanho escuro, altura mediana.
O biótipo de brasileiro da gema se estriba no DNA. Há
32% de conteúdo genético característico de ameríndios em
seus cromossomos. Com 19% de origem africana na mistura,
minha ascendência europeia fica em minoria, apesar dos
sobrenomes Nogueira e Leite, Camargo e Toledo.
Queria mesmo era chamar Aikanã, Aikewara, Akuntsu,
Amanayé, Amondawa, Anacé, Anambé, Aparai, Apiaká,
Apinayé, Apurinã, Aranã, Arapaso, Arapium, Arara, Araweté,
Arikapu, Aruá, Ashaninka, Atikum, Asurini, Awá ou Aweti.
Ou então Baniwa, Barasana, Bororo. Canela, Chiquitano,
Cinta-Larga. Deni, Desana, Dow.
Quem sabe Enawenê-Nawê. Fulni-ô. Gamela. Huni Kuin.
Ikpeng. Jarawara. Kantaruré. Menky Manoki. Ñandeva. Oro
Win. Palikur. Rikbaktsa. Shanenawa. Tumbalalá. Umutina.
Uru-Eu-Wau-Wau. Wauja. Xokleng. Xingu. Yuhupde. Zoró.
Uma pequena amostra da diversidade indígena que sobrevive, hoje, no Brasil. São 254 desses nomes sonoros na
lista. Muito provavelmente ela era ainda mais rica e poética
antes da chegada das caravelas, do ferro e do sarampo.
Falam-se nas aldeias mais de 150 línguas e dialetos,
2% do total mundial, estimado em cerca de 7000 idiomas.
Antes do século 16, acredita-se, teriam sido mais de 1000, no
atual território nacional. Bastaram 519 anos para extinguir
850 delas.
O extermínio não impediu a miscigenação, ao contrário.
Os portugueses se serviam das mulheres nativas ou das
pobres escravas de África, quase sempre de modo forçado
ou imposto; terá havido também algum amor.
Sem nunca ter sido formalmente racista, o país continua segregado. A muito custo os negros conquistaram certo
espaço na TV e nas capas de revista, quase nenhum nas
baladas (exceção feita a jogadores de futebol e artistas).
E os índios?
Seguem invisíveis.
O antropólogo Eduardo Viveiros de Castro, numa de suas
frases sempre antológicas, diz que todo brasileiro é índio –
exceto quem não é.
(Marcelo Leite, No Brasil todo mundo é índio, exceto quem não é.
Folha de S. Paulo: 1o
.09.2019. Adaptado)
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(Caco Galhardo. Daiquiri. Folha de S. Paulo, 11.09.2019. Adaptado)
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