Foram encontradas 40 questões.
Quanto à correta acentuação das palavras, assinale a alternativa indevida.
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- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemGradação
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemProsopopeia/Personificação
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemSinestesia
A respeito de figuras de linguagem, assinale (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta.
( ) A figura de linguagem é uma forma de expressão em que as palavras são empregadas fora do seu sentido mais comum, ou em que as frases são construídas de maneira não convencional.
( ) A relação de semelhança entre dois elementos pode ser expressa por meio de uma comparação, ou de uma metáfora. A comparação explicita qual é a característica comum aos dois elementos e conta com termos comparativos. A metáfora é uma aproximação subentendida, que obriga o leitor a identificar a característica comum aos elementos comparados.
( ) A sinestesia ocorre quando estão associados diferentes elementos sensoriais; é a figura de linguagem que relaciona sensações percebidas por diferentes órgãos de sentido.
( ) A gradação é uma figura caracterizada por uma sequência de palavras que formam uma progressão descendente (do emento maior para o menor), ou ascendente (do elemento menor para o maior).
( ) Personificação (ou prosopopeia) é a atribuição de características humanas a objetos inanimados, ou a animais.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Assindéticas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial

No quadro, a oração... “E não o fazer”, é:
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Assindéticas
- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções CoordenativasConjunções coordenativas adversativas
O texto a seguir, refere-se às próximas três questões.
Furto de flor. (Carlos Drummond de Andrade).
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
No texto, a oração (...mas a flor empalidecia.) é:
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O texto a seguir, refere-se às próximas três questões.
Furto de flor. (Carlos Drummond de Andrade).
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
Referindo-se a encontros vocálicos, as palavras do texto (porteiro, água, autor) são:
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- Interpretação de TextosAnálise de Estruturas Linguísticas
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Narrativo
O texto a seguir, refere-se às próximas três questões.
Furto de flor. (Carlos Drummond de Andrade).
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
De acordo com a leitura do texto, assinale a alternativa incorreta.
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Quanto à concordância verbal, assinale (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta.
( ) O verbo vai para o plural quando os elementos do sujeito composto estão ligados por uma das expressões correlativas não só...mas também, não só como também, tanto...como, etc.
( ) Quando o sujeito composto vem resumido por um dos pronomes tudo, nada, ninguém, etc., o verbo concorda, no plural, com o pronome resumidor.
( ) O verbo concorda no plural quando os núcleos do sujeito designam a mesma pessoa, ou o mesmo ser.
( ) O verbo concordará no plural se os infinitivos forem determinados pelo artigo, ou exprimirem ideias opostas; caso contrário, tanto é lícito usar o verbo no singular como no plural.
( ) O verbo concorda no singular com o sujeito coletivo no singular.
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Leia os itens sobre artigo, veja se são (C) corretos ou (I) incorretos e assinale a alternativa correta.
( ) “Certa vez, passando por uma praça, encontrei um menino chorando. A praça estava deserta e o menino, sozinho, as mãos e os cabelos sujos de terra”. As palavras destacadas são artigos.
( ) Artigo é uma palavra que antepomos aos substantivos para dar aos seres um sentido determinado, ou indeterminado. Indica, ao mesmo tempo, o gênero e o número dos substantivos.
( ) Os artigos indefinidos se antepõem a substantivos que designam seres definidos, determinados. São eles: um, uma, uns, umas.
( ) Os artigos definidos se antepõem a substantivos que designam seres indefinidos, indeterminados. São eles: o, a, os, as.
( ) Os artigos podem unir-se às preposições a, de, em e por, formando combinações e contrações antes de substantivos.
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Quanto ao correto emprego das letras, assinale (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa devida.
( ) Dobra-se o “r” e o “s” sempre que a pronúncia o exigir. Exemplos: carro, telerreportagem, missa, telesserviço.
( ) O uso do “ç” [cê-cedilha] foi introduzido na Língua Portuguesa pela necessidade de ajustar a grafia à pronúncia de certas palavras. Exemplos: caço [sem o “ç” ficaria caco; paço [sem o “ç” ficaria paco].
( ) Os verbos que trazem “g” no radical mudam essa letra para “j” nas formas em que se segue “a” ou “o”. Exemplos: agir [aja, ajo, etc.]; corrigir [corrija, corrijo, etc.].
( ) O til foi introduzido na Língua Portuguesa para marcar nasalidade de pronúncia e vale por acento tônico. Exemplos: pão, avelã, cãibra.
( ) Na Língua Portuguesa atual, grafa-se “ã”, e não mais “an” nas palavras oxítonas. Exemplos: Adonirã, fã, Itapuã, Oberdã.
( ) Na Língua Portuguesa, grafa-se “om” nas oxítonas, e não “on”, com exceção das que surgem de marcas registradas. Exemplos: batom, bombom, garçom, marrom, moletom. Ressalta-se, porém, que as palavras paroxítonas e proparoxítonas continuam sendo grafadas com “on” final. Exemplos: Agamênon, Ânderson, Dálton, Denílson, néon.
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Sobre o emprego dos numerais, assinale a alternativa verdadeira.
I- O numeral cardinal indica quantidade, o numeral ordinal indica ordem, posição.
II- O numeral posicionado depois do substantivo até X – lê-se como cardinal, acima de X – lê-se como ordinal.
III- Na leitura e na escrita {por extenso} dos cardinais, usa-se “e” entre as centenas e as dezenas e também entre as dezenas e as unidades.
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