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Foram encontradas 60 questões.

2435893 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Representam somente custos classificados como variáveis e indiretos:
 

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2435574 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Identifique a alternativa que apresente contas que formam o capital total à disposição da empresa:
 

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2435141 Ano: 2012
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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A lei orçamentária anual compreende os três tipos de orçamento a seguir:
 

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2434554 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Observe as sentenças a seguir quanto às noções gerais de contabilidade:
I – A contabilidade é um ciência social aplicada que busca apenas a apuração do resultado para as empresas com fins lucrativos e para as entidades sem fins lucrativos ela se aplica sem restrição para a produção de informação.
II – O objeto de estudo da contabilidade é o patrimônio composto por bens, direitos, obrigações com terceiros, obrigações com sócios ou inexigíveis e as variações do patrimônio líquido.
III – A finalidade principal da contabilidade consiste em prestar informações sobre o patrimônio aos usuários internos e externos da empresa.
Está correto o que se afirma em:
 

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2433590 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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ATENÇÂO: Observe as contas a seguir referentes a uma empresa comercial optante pelo lucro real e responda a questão:
CONTAS R$
Reservas de Capital 1.600
Receita bruta 6.000
Banco conta Movimento 500
Adiantamento a Empregados 1.000
Debêntures a resgatar para 36 meses 2.000
Custo dos Produtos Vendidos 2.500
Impostos sobre vendas 1.000
Mercadorias 6.000
Empréstimos de Controladas 5.000
Despesas com Comissões 500
Investimentos em outras empresas 8.000
Capital Social 15.000
Reservas de Lucros 3.000
Salários do mês 700
Aluguéis pagos antecipadamente (90 dias) 1.500
Marcas e Patentes 2.000
Duplicatas a Pagar de Longo Prazo 3.000
Perda pela equivalência patrimonial 200
Empréstimos bancários para 90 dias 1.000
Impostos a recolher 600
Fornecedores 400
Salários a pagar 700
Imobilizado 7.000
Água, luz e telefone gastas no mês 300
Juros passivos 100
Clientes 1.000
O valor do Patrimônio Líquido final é de:
 

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2433289 Ano: 2012
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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ATENÇÃO: Observe as informações a seguir e responda a questão:
Rubricas Fixação Empenho Liquidação Pagamento
Aquisição de material de escritório 5.000 5.000 4.000 3.000
Pessoal Ativo e encargos 10.000 10.000 10.000 10.000
Aquisição de Ambulância 20.000 18.000 15.000 14.000
Construção de Creche 15.000 12.000 10.000 10.000
Serviços de manutenção preventiva 10.000 7.000 7.000 6.000
O valor oriundo das despesas correntes a ser inscrito em Restos a Pagar Processados será:
 

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2432521 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ

TEXTO 1:

Será que sou bobo?
Walcyr Carrasco

Ando perdido em uma selva de palavras. Existem termos destinados a dar a impressão de que algo não é exatamente o que é. Ou para botar verniz sobre uma atividade banal. Já estão, sim, incorporados no vocabulário. Servem para dar uma impressão enganosa. E também para ajudar as pessoas a parecer inteligentes e chiques porque parecem difíceis. Resolvi desvendar algumas dessas armadilhas verbais.

Seminovo — Já não se fala em carro usado, mas em seminovo. Vendedores adorarn. O termo sugere que o carro não é tão velho assim, mesmo que se trate de uma Brasília sem motor. Ou que o câmbio saia na mão do comprador logo depois da primeira curva. E pura técnica de vendas. Vou guardá-lo para elogiar uma amiga que fez plástica. Talvez ela adore ouvir que está “seminova”. Mas talvez...

Sale — É a boa e velha liquidação. As lojas dos shoppings devem achar liquidação muito chula. Anunciam em inglês. Sale quer dizer que o estoque encalhou. A grife está liquidando, sim! Não se envergonhe de pedir mais descontos. Pode ser que não seja chique, mas aproveite.

Loft — Quando o loft surgiu, nos Estados Unidos, era uma moradia instalada em antigos galpões industriais. Sempre enorme e sem paredes divisórias. Vejo anúncios de lofts a torto e a direito. A maioria corresponde a um antigo conjugado. Só não tem paredes, para lembrar seu similar americano. É preciso ser compreensivo. Qualquer um prefere dizer que está morando em um loft a dizer em uma quitinete de luxo.

Cult — Não aguento mais ouvir falar que alguma porcaria é cult. O cult é o brega que ganhou status. O negócio é o seguinte: um bando de intelectuais adora assistir a filmes de terceira, programas de televisão populares e afins. Mas um intelectual não pode revelar que gosta de algo considerado brega. Então diz que é cult. Assim, se pode divertir com bobagens, como qualquer ser humano normal, sem deixar de parecer inteligente. Como conceito, próximo do cult está o trash. E o lixo elogiado. Trash é muito usado para filmes de terror. Um candidato a intelectual jamais confessa que não perde um episódio da série Sexta-Feira 13, por exemplo. Ergue o nariz e diz que é trash. Depois, agarra um saquinho de pipoca, senta na primeira fila e grita a cada vez que o Jason ergue o machado.

Workshop — E uma espécie de curso intensivo. Existem os bons. Mas o termo se presta a muita empulhação. Pois, ao contrário dos cursos, no workshop ninguém tem a obrigação de aprender alguma coisa específica. Basta participar. Muitas vezes botam um sujeito famoso para dar palestras durante dois dias seguidos. Há alunos que chegam a roncar na sala. Depois fazem bonito dizendo que participaram de um workshop com fulano ou beltrano. A palavra é imponente, não é?

Releitura — Ninguém, no meio artístico ou gastronômico, consegue sobreviver sem usar essa palavra. Está em moda. Fala-se em releitura de tudo: de músicas, de receitas, de livros. Em culinária, releitura serve para falar de alguém que achou uma receita antiga e lhe deu um toque pessoal. Críticos culinários e donos de restaurantes badalados adoram falar em cardápios com releitura disso e daquilo. Ora, um cozinheiro não bota seu tempero até na feijoada? Isso é releitura? Então minha avó fazia releitura e não sabia, coitada. O caso fica mais complicado em outras áreas. Fazer uma releitura de uma história não é disfarçar falta de ideia? Claro que existem casos e casos. Mas que releitura serve para disfarçar cópia e plágio, serve. Seria mais honesto dizer “adaptado de...” ou “inspirado em...”, como faziam antes.

Daria para escrever um livro inteiro a respeito. Fico arrepiado quando alguém vem com uma conversa abarrotada de termos como esses. Parece que vão me passar a perna. Ou a culpa é minha, e não sou capaz de entender a profundidade da conversa. Nessas horas, fico pensando: será que sou bobo? Ou tem gente esperta demais?

(CARRASCO, Walcyr. In: SILVA, Carmem Lucia da & SILVA, Nilson Joaquim da. (orgs.)

Lições de Gramática para quem gosta de Literatura. São Paulo: Panda Books, 2007. p. 77-79.)

A cada nova abordagem sobre uma palavra, a crônica do texto 1 faz destacar sobre as demais a seguinte função da linguagem:

 

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2432392 Ano: 2012
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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São receitas classificadas como mutações patrimoniais orçamentárias:
 

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2432297 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
Provas:
ATENÇÂO: Observe as contas a seguir referentes a uma empresa comercial optante pelo lucro real e responda a questão:
CONTAS R$
Reservas de Capital 1.600
Receita bruta 6.000
Banco conta Movimento 500
Adiantamento a Empregados 1.000
Debêntures a resgatar para 36 meses 2.000
Custo dos Produtos Vendidos 2.500
Impostos sobre vendas 1.000
Mercadorias 6.000
Empréstimos de Controladas 5.000
Despesas com Comissões 500
Investimentos em outras empresas 8.000
Capital Social 15.000
Reservas de Lucros 3.000
Salários do mês 700
Aluguéis pagos antecipadamente (90 dias) 1.500
Marcas e Patentes 2.000
Duplicatas a Pagar de Longo Prazo 3.000
Perda pela equivalência patrimonial 200
Empréstimos bancários para 90 dias 1.000
Impostos a recolher 600
Fornecedores 400
Salários a pagar 700
Imobilizado 7.000
Água, luz e telefone gastas no mês 300
Juros passivos 100
Clientes 1.000
O valor do lucro bruto é de:
 

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2432288 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ

TEXTO 1:

Será que sou bobo?
Walcyr Carrasco

Ando perdido em uma selva de palavras. Existem termos destinados a dar a impressão de que algo não é exatamente o que é. Ou para botar verniz sobre uma atividade banal. Já estão, sim, incorporados no vocabulário. Servem para dar uma impressão enganosa. E também para ajudar as pessoas a parecer inteligentes e chiques porque parecem difíceis. Resolvi desvendar algumas dessas armadilhas verbais.

Seminovo — Já não se fala em carro usado, mas em seminovo. Vendedores adorarn. O termo sugere que o carro não é tão velho assim, mesmo que se trate de uma Brasília sem motor. Ou que o câmbio saia na mão do comprador logo depois da primeira curva. E pura técnica de vendas. Vou guardá-lo para elogiar uma amiga que fez plástica. Talvez ela adore ouvir que está “seminova”. Mas talvez...

Sale — É a boa e velha liquidação. As lojas dos shoppings devem achar liquidação muito chula. Anunciam em inglês. Sale quer dizer que o estoque encalhou. A grife está liquidando, sim! Não se envergonhe de pedir mais descontos. Pode ser que não seja chique, mas aproveite.

Loft — Quando o loft surgiu, nos Estados Unidos, era uma moradia instalada em antigos galpões industriais. Sempre enorme e sem paredes divisórias. Vejo anúncios de lofts a torto e a direito. A maioria corresponde a um antigo conjugado. Só não tem paredes, para lembrar seu similar americano. É preciso ser compreensivo. Qualquer um prefere dizer que está morando em um loft a dizer em uma quitinete de luxo.

Cult — Não aguento mais ouvir falar que alguma porcaria é cult. O cult é o brega que ganhou status. O negócio é o seguinte: um bando de intelectuais adora assistir a filmes de terceira, programas de televisão populares e afins. Mas um intelectual não pode revelar que gosta de algo considerado brega. Então diz que é cult. Assim, se pode divertir com bobagens, como qualquer ser humano normal, sem deixar de parecer inteligente. Como conceito, próximo do cult está o trash. E o lixo elogiado. Trash é muito usado para filmes de terror. Um candidato a intelectual jamais confessa que não perde um episódio da série Sexta-Feira 13, por exemplo. Ergue o nariz e diz que é trash. Depois, agarra um saquinho de pipoca, senta na primeira fila e grita a cada vez que o Jason ergue o machado.

Workshop — E uma espécie de curso intensivo. Existem os bons. Mas o termo se presta a muita empulhação. Pois, ao contrário dos cursos, no workshop ninguém tem a obrigação de aprender alguma coisa específica. Basta participar. Muitas vezes botam um sujeito famoso para dar palestras durante dois dias seguidos. Há alunos que chegam a roncar na sala. Depois fazem bonito dizendo que participaram de um workshop com fulano ou beltrano. A palavra é imponente, não é?

Releitura — Ninguém, no meio artístico ou gastronômico, consegue sobreviver sem usar essa palavra. Está em moda. Fala-se em releitura de tudo: de músicas, de receitas, de livros. Em culinária, releitura serve para falar de alguém que achou uma receita antiga e lhe deu um toque pessoal. Críticos culinários e donos de restaurantes badalados adoram falar em cardápios com releitura disso e daquilo. Ora, um cozinheiro não bota seu tempero até na feijoada? Isso é releitura? Então minha avó fazia releitura e não sabia, coitada. O caso fica mais complicado em outras áreas. Fazer uma releitura de uma história não é disfarçar falta de ideia? Claro que existem casos e casos. Mas que releitura serve para disfarçar cópia e plágio, serve. Seria mais honesto dizer “adaptado de...” ou “inspirado em...”, como faziam antes.

Daria para escrever um livro inteiro a respeito. Fico arrepiado quando alguém vem com uma conversa abarrotada de termos como esses. Parece que vão me passar a perna. Ou a culpa é minha, e não sou capaz de entender a profundidade da conversa. Nessas horas, fico pensando: será que sou bobo? Ou tem gente esperta demais?

(CARRASCO, Walcyr. In: SILVA, Carmem Lucia da & SILVA, Nilson Joaquim da. (orgs.)

Lições de Gramática para quem gosta de Literatura. São Paulo: Panda Books, 2007. p. 77-79.)

“O caso fica mais complicado em outras áreas.”. A alternativa em que foi corretamente identificado o núcleo do sujeito da oração é a seguinte:

 

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