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Foram encontradas 60 questões.

1043521 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP
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Considere os reservatórios A e B, cujas capacidades totais, em litros, são iguais a x e 1,8 x, respectivamente. Sabe-se que 3/10 da capacidade de A e 1/3 da capacidade de B, juntos, correspondem a 1800 litros. Nessas condições, é correto afirmar que a capacidade do reservatório B supera a capacidade do reservatório A em
 

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1043516 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP
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Em uma indústria, máquinas iguais, de mesmo rendimento, trabalham simultaneamente e sem interrupções durante um mesmo número de horas por dia para produzir determinada peça. A tabela relaciona alguns dados operacionais relativos a esse processo. enunciado 1043516-1
De acordo com os dados apresentados, o número que substitui corretamente a letra x na tabela é
 

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1043515 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP
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Um pedestal maciço teria, inicialmente, formato de paralelepípedo reto retângulo, com as dimensões indicadas na figura. Por razões estéticas, decidiu-se reduzir em 20% a medida da altura original e, desse modo, o pedestal passou a ter volume de 11 250 cm3 .
enunciado 1043515-1
A medida original da altura do pedestal, indicada por h na figura, era
 

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1043514 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP
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Considere as placas retangulares P e Q, mostradas nas figuras, cujas dimensões indicadas estão em centímetros. Sabe-se que a razão entre as medidas de comprimento das placas P e Q é igual à razão entre as medidas das respectivas larguras.
enunciado 1043514-1
Sabendo-se que o perímetro da placa Q é 420 cm, conclui-se que a área da placa Q é igual a
 

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1043513 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP
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Para fundamentar a elaboração de um projeto, um terreno, de formato e dimensões, em metros, mostrados na figura, foi dividido em três regiões retangulares e uma região com a forma de um triângulo retângulo, indicadas, respectivamente, por R e por T na figura.
enunciado 1043513-1
A área total desse terreno é igual a
 

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1043510 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP
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Leia o texto para responder à questão
No Brasil todo mundo é índio, exceto quem não é
Marcelo Leite
A pele é morena, pega cor fácil no sol. O cabelo grosso, que já foi mais preto, espeta rápido quando se corta curto. Quase sem pelos no torso, barba rala e falhada, olhos de um castanho escuro, altura mediana.
O biótipo de brasileiro da gema se estriba no DNA. Há 32% de conteúdo genético característico de ameríndios em seus cromossomos. Com 19% de origem africana na mistura, minha ascendência europeia fica em minoria, apesar dos sobrenomes Nogueira e Leite, Camargo e Toledo.
Queria mesmo era chamar Aikanã, Aikewara, Akuntsu, Amanayé, Amondawa, Anacé, Anambé, Aparai, Apiaká, Apinayé, Apurinã, Aranã, Arapaso, Arapium, Arara, Araweté, Arikapu, Aruá, Ashaninka, Atikum, Asurini, Awá ou Aweti.
Ou então Baniwa, Barasana, Bororo. Canela, Chiquitano, Cinta-Larga. Deni, Desana, Dow.
Quem sabe Enawenê-Nawê. Fulni-ô. Gamela. Huni Kuin. Ikpeng. Jarawara. Kantaruré. Menky Manoki. Ñandeva. Oro Win. Palikur. Rikbaktsa. Shanenawa. Tumbalalá. Umutina. Uru-Eu-Wau-Wau. Wauja. Xokleng. Xingu. Yuhupde. Zoró.
Uma pequena amostra da diversidade indígena que sobrevive, hoje, no Brasil. São 254 desses nomes sonoros na lista. Muito provavelmente ela era ainda mais rica e poética antes da chegada das caravelas, do ferro e do sarampo.
Falam-se nas aldeias mais de 150 línguas e dialetos, 2% do total mundial, estimado em cerca de 7000 idiomas. Antes do século 16, acredita-se, teriam sido mais de 1000, no atual território nacional. Bastaram 519 anos para extinguir 850 delas.
O extermínio não impediu a miscigenação, ao contrário. Os portugueses se serviam das mulheres nativas ou das pobres escravas de África, quase sempre de modo forçado ou imposto; terá havido também algum amor.
Sem nunca ter sido formalmente racista, o país continua segregado. A muito custo os negros conquistaram certo espaço na TV e nas capas de revista, quase nenhum nas baladas (exceção feita a jogadores de futebol e artistas). E os índios?
Seguem invisíveis.
O antropólogo Eduardo Viveiros de Castro, numa de suas frases sempre antológicas, diz que todo brasileiro é índio – exceto quem não é.
(Marcelo Leite, No Brasil todo mundo é índio, exceto quem não é. Folha de S. Paulo: 1o .09.2019. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o segmento do parêntese substitui corretamente, de acordo com o padrão de colocação e emprego do pronome, trecho da frase anterior.
 

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1043509 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP
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Leia o texto para responder à questão
No Brasil todo mundo é índio, exceto quem não é
Marcelo Leite
A pele é morena, pega cor fácil no sol. O cabelo grosso, que já foi mais preto, espeta rápido quando se corta curto. Quase sem pelos no torso, barba rala e falhada, olhos de um castanho escuro, altura mediana.
O biótipo de brasileiro da gema se estriba no DNA. Há 32% de conteúdo genético característico de ameríndios em seus cromossomos. Com 19% de origem africana na mistura, minha ascendência europeia fica em minoria, apesar dos sobrenomes Nogueira e Leite, Camargo e Toledo.
Queria mesmo era chamar Aikanã, Aikewara, Akuntsu, Amanayé, Amondawa, Anacé, Anambé, Aparai, Apiaká, Apinayé, Apurinã, Aranã, Arapaso, Arapium, Arara, Araweté, Arikapu, Aruá, Ashaninka, Atikum, Asurini, Awá ou Aweti.
Ou então Baniwa, Barasana, Bororo. Canela, Chiquitano, Cinta-Larga. Deni, Desana, Dow.
Quem sabe Enawenê-Nawê. Fulni-ô. Gamela. Huni Kuin. Ikpeng. Jarawara. Kantaruré. Menky Manoki. Ñandeva. Oro Win. Palikur. Rikbaktsa. Shanenawa. Tumbalalá. Umutina. Uru-Eu-Wau-Wau. Wauja. Xokleng. Xingu. Yuhupde. Zoró.
Uma pequena amostra da diversidade indígena que sobrevive, hoje, no Brasil. São 254 desses nomes sonoros na lista. Muito provavelmente ela era ainda mais rica e poética antes da chegada das caravelas, do ferro e do sarampo.
Falam-se nas aldeias mais de 150 línguas e dialetos, 2% do total mundial, estimado em cerca de 7000 idiomas. Antes do século 16, acredita-se, teriam sido mais de 1000, no atual território nacional. Bastaram 519 anos para extinguir 850 delas.
O extermínio não impediu a miscigenação, ao contrário. Os portugueses se serviam das mulheres nativas ou das pobres escravas de África, quase sempre de modo forçado ou imposto; terá havido também algum amor.
Sem nunca ter sido formalmente racista, o país continua segregado. A muito custo os negros conquistaram certo espaço na TV e nas capas de revista, quase nenhum nas baladas (exceção feita a jogadores de futebol e artistas). E os índios?
Seguem invisíveis.
O antropólogo Eduardo Viveiros de Castro, numa de suas frases sempre antológicas, diz que todo brasileiro é índio – exceto quem não é.
(Marcelo Leite, No Brasil todo mundo é índio, exceto quem não é. Folha de S. Paulo: 1o .09.2019. Adaptado)
A alternativa que apresenta reescrita do texto original preservando o sentido das reflexões do autor e o respeito à norma-padrão de emprego da pontuação é:
 

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1043508 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP
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Leia o texto para responder à questão
No Brasil todo mundo é índio, exceto quem não é
Marcelo Leite
A pele é morena, pega cor fácil no sol. O cabelo grosso, que já foi mais preto, espeta rápido quando se corta curto. Quase sem pelos no torso, barba rala e falhada, olhos de um castanho escuro, altura mediana.
O biótipo de brasileiro da gema se estriba no DNA. Há 32% de conteúdo genético característico de ameríndios em seus cromossomos. Com 19% de origem africana na mistura, minha ascendência europeia fica em minoria, apesar dos sobrenomes Nogueira e Leite, Camargo e Toledo.
Queria mesmo era chamar Aikanã, Aikewara, Akuntsu, Amanayé, Amondawa, Anacé, Anambé, Aparai, Apiaká, Apinayé, Apurinã, Aranã, Arapaso, Arapium, Arara, Araweté, Arikapu, Aruá, Ashaninka, Atikum, Asurini, Awá ou Aweti.
Ou então Baniwa, Barasana, Bororo. Canela, Chiquitano, Cinta-Larga. Deni, Desana, Dow.
Quem sabe Enawenê-Nawê. Fulni-ô. Gamela. Huni Kuin. Ikpeng. Jarawara. Kantaruré. Menky Manoki. Ñandeva. Oro Win. Palikur. Rikbaktsa. Shanenawa. Tumbalalá. Umutina. Uru-Eu-Wau-Wau. Wauja. Xokleng. Xingu. Yuhupde. Zoró.
Uma pequena amostra da diversidade indígena que sobrevive, hoje, no Brasil. São 254 desses nomes sonoros na lista. Muito provavelmente ela era ainda mais rica e poética antes da chegada das caravelas, do ferro e do sarampo.
Falam-se nas aldeias mais de 150 línguas e dialetos, 2% do total mundial, estimado em cerca de 7000 idiomas. Antes do século 16, acredita-se, teriam sido mais de 1000, no atual território nacional. Bastaram 519 anos para extinguir 850 delas.
O extermínio não impediu a miscigenação, ao contrário. Os portugueses se serviam das mulheres nativas ou das pobres escravas de África, quase sempre de modo forçado ou imposto; terá havido também algum amor.
Sem nunca ter sido formalmente racista, o país continua segregado. A muito custo os negros conquistaram certo espaço na TV e nas capas de revista, quase nenhum nas baladas (exceção feita a jogadores de futebol e artistas). E os índios?
Seguem invisíveis.
O antropólogo Eduardo Viveiros de Castro, numa de suas frases sempre antológicas, diz que todo brasileiro é índio – exceto quem não é.
(Marcelo Leite, No Brasil todo mundo é índio, exceto quem não é. Folha de S. Paulo: 1o .09.2019. Adaptado)
Leia os seguintes trechos
• O biótipo de brasileiro da gema se estriba no DNA. (1º parágrafo) • Sem nunca ter sido formalmente racista, o país continua segregado. (9º parágrafo) • O antropólogo Eduardo Viveiros de Castro, numa de suas frases sempre antológicas, diz que todo brasileiro é índio ... (último parágrafo)
Levando o contexto em consideração, assinale a alternativa que apresenta sinônimos adequados para os termos em destaque, respectivamente.
 

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1043507 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP
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Leia o texto para responder à questão
No Brasil todo mundo é índio, exceto quem não é
Marcelo Leite
A pele é morena, pega cor fácil no sol. O cabelo grosso, que já foi mais preto, espeta rápido quando se corta curto. Quase sem pelos no torso, barba rala e falhada, olhos de um castanho escuro, altura mediana.
O biótipo de brasileiro da gema se estriba no DNA. Há 32% de conteúdo genético característico de ameríndios em seus cromossomos. Com 19% de origem africana na mistura, minha ascendência europeia fica em minoria, apesar dos sobrenomes Nogueira e Leite, Camargo e Toledo.
Queria mesmo era chamar Aikanã, Aikewara, Akuntsu, Amanayé, Amondawa, Anacé, Anambé, Aparai, Apiaká, Apinayé, Apurinã, Aranã, Arapaso, Arapium, Arara, Araweté, Arikapu, Aruá, Ashaninka, Atikum, Asurini, Awá ou Aweti.
Ou então Baniwa, Barasana, Bororo. Canela, Chiquitano, Cinta-Larga. Deni, Desana, Dow.
Quem sabe Enawenê-Nawê. Fulni-ô. Gamela. Huni Kuin. Ikpeng. Jarawara. Kantaruré. Menky Manoki. Ñandeva. Oro Win. Palikur. Rikbaktsa. Shanenawa. Tumbalalá. Umutina. Uru-Eu-Wau-Wau. Wauja. Xokleng. Xingu. Yuhupde. Zoró.
Uma pequena amostra da diversidade indígena que sobrevive, hoje, no Brasil. São 254 desses nomes sonoros na lista. Muito provavelmente ela era ainda mais rica e poética antes da chegada das caravelas, do ferro e do sarampo.
Falam-se nas aldeias mais de 150 línguas e dialetos, 2% do total mundial, estimado em cerca de 7000 idiomas. Antes do século 16, acredita-se, teriam sido mais de 1000, no atual território nacional. Bastaram 519 anos para extinguir 850 delas.
O extermínio não impediu a miscigenação, ao contrário. Os portugueses se serviam das mulheres nativas ou das pobres escravas de África, quase sempre de modo forçado ou imposto; terá havido também algum amor.
Sem nunca ter sido formalmente racista, o país continua segregado. A muito custo os negros conquistaram certo espaço na TV e nas capas de revista, quase nenhum nas baladas (exceção feita a jogadores de futebol e artistas). E os índios?
Seguem invisíveis.
O antropólogo Eduardo Viveiros de Castro, numa de suas frases sempre antológicas, diz que todo brasileiro é índio – exceto quem não é.
(Marcelo Leite, No Brasil todo mundo é índio, exceto quem não é. Folha de S. Paulo: 1o .09.2019. Adaptado)
Assinale a alternativa em que há palavra ou expressão empregada em sentido figurado.
 

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1043504 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP
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Leia o texto para responder à questão.
enunciado 1043504-1
(Caco Galhardo. Daiquiri. Folha de S. Paulo, 11.09.2019. Adaptado)
O título “O TAO do MOTOBOY” faz referência a uma filosofia espiritual chinesa conhecida por Taoísmo. A ocidentalizada expressão “tao” normalmente é traduzida por “caminho”. Conforme a bem-humorada tira de Caco Gualhardo, o ensinamento que mais se ajusta ao dia a dia de um motoboy é
 

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