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A gestão educacional desempenha um papel fundamental na organização e otimização das atividades escolares. Em uma
escola com sérios desafios de desempenho acadêmico e administrativo, um novo diretor é nomeado para liderar uma transformação significativa. Para implementar mudanças táticas, ele decidiu adotar uma abordagem de planejamento estratégico.
No entanto, ele se depara com resistência e desconfiança da equipe escolar. Para superar essa resistência e promover a
eficácia do planejamento estratégico, é essencial que a nova gestão:
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Infelizmente, muitas pessoas pensam que bullying é uma grande bobagem, que tudo é uma grande brincadeira e se apresenta
como situações comuns da idade, servindo até mesmo para reforçar a personalidade, ignorando o sofrimento das vítimas. Assim,
o que poderia ser apenas uma brincadeira de mau gosto pode trazer consequências sérias na vida das crianças e adolescentes.
Provavelmente, quando se tornarem adultos, reproduzirão esta violência, agredindo física e verbalmente seus cônjuges e filhos,
maltratando as pessoas com palavras duras, sendo grosseiros com os colegas no ambiente de trabalho. É importante saber e reconhecer que existem diferentes tipos de bullying, que pode assumir várias formas. Dentre elas, o bullying relacional
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As Diretrizes Curriculares Nacionais – DCNs, são instrumentos normativos estabelecidos pelo Ministério da Educação – MEC,
no Brasil para orientar a elaboração dos currículos das instituições de ensino em todos os níveis e modalidades de educação,
desde a educação básica até a educação superior. Elas têm implicações significativas na prática pedagógica, pois estabelecem
os princípios e as diretrizes que norteiam a educação no país. A ideia das DCNs considera a questão da autonomia da escola
e da proposta pedagógica, incentivando as instituições a montar seu currículo, recortando, dentro das áreas de conhecimento, os
conteúdos que lhe convêm para a formação daquelas competências que estão explicitadas nas diretrizes curriculares. Dessa
forma, a escola deve trabalhar esse conteúdo nos contextos que lhe parecerem necessários, considerando o tipo de pessoas
que atende, a região em que está inserida e outros aspectos locais relevantes. Uma das implicações mais relevantes é:
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- Temas Educacionais PedagógicosConstrução do Conhecimento
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
Uma professora experiente com longa carreira em escolas tradicionais recebeu a oferta para lecionar em certa escola com
características da pedagogia crítica e com abordagem progressista. Embora empolgada com a oportunidade, ela enfrentou
um dilema: suas práticas de ensino eram atravessadas por paradigmas e concepções tradicionais. Para se adaptar à nova
realidade educacional, haveria de compreender os conceitos e levá-los aos seus planejamentos e práticas em sala de aula. A
abordagem pedagógica alinhada com o que se espera da atuação da docente na nova escola é aquela que:
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As tecnologias produzidas no Brasil, com o conhecimento africano, e transmitidas pelos afrodescendentes,são elementos importantes
da matriz africana. Elas estiveram presentes na cultura negra durante o período escravocrata, no período pós-abolição e, claro, estão
presentes também na atualidade. Elas representam formas de organização dos territórios a partir da civilidade africana e afrodescendente. Os conhecimentos associados às tecnologias africanas e afrodescendentes foram transmitidos durante o escravismo e na formação dos quilombos. Tiveram papel importante nos processos de resistência ao escravismo e estiveram na gênese de tecnologias africanas e afrodescendentes presentes na metalurgia, mineração, agricultura, construção civil, carpintaria, produção têxtil, navegação, fabricação de instrumentos musicais, medicina, engenharia e outras áreas.
(SILVA, L. C. R., DIAS, R. B. As tecnologias derivadas da matriz africana no Brasil, 2010. Adaptado.)
O processo de escravidão transatlântica não trouxe apenas pessoas para servirem como mão de obra nas colônias da América, mas também tecnologias, cosmovisão, plantas e diversos conhecimentos em fluxos que não foram totalmente interrompidos com o término da escravidão, mas que se mantiveram ativos. Mostrar a presença das tecnologias africanas e afrodescendentes no Brasil implica, dentre outros fatores:
(SILVA, L. C. R., DIAS, R. B. As tecnologias derivadas da matriz africana no Brasil, 2010. Adaptado.)
O processo de escravidão transatlântica não trouxe apenas pessoas para servirem como mão de obra nas colônias da América, mas também tecnologias, cosmovisão, plantas e diversos conhecimentos em fluxos que não foram totalmente interrompidos com o término da escravidão, mas que se mantiveram ativos. Mostrar a presença das tecnologias africanas e afrodescendentes no Brasil implica, dentre outros fatores:
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A memorização acarretou no alunato o sentimento de que o ensino de história se baseava apenas a essa característica, tornando-se
chato e metódico: “saber história era dominar muitas informações, o que, na prática, significava saber de cor a maior quantidade
possível de acontecimentos de uma história nacional”.
(Bittencourt, 2004, p. 69.)
Procura-se garantir o predomínio das aulas com os alunos trabalhando mais, exigindo-se deles um estudo independente, uma construção de respostas e soluções por meio de um conjunto de operações mentais, um intercâmbio de opiniões, uma cultura de debate, o ordenamento e a apresentação de ideias resultantes do raciocínio lógico pessoal.
(Granville, 2008, p. 127.)
Os fragmentos dos textos anteriormente expostos apresentam recortes sobre maneiras de trabalhar nas aulas de história. Tendo em vista as ideias e o dia a dia da sala de aula, assinale a afirmativa correta.
(Bittencourt, 2004, p. 69.)
Procura-se garantir o predomínio das aulas com os alunos trabalhando mais, exigindo-se deles um estudo independente, uma construção de respostas e soluções por meio de um conjunto de operações mentais, um intercâmbio de opiniões, uma cultura de debate, o ordenamento e a apresentação de ideias resultantes do raciocínio lógico pessoal.
(Granville, 2008, p. 127.)
Os fragmentos dos textos anteriormente expostos apresentam recortes sobre maneiras de trabalhar nas aulas de história. Tendo em vista as ideias e o dia a dia da sala de aula, assinale a afirmativa correta.
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Ao rebentar o movimento, o pânico se apoderara das populações rurais. Os escravos ganharam logo as matas, repudiando o cativeiro.
Os fazendeiros e seus feitores, receando as vinditas dos oprimidos, correram a homiziar-se na capital. Muitos abandonaram bruscamente esposas e filhas na persuasão de que, como mulheres, estavam menos expostas aos perigos. Algumas dessas, sem a mínima
instrução, embrutecidas pelas práticas licenciosas das senzalas, entregaram-se levianamente ou por terror à libidinagem dos insurretos
ou se ligaram aos próprios escravos, seus prediletos. Houve numerosos infanticídios para se ocultarem estupros e adultérios. Os homens
que sempre haviam imposto concubinas negras às suas famílias vingaram-se, com requintes perversos, daquilo que consideravam
atentado à sua honra.
(História, SÃO PAULO, v. 24, N. 1, P. 41-76, 2005.)
O movimento anteriormente descrito contextualiza-se no período regencial brasileiro; eclodiu na província do Maranhão, entre os anos de 1838 a 1841 e recebeu este nome devido ao apelido de uma das principais lideranças do movimento. Trata-se de:
(História, SÃO PAULO, v. 24, N. 1, P. 41-76, 2005.)
O movimento anteriormente descrito contextualiza-se no período regencial brasileiro; eclodiu na província do Maranhão, entre os anos de 1838 a 1841 e recebeu este nome devido ao apelido de uma das principais lideranças do movimento. Trata-se de:
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A questão central é como se deu a gênese da figura de Deus no Ocidente Medieval, um processo que tem início ainda na antiguidade
tardia, ou seja, na fronteira entre o fim do Império Romano do Ocidente e a Idade Média, momento no qual o Cristianismo, de seita
marginal, passa para o centro do Império com a conversão de Constantino em 313 até se tornar a religião oficial com Teodósio em
392 e passar de perseguido a perseguidor; fatores estes que marcam a virada do politeísmo para o monoteísmo.
(LE GOFF, Jacques. O Deus da Idade Média. Conversas com Jean-Luc Pouthier. Tradução de Marcos de Castro. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007, p. 17-39.)
Em relação, especificamente, ao processo de cristianização da Europa, é correto afirmar que
(LE GOFF, Jacques. O Deus da Idade Média. Conversas com Jean-Luc Pouthier. Tradução de Marcos de Castro. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007, p. 17-39.)
Em relação, especificamente, ao processo de cristianização da Europa, é correto afirmar que
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O termo Imperialismo foi utilizado pela primeira vez na década de 1870, na Inglaterra vitoriana, dando o nome a uma política
orientada para criar uma federação imperial baseada no fortalecimento da unidade dos Estados autônomos do Império. Vinte
anos depois, em 1890, no decorrer das discussões sobre a conquista colonial, integrando a dimensão econômica que permanece
até os dias atuais, passou a fazer parte do vocabulário político e jornalístico. [...] Mas é necessário destacar que os fenômenos
ligados ao termo Imperialismo têm em comum o fato de se referirem a uma expansão por parte dos Estados caracterizada por
forte assimetria e violenta dominação que se manifesta de formas diversas, como nas relações de preponderância das metrópoles
sobre as áreas de influência, protetorados e colônias, ou como no pós-1945, entre os Estados Unidos da América, e a União Soviética
e os Estados integrantes dos dois blocos hegemônicos liderados por essas potências.
(HERNANDEZ, Leila Leite. A África na sala de aula: visita à história contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2008. p. 71 e 73.)
Nos contextos descritos anteriormente, o Imperialismo:
(HERNANDEZ, Leila Leite. A África na sala de aula: visita à história contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2008. p. 71 e 73.)
Nos contextos descritos anteriormente, o Imperialismo:
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- Teoria em HistóriaAntiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)
- História Geral
Cláudio de Cicco escreve, ao abordar a figura do Faraó: “considerado um semideus, o faraó era senhor absoluto. Sabemos, por
outro lado, que interpretava o querer da classe sacerdotal, a qual de fato detinha poderes sem limites. O regime egípcio era,
pois, a monarquia com aristocracia, ou seja, o poder real era limitado pelo colégio sacerdotal.”
(DE CICCO, Cláudio. Direito: tradição e modernidade. São Paulo: Ícone Editora, 1993.)
O poder monárquico é concebido como um poder ativo, dinâmico, fonte da maior parte das maiores iniciativas; e ele, o Faraó
(DE CICCO, Cláudio. Direito: tradição e modernidade. São Paulo: Ícone Editora, 1993.)
O poder monárquico é concebido como um poder ativo, dinâmico, fonte da maior parte das maiores iniciativas; e ele, o Faraó
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