Foram encontradas 30 questões.
A razão entre o quilo do Arroz tipo 1 e o quilo da Quinoa Branca, em certo estabelecimento comercial, nesta ordem, é de 2 para 5. Dona Maria resolve diversificar o consumo de grãos em sua casa e compra, nesse estabelecimento, 4 quilos de Arroz tipo 1 e três quilos de Quinoa Branca, pagando um total de R$ 92,00. Nessas condições, assinale a alternativa correta:
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Releia e responda: “Bares das zonas ditas nobres da cidade, das periferias e dos bairros pobres, principalmente dos bares pobres e distantes.” Dê a classificação dessa sentença, do ponto de vista sintático:
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Releia e responda: “Falem mal dos bares os que quiserem.” A palavra destacada está grafada com letra final L, mas essa palavra também pode ser grafada com letra final U. As sentenças a seguir contêm, ora uma forma, ora a outra forma, e uma dessas sentenças está grafada de maneira INCORRETA. Identifique-a:
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Releia e responda: “É lá onde ela está, é lá onde nos deparamos, não raro, com essa entidade misteriosa, imprescindível, irrecusável, envolta, quase sempre, no manto diabólico da sedução e da beleza e que se deixa beber aos poucos, como se fora o último gole, deliciosamente fatal.” De acordo com a aplicação das regras atuais constantes do sistema ortográfico da língua portuguesa, as palavras grifadas, respectivamente, contêm:
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A passagem adiante servirá de base para as próximas questões 06 e 07:
“Os dois primeiros já se foram para uma geografia indecifrável.”
O que significa a expressão sublinhada?
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A passagem adiante servirá de base para as próximas questões 06 e 07:
“Os dois primeiros já se foram para uma geografia indecifrável.”
De acordo com a aplicação das regras de colocação pronominal, podemos identificar, nessa sentença, a ocorrência de:
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Leia o texto adiante transcrito e, em seguida, responda às questões pertinentes:
Amo os bares
(Hildeberto Barbosa Filho)
Falem mal dos bares os que quiserem. Elenquem todas as razões possíveis, as negativas e as fatais. A mim não importa. Amo os bares e, por isto mesmo, disciplinadamente, os frequento. Bares das zonas ditas nobres da cidade, das periferias e dos bairros pobres, principalmente dos bares pobres e distantes.
São estes que “estão cheios de homens vazios”, pelo menos, segundo a voz lírica de Vinícius de Moraes, ou, em outra clave, cheios de tédios e de problemas, marcados pelos gumes inevitáveis do desconcerto da vida. Aprecio as atitudes tortas de suas anônimas existências, gastas, a cada dia, na tarefa – quase um ritual de sentarem-se à mesa, tomar uns tragos e falar acerca de tudo com o sotaque dos que habitam os idiomas da dor e da solidão.
Foi lá, no entanto, que dividi muito de meu tempo com algumas criaturas privilegiadas. Vivi algumas horas de incandescência afetiva e de iluminação intelectual de consequências pautáveis na crônica boêmia e literária da cidade. Afinal os bares são caixas de ressonância de ideias, espaço catalisador de encontros, um convite à criatividade, a morada de Dionísio.
Lembro-me das conversas com Archidy Picado, quer no balcão de Camões, quer numa mesa do Bar do Grego, às voltas com a literatura inglesa que o querido pintor conhecia como poucos. Quanta poesia não discuti com Magno Meira, Lúcio Lins e José Antônio Assunção, poeta dos bares e dos silêncios ambientados pelo líquido perfumado da loucura. Os dois primeiros já se foram para uma geografia indecifrável. O terceiro parece se esconder lá para os lados de Intermares, quem sabe, buscando o aconchego do esquecimento.
Bebia na Fava do Patrício, no Bar do Zé, no Luzeirinho, no Pietros, no Flor da Paraíba, no Bar do Lipa, no Bar da Tapa, no Bar do Galo, no Senadinho, no Pau Mole, no Pau Duro, em Waldemar do Buchão, no Bar da Ladeira, no Bar de Dona Creusa, no Bar do Mestre, no Josias Bar, no Quintal e tantos outros que se dispersavam pelo corpo da urbe. Com meu primo Carlos Gondim, navegava as noites e madrugadas, do Boiadeiro ao Pescador, com parada obrigatória na Chaminé e no Mavi. Cada bar, uma história; cada gole, uma imagem da vida que passava.
Devo aos bares a possibilidade de alguns poemas e a poesia gratuita que à vezes baila no olhar escondido de uma bela mulher. Ah! É lá onde ela está, é lá onde nos deparamos, não raro, com essa entidade misteriosa, imprescindível, irrecusável, envolta, quase sempre, no manto diabólico da sedução e da beleza e que se deixa beber aos poucos, como se fora o último gole, deliciosamente fatal.
Meu ex-aluno, Felipe Caldas, hoje cronista esportivo, estudou o assunto em livro-reportagem, para demonstrar a força sensível, intelectual e criativa que os bares possuem. Escolheu a antiga Churrascaria Bambu, lá na Lagoa, onde dizem: “Ali, Virgínius da Gama e Melo pontificava...”.
Mas esse tempo passou. Os bares mudaram, os boêmios mudaram, a cidade mudou, cresceu, fez-se voraz e violenta. No entanto, alguns bares resistem, e como resistem! O Bar de Baiano (no Bancários), o Bar de Lula (perto do Mercado Central), o Bar de Jorge (numa das ladeiras do Roger), o Bar do Chico, o Bar de Santos (ambos no Castelo Branco), e a minha querida Banca Boa Sorte ou o Desequilíbrio do Ser, como queiram, ainda me abrigam as manhãs, tardes e noites que me restam.
Como deixar de amá-los?
A União
9 de julho de 2017
Barbosa Filho, Hildeberto. Valeu a pena / Hildeberto Barbosa Filho. – João Pessoa: Ideia, 2019. 185 p..
Marque a opção INCORRETA, de acordo com o texto:
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Leia o texto adiante transcrito e, em seguida, responda às questões pertinentes:
Amo os bares
(Hildeberto Barbosa Filho)
Falem mal dos bares os que quiserem. Elenquem todas as razões possíveis, as negativas e as fatais. A mim não importa. Amo os bares e, por isto mesmo, disciplinadamente, os frequento. Bares das zonas ditas nobres da cidade, das periferias e dos bairros pobres, principalmente dos bares pobres e distantes.
São estes que “estão cheios de homens vazios”, pelo menos, segundo a voz lírica de Vinícius de Moraes, ou, em outra clave, cheios de tédios e de problemas, marcados pelos gumes inevitáveis do desconcerto da vida. Aprecio as atitudes tortas de suas anônimas existências, gastas, a cada dia, na tarefa – quase um ritual de sentarem-se à mesa, tomar uns tragos e falar acerca de tudo com o sotaque dos que habitam os idiomas da dor e da solidão.
Foi lá, no entanto, que dividi muito de meu tempo com algumas criaturas privilegiadas. Vivi algumas horas de incandescência afetiva e de iluminação intelectual de consequências pautáveis na crônica boêmia e literária da cidade. Afinal os bares são caixas de ressonância de ideias, espaço catalisador de encontros, um convite à criatividade, a morada de Dionísio.
Lembro-me das conversas com Archidy Picado, quer no balcão de Camões, quer numa mesa do Bar do Grego, às voltas com a literatura inglesa que o querido pintor conhecia como poucos. Quanta poesia não discuti com Magno Meira, Lúcio Lins e José Antônio Assunção, poeta dos bares e dos silêncios ambientados pelo líquido perfumado da loucura. Os dois primeiros já se foram para uma geografia indecifrável. O terceiro parece se esconder lá para os lados de Intermares, quem sabe, buscando o aconchego do esquecimento.
Bebia na Fava do Patrício, no Bar do Zé, no Luzeirinho, no Pietros, no Flor da Paraíba, no Bar do Lipa, no Bar da Tapa, no Bar do Galo, no Senadinho, no Pau Mole, no Pau Duro, em Waldemar do Buchão, no Bar da Ladeira, no Bar de Dona Creusa, no Bar do Mestre, no Josias Bar, no Quintal e tantos outros que se dispersavam pelo corpo da urbe. Com meu primo Carlos Gondim, navegava as noites e madrugadas, do Boiadeiro ao Pescador, com parada obrigatória na Chaminé e no Mavi. Cada bar, uma história; cada gole, uma imagem da vida que passava.
Devo aos bares a possibilidade de alguns poemas e a poesia gratuita que à vezes baila no olhar escondido de uma bela mulher. Ah! É lá onde ela está, é lá onde nos deparamos, não raro, com essa entidade misteriosa, imprescindível, irrecusável, envolta, quase sempre, no manto diabólico da sedução e da beleza e que se deixa beber aos poucos, como se fora o último gole, deliciosamente fatal.
Meu ex-aluno, Felipe Caldas, hoje cronista esportivo, estudou o assunto em livro-reportagem, para demonstrar a força sensível, intelectual e criativa que os bares possuem. Escolheu a antiga Churrascaria Bambu, lá na Lagoa, onde dizem: “Ali, Virgínius da Gama e Melo pontificava...”.
Mas esse tempo passou. Os bares mudaram, os boêmios mudaram, a cidade mudou, cresceu, fez-se voraz e violenta. No entanto, alguns bares resistem, e como resistem! O Bar de Baiano (no Bancários), o Bar de Lula (perto do Mercado Central), o Bar de Jorge (numa das ladeiras do Roger), o Bar do Chico, o Bar de Santos (ambos no Castelo Branco), e a minha querida Banca Boa Sorte ou o Desequilíbrio do Ser, como queiram, ainda me abrigam as manhãs, tardes e noites que me restam.
Como deixar de amá-los?
A União
9 de julho de 2017
Barbosa Filho, Hildeberto. Valeu a pena / Hildeberto Barbosa Filho. – João Pessoa: Ideia, 2019. 185 p..
Marque a opção INCORRETA, de acordo com o texto:
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Leia o texto adiante transcrito e, em seguida, responda às questões pertinentes:
Amo os bares
(Hildeberto Barbosa Filho)
Falem mal dos bares os que quiserem. Elenquem todas as razões possíveis, as negativas e as fatais. A mim não importa. Amo os bares e, por isto mesmo, disciplinadamente, os frequento. Bares das zonas ditas nobres da cidade, das periferias e dos bairros pobres, principalmente dos bares pobres e distantes.
São estes que “estão cheios de homens vazios”, pelo menos, segundo a voz lírica de Vinícius de Moraes, ou, em outra clave, cheios de tédios e de problemas, marcados pelos gumes inevitáveis do desconcerto da vida. Aprecio as atitudes tortas de suas anônimas existências, gastas, a cada dia, na tarefa – quase um ritual de sentarem-se à mesa, tomar uns tragos e falar acerca de tudo com o sotaque dos que habitam os idiomas da dor e da solidão.
Foi lá, no entanto, que dividi muito de meu tempo com algumas criaturas privilegiadas. Vivi algumas horas de incandescência afetiva e de iluminação intelectual de consequências pautáveis na crônica boêmia e literária da cidade. Afinal os bares são caixas de ressonância de ideias, espaço catalisador de encontros, um convite à criatividade, a morada de Dionísio.
Lembro-me das conversas com Archidy Picado, quer no balcão de Camões, quer numa mesa do Bar do Grego, às voltas com a literatura inglesa que o querido pintor conhecia como poucos. Quanta poesia não discuti com Magno Meira, Lúcio Lins e José Antônio Assunção, poeta dos bares e dos silêncios ambientados pelo líquido perfumado da loucura. Os dois primeiros já se foram para uma geografia indecifrável. O terceiro parece se esconder lá para os lados de Intermares, quem sabe, buscando o aconchego do esquecimento.
Bebia na Fava do Patrício, no Bar do Zé, no Luzeirinho, no Pietros, no Flor da Paraíba, no Bar do Lipa, no Bar da Tapa, no Bar do Galo, no Senadinho, no Pau Mole, no Pau Duro, em Waldemar do Buchão, no Bar da Ladeira, no Bar de Dona Creusa, no Bar do Mestre, no Josias Bar, no Quintal e tantos outros que se dispersavam pelo corpo da urbe. Com meu primo Carlos Gondim, navegava as noites e madrugadas, do Boiadeiro ao Pescador, com parada obrigatória na Chaminé e no Mavi. Cada bar, uma história; cada gole, uma imagem da vida que passava.
Devo aos bares a possibilidade de alguns poemas e a poesia gratuita que à vezes baila no olhar escondido de uma bela mulher. Ah! É lá onde ela está, é lá onde nos deparamos, não raro, com essa entidade misteriosa, imprescindível, irrecusável, envolta, quase sempre, no manto diabólico da sedução e da beleza e que se deixa beber aos poucos, como se fora o último gole, deliciosamente fatal.
Meu ex-aluno, Felipe Caldas, hoje cronista esportivo, estudou o assunto em livro-reportagem, para demonstrar a força sensível, intelectual e criativa que os bares possuem. Escolheu a antiga Churrascaria Bambu, lá na Lagoa, onde dizem: “Ali, Virgínius da Gama e Melo pontificava...”.
Mas esse tempo passou. Os bares mudaram, os boêmios mudaram, a cidade mudou, cresceu, fez-se voraz e violenta. No entanto, alguns bares resistem, e como resistem! O Bar de Baiano (no Bancários), o Bar de Lula (perto do Mercado Central), o Bar de Jorge (numa das ladeiras do Roger), o Bar do Chico, o Bar de Santos (ambos no Castelo Branco), e a minha querida Banca Boa Sorte ou o Desequilíbrio do Ser, como queiram, ainda me abrigam as manhãs, tardes e noites que me restam.
Como deixar de amá-los?
A União
9 de julho de 2017
Barbosa Filho, Hildeberto. Valeu a pena / Hildeberto Barbosa Filho. – João Pessoa: Ideia, 2019. 185 p..
O texto, predominantemente, é:
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
Leia o texto adiante transcrito e, em seguida, responda às questões pertinentes:
Amo os bares
(Hildeberto Barbosa Filho)
Falem mal dos bares os que quiserem. Elenquem todas as razões possíveis, as negativas e as fatais. A mim não importa. Amo os bares e, por isto mesmo, disciplinadamente, os frequento. Bares das zonas ditas nobres da cidade, das periferias e dos bairros pobres, principalmente dos bares pobres e distantes.
São estes que “estão cheios de homens vazios”, pelo menos, segundo a voz lírica de Vinícius de Moraes, ou, em outra clave, cheios de tédios e de problemas, marcados pelos gumes inevitáveis do desconcerto da vida. Aprecio as atitudes tortas de suas anônimas existências, gastas, a cada dia, na tarefa – quase um ritual de sentarem-se à mesa, tomar uns tragos e falar acerca de tudo com o sotaque dos que habitam os idiomas da dor e da solidão.
Foi lá, no entanto, que dividi muito de meu tempo com algumas criaturas privilegiadas. Vivi algumas horas de incandescência afetiva e de iluminação intelectual de consequências pautáveis na crônica boêmia e literária da cidade. Afinal os bares são caixas de ressonância de ideias, espaço catalisador de encontros, um convite à criatividade, a morada de Dionísio.
Lembro-me das conversas com Archidy Picado, quer no balcão de Camões, quer numa mesa do Bar do Grego, às voltas com a literatura inglesa que o querido pintor conhecia como poucos. Quanta poesia não discuti com Magno Meira, Lúcio Lins e José Antônio Assunção, poeta dos bares e dos silêncios ambientados pelo líquido perfumado da loucura. Os dois primeiros já se foram para uma geografia indecifrável. O terceiro parece se esconder lá para os lados de Intermares, quem sabe, buscando o aconchego do esquecimento.
Bebia na Fava do Patrício, no Bar do Zé, no Luzeirinho, no Pietros, no Flor da Paraíba, no Bar do Lipa, no Bar da Tapa, no Bar do Galo, no Senadinho, no Pau Mole, no Pau Duro, em Waldemar do Buchão, no Bar da Ladeira, no Bar de Dona Creusa, no Bar do Mestre, no Josias Bar, no Quintal e tantos outros que se dispersavam pelo corpo da urbe. Com meu primo Carlos Gondim, navegava as noites e madrugadas, do Boiadeiro ao Pescador, com parada obrigatória na Chaminé e no Mavi. Cada bar, uma história; cada gole, uma imagem da vida que passava.
Devo aos bares a possibilidade de alguns poemas e a poesia gratuita que à vezes baila no olhar escondido de uma bela mulher. Ah! É lá onde ela está, é lá onde nos deparamos, não raro, com essa entidade misteriosa, imprescindível, irrecusável, envolta, quase sempre, no manto diabólico da sedução e da beleza e que se deixa beber aos poucos, como se fora o último gole, deliciosamente fatal.
Meu ex-aluno, Felipe Caldas, hoje cronista esportivo, estudou o assunto em livro-reportagem, para demonstrar a força sensível, intelectual e criativa que os bares possuem. Escolheu a antiga Churrascaria Bambu, lá na Lagoa, onde dizem: “Ali, Virgínius da Gama e Melo pontificava...”.
Mas esse tempo passou. Os bares mudaram, os boêmios mudaram, a cidade mudou, cresceu, fez-se voraz e violenta. No entanto, alguns bares resistem, e como resistem! O Bar de Baiano (no Bancários), o Bar de Lula (perto do Mercado Central), o Bar de Jorge (numa das ladeiras do Roger), o Bar do Chico, o Bar de Santos (ambos no Castelo Branco), e a minha querida Banca Boa Sorte ou o Desequilíbrio do Ser, como queiram, ainda me abrigam as manhãs, tardes e noites que me restam.
Como deixar de amá-los?
A União
9 de julho de 2017
Barbosa Filho, Hildeberto. Valeu a pena / Hildeberto Barbosa Filho. – João Pessoa: Ideia, 2019. 185 p..
Aponte o foco narrativo do texto:
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