Foram encontradas 40 questões.
Em uma prática pedagógica centrada na realidade social, em que professor e alunos discutem sobre temas sociais, políticos e
econômicos, bem como analisam problemas da comunidade local, o professor é o coordenador das atividades desenvolvidas com os
alunos e o processo de participação ativa nas discussões e nas soluções práticas sobre questões da realidade social imediata, são
prioridades sobre os conteúdos sistematizados para o ensino.
O texto acima trata sobre qual tendência pedagógica?
O texto acima trata sobre qual tendência pedagógica?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A intervenção na atividade de aprendizagem das crianças através da direção deliberada e planejada do ensino, ao contrário das formas e
intervenção mais ou menos espontâneas de antes, é chamada de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- LegislaçãoLei 9.394/1996: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
- Políticas Educacionais
- Organização e Estrutura dos Sistemas de Ensino no Brasil
“Nos estabelecimentos que adotam a progressão regular por série, o regimento escolar pode admitir formas de progressão parcial,
desde que preservada a sequência do currículo, observadas as normas do respectivo sistema de ensino.”
O texto acima é estabelecido como regra de quais níveis de ensino da Educação Básica?
O texto acima é estabelecido como regra de quais níveis de ensino da Educação Básica?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sobre os conteúdos curriculares da educação básica, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9.394/96 orienta para algumas
diretrizes que devem ser observadas. Assinale a alternativa que corresponde à diretriz CORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Com a Organização da Educação Nacional, estabelecida pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9.394/96, são atribuídas
incumbências para os docentes. Dentre elas, estão:
I- Participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino.
II- Administrar seu pessoal e seus recursos materiais e financeiros.
III- Velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada docente.
IV- Estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento.
V- Colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- Participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino.
II- Administrar seu pessoal e seus recursos materiais e financeiros.
III- Velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada docente.
IV- Estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento.
V- Colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o Texto II e responda à questão.
Texto II
Teste genético ajuda a prevenir câncer de mama e de ovário
Detecção por amostra de sangue viabiliza intervenção antes de a doença surgir
O teste genético para saber se uma pessoa tem chances de desenvolver câncer é feito a partir da coleta de uma simples amostra
de sangue ou saliva e pode salvar mais de uma vida – a do paciente e a dos que compartilham com ele o mesmo histórico genético. O
procedimento existe há cerca de uma década, mas, segundo especialistas, houve avanço expressivo no entendimento sobre os códigos
revelados, permitindo resultados mais rápidos e tratamento preventivo mais preciso.
“O que mudou foi a leitura dos genes, que se tornou mais completa. Lemos [agora] parte dos genes que antigamente não
conseguíamos. Além disso, como mais pessoas estão fazendo o teste, conhecemos um maior número de mutações e podemos
classificá-las melhor”, afirma a médica Bruna Zucchetti, oncologista especialista em câncer de mama do Hospital Nove de Julho.
A profilaxia vai desde o uso de medicações para cada tipo de mutação encontrada até a indicação de cirurgia redutora de risco.
No caso de mutações BRCA1 e BRCA2, o médico pode solicitar a remoção de ovários (ooforectomia), glândulas mamárias
(adenomastectomia), tubas uterinas e útero (histerectomia) para evitar o desenvolvimento de um câncer agressivo.
A mutação de BRCA 1 e 2 pode ser apresentada por homens e mulheres, sendo indicativa de risco genético para câncer de
mama (masculino e feminino), ovários, pâncreas e próstata. “O teste genético não faz diagnóstico de câncer. Nas pacientes que já têm
[a doença], é feito para orientar o seguimento e a necessidade de cirurgias profiláticas para reduzir o risco de novo câncer”, explica
Zucchetti. O exame, portanto, ajuda a definir o melhor tratamento e orienta a testagem de outros membros da família.
O DNA para pesquisa de mutação de BRCA1 e 2 é extraído das células de uma amostra de sangue, que pode ser coletada por
qualquer pessoa e sem necessidade de nenhum preparo prévio. Arecomendação da Sociedade Americana de Oncologia é que todas as
mulheres com menos de 65 anos que tenham diagnóstico de câncer de mama, independentemente do histórico familiar, façam o teste
genético.
“A cirurgia redutora de risco – ou profilática – reduz consideravelmente a chance de desenvolver um tumor de mama e
ovário”, diz Zuchetti. A remoção das glândulas mamárias, nesses casos, é feita dos dois lados e antes dos 40 anos. Já os ovários têm
recomendação de remoção também bilateral, mas após os 40 anos. “É indicado que todas as mulheres com diagnóstico de mutação de
BRCA1 ou 2 realizem essas duas cirurgias profiláticas”, aponta a oncologista.
Zuchetti diz que os exames genéticos têm ficado mais acessíveis, mas ainda encontram barreiras para serem realizados via
rede pública e até por convênios, mas que a expectativa para o futuro é que mais pacientes tenham acesso e possam realizar o teste.
Fonte: CASTRO, Danielle. Folha de S. Paulo, 08 abril 2024, B4, com adaptações.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o Texto II e responda à questão.
Texto II
Teste genético ajuda a prevenir câncer de mama e de ovário
Detecção por amostra de sangue viabiliza intervenção antes de a doença surgir
O teste genético para saber se uma pessoa tem chances de desenvolver câncer é feito a partir da coleta de uma simples amostra
de sangue ou saliva e pode salvar mais de uma vida – a do paciente e a dos que compartilham com ele o mesmo histórico genético. O
procedimento existe há cerca de uma década, mas, segundo especialistas, houve avanço expressivo no entendimento sobre os códigos
revelados, permitindo resultados mais rápidos e tratamento preventivo mais preciso.
“O que mudou foi a leitura dos genes, que se tornou mais completa. Lemos [agora] parte dos genes que antigamente não
conseguíamos. Além disso, como mais pessoas estão fazendo o teste, conhecemos um maior número de mutações e podemos
classificá-las melhor”, afirma a médica Bruna Zucchetti, oncologista especialista em câncer de mama do Hospital Nove de Julho.
A profilaxia vai desde o uso de medicações para cada tipo de mutação encontrada até a indicação de cirurgia redutora de risco.
No caso de mutações BRCA1 e BRCA2, o médico pode solicitar a remoção de ovários (ooforectomia), glândulas mamárias
(adenomastectomia), tubas uterinas e útero (histerectomia) para evitar o desenvolvimento de um câncer agressivo.
A mutação de BRCA 1 e 2 pode ser apresentada por homens e mulheres, sendo indicativa de risco genético para câncer de
mama (masculino e feminino), ovários, pâncreas e próstata. “O teste genético não faz diagnóstico de câncer. Nas pacientes que já têm
[a doença], é feito para orientar o seguimento e a necessidade de cirurgias profiláticas para reduzir o risco de novo câncer”, explica
Zucchetti. O exame, portanto, ajuda a definir o melhor tratamento e orienta a testagem de outros membros da família.
O DNA para pesquisa de mutação de BRCA1 e 2 é extraído das células de uma amostra de sangue, que pode ser coletada por
qualquer pessoa e sem necessidade de nenhum preparo prévio. Arecomendação da Sociedade Americana de Oncologia é que todas as
mulheres com menos de 65 anos que tenham diagnóstico de câncer de mama, independentemente do histórico familiar, façam o teste
genético.
“A cirurgia redutora de risco – ou profilática – reduz consideravelmente a chance de desenvolver um tumor de mama e
ovário”, diz Zuchetti. A remoção das glândulas mamárias, nesses casos, é feita dos dois lados e antes dos 40 anos. Já os ovários têm
recomendação de remoção também bilateral, mas após os 40 anos. “É indicado que todas as mulheres com diagnóstico de mutação de
BRCA1 ou 2 realizem essas duas cirurgias profiláticas”, aponta a oncologista.
Zuchetti diz que os exames genéticos têm ficado mais acessíveis, mas ainda encontram barreiras para serem realizados via
rede pública e até por convênios, mas que a expectativa para o futuro é que mais pacientes tenham acesso e possam realizar o teste.
Fonte: CASTRO, Danielle. Folha de S. Paulo, 08 abril 2024, B4, com adaptações.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o Texto II e responda à questão.
Texto II
Teste genético ajuda a prevenir câncer de mama e de ovário
Detecção por amostra de sangue viabiliza intervenção antes de a doença surgir
O teste genético para saber se uma pessoa tem chances de desenvolver câncer é feito a partir da coleta de uma simples amostra
de sangue ou saliva e pode salvar mais de uma vida – a do paciente e a dos que compartilham com ele o mesmo histórico genético. O
procedimento existe há cerca de uma década, mas, segundo especialistas, houve avanço expressivo no entendimento sobre os códigos
revelados, permitindo resultados mais rápidos e tratamento preventivo mais preciso.
“O que mudou foi a leitura dos genes, que se tornou mais completa. Lemos [agora] parte dos genes que antigamente não
conseguíamos. Além disso, como mais pessoas estão fazendo o teste, conhecemos um maior número de mutações e podemos
classificá-las melhor”, afirma a médica Bruna Zucchetti, oncologista especialista em câncer de mama do Hospital Nove de Julho.
A profilaxia vai desde o uso de medicações para cada tipo de mutação encontrada até a indicação de cirurgia redutora de risco.
No caso de mutações BRCA1 e BRCA2, o médico pode solicitar a remoção de ovários (ooforectomia), glândulas mamárias
(adenomastectomia), tubas uterinas e útero (histerectomia) para evitar o desenvolvimento de um câncer agressivo.
A mutação de BRCA 1 e 2 pode ser apresentada por homens e mulheres, sendo indicativa de risco genético para câncer de
mama (masculino e feminino), ovários, pâncreas e próstata. “O teste genético não faz diagnóstico de câncer. Nas pacientes que já têm
[a doença], é feito para orientar o seguimento e a necessidade de cirurgias profiláticas para reduzir o risco de novo câncer”, explica
Zucchetti. O exame, portanto, ajuda a definir o melhor tratamento e orienta a testagem de outros membros da família.
O DNA para pesquisa de mutação de BRCA1 e 2 é extraído das células de uma amostra de sangue, que pode ser coletada por
qualquer pessoa e sem necessidade de nenhum preparo prévio. Arecomendação da Sociedade Americana de Oncologia é que todas as
mulheres com menos de 65 anos que tenham diagnóstico de câncer de mama, independentemente do histórico familiar, façam o teste
genético.
“A cirurgia redutora de risco – ou profilática – reduz consideravelmente a chance de desenvolver um tumor de mama e
ovário”, diz Zuchetti. A remoção das glândulas mamárias, nesses casos, é feita dos dois lados e antes dos 40 anos. Já os ovários têm
recomendação de remoção também bilateral, mas após os 40 anos. “É indicado que todas as mulheres com diagnóstico de mutação de
BRCA1 ou 2 realizem essas duas cirurgias profiláticas”, aponta a oncologista.
Zuchetti diz que os exames genéticos têm ficado mais acessíveis, mas ainda encontram barreiras para serem realizados via
rede pública e até por convênios, mas que a expectativa para o futuro é que mais pacientes tenham acesso e possam realizar o teste.
Fonte: CASTRO, Danielle. Folha de S. Paulo, 08 abril 2024, B4, com adaptações.
“O exame, portanto, ajuda a definir o melhor tratamento e orienta a testagem de outros membros da família” (4º§).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o Texto II e responda à questão.
Texto II
Teste genético ajuda a prevenir câncer de mama e de ovário
Detecção por amostra de sangue viabiliza intervenção antes de a doença surgir
O teste genético para saber se uma pessoa tem chances de desenvolver câncer é feito a partir da coleta de uma simples amostra
de sangue ou saliva e pode salvar mais de uma vida – a do paciente e a dos que compartilham com ele o mesmo histórico genético. O
procedimento existe há cerca de uma década, mas, segundo especialistas, houve avanço expressivo no entendimento sobre os códigos
revelados, permitindo resultados mais rápidos e tratamento preventivo mais preciso.
“O que mudou foi a leitura dos genes, que se tornou mais completa. Lemos [agora] parte dos genes que antigamente não
conseguíamos. Além disso, como mais pessoas estão fazendo o teste, conhecemos um maior número de mutações e podemos
classificá-las melhor”, afirma a médica Bruna Zucchetti, oncologista especialista em câncer de mama do Hospital Nove de Julho.
A profilaxia vai desde o uso de medicações para cada tipo de mutação encontrada até a indicação de cirurgia redutora de risco.
No caso de mutações BRCA1 e BRCA2, o médico pode solicitar a remoção de ovários (ooforectomia), glândulas mamárias
(adenomastectomia), tubas uterinas e útero (histerectomia) para evitar o desenvolvimento de um câncer agressivo.
A mutação de BRCA 1 e 2 pode ser apresentada por homens e mulheres, sendo indicativa de risco genético para câncer de
mama (masculino e feminino), ovários, pâncreas e próstata. “O teste genético não faz diagnóstico de câncer. Nas pacientes que já têm
[a doença], é feito para orientar o seguimento e a necessidade de cirurgias profiláticas para reduzir o risco de novo câncer”, explica
Zucchetti. O exame, portanto, ajuda a definir o melhor tratamento e orienta a testagem de outros membros da família.
O DNA para pesquisa de mutação de BRCA1 e 2 é extraído das células de uma amostra de sangue, que pode ser coletada por
qualquer pessoa e sem necessidade de nenhum preparo prévio. Arecomendação da Sociedade Americana de Oncologia é que todas as
mulheres com menos de 65 anos que tenham diagnóstico de câncer de mama, independentemente do histórico familiar, façam o teste
genético.
“A cirurgia redutora de risco – ou profilática – reduz consideravelmente a chance de desenvolver um tumor de mama e
ovário”, diz Zuchetti. A remoção das glândulas mamárias, nesses casos, é feita dos dois lados e antes dos 40 anos. Já os ovários têm
recomendação de remoção também bilateral, mas após os 40 anos. “É indicado que todas as mulheres com diagnóstico de mutação de
BRCA1 ou 2 realizem essas duas cirurgias profiláticas”, aponta a oncologista.
Zuchetti diz que os exames genéticos têm ficado mais acessíveis, mas ainda encontram barreiras para serem realizados via
rede pública e até por convênios, mas que a expectativa para o futuro é que mais pacientes tenham acesso e possam realizar o teste.
Fonte: CASTRO, Danielle. Folha de S. Paulo, 08 abril 2024, B4, com adaptações.
I- No caso de mutações BRCA1 e BRCA2, o médico pode solicitar para evitar o desenvolvimento de um câncer agressivo a remoção de ovários (ooforectomia), glândulas mamárias (adenomastectomia), tubas uterinas e útero (histerectomia).
II- O médico pode, no caso de mutações BRCA1 e BRCA2, solicitar a remoção de ovários (ooforectomia), glândulas mamárias (adenomastectomia), tubas uterinas e útero (histerectomia) para evitar o desenvolvimento de um câncer agressivo.
III- No caso de mutações BRCA1 e BRCA2, para evitar o desenvolvimento de um câncer agressivo, o médico pode solicitar a remoção de ovários (ooforectomia), glândulas mamárias (adenomastectomia), tubas uterinas e útero (histerectomia).
É CORRETO o que se afirma em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o Texto II e responda à questão.
Texto II
Teste genético ajuda a prevenir câncer de mama e de ovário
Detecção por amostra de sangue viabiliza intervenção antes de a doença surgir
O teste genético para saber se uma pessoa tem chances de desenvolver câncer é feito a partir da coleta de uma simples amostra
de sangue ou saliva e pode salvar mais de uma vida – a do paciente e a dos que compartilham com ele o mesmo histórico genético. O
procedimento existe há cerca de uma década, mas, segundo especialistas, houve avanço expressivo no entendimento sobre os códigos
revelados, permitindo resultados mais rápidos e tratamento preventivo mais preciso.
“O que mudou foi a leitura dos genes, que se tornou mais completa. Lemos [agora] parte dos genes que antigamente não
conseguíamos. Além disso, como mais pessoas estão fazendo o teste, conhecemos um maior número de mutações e podemos
classificá-las melhor”, afirma a médica Bruna Zucchetti, oncologista especialista em câncer de mama do Hospital Nove de Julho.
A profilaxia vai desde o uso de medicações para cada tipo de mutação encontrada até a indicação de cirurgia redutora de risco.
No caso de mutações BRCA1 e BRCA2, o médico pode solicitar a remoção de ovários (ooforectomia), glândulas mamárias
(adenomastectomia), tubas uterinas e útero (histerectomia) para evitar o desenvolvimento de um câncer agressivo.
A mutação de BRCA 1 e 2 pode ser apresentada por homens e mulheres, sendo indicativa de risco genético para câncer de
mama (masculino e feminino), ovários, pâncreas e próstata. “O teste genético não faz diagnóstico de câncer. Nas pacientes que já têm
[a doença], é feito para orientar o seguimento e a necessidade de cirurgias profiláticas para reduzir o risco de novo câncer”, explica
Zucchetti. O exame, portanto, ajuda a definir o melhor tratamento e orienta a testagem de outros membros da família.
O DNA para pesquisa de mutação de BRCA1 e 2 é extraído das células de uma amostra de sangue, que pode ser coletada por
qualquer pessoa e sem necessidade de nenhum preparo prévio. Arecomendação da Sociedade Americana de Oncologia é que todas as
mulheres com menos de 65 anos que tenham diagnóstico de câncer de mama, independentemente do histórico familiar, façam o teste
genético.
“A cirurgia redutora de risco – ou profilática – reduz consideravelmente a chance de desenvolver um tumor de mama e
ovário”, diz Zuchetti. A remoção das glândulas mamárias, nesses casos, é feita dos dois lados e antes dos 40 anos. Já os ovários têm
recomendação de remoção também bilateral, mas após os 40 anos. “É indicado que todas as mulheres com diagnóstico de mutação de
BRCA1 ou 2 realizem essas duas cirurgias profiláticas”, aponta a oncologista.
Zuchetti diz que os exames genéticos têm ficado mais acessíveis, mas ainda encontram barreiras para serem realizados via
rede pública e até por convênios, mas que a expectativa para o futuro é que mais pacientes tenham acesso e possam realizar o teste.
Fonte: CASTRO, Danielle. Folha de S. Paulo, 08 abril 2024, B4, com adaptações.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container