Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

1949326 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Morro Agudo-SP
Em uma loja, um determinado equipamento custava R$ 2.450,00. Em outra loja, esse mesmo equipamento estava 16% mais caro. A diferença de preço entre as duas lojas era de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1949325 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Morro Agudo-SP
Na manipulação de um remédio, um dos componentes goteja uma gota por segundo. Considerando que o gotejamento seja constante, em 5 minutos terão sido gotejadas
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1949324 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Morro Agudo-SP
Uma pessoa tem um cão com 12 kg de massa corporal. A quantidade diária de comida natural para esse cão deve ser de 5% do valor de sua massa corporal, o que corresponde a
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1949323 Ano: 2020
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Morro Agudo-SP
Em dois dias de trabalho voluntário com animais, nas cinco regiões brasileiras, foram atendidos 1000 animais, conforme mostra o gráfico a seguir. enunciado 628651-1

Em relação aos dados apresentados, é correto afirmar que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1949322 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Morro Agudo-SP
Maurício desenhou um mapa com um percurso partindo da empresa em que trabalha até o local onde será realizada uma festa para os funcionários. Nesse mapa, 1 cm corresponde a 2 km de distância real. Se no mapa o percurso é de 12 cm, a distância real é de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1949318 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Morro Agudo-SP

Leia o texto para responder à questão.

Relações de desamor

Um dia, uma médica conversou com Leila sobre relacionamentos amorosos que não acabam, mas deixam de ser amorosos. A doutora disse que, após anos trabalhando em consultório, ainda não conseguia deixar de se espantar com o comportamento de alguns casais maduros. A mulher ia acompanhar o marido e, durante toda a consulta, demonstrava de forma clara o desprezo e o desamor que sentia pelo companheiro. Eram palavras ríspidas, comentários irônicos, ausência absoluta de qualquer gesto de companheirismo e afeto.

– Ele faz tudo errado! – diz uma das mulheres.

– Explica direito o que você está sentindo! – outra ordena ao marido.

A sensação que Leila tem é de que são mulheres que, de uma forma ou de outra, foram dominadas pelo marido ou traídas por ele. Enfim, mulheres que se decepcionaram profundamente com o companheiro, mas decidiram levar o casamento adiante. E agora, porque o marido está mais envelhecido ou com a saúde frágil, precisando ou até mesmo dependendo delas, as mulheres dão o troco. Continuam com o companheiro, mas se colocam numa posição superior e, sempre que possível, deixam claro: não sentem qualquer admiração ou respeito por aquela pessoa que está ali do seu lado.

Leila saiu do consultório pensando em casais que conhecia com esse comportamento descrito pela médica, do quanto é constrangedor presenciar tais situações e como é melancólico constatar que, às vezes, o que une duas pessoas que passaram uma vida juntas é o rancor. São casais que exercitam diariamente a agressividade, o desrespeito e a amargura. Não só as mulheres, claro, são capazes desse exercício de desamor.

Infelizmente, a crueldade do ser humano é muito maior do que gostaríamos de supor, e as relações proporcionam oportunidades infinitas para magoar, humilhar ou arrasar o outro. O certo, quando o amor deixa de existir, seria separar -se, até para que novas histórias de amor pudessem nascer, mas, acima de tudo, para evitar que tantas outras coisas essenciais sejam enterradas. Entre elas, a capacidade – dificílima – de eventualmente perdoar.

(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o termo destacado atribui uma qualidade à palavra anterior.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1949313 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Morro Agudo-SP

Leia o texto para responder à questão.

Relações de desamor

Um dia, uma médica conversou com Leila sobre relacionamentos amorosos que não acabam, mas deixam de ser amorosos. A doutora disse que, após anos trabalhando em consultório, ainda não conseguia deixar de se espantar com o comportamento de alguns casais maduros. A mulher ia acompanhar o marido e, durante toda a consulta, demonstrava de forma clara o desprezo e o desamor que sentia pelo companheiro. Eram palavras ríspidas, comentários irônicos, ausência absoluta de qualquer gesto de companheirismo e afeto.

– Ele faz tudo errado! – diz uma das mulheres.

– Explica direito o que você está sentindo! – outra ordena ao marido.

A sensação que Leila tem é de que são mulheres que, de uma forma ou de outra, foram dominadas pelo marido ou traídas por ele. Enfim, mulheres que se decepcionaram profundamente com o companheiro, mas decidiram levar o casamento adiante. E agora, porque o marido está mais envelhecido ou com a saúde frágil, precisando ou até mesmo dependendo delas, as mulheres dão o troco. Continuam com o companheiro, mas se colocam numa posição superior e, sempre que possível, deixam claro: não sentem qualquer admiração ou respeito por aquela pessoa que está ali do seu lado.

Leila saiu do consultório pensando em casais que conhecia com esse comportamento descrito pela médica, do quanto é constrangedor presenciar tais situações e como é melancólico constatar que, às vezes, o que une duas pessoas que passaram uma vida juntas é o rancor. São casais que exercitam diariamente a agressividade, o desrespeito e a amargura. Não só as mulheres, claro, são capazes desse exercício de desamor.

Infelizmente, a crueldade do ser humano é muito maior do que gostaríamos de supor, e as relações proporcionam oportunidades infinitas para magoar, humilhar ou arrasar o outro. O certo, quando o amor deixa de existir, seria separar -se, até para que novas histórias de amor pudessem nascer, mas, acima de tudo, para evitar que tantas outras coisas essenciais sejam enterradas. Entre elas, a capacidade – dificílima – de eventualmente perdoar.

(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a pontuação está empregada conforme a norma-padrão da língua portuguesa.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1949309 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Morro Agudo-SP

Leia o texto a seguir para responder à questão.

O que destrói o relacionamento é a falta de respeito

Os relacionamentos chegam ao fim por diversos motivos. Alguns por excesso de ciúmes, outros por exagerados cuidados, outros por falta de respeito.

Muitas vezes abandonamos o barco amando muito, mas a relação sofreu tantos maus-tratos que não há como continuar. Constata-se facilmente que as relações são afetadas pela forma como as pessoas se tratam. É interessante comparar o começo com o fim de um relacionamento. No começo, as pessoas são gentis, educadas e se mostram preocupadas com o outro. Mas, com o passar do tempo, desrespeitam o companheiro de forma cruel, como se não houvesse nenhum sentimento entre eles.

No calor das emoções, muitos usam as ofensas como quem usa uma metralhadora com a intenção de matar. E matam mesmo. Matam o respeito, o amor, a vontade de continuar. Alguns relacionamentos, ainda que não levem à morte nem sirvam de reportagem para os noticiários sensacionalistas, deixam marcas profundas na alma das pessoas.

É preciso entender que onde prevalece a dor e a humilhação, não pode haver relacionamento.

(Pamela Camocardi. Disponível em: http://www.asomadetodososafetos.com.

Acesso em: 10.11.2019. Adaptado)

Assinale a alternativa em que há palavra ou expressão empregada com sentido figurado.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1949306 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Morro Agudo-SP

Leia o texto para responder à questão.

Relações de desamor

Um dia, uma médica conversou com Leila sobre relacionamentos amorosos que não acabam, mas deixam de ser amorosos. A doutora disse que, após anos trabalhando em consultório, ainda não conseguia deixar de se espantar com o comportamento de alguns casais maduros. A mulher ia acompanhar o marido e, durante toda a consulta, demonstrava de forma clara o desprezo e o desamor que sentia pelo companheiro. Eram palavras ríspidas, comentários irônicos, ausência absoluta de qualquer gesto de companheirismo e afeto.

– Ele faz tudo errado! – diz uma das mulheres.

– Explica direito o que você está sentindo! – outra ordena ao marido.

A sensação que Leila tem é de que são mulheres que, de uma forma ou de outra, foram dominadas pelo marido ou traídas por ele. Enfim, mulheres que se decepcionaram profundamente com o companheiro, mas decidiram levar o casamento adiante. E agora, porque o marido está mais envelhecido ou com a saúde frágil, precisando ou até mesmo dependendo delas, as mulheres dão o troco. Continuam com o companheiro, mas se colocam numa posição superior e, sempre que possível, deixam claro: não sentem qualquer admiração ou respeito por aquela pessoa que está ali do seu lado.

Leila saiu do consultório pensando em casais que conhecia com esse comportamento descrito pela médica, do quanto é constrangedor presenciar tais situações e como é melancólico constatar que, às vezes, o que une duas pessoas que passaram uma vida juntas é o rancor. São casais que exercitam diariamente a agressividade, o desrespeito e a amargura. Não só as mulheres, claro, são capazes desse exercício de desamor.

Infelizmente, a crueldade do ser humano é muito maior do que gostaríamos de supor, e as relações proporcionam oportunidades infinitas para magoar, humilhar ou arrasar o outro. O certo, quando o amor deixa de existir, seria separar -se, até para que novas histórias de amor pudessem nascer, mas, acima de tudo, para evitar que tantas outras coisas essenciais sejam enterradas. Entre elas, a capacidade – dificílima – de eventualmente perdoar.

(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)

De acordo com o texto do 1° parágrafo, é correto afirmar que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1949305 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Morro Agudo-SP

Leia o texto para responder à questão.

Relações de desamor

Um dia, uma médica conversou com Leila sobre relacionamentos amorosos que não acabam, mas deixam de ser amorosos. A doutora disse que, após anos trabalhando em consultório, ainda não conseguia deixar de se espantar com o comportamento de alguns casais maduros. A mulher ia acompanhar o marido e, durante toda a consulta, demonstrava de forma clara o desprezo e o desamor que sentia pelo companheiro. Eram palavras ríspidas, comentários irônicos, ausência absoluta de qualquer gesto de companheirismo e afeto.

– Ele faz tudo errado! – diz uma das mulheres.

– Explica direito o que você está sentindo! – outra ordena ao marido.

A sensação que Leila tem é de que são mulheres que, de uma forma ou de outra, foram dominadas pelo marido ou traídas por ele. Enfim, mulheres que se decepcionaram profundamente com o companheiro, mas decidiram levar o casamento adiante. E agora, porque o marido está mais envelhecido ou com a saúde frágil, precisando ou até mesmo dependendo delas, as mulheres dão o troco. Continuam com o companheiro, mas se colocam numa posição superior e, sempre que possível, deixam claro: não sentem qualquer admiração ou respeito por aquela pessoa que está ali do seu lado.

Leila saiu do consultório pensando em casais que conhecia com esse comportamento descrito pela médica, do quanto é constrangedor presenciar tais situações e como é melancólico constatar que, às vezes, o que une duas pessoas que passaram uma vida juntas é o rancor. São casais que exercitam diariamente a agressividade, o desrespeito e a amargura. Não só as mulheres, claro, são capazes desse exercício de desamor.

Infelizmente, a crueldade do ser humano é muito maior do que gostaríamos de supor, e as relações proporcionam oportunidades infinitas para magoar, humilhar ou arrasar o outro. O certo, quando o amor deixa de existir, seria separar -se, até para que novas histórias de amor pudessem nascer, mas, acima de tudo, para evitar que tantas outras coisas essenciais sejam enterradas. Entre elas, a capacidade – dificílima – de eventualmente perdoar.

(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)

Conforme a leitura do texto, Leila chegou à conclusão de que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas