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3417757
Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Mondaí-SC
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Mondaí-SC
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O Rio de Janeiro iniciou uma semana de encontros de alto nível entre autoridades da área econômica dos países que formam o Grupo dos G-20, além de eventos com ministros de áreas sociais. Sendo que no início da semana foi realizada a reunião de representantes de ministros das Finanças e presidentes dos bancos centrais dos países-membros. Os encontros fazem parte da Trilha de Finanças, o braço do G20 que trata de temas econômicos como tributação internacional, taxação de grandes fortunas - os chamados super-ricos - inclusão financeira, reforma dos bancos multilaterais de desenvolvimento e temas macroeconômicos.
Fonte: Bruno de Freitas Mouro. Agência Brasil. 22/07/2024.
Um dos pontos altos desse encontro foi o pré-lançamento da Aliança Global contra:
Fonte: Bruno de Freitas Mouro. Agência Brasil. 22/07/2024.
Um dos pontos altos desse encontro foi o pré-lançamento da Aliança Global contra:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Pessoas que não abrem mão dos disquetes
Os disquetes surgiram em 1970 e, por cerca de três
décadas, foram a principal forma de muitas pessoas
armazenarem e fazerem cópias de seus dados de
computador.
Eles que ficaram imortalizados como o ícone "salvar" em
muitos aplicativos de computador até hoje. Os disquetes
usados por Espen Kraft, um apaixonado por música, são
pequenos e rígidos; isso significa que são mais robustos
e mais fáceis de armazenar.
Com o alvorecer do século 21, no entanto, para a
maioria dos usuários de computador, os disquetes
estavam em extinção − cada vez mais suplantados por
CDs graváveis e pen drives. E agora, o armazenamento
em nuvem é onipresente.
O tipo de disquete mais utilizado, com capacidade
máxima inferior a três megabytes, dificilmente consegue
competir. A menos que você seja apaixonado por eles.
Vários sistemas industriais e governamentais em todo o
mundo ainda usam disquetes.
Até mesmo alguns sistemas de transporte urbano
funcionam com eles, apesar do fato de que o último
disquete novo fabricado pela Sony foi em 2011.
Ninguém mais os fabrica, o que significa que há um
número finito de disquetes no mercado - um recurso
disperso que gradualmente diminui.
"Sempre fui muito meticuloso ao armazenar meus
disquetes em um ambiente seco e não muito úmido", diz
Kraft.
Se os seus disquetes forem corrompidos, ainda será
possível substituí-los, desde que você tenha feito cópias
dos seus dados. Tom Persky, um empresário americano,
há anos vende disquetes e ainda acha o comércio
lucrativo.
Persky tem clientes em todo o mundo - cerca de metade
são entusiastas como Espen Kraft e a outra metade são
usuários industriais.
Esta última categoria abrange pessoas que usam no
trabalho computadores que necessitam de disquetes
para funcionar.
"Ainda vendo milhares de disquetes para o setor aéreo",
diz Persky. Ele se recusa a dar mais detalhes. "As
empresas não ficam felizes quando falo sobre elas."
Mas é bem sabido que alguns Boeing 747, por exemplo,
utilizam disquetes para carregar atualizações críticas de
software nos seus computadores de navegação.
Existem também equipamentos de fábrica, sistemas
governamentais que ainda dependem de disquetes.
Em São Francisco, o metrô inaugurado em 1980 não
funciona a menos que o pessoal responsável pegue um
disquete e coloque-o no computador que controla o
Sistema Automático de Controle de Trens da ferrovia, ou
ATCS.
"É preciso dizer ao computador o que ele deve fazer
todos os dias", explica um porta-voz da Agência
Municipal de Transporte de São Francisco (SFMTA).
"Sem um disco rígido, não há lugar para instalar software
de forma permanente."
Este computador tem de ser reiniciado desta forma
repetidamente, acrescenta ele − não pode simplesmente
ser deixado ligado, por medo da degradação da
memória.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/
cy94nqlnqgeo.adaptado.
Na expressão destacada, tem-se a presença de predicado:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Pessoas que não abrem mão dos disquetes
Os disquetes surgiram em 1970 e, por cerca de três
décadas, foram a principal forma de muitas pessoas
armazenarem e fazerem cópias de seus dados de
computador.
Eles que ficaram imortalizados como o ícone "salvar" em
muitos aplicativos de computador até hoje. Os disquetes
usados por Espen Kraft, um apaixonado por música, são
pequenos e rígidos; isso significa que são mais robustos
e mais fáceis de armazenar.
Com o alvorecer do século 21, no entanto, para a
maioria dos usuários de computador, os disquetes
estavam em extinção − cada vez mais suplantados por
CDs graváveis e pen drives. E agora, o armazenamento
em nuvem é onipresente.
O tipo de disquete mais utilizado, com capacidade
máxima inferior a três megabytes, dificilmente consegue
competir. A menos que você seja apaixonado por eles.
Vários sistemas industriais e governamentais em todo o
mundo ainda usam disquetes.
Até mesmo alguns sistemas de transporte urbano
funcionam com eles, apesar do fato de que o último
disquete novo fabricado pela Sony foi em 2011.
Ninguém mais os fabrica, o que significa que há um
número finito de disquetes no mercado - um recurso
disperso que gradualmente diminui.
"Sempre fui muito meticuloso ao armazenar meus
disquetes em um ambiente seco e não muito úmido", diz
Kraft.
Se os seus disquetes forem corrompidos, ainda será
possível substituí-los, desde que você tenha feito cópias
dos seus dados. Tom Persky, um empresário americano,
há anos vende disquetes e ainda acha o comércio
lucrativo.
Persky tem clientes em todo o mundo - cerca de metade
são entusiastas como Espen Kraft e a outra metade são
usuários industriais.
Esta última categoria abrange pessoas que usam no
trabalho computadores que necessitam de disquetes
para funcionar.
"Ainda vendo milhares de disquetes para o setor aéreo",
diz Persky. Ele se recusa a dar mais detalhes. "As
empresas não ficam felizes quando falo sobre elas."
Mas é bem sabido que alguns Boeing 747, por exemplo,
utilizam disquetes para carregar atualizações críticas de
software nos seus computadores de navegação.
Existem também equipamentos de fábrica, sistemas
governamentais que ainda dependem de disquetes.
Em São Francisco, o metrô inaugurado em 1980 não
funciona a menos que o pessoal responsável pegue um
disquete e coloque-o no computador que controla o
Sistema Automático de Controle de Trens da ferrovia, ou
ATCS.
"É preciso dizer ao computador o que ele deve fazer
todos os dias", explica um porta-voz da Agência
Municipal de Transporte de São Francisco (SFMTA).
"Sem um disco rígido, não há lugar para instalar software
de forma permanente."
Este computador tem de ser reiniciado desta forma
repetidamente, acrescenta ele − não pode simplesmente
ser deixado ligado, por medo da degradação da
memória.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/
cy94nqlnqgeo.adaptado.
Sintaticamente, o termo destacado nesta frase trata-se de:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Pessoas que não abrem mão dos disquetes
Os disquetes surgiram em 1970 e, por cerca de três
décadas, foram a principal forma de muitas pessoas
armazenarem e fazerem cópias de seus dados de
computador.
Eles que ficaram imortalizados como o ícone "salvar" em
muitos aplicativos de computador até hoje. Os disquetes
usados por Espen Kraft, um apaixonado por música, são
pequenos e rígidos; isso significa que são mais robustos
e mais fáceis de armazenar.
Com o alvorecer do século 21, no entanto, para a
maioria dos usuários de computador, os disquetes
estavam em extinção − cada vez mais suplantados por
CDs graváveis e pen drives. E agora, o armazenamento
em nuvem é onipresente.
O tipo de disquete mais utilizado, com capacidade
máxima inferior a três megabytes, dificilmente consegue
competir. A menos que você seja apaixonado por eles.
Vários sistemas industriais e governamentais em todo o
mundo ainda usam disquetes.
Até mesmo alguns sistemas de transporte urbano
funcionam com eles, apesar do fato de que o último
disquete novo fabricado pela Sony foi em 2011.
Ninguém mais os fabrica, o que significa que há um
número finito de disquetes no mercado - um recurso
disperso que gradualmente diminui.
"Sempre fui muito meticuloso ao armazenar meus
disquetes em um ambiente seco e não muito úmido", diz
Kraft.
Se os seus disquetes forem corrompidos, ainda será
possível substituí-los, desde que você tenha feito cópias
dos seus dados. Tom Persky, um empresário americano,
há anos vende disquetes e ainda acha o comércio
lucrativo.
Persky tem clientes em todo o mundo - cerca de metade
são entusiastas como Espen Kraft e a outra metade são
usuários industriais.
Esta última categoria abrange pessoas que usam no
trabalho computadores que necessitam de disquetes
para funcionar.
"Ainda vendo milhares de disquetes para o setor aéreo",
diz Persky. Ele se recusa a dar mais detalhes. "As
empresas não ficam felizes quando falo sobre elas."
Mas é bem sabido que alguns Boeing 747, por exemplo,
utilizam disquetes para carregar atualizações críticas de
software nos seus computadores de navegação.
Existem também equipamentos de fábrica, sistemas
governamentais que ainda dependem de disquetes.
Em São Francisco, o metrô inaugurado em 1980 não
funciona a menos que o pessoal responsável pegue um
disquete e coloque-o no computador que controla o
Sistema Automático de Controle de Trens da ferrovia, ou
ATCS.
"É preciso dizer ao computador o que ele deve fazer
todos os dias", explica um porta-voz da Agência
Municipal de Transporte de São Francisco (SFMTA).
"Sem um disco rígido, não há lugar para instalar software
de forma permanente."
Este computador tem de ser reiniciado desta forma
repetidamente, acrescenta ele − não pode simplesmente
ser deixado ligado, por medo da degradação da
memória.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/
cy94nqlnqgeo.adaptado.
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Pessoas que não abrem mão dos disquetes
Os disquetes surgiram em 1970 e, por cerca de três
décadas, foram a principal forma de muitas pessoas
armazenarem e fazerem cópias de seus dados de
computador.
Eles que ficaram imortalizados como o ícone "salvar" em
muitos aplicativos de computador até hoje. Os disquetes
usados por Espen Kraft, um apaixonado por música, são
pequenos e rígidos; isso significa que são mais robustos
e mais fáceis de armazenar.
Com o alvorecer do século 21, no entanto, para a
maioria dos usuários de computador, os disquetes
estavam em extinção − cada vez mais suplantados por
CDs graváveis e pen drives. E agora, o armazenamento
em nuvem é onipresente.
O tipo de disquete mais utilizado, com capacidade
máxima inferior a três megabytes, dificilmente consegue
competir. A menos que você seja apaixonado por eles.
Vários sistemas industriais e governamentais em todo o
mundo ainda usam disquetes.
Até mesmo alguns sistemas de transporte urbano
funcionam com eles, apesar do fato de que o último
disquete novo fabricado pela Sony foi em 2011.
Ninguém mais os fabrica, o que significa que há um
número finito de disquetes no mercado - um recurso
disperso que gradualmente diminui.
"Sempre fui muito meticuloso ao armazenar meus
disquetes em um ambiente seco e não muito úmido", diz
Kraft.
Se os seus disquetes forem corrompidos, ainda será
possível substituí-los, desde que você tenha feito cópias
dos seus dados. Tom Persky, um empresário americano,
há anos vende disquetes e ainda acha o comércio
lucrativo.
Persky tem clientes em todo o mundo - cerca de metade
são entusiastas como Espen Kraft e a outra metade são
usuários industriais.
Esta última categoria abrange pessoas que usam no
trabalho computadores que necessitam de disquetes
para funcionar.
"Ainda vendo milhares de disquetes para o setor aéreo",
diz Persky. Ele se recusa a dar mais detalhes. "As
empresas não ficam felizes quando falo sobre elas."
Mas é bem sabido que alguns Boeing 747, por exemplo,
utilizam disquetes para carregar atualizações críticas de
software nos seus computadores de navegação.
Existem também equipamentos de fábrica, sistemas
governamentais que ainda dependem de disquetes.
Em São Francisco, o metrô inaugurado em 1980 não
funciona a menos que o pessoal responsável pegue um
disquete e coloque-o no computador que controla o
Sistema Automático de Controle de Trens da ferrovia, ou
ATCS.
"É preciso dizer ao computador o que ele deve fazer
todos os dias", explica um porta-voz da Agência
Municipal de Transporte de São Francisco (SFMTA).
"Sem um disco rígido, não há lugar para instalar software
de forma permanente."
Este computador tem de ser reiniciado desta forma
repetidamente, acrescenta ele − não pode simplesmente
ser deixado ligado, por medo da degradação da
memória.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/
cy94nqlnqgeo.adaptado.
A norma-padrão de colocação pronominal destacada na frase denomina-se:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Pessoas que não abrem mão dos disquetes
Os disquetes surgiram em 1970 e, por cerca de três
décadas, foram a principal forma de muitas pessoas
armazenarem e fazerem cópias de seus dados de
computador.
Eles que ficaram imortalizados como o ícone "salvar" em
muitos aplicativos de computador até hoje. Os disquetes
usados por Espen Kraft, um apaixonado por música, são
pequenos e rígidos; isso significa que são mais robustos
e mais fáceis de armazenar.
Com o alvorecer do século 21, no entanto, para a
maioria dos usuários de computador, os disquetes
estavam em extinção − cada vez mais suplantados por
CDs graváveis e pen drives. E agora, o armazenamento
em nuvem é onipresente.
O tipo de disquete mais utilizado, com capacidade
máxima inferior a três megabytes, dificilmente consegue
competir. A menos que você seja apaixonado por eles.
Vários sistemas industriais e governamentais em todo o
mundo ainda usam disquetes.
Até mesmo alguns sistemas de transporte urbano
funcionam com eles, apesar do fato de que o último
disquete novo fabricado pela Sony foi em 2011.
Ninguém mais os fabrica, o que significa que há um
número finito de disquetes no mercado - um recurso
disperso que gradualmente diminui.
"Sempre fui muito meticuloso ao armazenar meus
disquetes em um ambiente seco e não muito úmido", diz
Kraft.
Se os seus disquetes forem corrompidos, ainda será
possível substituí-los, desde que você tenha feito cópias
dos seus dados. Tom Persky, um empresário americano,
há anos vende disquetes e ainda acha o comércio
lucrativo.
Persky tem clientes em todo o mundo - cerca de metade
são entusiastas como Espen Kraft e a outra metade são
usuários industriais.
Esta última categoria abrange pessoas que usam no
trabalho computadores que necessitam de disquetes
para funcionar.
"Ainda vendo milhares de disquetes para o setor aéreo",
diz Persky. Ele se recusa a dar mais detalhes. "As
empresas não ficam felizes quando falo sobre elas."
Mas é bem sabido que alguns Boeing 747, por exemplo,
utilizam disquetes para carregar atualizações críticas de
software nos seus computadores de navegação.
Existem também equipamentos de fábrica, sistemas
governamentais que ainda dependem de disquetes.
Em São Francisco, o metrô inaugurado em 1980 não
funciona a menos que o pessoal responsável pegue um
disquete e coloque-o no computador que controla o
Sistema Automático de Controle de Trens da ferrovia, ou
ATCS.
"É preciso dizer ao computador o que ele deve fazer
todos os dias", explica um porta-voz da Agência
Municipal de Transporte de São Francisco (SFMTA).
"Sem um disco rígido, não há lugar para instalar software
de forma permanente."
Este computador tem de ser reiniciado desta forma
repetidamente, acrescenta ele − não pode simplesmente
ser deixado ligado, por medo da degradação da
memória.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/
cy94nqlnqgeo.adaptado.
Assinale a opção correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
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Pessoas que não abrem mão dos disquetes
Os disquetes surgiram em 1970 e, por cerca de três
décadas, foram a principal forma de muitas pessoas
armazenarem e fazerem cópias de seus dados de
computador.
Eles que ficaram imortalizados como o ícone "salvar" em
muitos aplicativos de computador até hoje. Os disquetes
usados por Espen Kraft, um apaixonado por música, são
pequenos e rígidos; isso significa que são mais robustos
e mais fáceis de armazenar.
Com o alvorecer do século 21, no entanto, para a
maioria dos usuários de computador, os disquetes
estavam em extinção − cada vez mais suplantados por
CDs graváveis e pen drives. E agora, o armazenamento
em nuvem é onipresente.
O tipo de disquete mais utilizado, com capacidade
máxima inferior a três megabytes, dificilmente consegue
competir. A menos que você seja apaixonado por eles.
Vários sistemas industriais e governamentais em todo o
mundo ainda usam disquetes.
Até mesmo alguns sistemas de transporte urbano
funcionam com eles, apesar do fato de que o último
disquete novo fabricado pela Sony foi em 2011.
Ninguém mais os fabrica, o que significa que há um
número finito de disquetes no mercado - um recurso
disperso que gradualmente diminui.
"Sempre fui muito meticuloso ao armazenar meus
disquetes em um ambiente seco e não muito úmido", diz
Kraft.
Se os seus disquetes forem corrompidos, ainda será
possível substituí-los, desde que você tenha feito cópias
dos seus dados. Tom Persky, um empresário americano,
há anos vende disquetes e ainda acha o comércio
lucrativo.
Persky tem clientes em todo o mundo - cerca de metade
são entusiastas como Espen Kraft e a outra metade são
usuários industriais.
Esta última categoria abrange pessoas que usam no
trabalho computadores que necessitam de disquetes
para funcionar.
"Ainda vendo milhares de disquetes para o setor aéreo",
diz Persky. Ele se recusa a dar mais detalhes. "As
empresas não ficam felizes quando falo sobre elas."
Mas é bem sabido que alguns Boeing 747, por exemplo,
utilizam disquetes para carregar atualizações críticas de
software nos seus computadores de navegação.
Existem também equipamentos de fábrica, sistemas
governamentais que ainda dependem de disquetes.
Em São Francisco, o metrô inaugurado em 1980 não
funciona a menos que o pessoal responsável pegue um
disquete e coloque-o no computador que controla o
Sistema Automático de Controle de Trens da ferrovia, ou
ATCS.
"É preciso dizer ao computador o que ele deve fazer
todos os dias", explica um porta-voz da Agência
Municipal de Transporte de São Francisco (SFMTA).
"Sem um disco rígido, não há lugar para instalar software
de forma permanente."
Este computador tem de ser reiniciado desta forma
repetidamente, acrescenta ele − não pode simplesmente
ser deixado ligado, por medo da degradação da
memória.
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cy94nqlnqgeo.adaptado.
A razão principal pela qual Tom Persky ainda vende disquetes atualmente é porque:
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Pessoas que não abrem mão dos disquetes
Os disquetes surgiram em 1970 e, por cerca de três
décadas, foram a principal forma de muitas pessoas
armazenarem e fazerem cópias de seus dados de
computador.
Eles que ficaram imortalizados como o ícone "salvar" em
muitos aplicativos de computador até hoje. Os disquetes
usados por Espen Kraft, um apaixonado por música, são
pequenos e rígidos; isso significa que são mais robustos
e mais fáceis de armazenar.
Com o alvorecer do século 21, no entanto, para a
maioria dos usuários de computador, os disquetes
estavam em extinção − cada vez mais suplantados por
CDs graváveis e pen drives. E agora, o armazenamento
em nuvem é onipresente.
O tipo de disquete mais utilizado, com capacidade
máxima inferior a três megabytes, dificilmente consegue
competir. A menos que você seja apaixonado por eles.
Vários sistemas industriais e governamentais em todo o
mundo ainda usam disquetes.
Até mesmo alguns sistemas de transporte urbano
funcionam com eles, apesar do fato de que o último
disquete novo fabricado pela Sony foi em 2011.
Ninguém mais os fabrica, o que significa que há um
número finito de disquetes no mercado - um recurso
disperso que gradualmente diminui.
"Sempre fui muito meticuloso ao armazenar meus
disquetes em um ambiente seco e não muito úmido", diz
Kraft.
Se os seus disquetes forem corrompidos, ainda será
possível substituí-los, desde que você tenha feito cópias
dos seus dados. Tom Persky, um empresário americano,
há anos vende disquetes e ainda acha o comércio
lucrativo.
Persky tem clientes em todo o mundo - cerca de metade
são entusiastas como Espen Kraft e a outra metade são
usuários industriais.
Esta última categoria abrange pessoas que usam no
trabalho computadores que necessitam de disquetes
para funcionar.
"Ainda vendo milhares de disquetes para o setor aéreo",
diz Persky. Ele se recusa a dar mais detalhes. "As
empresas não ficam felizes quando falo sobre elas."
Mas é bem sabido que alguns Boeing 747, por exemplo,
utilizam disquetes para carregar atualizações críticas de
software nos seus computadores de navegação.
Existem também equipamentos de fábrica, sistemas
governamentais que ainda dependem de disquetes.
Em São Francisco, o metrô inaugurado em 1980 não
funciona a menos que o pessoal responsável pegue um
disquete e coloque-o no computador que controla o
Sistema Automático de Controle de Trens da ferrovia, ou
ATCS.
"É preciso dizer ao computador o que ele deve fazer
todos os dias", explica um porta-voz da Agência
Municipal de Transporte de São Francisco (SFMTA).
"Sem um disco rígido, não há lugar para instalar software
de forma permanente."
Este computador tem de ser reiniciado desta forma
repetidamente, acrescenta ele − não pode simplesmente
ser deixado ligado, por medo da degradação da
memória.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/
cy94nqlnqgeo.adaptado.
A expressão destacada trata-se de uma oração:
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Pessoas que não abrem mão dos disquetes
Os disquetes surgiram em 1970 e, por cerca de três
décadas, foram a principal forma de muitas pessoas
armazenarem e fazerem cópias de seus dados de
computador.
Eles que ficaram imortalizados como o ícone "salvar" em
muitos aplicativos de computador até hoje. Os disquetes
usados por Espen Kraft, um apaixonado por música, são
pequenos e rígidos; isso significa que são mais robustos
e mais fáceis de armazenar.
Com o alvorecer do século 21, no entanto, para a
maioria dos usuários de computador, os disquetes
estavam em extinção − cada vez mais suplantados por
CDs graváveis e pen drives. E agora, o armazenamento
em nuvem é onipresente.
O tipo de disquete mais utilizado, com capacidade
máxima inferior a três megabytes, dificilmente consegue
competir. A menos que você seja apaixonado por eles.
Vários sistemas industriais e governamentais em todo o
mundo ainda usam disquetes.
Até mesmo alguns sistemas de transporte urbano
funcionam com eles, apesar do fato de que o último
disquete novo fabricado pela Sony foi em 2011.
Ninguém mais os fabrica, o que significa que há um
número finito de disquetes no mercado - um recurso
disperso que gradualmente diminui.
"Sempre fui muito meticuloso ao armazenar meus
disquetes em um ambiente seco e não muito úmido", diz
Kraft.
Se os seus disquetes forem corrompidos, ainda será
possível substituí-los, desde que você tenha feito cópias
dos seus dados. Tom Persky, um empresário americano,
há anos vende disquetes e ainda acha o comércio
lucrativo.
Persky tem clientes em todo o mundo - cerca de metade
são entusiastas como Espen Kraft e a outra metade são
usuários industriais.
Esta última categoria abrange pessoas que usam no
trabalho computadores que necessitam de disquetes
para funcionar.
"Ainda vendo milhares de disquetes para o setor aéreo",
diz Persky. Ele se recusa a dar mais detalhes. "As
empresas não ficam felizes quando falo sobre elas."
Mas é bem sabido que alguns Boeing 747, por exemplo,
utilizam disquetes para carregar atualizações críticas de
software nos seus computadores de navegação.
Existem também equipamentos de fábrica, sistemas
governamentais que ainda dependem de disquetes.
Em São Francisco, o metrô inaugurado em 1980 não
funciona a menos que o pessoal responsável pegue um
disquete e coloque-o no computador que controla o
Sistema Automático de Controle de Trens da ferrovia, ou
ATCS.
"É preciso dizer ao computador o que ele deve fazer
todos os dias", explica um porta-voz da Agência
Municipal de Transporte de São Francisco (SFMTA).
"Sem um disco rígido, não há lugar para instalar software
de forma permanente."
Este computador tem de ser reiniciado desta forma
repetidamente, acrescenta ele − não pode simplesmente
ser deixado ligado, por medo da degradação da
memória.
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De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
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Os disquetes surgiram em 1970 e, por cerca de três
décadas, foram a principal forma de muitas pessoas
armazenarem e fazerem cópias de seus dados de
computador.
Eles que ficaram imortalizados como o ícone "salvar" em
muitos aplicativos de computador até hoje. Os disquetes
usados por Espen Kraft, um apaixonado por música, são
pequenos e rígidos; isso significa que são mais robustos
e mais fáceis de armazenar.
Com o alvorecer do século 21, no entanto, para a
maioria dos usuários de computador, os disquetes
estavam em extinção − cada vez mais suplantados por
CDs graváveis e pen drives. E agora, o armazenamento
em nuvem é onipresente.
O tipo de disquete mais utilizado, com capacidade
máxima inferior a três megabytes, dificilmente consegue
competir. A menos que você seja apaixonado por eles.
Vários sistemas industriais e governamentais em todo o
mundo ainda usam disquetes.
Até mesmo alguns sistemas de transporte urbano
funcionam com eles, apesar do fato de que o último
disquete novo fabricado pela Sony foi em 2011.
Ninguém mais os fabrica, o que significa que há um
número finito de disquetes no mercado - um recurso
disperso que gradualmente diminui.
"Sempre fui muito meticuloso ao armazenar meus
disquetes em um ambiente seco e não muito úmido", diz
Kraft.
Se os seus disquetes forem corrompidos, ainda será
possível substituí-los, desde que você tenha feito cópias
dos seus dados. Tom Persky, um empresário americano,
há anos vende disquetes e ainda acha o comércio
lucrativo.
Persky tem clientes em todo o mundo - cerca de metade
são entusiastas como Espen Kraft e a outra metade são
usuários industriais.
Esta última categoria abrange pessoas que usam no
trabalho computadores que necessitam de disquetes
para funcionar.
"Ainda vendo milhares de disquetes para o setor aéreo",
diz Persky. Ele se recusa a dar mais detalhes. "As
empresas não ficam felizes quando falo sobre elas."
Mas é bem sabido que alguns Boeing 747, por exemplo,
utilizam disquetes para carregar atualizações críticas de
software nos seus computadores de navegação.
Existem também equipamentos de fábrica, sistemas
governamentais que ainda dependem de disquetes.
Em São Francisco, o metrô inaugurado em 1980 não
funciona a menos que o pessoal responsável pegue um
disquete e coloque-o no computador que controla o
Sistema Automático de Controle de Trens da ferrovia, ou
ATCS.
"É preciso dizer ao computador o que ele deve fazer
todos os dias", explica um porta-voz da Agência
Municipal de Transporte de São Francisco (SFMTA).
"Sem um disco rígido, não há lugar para instalar software
de forma permanente."
Este computador tem de ser reiniciado desta forma
repetidamente, acrescenta ele − não pode simplesmente
ser deixado ligado, por medo da degradação da
memória.
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Sintaticamente, o termo destacado nesta frase trata-se de:
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