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“Mais um fóssil da espécie Uberabatitan ribeiroi, o maior dinossauro já identificado em solo brasileiro, foi encontrado em Uberaba. A ossada foi retirada nesta quarta-feira (13) em um talude, às margens da BR-050, por um grupo de geólogos do Museu dos Dinossauros da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM).
O Uberabatitan ribeiroi pertence à família do titanossauro, grupo de dinossauros herbívoros. Segundo especialistas, o bicho pode ter passado dos 15 m de comprimento e as camadas de rocha nas quais foi achado têm entre 65 e 70 milhões de anos – o finalzinho da Era dos Dinossauros. ” Fonte: g1.globo.com/mg 13/12/2017
O fenômeno da fossilização ocorre apenas em rochas sedimentares. Assinale a alternativa que melhor justifica esta afirmativa:
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Qual o valor numérico da expressão que segue:
!$ \{[(8^*2+2) ÷ 2+(3+15 ÷ 3)^*3]^*2-(14-4) ÷ 2 \}^*2+12 !$
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Na Educação Infantil, pode-se estimular as crianças através de atividade educativa ao se promover atividade em que o aluno é instigado a pintar com pedaços de frutas e verduras (como por exemplo maçã, cenoura, pimentão, batata, milho), como na imagem a seguir:

Fonte: http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com.br
No contexto do desenvolvimento infantil e, de forma especifica, tal atividade possibilita:
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Considerando que brinquedos e produtos educativos e pedagógicos auxiliam no desenvolvimento das crianças, observe e analise a imagem e a descrição a seguir:



E, de forma específica, o brinquedo / objeto demonstrado possibilita o seguinte objetivo de aprendizagem:
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Assinale a alternativa que o jogo descrito, implica na organização técnico-tática e no julgamento de valores sobre as regras do mesmo:
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A cidade acordou mais cedo.
Primeiro foram os fogos. E ainda não eram seis da manhã. Depois os tiros. Em seguida, os voos de helicóptero. Assim amanheceu a Rocinha neste sábado. Por esse motivo, na favela e nos bairros que a contornam, como um abraço dos aflitos, não se pode dizer que seja sábado, dia de descanso.
Os helicópteros vêm e vão nesse sobrevoo que parece meio sem sentido. A cidade não pode descansar há muito. É sempre guerra em algum ponto. Leio nos jornais de hoje que a Urca também tem guerra de facções. Urca costumava ser deixada de lado nessa insana conquista de territórios, porque sempre foi bairro dos militares e alguns poucos privilegiados civis que conseguiram uma casa no belo e aconchegante bairro. Fui lá outro dia, comi uma caldeirada de frutos do mar, iguaria sem competidor, e olhei o Rio depois da água. É bela a vista de lá, como de resto, a cidade por natureza e destino continua linda. E cada vez mais à deriva, no seu próprio mar de baía.
Hoje, com a confusão na Rocinha, a Zona Sul acordou mais cedo. Ou não, diria Caetano, um dos seus ilustres moradores. A Zona Sul pode ter se acostumado depois de tantos anos de conflito na área conturbada, ou pode ter escolhido abafar o ruído da realidade atrás dos fones de ouvido.
O Rio é como um belo navio onde navegamos todos juntos, não importa qual seja a classe social. Ou nos salvamos juntos ou afundaremos. Há quem creia que a embarcação já aderna cansada de guerra. Nas mazelas do Brasil, coube a esta cidade intensa e bela viver em seu corpo a geografia das desigualdades. Somos todos vizinhos. Chapéu Mangueira entra em ebulição e o Leme fica trancado em casa, sem ter como sair e viver a vida naquela ponta bonita do mar de Copacabana. A Rocinha em disputa afeta um arco de bairros. Do lado de cá a Gávea, do lado de lá São Conrado. Outro dia, o Fallet-Fogueteiro acordou encrencado e fecharam-se as portas do bonito casario colonial de Santa Teresa que, ademais, há muito vive cercado.
Por sermos todos vizinhos, pelo menos o Rio não pode repetir o alienado e perverso enredo do Titanic de trancar os pobres e tentar salvar a primeira classe. A cidade é partida sim, mas é como uma grande casa de quartos contíguos. A fortuna separa, contudo a tragédia é compartilhada. Os fogos, tiros e voos desta manhã provam que não haverá futuro para o Rio que não seja comum. Pensamentos terminais e aflitos para um sábado que seria de descanso, se possível fosse.
https://g1.globo.com - Miriam Leitão - junho/18
Assinale o período em que há predicado verbal.
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A cidade acordou mais cedo.
Primeiro foram os fogos. E ainda não eram seis da manhã. Depois os tiros. Em seguida, os voos de helicóptero. Assim amanheceu a Rocinha neste sábado. Por esse motivo, na favela e nos bairros que a contornam, como um abraço dos aflitos, não se pode dizer que seja sábado, dia de descanso.
Os helicópteros vêm e vão nesse sobrevoo que parece meio sem sentido. A cidade não pode descansar há muito. É sempre guerra em algum ponto. Leio nos jornais de hoje que a Urca também tem guerra de facções. Urca costumava ser deixada de lado nessa insana conquista de territórios, porque sempre foi bairro dos militares e alguns poucos privilegiados civis que conseguiram uma casa no belo e aconchegante bairro. Fui lá outro dia, comi uma caldeirada de frutos do mar, iguaria sem competidor, e olhei o Rio depois da água. É bela a vista de lá, como de resto, a cidade por natureza e destino continua linda. E cada vez mais à deriva, no seu próprio mar de baía.
Hoje, com a confusão na Rocinha, a Zona Sul acordou mais cedo. Ou não, diria Caetano, um dos seus ilustres moradores. A Zona Sul pode ter se acostumado depois de tantos anos de conflito na área conturbada, ou pode ter escolhido abafar o ruído da realidade atrás dos fones de ouvido.
O Rio é como um belo navio onde navegamos todos juntos, não importa qual seja a classe social. Ou nos salvamos juntos ou afundaremos. Há quem creia que a embarcação já aderna cansada de guerra. Nas mazelas do Brasil, coube a esta cidade intensa e bela viver em seu corpo a geografia das desigualdades. Somos todos vizinhos. Chapéu Mangueira entra em ebulição e o Leme fica trancado em casa, sem ter como sair e viver a vida naquela ponta bonita do mar de Copacabana. A Rocinha em disputa afeta um arco de bairros. Do lado de cá a Gávea, do lado de lá São Conrado. Outro dia, o Fallet-Fogueteiro acordou encrencado e fecharam-se as portas do bonito casario colonial de Santa Teresa que, ademais, há muito vive cercado.
Por sermos todos vizinhos, pelo menos o Rio não pode repetir o alienado e perverso enredo do Titanic de trancar os pobres e tentar salvar a primeira classe. A cidade é partida sim, mas é como uma grande casa de quartos contíguos. A fortuna separa, contudo a tragédia é compartilhada. Os fogos, tiros e voos desta manhã provam que não haverá futuro para o Rio que não seja comum. Pensamentos terminais e aflitos para um sábado que seria de descanso, se possível fosse.
https://g1.globo.com - Miriam Leitão - junho/18
“É bela a vista de lá, como de resto, a cidade por natureza e destino continua linda.” 2º parágrafo
A afirmação contida nessa frase não se configura como:
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Que diretriz, como essência da vivência corporal dos alunos de Educação Física, tem como características básicas o prazer e o exercício da liberdade, ou seja, realizar algo que promova o bem-estar e a alegria, a partir de escolhas conscientes e autônomas, assumindo quaisquer responsabilidades sobre elas?
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A bainha de mielina é uma capa membranosa constituída por células de Schwann que se enrolam por diversas vezes no axônio dos neurônios. Ela atua como um isolamento elétrico e aumenta a velocidade de propagação do impulso nervoso ao longo do axônio. Qual doença é resultante da deterioração desta estrutura?
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1596490
Ano: 2018
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IMA
Orgão: Pref. Milton Brandão-PI
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IMA
Orgão: Pref. Milton Brandão-PI
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Considerando os Parâmetros Curriculares Nacionais, em uma matriz curricular de Alfabetização Matemática em que se propõe trabalhar “multiplicação envolvendo números terminados em zero” com alunos das séries iniciais Ensino Fundamental que objetivo de aprendizagem podemos corretamente estabelecer com esta temática?
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