Foram encontradas 30 questões.
Um estádio de futebol tem capacidade de 40.000 pessoas. Em um determinado jogo, apenas !$ \dfrac{3}{4} !$ da capacidade total estava ocupada por torcedores. Deste total, !$ \dfrac{2}{5} !$ é composto por mulheres. O número de mulheres torcedoras neste jogo é de
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Uma peça de uma máquina precisa ser trocada a cada 1.000 horas de funcionamento da máquina. Sabe-se que essa máquina fica em funcionamento durante apenas 2 horas e meia por dia, durante todos os dias. Considerando esses dados, a peça precisará ser trocada a cada
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O terreno de um estacionamento possui a forma de um trapézio com 50 metros de altura, 80 metros de base maior e 60 metros de base menor. Sabendo que uma caçamba de caminhão cheia de pedras é suficiente para cobrir satisfatoriamente 25 metros quadrados de área, serão necessárias, no mínimo.
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Constatou-se, em determinado momento, que um reservatório de água em forma de paralelepípedo retângulo está !$ \dfrac{2}{3} !$ cheio. Sabendo que possui 1,5 meio metros de cumprimento, 0,8 metros de largura e 0,4 metros de altura, este reservatório possui, no instante supracitado, um volume de água, de
(considere 1m3=1.000 litros)
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De acordo com a norma padrão da língua portuguesa quanto à colocação pronominal, assinale a alternativa correta.
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Aparecida inicialmente dava 50gramas de ração diárias para seu cachorro, e dessa forma, um saco dessa ração era suficiente para 32 dias. No entanto, reduziu essa quantidade em 10 gramas, de acordo com indicação do fabricante. Assim alimentando seu cachorro com a quantidade de ração indicada pelo fabricante, dois sacos idênticos ao anterior dessa ração seriam suficiente.
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Para fazer o aterro de um terreno, foi necessário um volume de terra, para nivelar o solo, de 200 metros cúbicos. Considere que o terreno aterrado era quadrado, com lado medindo 10 metros e que a terra foi uniformemente distribuída. Dessa forma, a altura do desnível no terreno supracitado era de
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De acordo com a norma padrão da língua portuguesa quanto à concordância verbal, assinale a alternativa correta.
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Medo da eternidade
Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade.
Quando eu era muito pequena ainda não tinha aprovado chicles e e mesmo em recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar, com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas.
Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa me explicou:
— Tome cuidado para não perder, por que esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira.
— Como não acaba? — Parei um instante na rua, perplexa.
— Não acaba nunca, e pronto.
Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só pra faze-la durar mais. E eis me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual já começara a me dar conta.
— Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca.
— E agora que é que eu faço? — perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver.
— Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E ai mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários.
Perder a eternidade?Nunca.
O adocicado era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamos-nos para a escola.
— Acabou-se o docinho. E agora?
— Agora mastigue para sempre.
Assustei-me, não saberia dizer por que. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava.
Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser a bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da idéia de eternidade ou de infinito. Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava era aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar.
Até que não suportei mais, e atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão da areia.
— Olha só o que me aconteceu! — Disse eu em fingidos espanto e tristeza. — Agora não posso mastigar mais! A bala acabou!
— Já lhe disse, repetiu minha irmã, que ela não acaba nunca. Mas a gente as vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá.
Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra na boca por acaso.
Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.
(Clarisse Lispector. In A descoberta do mundo. pp.289-281).
Sobre o texto, analise as alternativas abaixo.
I. A crônica em que se passa em um momento do passado da narradora, mais precisamente sobre a primeira vez ela experimentou um chiclete.
II. Apesar da estranheza final, a experiência da narradora correspondeu à sua expectativa inicial.
III. No início a narradora ficou com medo de perder o chiclete que, para ela, era uma espécie de personificação da eternidade, porem no fim, ao deixar o doce cair, sentiu-se aliviada por não precisar carregar o preço da eternidade consigo.
É correto o que se afirma em
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De acordo com a norma padrão da língua portuguesa quanto à ortografia e ao contexto, assinale a alternativa correta.
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