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TEXTO 1: Fábulas
As fábulas são histórias contadas há muitos anos em várias partes do mundo. Elas servem para transmitir uma moral, isto é, um ensinamento ou um conselho.
Esopo foi um escravo grego que viveu há cerca de 2500 anos e que tinha o dom de criar histórias, a maioria delas continham personagens animais que agiam como seres humanos. Por meio dessas histórias Esopo criticava comportamentos humanos que considerava errado.
O escritor francês La Fontaine inspirou-se em Esopo para escrever suas fábulas.
TEXTO 2: A cigarra e a formiga
Num dia ensolarado de verão, a Cigarra cantava feliz. Enquanto isso, uma Formiga que por ali passava, vinha fadigada, carregando penosamente um grão de milho que arrastava para o formigueiro.
– Por que não fica aqui a conversar um pouco comigo, em vez de se cansar tanto? – perguntou-lhe a Cigarra.
– Preciso arrecadar comida para o inverno – respondeu-lhe a Formiga. – Aconselho que faça o mesmo.
– Por que vou me preocupar com o inverno? Comida não nos falta. – respondeu a Cigarra, olhando em redor.
– Preciso arrecadar comida para o inverno – respondeu-lhe a Formiga. – Aconselho que faça o mesmo.
– Por que vou me preocupar com o inverno? Comida não nos falta. – respondeu a Cigarra, olhando em redor.
A Formiga não respondeu e foi-se embora.
Quando o inverno chegou, a Cigarra não tinha nada para comer. No entanto, viu que as formigas tinham muita comida porque haviam guardado no verão. Distribuíam o alimento diariamente entre si e não tinham fome como ela.
A Cigarra foi à casa da formiga e lhe disse:
– Querida amiga podia emprestar-me um grão que seja, de arroz, de farinha ou de feijão? Estou morrendo de fome.
– Faz tempo que não come? – perguntou-lhe a Formiga.
– Faz.
– E o que fez a senhora durante todo o verão?
– Eu cantei – disse a Cigarra.
– Cantou, é? Pois agora, dança!
– Faz tempo que não come? – perguntou-lhe a Formiga.
– Faz.
– E o que fez a senhora durante todo o verão?
– Eu cantei – disse a Cigarra.
– Cantou, é? Pois agora, dança!
Moral da história:
Não pense só em se divertir. Trabalhe e pense no futuro.
Não pense só em se divertir. Trabalhe e pense no futuro.
Jean de La Fontaine
TEXTO 3: A raposa e a cegonha
Um dia a Raposa convidou a Cegonha para jantar. Querendo pregar uma peça na outra, serviu a sopa num prato raso. Claro que a Raposa tomou toda a sua sopa sem o menor problema, mas a pobre Cegonha com seu bico comprido mal pode tomar uma gota. O resultado foi que a Cegonha voltou para casa morrendo de fome.
A raposa fingiu que estava preocupada, perguntou se a sopa não estava a seu gosto, mas a Cegonha não disse nada.
Quando foi embora, a Cegonha agradeceu muito a gentileza da Raposa e disse que fazia questão de retribuir o jantar no dia seguinte.
Assim que chegou, a Raposa se sentou lambendo os beiços de fome, curiosa para ver as delícias que a outra ia servir. O jantar veio para a mesa numa jarra alta, de gargalo estreito, onde a Cegonha podia beber sem o menor problema. A Raposa, aborrecidíssima só teve uma saída: lamber as gotinhas de sopa que escorriam pelo lado de fora da jarra.
Ela aprendeu muito bem a lição, enquanto ia andando para casa faminta, pensava: “ Não posso reclamar da Cegonha. Ela me tratou mal, mas fui grosseira com ela primeiro”.
Moral da história:
Trate os outros assim como deseja ser tratado.
Trate os outros assim como deseja ser tratado.
Esopo
Em todas as alternativas temos palavras invariáveis quanto ao gênero, EXCETO em:
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TEXTO 1: Fábulas
As fábulas(A) são histórias contadas há(D) muitos anos em várias partes do mundo. Elas servem para transmitir uma moral, isto é, um ensinamento ou um conselho.
Esopo foi um escravo grego que viveu há cerca de 2500 anos e que tinha o dom de criar histórias, a maioria delas continham personagens animais que agiam como seres humanos. Por meio dessas histórias(C) Esopo criticava comportamentos humanos que considerava errado.
O escritor francês La Fontaine inspirou-se em Esopo para escrever suas fábulas.
TEXTO 2: A cigarra e a formiga
Num dia ensolarado de verão, a Cigarra cantava feliz. Enquanto isso, uma Formiga que por ali passava, vinha fadigada, carregando penosamente um grão de milho que arrastava para o formigueiro.
– Por que não fica aqui a conversar um pouco comigo, em vez de se cansar tanto? – perguntou-lhe a Cigarra.
– Preciso arrecadar comida para o inverno – respondeu-lhe a Formiga. – Aconselho que faça o mesmo.
– Por que vou me preocupar com o inverno? Comida não nos falta. – respondeu a Cigarra, olhando em redor.
– Preciso arrecadar comida para o inverno – respondeu-lhe a Formiga. – Aconselho que faça o mesmo.
– Por que vou me preocupar com o inverno? Comida não nos falta. – respondeu a Cigarra, olhando em redor.
A Formiga não respondeu e foi-se embora.
Quando o inverno chegou, a Cigarra não tinha nada para comer. No entanto, viu que as formigas tinham muita comida porque haviam guardado no verão. Distribuíam(B) o alimento diariamente entre si e não tinham fome como ela.
A Cigarra foi à casa da formiga e lhe disse:
– Querida amiga podia emprestar-me um grão que seja, de arroz, de farinha ou de feijão? Estou morrendo de fome.
– Faz tempo que não come? – perguntou-lhe a Formiga.
– Faz.
– E o que fez a senhora durante todo o verão?
– Eu cantei – disse a Cigarra.
– Cantou, é? Pois agora, dança!
– Faz tempo que não come? – perguntou-lhe a Formiga.
– Faz.
– E o que fez a senhora durante todo o verão?
– Eu cantei – disse a Cigarra.
– Cantou, é? Pois agora, dança!
Moral da história:
Não pense só em se divertir. Trabalhe e pense no futuro.
Não pense só em se divertir. Trabalhe e pense no futuro.
Jean de La Fontaine
TEXTO 3: A raposa e a cegonha
Um dia a Raposa convidou a Cegonha para jantar. Querendo pregar uma peça na outra, serviu a sopa num prato raso. Claro que a Raposa tomou toda a sua sopa sem o menor problema, mas a pobre Cegonha com seu bico comprido mal pode tomar uma gota. O resultado foi que a Cegonha voltou para casa morrendo de fome.
A raposa fingiu que estava preocupada, perguntou se a sopa não estava a seu gosto, mas a Cegonha não disse nada.
Quando foi embora, a Cegonha agradeceu muito a gentileza da Raposa e disse que fazia questão de retribuir o jantar no dia seguinte.
Assim que chegou, a Raposa se sentou lambendo os beiços de fome, curiosa para ver as delícias(C) que a outra ia servir. O jantar veio para a mesa numa jarra alta, de gargalo estreito, onde a Cegonha podia beber sem o menor problema. A Raposa, aborrecidíssima(A) só teve uma saída(B): lamber as gotinhas de sopa que escorriam pelo lado de fora da jarra.
Ela aprendeu muito bem a lição, enquanto ia andando para casa faminta, pensava: “ Não posso reclamar da Cegonha. Ela me tratou mal, mas fui grosseira com ela primeiro”.
Moral da história:
Trate os outros assim como deseja ser tratado.
Trate os outros assim como deseja ser tratado.
Esopo
Em todas as alternativas as palavras são acentuadas pela mesma regra, EXCETO em:
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TEXTO 1: Fábulas
As fábulas são histórias contadas há muitos anos em várias partes do mundo. Elas servem para transmitir uma moral, isto é, um ensinamento ou um conselho.
Esopo foi um escravo grego que viveu há cerca de 2500 anos e que tinha o dom de criar histórias, a maioria delas continham personagens animais que agiam como seres humanos. Por meio dessas histórias Esopo criticava comportamentos humanos que considerava errado.
O escritor francês La Fontaine inspirou-se em Esopo para escrever suas fábulas.
TEXTO 2: A cigarra e a formiga
Num dia ensolarado de verão, a Cigarra cantava feliz. Enquanto isso, uma Formiga que por ali passava, vinha fadigada, carregando penosamente um grão de milho que arrastava para o formigueiro.
– Por que não fica aqui a conversar um pouco comigo, em vez de se cansar tanto? – perguntou-lhe a Cigarra.
– Preciso arrecadar comida para o inverno – respondeu-lhe a Formiga. – Aconselho que faça o mesmo.
– Por que vou me preocupar com o inverno? Comida não nos falta. – respondeu a Cigarra, olhando em redor.
– Preciso arrecadar comida para o inverno – respondeu-lhe a Formiga. – Aconselho que faça o mesmo.
– Por que vou me preocupar com o inverno? Comida não nos falta. – respondeu a Cigarra, olhando em redor.
A Formiga não respondeu e foi-se embora.
Quando o inverno chegou, a Cigarra não tinha nada para comer. No entanto, viu que as formigas tinham muita comida porque haviam guardado no verão. Distribuíam o alimento diariamente entre si e não tinham fome como ela.
A Cigarra foi à casa da formiga e lhe disse:
– Querida amiga podia emprestar-me um grão que seja, de arroz, de farinha ou de feijão? Estou morrendo de fome.
– Faz tempo que não come? – perguntou-lhe a Formiga.
– Faz.
– E o que fez a senhora durante todo o verão?
– Eu cantei – disse a Cigarra.
– Cantou, é? Pois agora, dança!
– Faz tempo que não come? – perguntou-lhe a Formiga.
– Faz.
– E o que fez a senhora durante todo o verão?
– Eu cantei – disse a Cigarra.
– Cantou, é? Pois agora, dança!
Moral da história:
Não pense só em se divertir. Trabalhe e pense no futuro.
Não pense só em se divertir. Trabalhe e pense no futuro.
Jean de La Fontaine
TEXTO 3: A raposa e a cegonha
Um dia a Raposa convidou a Cegonha para jantar. Querendo pregar uma peça na outra, serviu a sopa num prato raso. Claro que a Raposa tomou toda a sua sopa sem o menor problema, mas a pobre Cegonha com seu bico comprido mal pode tomar uma gota. O resultado foi que a Cegonha voltou para casa morrendo de fome.
A raposa fingiu que estava preocupada, perguntou se a sopa não estava a seu gosto, mas a Cegonha não disse nada.
Quando foi embora, a Cegonha agradeceu muito a gentileza da Raposa e disse que fazia questão de retribuir o jantar no dia seguinte.
Assim que chegou, a Raposa se sentou lambendo os beiços de fome, curiosa para ver as delícias que a outra ia servir. O jantar veio para a mesa numa jarra alta, de gargalo estreito, onde a Cegonha podia beber sem o menor problema. A Raposa, aborrecidíssima só teve uma saída: lamber as gotinhas de sopa que escorriam pelo lado de fora da jarra.
Ela aprendeu muito bem a lição, enquanto ia andando para casa faminta, pensava: “ Não posso reclamar da Cegonha. Ela me tratou mal, mas fui grosseira com ela primeiro”.
Moral da história:
Trate os outros assim como deseja ser tratado.
Trate os outros assim como deseja ser tratado.
Esopo
Após a leitura dos três textos, responda as questões 1, 2 e 3.
Analise os itens abaixo.
I- Os três textos lidos são informativos.
II- Os textos 2 e 3 são fábulas.
II- Os textos 2 e 3 são fábulas.
Assinale a alternativa correta.
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Complete a lacuna abaixo assinalando a alternativa correta.
Para concluir seus estudos no Ensino Médio o auxiliar faz supletivo. No início do ano sua classe era composta por 54 alunos. Até a metade do ano 2/6 deles haviam desistido. Dos que continuaram, o número de aprovados excederam em 8 o número de retidos. Foram aprovados alunos.
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Eu e meu colega compramos uma moto, juntos, para irmos ao trabalho. Eu dei R$ 2864,00 de entrada e ele, como não tinha dinheiro na hora, pagará o restante em 15 prestações fixas de R$ 210,00. Após 2 anos vendemos a moto por R$ 6500,00. Tivemos um lucro de:
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Temos duas figuras geométricas: um quadrado com 40 cm de lado e um retângulo com o lado maior medindo 55 cm. Ambos têm o mesmo perímetro. Calcule a área das duas figuras.
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O médico me recomendou tomar, pelo menos, dois litros de água por dia. Tomei 5 copos de água no dia. Calcule para saber quanto de água eu tomei sabendo-se que o copo que usei é de base quadrada com 5,5 cm de lado e 14 cm de altura e que os tomei, totalmente cheios.
Obs.: 1 dm³ = 1L
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TEXTO 1: Fábulas
As fábulas são histórias contadas há muitos anos em várias partes do mundo. Elas servem para transmitir uma moral, isto é, um ensinamento ou um conselho.
Esopo foi um escravo grego que viveu há cerca de 2500 anos e que tinha o dom de criar histórias, a maioria delas continham personagens animais que agiam como seres humanos. Por meio dessas histórias Esopo criticava comportamentos humanos que considerava errado.
O escritor francês La Fontaine inspirou-se em Esopo para escrever suas fábulas.
TEXTO 2: A cigarra e a formiga
Num dia ensolarado de verão, a Cigarra cantava feliz. Enquanto isso, uma Formiga que por ali passava, vinha fadigada, carregando penosamente um grão de milho que arrastava para o formigueiro.
– Por que não fica aqui a conversar um pouco comigo, em vez de se cansar tanto? – perguntou-lhe a Cigarra.
– Preciso arrecadar comida para o inverno – respondeu-lhe a Formiga. – Aconselho que faça o mesmo.
– Por que vou me preocupar com o inverno? Comida não nos falta. – respondeu a Cigarra, olhando em redor.
– Preciso arrecadar comida para o inverno – respondeu-lhe a Formiga. – Aconselho que faça o mesmo.
– Por que vou me preocupar com o inverno? Comida não nos falta. – respondeu a Cigarra, olhando em redor.
A Formiga não respondeu e foi-se embora.
Quando o inverno chegou, a Cigarra não tinha nada para comer. No entanto, viu que as formigas tinham muita comida porque haviam guardado no verão. Distribuíam o alimento diariamente entre si e não tinham fome como ela.
A Cigarra foi à casa da formiga e lhe disse:
– Querida amiga podia emprestar-me um grão que seja, de arroz, de farinha ou de feijão? Estou morrendo de fome.
– Faz tempo que não come? – perguntou-lhe a Formiga.
– Faz.
– E o que fez a senhora durante todo o verão?
– Eu cantei – disse a Cigarra.
– Cantou, é? Pois agora, dança!
– Faz tempo que não come? – perguntou-lhe a Formiga.
– Faz.
– E o que fez a senhora durante todo o verão?
– Eu cantei – disse a Cigarra.
– Cantou, é? Pois agora, dança!
Moral da história:
Não pense só em se divertir. Trabalhe e pense no futuro.
Não pense só em se divertir. Trabalhe e pense no futuro.
Jean de La Fontaine
TEXTO 3: A raposa e a cegonha
Um dia a Raposa convidou a Cegonha para jantar. Querendo pregar uma peça na outra, serviu a sopa num prato raso. Claro que a Raposa tomou toda a sua sopa sem o menor problema, mas a pobre Cegonha com seu bico comprido mal pode tomar uma gota. O resultado foi que a Cegonha voltou para casa morrendo de fome.
A raposa fingiu que estava preocupada, perguntou se a sopa não estava a seu gosto, mas a Cegonha não disse nada.
Quando foi embora, a Cegonha agradeceu muito a gentileza da Raposa e disse que fazia questão de retribuir o jantar no dia seguinte.
Assim que chegou, a Raposa se sentou lambendo os beiços de fome, curiosa para ver as delícias que a outra ia servir. O jantar veio para a mesa numa jarra alta, de gargalo estreito, onde a Cegonha podia beber sem o menor problema. A Raposa, aborrecidíssima só teve uma saída: lamber as gotinhas de sopa que escorriam pelo lado de fora da jarra.
Ela aprendeu muito bem a lição, enquanto ia andando para casa faminta, pensava: “ Não posso reclamar da Cegonha. Ela me tratou mal, mas fui grosseira com ela primeiro”.
Moral da história:
Trate os outros assim como deseja ser tratado.
Trate os outros assim como deseja ser tratado.
Esopo
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913599
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
Provas:
A prática do Tesouro Nacional de atrasar de forma proposital o repasse de dinheiro para bancos (públicos e também privados) e autarquias, como o INSS com o objetivo de melhorar artificialmente as contas federais, ficou conhecida como:
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TEXTO 1: Fábulas
As fábulas são histórias contadas há muitos anos em várias partes do mundo. Elas servem para transmitir uma moral, isto é, um ensinamento ou um conselho.
Esopo foi um escravo grego que viveu há cerca de 2500 anos e que tinha o dom de criar histórias, a maioria delas continham personagens animais que agiam como seres humanos. Por meio dessas histórias Esopo criticava comportamentos humanos que considerava errado.
O escritor francês La Fontaine inspirou-se em Esopo para escrever suas fábulas.
TEXTO 2: A cigarra e a formiga
Num dia ensolarado de verão, a Cigarra cantava feliz. Enquanto isso, uma Formiga que por ali passava, vinha fadigada, carregando penosamente um grão de milho que arrastava para o formigueiro.
– Por que não fica aqui a conversar um pouco comigo, em vez de se cansar tanto? – perguntou-lhe a Cigarra.
– Preciso arrecadar comida para o inverno – respondeu-lhe a Formiga. – Aconselho que faça o mesmo.
– Por que vou me preocupar com o inverno? Comida não nos falta. – respondeu a Cigarra, olhando em redor.
– Preciso arrecadar comida para o inverno – respondeu-lhe a Formiga. – Aconselho que faça o mesmo.
– Por que vou me preocupar com o inverno? Comida não nos falta. – respondeu a Cigarra, olhando em redor.
A Formiga não respondeu e foi-se embora.
Quando o inverno chegou, a Cigarra não tinha nada para comer. No entanto, viu que as formigas tinham muita comida porque haviam guardado no verão. Distribuíam o alimento diariamente entre si e não tinham fome como ela.
A Cigarra foi à casa da formiga e lhe disse:
– Querida amiga podia emprestar-me um grão que seja, de arroz, de farinha ou de feijão? Estou morrendo de fome.
– Faz tempo que não come? – perguntou-lhe a Formiga.
– Faz.
– E o que fez a senhora durante todo o verão?
– Eu cantei – disse a Cigarra.
– Cantou, é? Pois agora, dança!
– Faz tempo que não come? – perguntou-lhe a Formiga.
– Faz.
– E o que fez a senhora durante todo o verão?
– Eu cantei – disse a Cigarra.
– Cantou, é? Pois agora, dança!
Moral da história:
Não pense só em se divertir. Trabalhe e pense no futuro.
Não pense só em se divertir. Trabalhe e pense no futuro.
Jean de La Fontaine
TEXTO 3: A raposa e a cegonha
Um dia a Raposa convidou a Cegonha para jantar. Querendo pregar uma peça na outra, serviu a sopa num prato raso. Claro que a Raposa tomou toda a sua sopa sem o menor problema, mas a pobre Cegonha com seu bico comprido mal pode tomar uma gota. O resultado foi que a Cegonha voltou para casa morrendo de fome.
A raposa fingiu que estava preocupada, perguntou se a sopa não estava a seu gosto, mas a Cegonha não disse nada.
Quando foi embora, a Cegonha agradeceu muito a gentileza da Raposa e disse que fazia questão de retribuir o jantar no dia seguinte.
Assim que chegou, a Raposa se sentou lambendo os beiços de fome, curiosa para ver as delícias que a outra ia servir. O jantar veio para a mesa numa jarra alta, de gargalo estreito, onde a Cegonha podia beber sem o menor problema. A Raposa, aborrecidíssima só teve uma saída(A): lamber as gotinhas de sopa que escorriam pelo lado de fora(C) da jarra.
Ela aprendeu muito bem(D) a lição, enquanto ia andando para casa faminta, pensava: “ Não posso reclamar da Cegonha. Ela me tratou mal, mas fui grosseira(B) com ela primeiro”.
Moral da história:
Trate os outros assim como deseja ser tratado.
Trate os outros assim como deseja ser tratado.
Esopo
Em todas as alternativas temos pares de palavras antônimos, EXCETO em:
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