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A respeito da charge abaixo e das características do gênero, marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso nas afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.

Disponível em: http://www.emnovaeuropa.com.br/. Acesso em 11/09/2015.
( ) A compreensão de uma charge exige conhecimentos atrelados ao contexto histórico-social em que ela é produzida.
( ) A charge critica o excesso de falta dos professores.
( ) Os aspectos visuais e verbais contribuem para a compreensão da charge.
( ) Para compreender uma charge, basta a compreensão do texto não-verbal.
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Segundo as concepções atuais de aprendizagem e de ensino, o estudante é um sujeito social que aprende atuando com e sobre a cultura de seu grupo social e da sociedade em geral. Hoje não se concebe um aluno que simplesmente imita, repete mecanicamente, copia e reproduz informações estanques e sem relação com as questões cotidianas do viver – incluindo sua compreensão do processo histórico da humanidade. O estudante, em movimento permanente de constituição de si mesmo como sujeito e como cidadão, aprende a aprender, buscando compreender as interações sociais das quais participa, tomando decisões, identificando problemas, comparando ideias, construindo conceitos e propostas de intervenção na realidade.
http://download.inep.gov.br/educacao_basica/encceja/material_estudo/livro_
professor/linguagens_completo%20(1).pdf.
Acesso em: 10/09/2015.
De acordo com a obra: “Linguagens, Códigos e suas Tecnologias - Livro do Professor - Ensino Fundamental e Médio (ENCCEJA)”, em especial o processo ensino-aprendizagem da Língua Portuguesa, marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso nas afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
( ) Como o objetivo é formar indivíduos que sejam capazes de compreender mais e melhor o mundo, o estudo das linguagens tem um papel fundamental, uma vez que elas são espaços múltiplos de produção de significados sobre a vida. Para tanto, a reflexão e o uso das práticas sociais a partir da escrita tornam-se primordiais para o processo ensino-aprendizagem.
( ) O processo ensino-aprendizagem da Língua Portuguesa deve considerar ações na direção de um trabalho pedagógico que explicite a natureza multidisciplinar da linguagem e o seu caráter instrumental nas várias áreas do currículo.
( ) O processo ensino-aprendizagem da Língua Portuguesa deve desenvolver as competências para a aprendizagem, bem como a possibilidade de aumentar a consciência em relação ao estar-no-mundo, ampliando a capacidade de participação social, no exercício da cidadania.
( ) Como o único objetivo do ensino-aprendizagem da Língua Portuguesa é garantir o acesso do aluno ao universo do texto verbal escrito, os processos devem voltar-se exclusivamente ao ensino da norma gramatical tradicional, acentuando tratar-se a norma-padrão como a única concepção admissível de língua nas atividades escolares e nas práticas sociais.
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914057
Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
Na perspectiva de uma didática voltada para a produção e interpretação de textos, a atividade metalinguística deve ser instrumento de apoio para a discussão dos aspectos da língua que o professor seleciona e ordena no curso do ensino-aprendizagem. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino de quinta a oitava séries, Volume: Língua Portuguesa.
Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/
pdf/portugues.pdf. Acesso em: 10/09/2015.
Levando-se em consideração os “Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino de quinta a oitava séries, Volume: Língua Portuguesa”, assinale a alternativa INCORRETA quanto ao processo ensino-aprendizagem da gramática:
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A leitura é o processo no qual o leitor realiza um trabalho ativo de compreensão e interpretação do texto, a partir de seus objetivos, de seu conhecimento sobre o assunto, sobre o autor, de tudo o que sabe sobre a linguagem, etc. Não se trata de extrair informação, decodificando letra por letra, palavra por palavra. Trata-se de uma atividade que implica estratégias de seleção, antecipação, inferência e verificação, sem as quais não é possível proficiência. É o uso desses procedimentos que possibilita controlar o que vai sendo lido, permitindo tomar decisões diante de dificuldades de compreensão, avançar na busca de esclarecimentos, validar no texto suposições feitas. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino de quinta a oitava séries, Volume: Língua Portuguesa.
Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/portugues.pdf. Acesso em:
10/09/2015.
A leitura é um importante atributo da vida em sociedade. Nesse aspecto, pensando-se no processo ensino-aprendizagem da língua no Terceiro e Quarto Ciclos, assinale a alternativa INCORRETA.
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BREVE HISTÓRICO DA INCLUSÃO ESCOLAR
Em resumidas contas, antes do século XX não existia a ideia de inclusão, a maioria das pessoas (principalmente mulheres, deficientes físicos e mentais, de outras raças que não a branca, e pobres) não tinha o direito ou as condições mínimas para frequentarem a escola.
No século XX, começa a chamada segregação (isolar, separar), mais pessoas têm acesso à escola, porém dificilmente se misturam com os alunos representantes da classe dominante. Na segunda metade do século surgem as “escolas especiais” (que atendem crianças “deficientes”) e mais tarde as classes especiais dentro das “escolas comuns”. Surge assim uma aberração pedagógica, a separação de dois sistemas educacionais, por um lado a educação comum e do outro a educação especial.
Já na década de 70, aparece a integração. As escolas comuns aceitavam alguns alunos, antes rejeitados ou marginalizados, que poderiam frequentar classes comuns desde que conseguissem adaptar-se, é o aluno que tem de se adequar às exigências da escola (o que na prática raramente acontecia). O fracasso é do aluno que não teve competência para se ajustar às regras inflexíveis da escola, que presta mais atenção aos impedimentos do que aos potenciais das crianças. A integração é estar junto ao outro (que não necessariamente significa compartir nem aceitar, estamos junto dele, mas não estamos com ele). Em termos legais tínhamos “preferencialmente na rede regular de ensino”.
Finalmente chegamos aos anos 90, e com eles a inclusão (na verdade, os primeiros movimentos que apontavam para o surgimento da inclusão escolar são do final da década de 80). Na inclusão é a escola que abre os braços para acolher todos os alunos. O fracasso escolar é de responsabilidade da escola, ou melhor, de todos (autoridades, professores, pais, alunos).
A inclusão é estar com o outro. Só há um tipo de educação, e ela é para todos sem restrição nem separação.
A inclusão começou como um movimento de pessoas com deficiência e seus familiares na luta pelos seus direitos de igualdade na sociedade. E como a maioria desses direitos começa a ser conquistado a partir da educação (da escola, lugar onde se ensina cidadania), a inclusão chegou até a escola (espelho da sociedade). Hoje a inclusão é de todos sem discriminação, sem rótulos. (...)
Texto adaptado
Observe as frases abaixo.
I- Ele tinha aceitado a recompensa.
II- Ele está aceitado pelo grupo.
III- Ele havia aceito a recompensa.
IV- Ele foi aceito pelo grupo.
Estão corretos os itens:
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De acordo com Ilma Passos, no decorrer do processo de construção do projeto pedagógico da escola, consideram-se dois momentos interligados e permeados pela avaliação. São eles:
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913896
Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
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De acordo com a Resolução nº 4, DE 13 de Julho de 2010 - Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica -, são etapas correspondentes a diferentes momentos constitutivos do desenvolvimento educacional, a Educação Infantil compreende:
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913860
Ano: 2015
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
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- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer (Art. 53 a 59)
Em conformidade com a Lei nº 8069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente), no Art. 58, no processo educacional respeitar-se-ão:
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913828
Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
Toda educação comprometida com o exercício da cidadania precisa criar condições para que o aluno possa desenvolver sua competência discursiva. Um dos aspectos da competência discursiva é o sujeito ser capaz de utilizar a língua de modo variado, para produzir diferentes efeitos de sentido e adequar o texto a diferentes situações de interlocução oral e escrita. É o que aqui se chama de competência linguística e estilística. Isso, por um lado, coloca em evidência as virtualidades das línguas humanas: o fato de que são instrumentos flexíveis que permitem referir o mundo de diferentes formas e perspectivas; por outro lado, adverte contra uma concepção de língua como sistema homogêneo, dominado ativa e passivamente por toda a comunidade que o utiliza. Sobre o desenvolvimento da competência discursiva, deve a escola organizar as atividades curriculares relativas ao ensino-aprendizagem da língua e da linguagem. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino de quinta a oitava séries, Volume: Língua Portuguesa.
Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/portugues.pdf.
Acesso em: 10/09/2015.
Fundamentando-se nos “Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino de quinta a oitava séries, Volume: Língua Portuguesa”, marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso nas afirmativas abaixo, no tocante ao processo ensino-aprendizagem de texto, em seguida assinale a alternativa correta.
( ) Os textos a serem selecionados são aqueles que, por suas características e usos, podem favorecer a reflexão crítica, o exercício de formas de pensamento mais elaboradas e abstratas, bem como a fruição estética dos usos artísticos da linguagem, ou seja, os mais vitais para a plena participação numa sociedade letrada.
( ) Deve ser limitado às unidades básicas do processo de ensino as que decorrem de uma análise de estratos - letras/fonemas, sílabas, palavras, sintagmas, frases - que, descontextualizados, são perfeitos e únicos exemplos de estudo gramatical, com total relação com a competência discursiva.
( ) Deve contemplar, nas atividades de ensino, a diversidade de textos e gêneros, e não apenas em função de sua relevância social, mas também pelo fato de que textos pertencentes a diferentes gêneros são organizados de diferentes formas.
( ) A compreensão oral e escrita, bem como a produção oral e escrita de textos pertencentes a diversos gêneros, supõem o desenvolvimento de diversas capacidades que devem ser enfocadas nas situações de ensino.
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BREVE HISTÓRICO DA INCLUSÃO ESCOLAR
Em resumidas contas, antes do século XX não existia a ideia de inclusão, a maioria das pessoas (principalmente mulheres, deficientes físicos e mentais, de outras raças que não a branca, e pobres) não tinha o direito ou as condições mínimas para frequentarem a escola.
No século XX, começa a chamada segregação (isolar, separar), mais pessoas têm acesso à escola, porém dificilmente se misturam com os alunos representantes da classe dominante. Na segunda metade do século surgem as “escolas especiais” (que atendem crianças “deficientes”) e mais tarde as classes especiais dentro das “escolas comuns”. Surge assim uma aberração pedagógica, a separação de dois sistemas educacionais, por um lado a educação comum e do outro a educação especial.
Já na década de 70, aparece a integração. As escolas comuns aceitavam alguns alunos, antes rejeitados ou marginalizados, que poderiam frequentar classes comuns desde que conseguissem adaptar-se, é o aluno que tem de se adequar às exigências da escola (o que na prática raramente acontecia). O fracasso é do aluno que não teve competência para se ajustar às regras inflexíveis da escola, que presta mais atenção aos impedimentos do que aos potenciais das crianças. A integração é estar junto ao outro (que não necessariamente significa compartir nem aceitar, estamos junto dele, mas não estamos com ele). Em termos legais tínhamos “preferencialmente na rede regular de ensino”.
Finalmente chegamos aos anos 90, e com eles a inclusão (na verdade, os primeiros movimentos que apontavam para o surgimento da inclusão escolar são do final da década de 80). Na inclusão é a escola que abre os braços para acolher todos os alunos. O fracasso escolar é de responsabilidade da escola, ou melhor, de todos (autoridades, professores, pais, alunos).
A inclusão é estar com o outro. Só há um tipo de educação, e ela é para todos sem restrição nem separação.
A inclusão começou como um movimento de pessoas com deficiência e seus familiares na luta pelos seus direitos de igualdade na sociedade. E como a maioria desses direitos começa a ser conquistado a partir da educação (da escola, lugar onde se ensina cidadania), a inclusão chegou até a escola (espelho da sociedade). Hoje a inclusão é de todos sem discriminação, sem rótulos. (...)
Texto adaptado
Após a leitura do texto, analise as afirmações abaixo e assinale a alternativa correta.
I- A educação brasileira passou por vários momentos de intensas lutas para atingir o objetivo de todos poderem frequentar a escola.
II- Meados do século XX é marcado pela redução da segregação e da exclusão, através do desenvolvimento de escolas e/ou classes especiais, instituições especiais capazes de proporcionar uma educação que respeitasse as limitações das pessoas, visando a oferecer ao deficiente uma educação à parte e a atendê-lo por meio de intervenções didático-pedagógicas específicas.
III- No final do século XX, por volta da década de 70, observa-se um movimento de integração social dos indivíduos que apresentavam deficiência, cujo objetivo era integrá-los em ambientes escolares, o mais próximo possível daqueles oferecidos à pessoa normal. A integração é o deslocamento da educação especial para dentro da escola regular; muitas vezes, criando “turmas especiais” para atenderem os “alunos especiais”, e permanecendo as “turmas normais” para “alunos normais”. Ou seja, a discriminação e preconceito continuam, só que desta vez, dentro da própria escola.
IV- Já a inclusão é incompatível com a integração, visto que, ela defende o direito de todos, sem exceção, a frequentarem as salas de aula de ensino regular. Não se trata apenas de todos frequentarem a mesma escola, e sim, de frequentarem as mesmas salas de aula. Todos os alunos juntos, independente das suas necessidades ou particularidades. Na escola inclusiva não há mais a divisão entre ensino especial e ensino regular; o ensino é um e o mesmo para todos, respeitando as particularidades, as diferenças. Trata-se de um ensino participativo, solidário e acolhedor. Formas mais solidárias e plurais de convivência. Uma educação global, plena, livre de preconceitos, e que reconheça e valorize as particularidades (diferenças) de cada um.
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