Foram encontradas 275 questões.
- SemânticaPolissemia
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemVícios de LinguagemAmbiguidade
- Interpretação de TextosFunções da LinguagemConotativa, Apelativa, Metafórica ou Figurada
- Interpretação de TextosFunções da LinguagemDenotativa, Própria, Referencial, Literal ou Informativa
Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões de 01 a 10.
“DESTRALHE-SE”
- Bom dia, como tá a alegria? Diz dona Francisca, minha faxineira rezadeira, que acaba de chegar. Antes de dar uma benzida na casa, deixa eu te dar um abraço que preste! E ela me apertou.
Na matemática de dona Francisca, quatro abraços por dia dão para sobreviver; oito ajudam a nos manter vivos; doze fazem a vida prosperar. Falando nisso, vida nenhuma prospera se estiver pesada e intoxicada.
Já ouviu falar em toxinas da casa? Pois são: objetos que você não usa; roupas que você não gosta ou não usa há um ano; coisas feias; coisas quebradas, lascadas ou rachadas; velhas cartas, bilhetes; plantas mortas ou doentes; recibos/jornais/revistas antigos; remédios vencidos; meias velhas, furadas; sapatos estragados... Ufa, que peso! O que está fora está dentro e isso afeta a saúde, aprendi com dona Francisca. Saúde é o que interessa. O resto não tem pressa! Ela diz, enquanto me ajuda a destralhar, ou liberar as tralhas da casa...
(...)
Acumular nos dá a sensação de permanência, apesar de a vida ser impermanente, diz a sabedoria oriental. O Ocidente resiste à ideia e, assim, perde contato com o sagrado instante presente.
Dona Francisca me conta que as frutas nascem azedas e no pé, vão ficando docinhas com o tempo. A gente deveria de ser assim, ela diz: destralhar ajuda a adocicar. Se os sábios concordam, quem sou eu para discordar...
(Carlos Solano – texto adaptado)
Em "Antes de dar uma benzida na casa, deixa eu te dar um abraço que preste! E ela me apertou", é possível afirmar que o sentido da palavra sublinhada é:
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“DESTRALHE-SE”
- Bom dia, como tá a alegria? Diz dona Francisca, minha faxineira rezadeira, que acaba de chegar. Antes de dar uma benzida na casa, deixa eu te dar um abraço que preste! E ela me apertou.
Na matemática de dona Francisca, quatro abraços por dia dão para sobreviver; oito ajudam a nos manter vivos; doze fazem a vida prosperar. Falando nisso, vida nenhuma prospera se estiver pesada e intoxicada.
Já ouviu falar em toxinas da casa? Pois são: objetos que você não usa; roupas que você não gosta ou não usa há um ano; coisas feias; coisas quebradas, lascadas ou rachadas; velhas cartas, bilhetes; plantas mortas ou doentes; recibos/jornais/revistas antigos; remédios vencidos; meias velhas, furadas; sapatos estragados... Ufa, que peso! O que está fora está dentro e isso afeta a saúde, aprendi com dona Francisca. Saúde é o que interessa. O resto não tem pressa! Ela diz, enquanto me ajuda a destralhar, ou liberar as tralhas da casa...
(...)
Acumular nos dá a sensação de permanência, apesar de a vida ser impermanente, diz a sabedoria oriental. O Ocidente resiste à ideia e, assim, perde contato com o sagrado instante presente.
Dona Francisca me conta que as frutas nascem azedas e no pé, vão ficando docinhas com o tempo. A gente deveria de ser assim, ela diz: destralhar ajuda a adocicar. Se os sábios concordam, quem sou eu para discordar...
(Carlos Solano – texto adaptado)
O sujeito da oração "Já ouviu falar em toxinas da casa?" classifica-se como:
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“DESTRALHE-SE”
- Bom dia, como tá a alegria? Diz dona Francisca, minha faxineira rezadeira, que acaba de chegar. Antes de dar uma benzida na casa, deixa eu te dar um abraço que preste! E ela me apertou.
Na matemática de dona Francisca, quatro abraços por dia dão para sobreviver; oito ajudam a nos manter vivos; doze fazem a vida prosperar. Falando nisso, vida nenhuma prospera se estiver pesada e intoxicada.
Já ouviu falar em toxinas da casa? Pois são: objetos que você não usa; roupas que você não gosta ou não usa há um ano; coisas feias; coisas quebradas, lascadas ou rachadas; velhas cartas, bilhetes; plantas mortas ou doentes; recibos/jornais/revistas antigos; remédios vencidos; meias velhas, furadas; sapatos estragados... Ufa, que peso! O que está fora está dentro e isso afeta a saúde, aprendi com dona Francisca. Saúde é o que interessa. O resto não tem pressa! Ela diz, enquanto me ajuda a destralhar, ou liberar as tralhas da casa...
(...)
Acumular nos dá a sensação de permanência, apesar de a vida ser impermanente, diz a sabedoria oriental. O Ocidente resiste à ideia e, assim, perde contato com o sagrado instante presente.
Dona Francisca me conta que as frutas nascem azedas e no pé, vão ficando docinhas com o tempo. A gente deveria de ser assim, ela diz: destralhar ajuda a adocicar. Se os sábios concordam, quem sou eu para discordar...
(Carlos Solano – texto adaptado)
No trecho "Diz dona Francisca, minha faxineira rezadeira, que acaba de chegar", a palavra sublinhada, no contexto em que foi empregada, é:
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- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicadoTransitividadeVerbos Intransitivos
- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicadoTransitividadeVerbos Transitivos
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“DESTRALHE-SE”
- Bom dia, como tá a alegria? Diz dona Francisca, minha faxineira rezadeira, que acaba de chegar. Antes de dar uma benzida na casa, deixa eu te dar um abraço que preste! E ela me apertou.
Na matemática de dona Francisca, quatro abraços por dia dão para sobreviver; oito ajudam a nos manter vivos; doze fazem a vida prosperar. Falando nisso, vida nenhuma prospera se estiver pesada e intoxicada.
Já ouviu falar em toxinas da casa? Pois são: objetos que você não usa; roupas que você não gosta ou não usa há um ano; coisas feias; coisas quebradas, lascadas ou rachadas; velhas cartas, bilhetes; plantas mortas ou doentes; recibos/jornais/revistas antigos; remédios vencidos; meias velhas, furadas; sapatos estragados... Ufa, que peso! O que está fora está dentro e isso afeta a saúde, aprendi com dona Francisca. Saúde é o que interessa. O resto não tem pressa! Ela diz, enquanto me ajuda a destralhar, ou liberar as tralhas da casa...
(...)
Acumular nos dá a sensação de permanência, apesar de a vida ser impermanente, diz a sabedoria oriental. O Ocidente resiste à ideia e, assim, perde contato com o sagrado instante presente.
Dona Francisca me conta que as frutas nascem azedas e no pé, vão ficando docinhas com o tempo. A gente deveria de ser assim, ela diz: destralhar ajuda a adocicar. Se os sábios concordam, quem sou eu para discordar...
(Carlos Solano – texto adaptado)
Em "E ela me apertou", a forma verbal destacada é classificada, no contexto em que foi empregada, quanto à sua transitividade, como:
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“DESTRALHE-SE”
- Bom dia, como tá a alegria? Diz dona Francisca, minha faxineira rezadeira, que acaba de chegar. Antes de dar uma benzida na casa, deixa eu te dar um abraço que preste! E ela me apertou.
Na matemática de dona Francisca, quatro abraços por dia dão para sobreviver; oito ajudam a nos manter vivos; doze fazem a vida prosperar. Falando nisso, vida nenhuma prospera se estiver pesada e intoxicada.
Já ouviu falar em toxinas da casa? Pois são: objetos que você não usa; roupas que você não gosta ou não usa há um ano; coisas feias; coisas quebradas, lascadas ou rachadas; velhas cartas, bilhetes; plantas mortas ou doentes; recibos/jornais/revistas antigos; remédios vencidos; meias velhas, furadas; sapatos estragados... Ufa, que peso! O que está fora está dentro e isso afeta a saúde, aprendi com dona Francisca. Saúde é o que interessa. O resto não tem pressa! Ela diz, enquanto me ajuda a destralhar, ou liberar as tralhas da casa...
(...)
Acumular nos dá a sensação de permanência, apesar de a vida ser impermanente, diz a sabedoria oriental. O Ocidente resiste à ideia e, assim, perde contato com o sagrado instante presente.
Dona Francisca me conta que as frutas nascem azedas e no pé, vão ficando docinhas com o tempo. A gente deveria de ser assim, ela diz: destralhar ajuda a adocicar. Se os sábios concordam, quem sou eu para discordar...
(Carlos Solano – texto adaptado)
No fragmento "Antes de dar uma benzida na casa, deixa eu te dar um abraço que preste!" as orações relacionam-se sintaticamente através do processo de:
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“DESTRALHE-SE”
- Bom dia, como tá a alegria? Diz dona Francisca, minha faxineira rezadeira, que acaba de chegar. Antes de dar uma benzida na casa, deixa eu te dar um abraço que preste! E ela me apertou.
Na matemática de dona Francisca, quatro abraços por dia dão para sobreviver; oito ajudam a nos manter vivos; doze fazem a vida prosperar. Falando nisso, vida nenhuma prospera se estiver pesada e intoxicada.
Já ouviu falar em toxinas da casa? Pois são: objetos que você não usa; roupas que você não gosta ou não usa há um ano; coisas feias; coisas quebradas, lascadas ou rachadas; velhas cartas, bilhetes; plantas mortas ou doentes; recibos/jornais/revistas antigos; remédios vencidos; meias velhas, furadas; sapatos estragados... Ufa, que peso! O que está fora está dentro e isso afeta a saúde, aprendi com dona Francisca. Saúde é o que interessa. O resto não tem pressa! Ela diz, enquanto me ajuda a destralhar, ou liberar as tralhas da casa...
(...)
Acumular nos dá a sensação de permanência, apesar de a vida ser impermanente, diz a sabedoria oriental. O Ocidente resiste à ideia e, assim, perde contato com o sagrado instante presente.
Dona Francisca me conta que as frutas nascem azedas e no pé, vão ficando docinhas com o tempo. A gente deveria de ser assim, ela diz: destralhar ajuda a adocicar. Se os sábios concordam, quem sou eu para discordar...
(Carlos Solano – texto adaptado)
Aponte a opção que justifica corretamente o emprego das vírgulas na seguinte frase: "Na matemática de dona Francisca, quatro abraços por dia dão para sobreviver."
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- Bom dia, como tá a alegria? Diz dona Francisca, minha faxineira rezadeira, que acaba de chegar. Antes de dar uma benzida na casa, deixa eu te dar um abraço que preste! E ela me apertou.
Na matemática de dona Francisca, quatro abraços por dia dão para sobreviver; oito ajudam a nos manter vivos; doze fazem a vida prosperar. Falando nisso, vida nenhuma prospera se estiver pesada e intoxicada.
Já ouviu falar em toxinas da casa? Pois são: objetos que você não usa; roupas que você não gosta ou não usa há um ano; coisas feias; coisas quebradas, lascadas ou rachadas; velhas cartas, bilhetes; plantas mortas ou doentes; recibos/jornais/revistas antigos; remédios vencidos; meias velhas, furadas; sapatos estragados... Ufa, que peso! O que está fora está dentro e isso afeta a saúde, aprendi com dona Francisca. Saúde é o que interessa. O resto não tem pressa! Ela diz, enquanto me ajuda a destralhar, ou liberar as tralhas da casa...
(...)
Acumular nos dá a sensação de permanência, apesar de a vida ser impermanente, diz a sabedoria oriental. O Ocidente resiste à ideia e, assim, perde contato com o sagrado instante presente.
Dona Francisca me conta que as frutas nascem azedas e no pé, vão ficando docinhas com o tempo. A gente deveria de ser assim, ela diz: destralhar ajuda a adocicar. Se os sábios concordam, quem sou eu para discordar...
(Carlos Solano – texto adaptado)
Em relação às regras de acentuação gráfica, todas as alternativas têm a justificativa entre parênteses da palavra destacada acentuada, EXCETO:
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“DESTRALHE-SE”
- Bom dia, como tá a alegria? Diz dona Francisca, minha faxineira rezadeira, que acaba de chegar. Antes de dar uma benzida na casa, deixa eu te dar um abraço que preste! E ela me apertou.
Na matemática de dona Francisca, quatro abraços por dia dão para sobreviver; oito ajudam a nos manter vivos; doze fazem a vida prosperar. Falando nisso, vida nenhuma prospera se estiver pesada e intoxicada.
Já ouviu falar em toxinas da casa? Pois são: objetos que você não usa; roupas que você não gosta ou não usa há um ano; coisas feias; coisas quebradas, lascadas ou rachadas; velhas cartas, bilhetes; plantas mortas ou doentes; recibos/jornais/revistas antigos; remédios vencidos; meias velhas, furadas; sapatos estragados... Ufa, que peso! O que está fora está dentro e isso afeta a saúde, aprendi com dona Francisca. Saúde é o que interessa. O resto não tem pressa! Ela diz, enquanto me ajuda a destralhar, ou liberar as tralhas da casa...
(...)
Acumular nos dá a sensação de permanência, apesar de a vida ser impermanente, diz a sabedoria oriental. O Ocidente resiste à ideia e, assim, perde contato com o sagrado instante presente.
Dona Francisca me conta que as frutas nascem azedas e no pé, vão ficando docinhas com o tempo. A gente deveria de ser assim, ela diz: destralhar ajuda a adocicar. Se os sábios concordam, quem sou eu para discordar...
(Carlos Solano – texto adaptado)
No trecho "O Ocidente resiste à ideia e, assim, perde contato com o sagrado instante presente" o fenômeno linguístico da crase teve de ocorrer porque:
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- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplementos VerbaisObjeto Direto
- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplementos VerbaisObjeto Indireto
- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplemento Nominal
- SintaxeTermos Acessórios e IndependentesTermos AcessóriosAdjunto Adnominal
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“DESTRALHE-SE”
- Bom dia, como tá a alegria? Diz dona Francisca, minha faxineira rezadeira, que acaba de chegar. Antes de dar uma benzida na casa, deixa eu te dar um abraço que preste! E ela me apertou.
Na matemática de dona Francisca, quatro abraços por dia dão para sobreviver; oito ajudam a nos manter vivos; doze fazem a vida prosperar. Falando nisso, vida nenhuma prospera se estiver pesada e intoxicada.
Já ouviu falar em toxinas da casa? Pois são: objetos que você não usa; roupas que você não gosta ou não usa há um ano; coisas feias; coisas quebradas, lascadas ou rachadas; velhas cartas, bilhetes; plantas mortas ou doentes; recibos/jornais/revistas antigos; remédios vencidos; meias velhas, furadas; sapatos estragados... Ufa, que peso! O que está fora está dentro e isso afeta a saúde, aprendi com dona Francisca. Saúde é o que interessa. O resto não tem pressa! Ela diz, enquanto me ajuda a destralhar, ou liberar as tralhas da casa...
(...)
Acumular nos dá a sensação de permanência, apesar de a vida ser impermanente, diz a sabedoria oriental. O Ocidente resiste à ideia e, assim, perde contato com o sagrado instante presente.
Dona Francisca me conta que as frutas nascem azedas e no pé, vão ficando docinhas com o tempo. A gente deveria de ser assim, ela diz: destralhar ajuda a adocicar. Se os sábios concordam, quem sou eu para discordar...
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No trecho " Dona Francisca me conta que as frutas nascem azedas e no pé, vão ficando docinhas com o tempo", a expressão sublinhada exerce a função sintática de:
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Em uma aula de Educação Física com o tema Futebol de Campo, é possível vivenciar as regras oficiais da modalidade, assim como adaptá-las a realidade e contexto da aula, Com base nas regras oficiais, acerca do tempo de jogo no Futebol, assinale a alternativa CORRETA.
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