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4122845 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
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Leia o Texto I para responder às questões de 01 a 08.

TEXTO I

Deixem a gente ter o privilégio de envelhecer em paz - Lya Luft

No mês de setembro, ocorre a maioria dos aniversários de minha família: eu mesma, netas, filho, irmão, além dos que já se foram, como mãe e avó materna, sem contar os amigos. Suponho que tenhamos sido inventados nos cálidos meses de verão. Tenho, em relação ao correr do tempo, não amargura ou medo real, mas curiosidade – desde quando, menina mimada, bati o pé porque queria alguma coisa “agora”. Algum adulto presente achou graça e resolveu liquidar a minha manhã:

“Deixa de ser boba, o agora nem existe”.

Iniciou-se um diálogo surreal: a menina curiosa e teimosa insistia em saber que história era aquela. Explicaram que o tempo passa constantemente, de modo que, quando pronunciamos a última letra da palavra “agora”, esse agora já é passado. Obstinada, várias vezes tentei pensar a palavra “agora” empilhando as letras numa coisa só – mas desisti.

Então, a cada momento, tudo passava, mudava e já era outro? Eu já era outra? Comecei a me angustiar, eu me angustiava com coisas que pouco tinham a ver com crianças, que, segundo adultos de então, deviam brincar, comer, dormir e se portar bem. Ainda por cima, alguém com humor macabro me alertou: “O tempo só para de passar quando a gente morre”. (Assunto para outra crônica.)

Sempre tive vontade de ser adulta: achava a vida e os assuntos dos “grandes” muito mais interessantes do que os infantis. Detestava ser comandada, numa época de educação bastante severa: por que ir para a cama às sete e meia? Por que só comer comidinha inocente, como purê de batata e carne de frango? Por que não falar muito à mesa? Por que ter de aprender prendas domésticas como toda boa menina? Eu não queria ser uma boa menina: queria ser a Emília do Monteiro Lobato.

Aí fui vendo que a passagem do tempo não apenas significava transformação e novidades (parte boa para quem facilmente se entediava), mas também perdas, e para muitos o terror da perda da juventude. Tornou-se uma epidemia a busca desesperada por deter a qualquer custo os sinais do tempo: parecer trinta aos sessenta, ter lábios sensuais aos setenta – vale a pena?

A velhice (desde que não com o detestável nome de melhor idade) é uma fase natural da vida – um dom a ser curtido. Dor e doença não escolhem idade. Nem sempre a juventude é linda. No avançar do tempo, importa preservar certa elegância (quando dá…) e cultivar o bom humor (quando possível…).

[...]

Que se arrume o que nos incomoda, mas dentro de alguma normalidade. Deixem a gente ter o privilégio de envelhecer em paz, que a gente vai tentar não ficar ainda por cima rabugenta. E quem sabe o rio do tempo desemboca em algum mistério mais interessante do que nossas trapalhadas de agora?

Fonte: LUFT, Lya. Deixem a gente ter o privilégio de envelhecer em paz. Disponível em: https://50emais.com.br/lya-luft-deixem-a-gente-ter-o-privilegio-de-envelhecer-em-paz/ Acesso em: 08 fev. 2026 [Fragmento].

No título do Texto I: “Deixem a gente ter o privilégio de envelhecer em paz”, o uso de letras minúsculas está CORRETO porque:

 

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4122844 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
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Leia o Texto I para responder às questões de 01 a 08.

TEXTO I

Deixem a gente ter o privilégio de envelhecer em paz - Lya Luft

No mês de setembro, ocorre a maioria dos aniversários de minha família: eu mesma, netas, filho, irmão, além dos que já se foram, como mãe e avó materna, sem contar os amigos. Suponho que tenhamos sido inventados nos cálidos meses de verão. Tenho, em relação ao correr do tempo, não amargura ou medo real, mas curiosidade – desde quando, menina mimada, bati o pé porque queria alguma coisa “agora”. Algum adulto presente achou graça e resolveu liquidar a minha manhã:

“Deixa de ser boba, o agora nem existe”.

Iniciou-se um diálogo surreal: a menina curiosa e teimosa insistia em saber que história era aquela. Explicaram que o tempo passa constantemente, de modo que, quando pronunciamos a última letra da palavra “agora”, esse agora já é passado. Obstinada, várias vezes tentei pensar a palavra “agora” empilhando as letras numa coisa só – mas desisti.

Então, a cada momento, tudo passava, mudava e já era outro? Eu já era outra? Comecei a me angustiar, eu me angustiava com coisas que pouco tinham a ver com crianças, que, segundo adultos de então, deviam brincar, comer, dormir e se portar bem. Ainda por cima, alguém com humor macabro me alertou: “O tempo só para de passar quando a gente morre”. (Assunto para outra crônica.)

Sempre tive vontade de ser adulta: achava a vida e os assuntos dos “grandes” muito mais interessantes do que os infantis. Detestava ser comandada, numa época de educação bastante severa: por que ir para a cama às sete e meia? Por que só comer comidinha inocente, como purê de batata e carne de frango? Por que não falar muito à mesa? Por que ter de aprender prendas domésticas como toda boa menina? Eu não queria ser uma boa menina: queria ser a Emília do Monteiro Lobato.

Aí fui vendo que a passagem do tempo não apenas significava transformação e novidades (parte boa para quem facilmente se entediava), mas também perdas, e para muitos o terror da perda da juventude. Tornou-se uma epidemia a busca desesperada por deter a qualquer custo os sinais do tempo: parecer trinta aos sessenta, ter lábios sensuais aos setenta – vale a pena?

A velhice (desde que não com o detestável nome de melhor idade) é uma fase natural da vida – um dom a ser curtido. Dor e doença não escolhem idade. Nem sempre a juventude é linda. No avançar do tempo, importa preservar certa elegância (quando dá…) e cultivar o bom humor (quando possível…).

[...]

Que se arrume o que nos incomoda, mas dentro de alguma normalidade. Deixem a gente ter o privilégio de envelhecer em paz, que a gente vai tentar não ficar ainda por cima rabugenta. E quem sabe o rio do tempo desemboca em algum mistério mais interessante do que nossas trapalhadas de agora?

Fonte: LUFT, Lya. Deixem a gente ter o privilégio de envelhecer em paz. Disponível em: https://50emais.com.br/lya-luft-deixem-a-gente-ter-o-privilegio-de-envelhecer-em-paz/ Acesso em: 08 fev. 2026 [Fragmento].

Ao longo do Texto I, a autora constrói sua visão sobre o tempo a partir de memórias da infância. Esse recurso contribui para:

 

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4122843 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
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Leia o Texto I para responder às questões de 01 a 08.

TEXTO I

Deixem a gente ter o privilégio de envelhecer em paz - Lya Luft

No mês de setembro, ocorre a maioria dos aniversários de minha família: eu mesma, netas, filho, irmão, além dos que já se foram, como mãe e avó materna, sem contar os amigos. Suponho que tenhamos sido inventados nos cálidos meses de verão. Tenho, em relação ao correr do tempo, não amargura ou medo real, mas curiosidade – desde quando, menina mimada, bati o pé porque queria alguma coisa “agora”. Algum adulto presente achou graça e resolveu liquidar a minha manhã:

“Deixa de ser boba, o agora nem existe”.

Iniciou-se um diálogo surreal: a menina curiosa e teimosa insistia em saber que história era aquela. Explicaram que o tempo passa constantemente, de modo que, quando pronunciamos a última letra da palavra “agora”, esse agora já é passado. Obstinada, várias vezes tentei pensar a palavra “agora” empilhando as letras numa coisa só – mas desisti.

Então, a cada momento, tudo passava, mudava e já era outro? Eu já era outra? Comecei a me angustiar, eu me angustiava com coisas que pouco tinham a ver com crianças, que, segundo adultos de então, deviam brincar, comer, dormir e se portar bem. Ainda por cima, alguém com humor macabro me alertou: “O tempo só para de passar quando a gente morre”. (Assunto para outra crônica.)

Sempre tive vontade de ser adulta: achava a vida e os assuntos dos “grandes” muito mais interessantes do que os infantis. Detestava ser comandada, numa época de educação bastante severa: por que ir para a cama às sete e meia? Por que só comer comidinha inocente, como purê de batata e carne de frango? Por que não falar muito à mesa? Por que ter de aprender prendas domésticas como toda boa menina? Eu não queria ser uma boa menina: queria ser a Emília do Monteiro Lobato.

Aí fui vendo que a passagem do tempo não apenas significava transformação e novidades (parte boa para quem facilmente se entediava), mas também perdas, e para muitos o terror da perda da juventude. Tornou-se uma epidemia a busca desesperada por deter a qualquer custo os sinais do tempo: parecer trinta aos sessenta, ter lábios sensuais aos setenta – vale a pena?

A velhice (desde que não com o detestável nome de melhor idade) é uma fase natural da vida – um dom a ser curtido. Dor e doença não escolhem idade. Nem sempre a juventude é linda. No avançar do tempo, importa preservar certa elegância (quando dá…) e cultivar o bom humor (quando possível…).

[...]

Que se arrume o que nos incomoda, mas dentro de alguma normalidade. Deixem a gente ter o privilégio de envelhecer em paz, que a gente vai tentar não ficar ainda por cima rabugenta. E quem sabe o rio do tempo desemboca em algum mistério mais interessante do que nossas trapalhadas de agora?

Fonte: LUFT, Lya. Deixem a gente ter o privilégio de envelhecer em paz. Disponível em: https://50emais.com.br/lya-luft-deixem-a-gente-ter-o-privilegio-de-envelhecer-em-paz/ Acesso em: 08 fev. 2026 [Fragmento].

No trecho final do Texto I, ao afirmar “E quem sabe o rio do tempo desemboca em algum mistério mais interessante do que nossas trapalhadas de agora?”, a autora:

 

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4122842 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
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Leia o Texto I para responder às questões de 01 a 08.

TEXTO I

Deixem a gente ter o privilégio de envelhecer em paz - Lya Luft

No mês de setembro, ocorre a maioria dos aniversários de minha família: eu mesma, netas, filho, irmão, além dos que já se foram, como mãe e avó materna, sem contar os amigos. Suponho que tenhamos sido inventados nos cálidos meses de verão. Tenho, em relação ao correr do tempo, não amargura ou medo real, mas curiosidade – desde quando, menina mimada, bati o pé porque queria alguma coisa “agora”. Algum adulto presente achou graça e resolveu liquidar a minha manhã:

“Deixa de ser boba, o agora nem existe”.

Iniciou-se um diálogo surreal: a menina curiosa e teimosa insistia em saber que história era aquela. Explicaram que o tempo passa constantemente, de modo que, quando pronunciamos a última letra da palavra “agora”, esse agora já é passado. Obstinada, várias vezes tentei pensar a palavra “agora” empilhando as letras numa coisa só – mas desisti.

Então, a cada momento, tudo passava, mudava e já era outro? Eu já era outra? Comecei a me angustiar, eu me angustiava com coisas que pouco tinham a ver com crianças, que, segundo adultos de então, deviam brincar, comer, dormir e se portar bem. Ainda por cima, alguém com humor macabro me alertou: “O tempo só para de passar quando a gente morre”. (Assunto para outra crônica.)

Sempre tive vontade de ser adulta: achava a vida e os assuntos dos “grandes” muito mais interessantes do que os infantis. Detestava ser comandada, numa época de educação bastante severa: por que ir para a cama às sete e meia? Por que só comer comidinha inocente, como purê de batata e carne de frango? Por que não falar muito à mesa? Por que ter de aprender prendas domésticas como toda boa menina? Eu não queria ser uma boa menina: queria ser a Emília do Monteiro Lobato.

Aí fui vendo que a passagem do tempo não apenas significava transformação e novidades (parte boa para quem facilmente se entediava), mas também perdas, e para muitos o terror da perda da juventude. Tornou-se uma epidemia a busca desesperada por deter a qualquer custo os sinais do tempo: parecer trinta aos sessenta, ter lábios sensuais aos setenta – vale a pena?

A velhice (desde que não com o detestável nome de melhor idade) é uma fase natural da vida – um dom a ser curtido. Dor e doença não escolhem idade. Nem sempre a juventude é linda. No avançar do tempo, importa preservar certa elegância (quando dá…) e cultivar o bom humor (quando possível…).

[...]

Que se arrume o que nos incomoda, mas dentro de alguma normalidade. Deixem a gente ter o privilégio de envelhecer em paz, que a gente vai tentar não ficar ainda por cima rabugenta. E quem sabe o rio do tempo desemboca em algum mistério mais interessante do que nossas trapalhadas de agora?

Fonte: LUFT, Lya. Deixem a gente ter o privilégio de envelhecer em paz. Disponível em: https://50emais.com.br/lya-luft-deixem-a-gente-ter-o-privilegio-de-envelhecer-em-paz/ Acesso em: 08 fev. 2026 [Fragmento].

O Texto I constrói uma reflexão sobre o tempo e o envelhecimento. Considerando o desenvolvimento das ideias ao longo do texto, é CORRETO afirmar que se defende:

 

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4122841 Ano: 2026
Disciplina: Legislação Federal
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB

Considerando os fundamentos da Lei nº 12.764/2012 (Lei Berenice Piana), especialmente no que se refere à garantia de direitos e à qualificação das práticas educacionais inclusivas, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I- A legislação assegura o incentivo à formação e à capacitação de monitores de crianças atípicas como estratégia para a efetivação da inclusão educacional.

PORQUE

II- A centralidade das ações previstas na lei recai sobre os profissionais da Educação, por não haver diretrizes que envolvam a articulação com a família no processo de formação e de capacitação.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:

 

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4122840 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB

Considerando as práticas pedagógicas inclusivas na Educação Infantil, a professora, juntamente com a monitora, organiza uma atividade com brinquedos musicais para crianças de 4 anos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), respeitando as necessidades sensoriais do grupo. À luz desse contexto, analise as assertivas a seguir.

I- A observação de comportamentos atípicos, como tampar os ouvidos, agitação ou evitação, deve orientar a escolha de sons mais suaves e previsíveis, favorecendo a regulação sensorial da criança com TEA.

II- A mediação da monitora, com intervenções intencionais e flexíveis, é fundamental para ajustar a atividade às respostas individuais da criança com TEA, respeitando seu tempo e forma de participação.

III- A escolha de brinquedos deve priorizar materiais seguros, resistentes e não tóxicos, assegurando que possam ser explorados sensorialmente, sem risco à integridade física da criança com TEA.

É CORRETO o que se afirma em:

 

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4122839 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB

No acolhimento de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) na Educação Infantil, é fundamental considerar estratégias inclusivas no cotidiano escolar. À luz desse contexto, analise as assertivas a seguir.

I- Para favorecer a inclusão, a criança deve participar das mesmas atividades dos colegas, independentemente da necessidade de adaptações.

II- O acolhimento inclui uso de rotina visual, antecipação de atividades e adequação do ambiente.

III- A construção de vínculo afetivo deve ser limitada no início, para incentivar a autonomia da criança em relação ao monitor.

É CORRETO o que se afirma em:

 

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4122838 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB

No contexto da Educação Infantil, uma criança atípica apresenta dificuldades na compreensão da rotina escolar. O(a) monitor(a) passa a utilizar estratégias para organizar o tempo e os espaços ao longo do dia, favorecendo a participação da criança nas atividades.

Considerando essa situação, analise as assertivas a seguir.

I- O uso de pranchas de comunicação com a sequência de atividades diárias favorece a compreensão da rotina e das transições, como ir ao banheiro, lanchar e brincar.

II- Recursos de Tecnologia Assistiva na organização da rotina escolar são de uso exclusivo do professor do Atendimento Educacional Especializado.

III- A organização da rotina para crianças atípicas deve priorizar atividades estruturadas e singulares, evitando a participação em momentos coletivos mais dinâmicos, como recreação e jogos.

É CORRETO o que se afirma em:

 

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4122837 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB

No decorrer da recreação, uma criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA) apresenta movimentos repetitivos e busca estímulos sensoriais ao se aproximar insistentemente de estruturas elevadas e objetos pontiagudos, demonstrando pouca percepção de risco.

À luz desse contexto, é CORRETO afirmar que o(a) monitor(a) deve:

 

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4122836 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB

Dentre as especificações de mobiliário e equipamentos que podem ser adquiridos para o aparelhamento de creches e pré-escolas do Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos da Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância), está o brinquedo ilustrado a seguir.

Enunciado 4660265-1

Fonte: FNDE (2017). Mobiliário e equipamento escolar:Educação Infantil. Manual de orientações técnicas. Brasília: FNDE, 2017 (v. 7).

Em relação às especificações do brinquedo observado na figura, recomenda-se: possuir assento anatômico e antiderrapante com ressaltos nas extremidades para reduzir a possibilidade de a criança cair para trás; conter manoplas duplas e fixas que ofereçam segurança para as crianças, evitando acidentes; ter base antiderrapante com apoio para os pés e não ser tóxico. É CORRETO afimar que o brinquedo em questão trata-se de um(a):

 

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