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Foram encontradas 50 questões.

3863280 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
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Uma medida de ocorrência de doença utilizada pela Epidemiologia, que envolve a contagem de casos, novos e velhos, em uma população sob risco, em um ponto do tempo, é denominada
 

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3863279 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
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A Chikungunya é uma doença que, apesar de pouco letal, traz limitação importante ao paciente, que apresenta dificuldades de movimentos e locomoção por causa das articulações inflamadas e doloridas. Dentre as ações de Vigilância em Saúde, a notificação no Sistema Nacional de Agravos de Notificação (Sinan) da Febre de Chikungunya tem periodicidade
 

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3863278 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
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Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a dengue é a arbovirose com o maior número de casos na região das Américas, com epidemias ocorrendo a cada três a cinco anos. É caracterizada epidemia de dengue quando
 

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3863277 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
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Na Atenção Básica (AB), para acolher todas as pessoas de seu território de referência devem ser oferecidas opções de horários diferenciados de atendimento (horário estendido, aos sábados, não presencial, entre outros), bem como a incorporação de ferramentas digitais para comunicação entre equipe e pessoas (marcação não presencial, teleconsulta, entre outros). Tais estratégias, que visam ao fortalecimento da AB em um importante aspecto de seu processo de trabalho, diz respeito ao
 

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3863276 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
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Desde sua criação pela Constituição Federal, os diversos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) foram tratados em uma hierarquia de importância, a depender da conjuntura e das opções estratégicas diante de determinados obstáculos políticos. No contexto da pandemia da covid-19, por exemplo, um importante princípio ficou em evidência por demonstrar a potência do SUS na garantia do direito à saúde, não importando sua nacionalidade, classe social, sexo, raça, ocupação ou outras características sociais ou pessoais. Trata-se do princípio do SUS denominado
 

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Leia a tira, para responder às questões de números 14 e 15.

Enunciado 3416214-1

(Bill Watterson, Calvin e Haroldo: e foi assim que tudo começou. Adaptado)

Assinale a alternativa que dá outra redação à fala do menino, no quarto quadrinho, de acordo com a norma-padrão de regência e emprego de pronome.

 

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Leia a tira, para responder às questões de números 14 e 15.

Enunciado 3416213-1

(Bill Watterson, Calvin e Haroldo: e foi assim que tudo começou. Adaptado)

Assinale a alternativa que preenche as lacunas do primeiro, do segundo e do quarto quadrinho da tira, empregando o sinal de crase de acordo com a norma-padrão.

 

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Leia o texto, para responder às questões de números 03 a 13.

A secretária

Procuro um documento de que preciso com urgência. Não o encontro, mas me demoro a decifrar minha própria letra nas notas de um caderno esquecido que os misteriosos movimentos da papelada pelas minhas gavetas fizeram vir à tona

Isso é que dá encanto ao costume de a gente ter tudo desarrumado. Tenho uma secretária que é um gênio nesse sentido. Perdeu, outro dia, cinquenta páginas de uma tradução.

Tem um extraordinário senso divinatório, que a leva a mergulhar no fundo do baú do quarto da empregada os papéis mais urgentes; rasga apenas o que é estritamente necessário guardar, mas conserva com rigoroso carinho o recibo da prestação de um aparelho de rádio que comprei em 1941. Isso me fornece algumas emoções líricas inesperadas; quem não se comove de repente quando está procurando um aviso de banco e vê uma conta de hotel de Teresina de quatro anos atrás, com todos os vales das despesas extraordinárias, inclusive uma garrafa de água mineral?

Não importa que ela faça sumir, por exemplo, minha carteira de identidade. Afinal, estou cansado de saber que sou eu mesmo; não me venham lembrar essa coisa, que entristece e desanima. Prefiro lembrar esse telefone de Buenos Aires que anotei, com letra nervosa, em um pedaço de maço de cigarros, ou guardar com a maior gravidade esse bilhete que diz: “Estive aqui e não te encontrei. Passo amanhã. S.” Quem é esse “S” ou essa “S” e por que, e onde e quando procurou minha humilde pessoa? Que sei?

Há papéis de visão amarga, que eu deveria ter rasgado dez anos atrás; mas a mão caprichosa de minha jovem secretária, que preservou carinhosamente esse bilhete, não será a própria mão da consciência a me apontar esse remorso velho, a me dizer que devo lembrar o quanto posso ser inconsciente e egoísta?

Meus arquivos, na sua desordem, não revelam apenas a imaginação desordenada e o capricho estranho da minha secretária. Revelam a desarrumação mais profunda, que não é de meus papéis, é de minha vida.

(Rubem Braga, O homem rouco. Adaptado)

A passagem do texto caracterizada pelo emprego de palavra(s) em sentido figurado é:

 

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Leia o texto, para responder às questões de números 03 a 13.

A secretária

Procuro um documento de que preciso com urgência. Não o encontro, mas me demoro a decifrar minha própria letra nas notas de um caderno esquecido que os misteriosos movimentos da papelada pelas minhas gavetas fizeram vir à tona

Isso é que dá encanto ao costume de a gente ter tudo desarrumado. Tenho uma secretária que é um gênio nesse sentido. Perdeu, outro dia, cinquenta páginas de uma tradução.

Tem um extraordinário senso divinatório, que a leva a mergulhar no fundo do baú do quarto da empregada os papéis mais urgentes; rasga apenas o que é estritamente necessário guardar, mas conserva com rigoroso carinho o recibo da prestação de um aparelho de rádio que comprei em 1941. Isso me fornece algumas emoções líricas inesperadas; quem não se comove de repente quando está procurando um aviso de banco e vê uma conta de hotel de Teresina de quatro anos atrás, com todos os vales das despesas extraordinárias, inclusive uma garrafa de água mineral?

Não importa que ela faça sumir, por exemplo, minha carteira de identidade. Afinal, estou cansado de saber que sou eu mesmo; não me venham lembrar essa coisa, que entristece e desanima. Prefiro lembrar esse telefone de Buenos Aires que anotei, com letra nervosa, em um pedaço de maço de cigarros, ou guardar com a maior gravidade esse bilhete que diz: “Estive aqui e não te encontrei. Passo amanhã. S.” Quem é esse “S” ou essa “S” e por que, e onde e quando procurou minha humilde pessoa? Que sei?

Há papéis de visão amarga, que eu deveria ter rasgado dez anos atrás; mas a mão caprichosa de minha jovem secretária, que preservou carinhosamente esse bilhete, não será a própria mão da consciência a me apontar esse remorso velho, a me dizer que devo lembrar o quanto posso ser inconsciente e egoísta?

Meus arquivos, na sua desordem, não revelam apenas a imaginação desordenada e o capricho estranho da minha secretária. Revelam a desarrumação mais profunda, que não é de meus papéis, é de minha vida.

(Rubem Braga, O homem rouco. Adaptado)

Na passagem – ... quem não se comove de repente quando está procurando um aviso de banco e vê uma conta de hotel de Teresina de quatro anos atrás, com todos os vales das despesas extraordinárias, inclusive uma garrafa de água mineral... – as expressões destacadas têm substitutos de sentido adequados, respectivamente, em:

 

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Leia o texto, para responder às questões de números 03 a 13.

A secretária

Procuro um documento de que preciso com urgência. Não o encontro, mas me demoro a decifrar minha própria letra nas notas de um caderno esquecido que os misteriosos movimentos da papelada pelas minhas gavetas fizeram vir à tona

Isso é que dá encanto ao costume de a gente ter tudo desarrumado. Tenho uma secretária que é um gênio nesse sentido. Perdeu, outro dia, cinquenta páginas de uma tradução.

Tem um extraordinário senso divinatório, que a leva a mergulhar no fundo do baú do quarto da empregada os papéis mais urgentes; rasga apenas o que é estritamente necessário guardar, mas conserva com rigoroso carinho o recibo da prestação de um aparelho de rádio que comprei em 1941. Isso me fornece algumas emoções líricas inesperadas; quem não se comove de repente quando está procurando um aviso de banco e vê uma conta de hotel de Teresina de quatro anos atrás, com todos os vales das despesas extraordinárias, inclusive uma garrafa de água mineral?

Não importa que ela faça sumir, por exemplo, minha carteira de identidade. Afinal, estou cansado de saber que sou eu mesmo; não me venham lembrar essa coisa, que entristece e desanima. Prefiro lembrar esse telefone de Buenos Aires que anotei, com letra nervosa, em um pedaço de maço de cigarros, ou guardar com a maior gravidade esse bilhete que diz: “Estive aqui e não te encontrei. Passo amanhã. S.” Quem é esse “S” ou essa “S” e por que, e onde e quando procurou minha humilde pessoa? Que sei?

Há papéis de visão amarga, que eu deveria ter rasgado dez anos atrás; mas a mão caprichosa de minha jovem secretária, que preservou carinhosamente esse bilhete, não será a própria mão da consciência a me apontar esse remorso velho, a me dizer que devo lembrar o quanto posso ser inconsciente e egoísta?

Meus arquivos, na sua desordem, não revelam apenas a imaginação desordenada e o capricho estranho da minha secretária. Revelam a desarrumação mais profunda, que não é de meus papéis, é de minha vida.

(Rubem Braga, O homem rouco. Adaptado)

O enunciado – Estive aqui e não te encontrei. Passo amanhã. – está reescrito com sentido compatível com o original e de acordo com a norma-padrão de pontuação em:

 

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