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Foram encontradas 40 questões.

2335955 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Nova Hartz-RS
Em relação à pontuação, assinalar a alternativa CORRETA:
 

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2335954 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Nova Hartz-RS
Considerando-se o uso dos porquês, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Por quê
(2) Por que
(3) Porque
(_) você contou isso a ele?
(_) Ele sorriu sabia que estava sendo observado.
(_) Não menti, ?
 

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2335953 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Nova Hartz-RS
Quanto à presença de conjunção ou locução conjuntiva do tipo aditiva, assinalar a alternativa CORRETA:
 

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2335952 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Nova Hartz-RS
Em relação ao uso da crase, assinalar a alternativa CORRETA:
 

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2335951 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Nova Hartz-RS
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A ciência explica: por que choramos?
Choramos todos os dias para manter a córnea lubrificada. Mas as lágrimas emocionais são as que têm levado a mais investigações: são uma forma de libertar as internas e não devem ser suprimidas por vergonha.
Em 1872, Charles Darwin escreveu que o choro é um "incidente, tão sem propósito quanto a de lágrimas provocadas por um golpe exterior ao olho". O naturalista britânico desvalorizava a capacidade emocional deste processo fisiológico, ignorando que envolve o sistema límbico (localizado no cérebro e responsável pelas ).
É este que estimula o processamento de substâncias como a noradrenalina e a serotonina que levam o sistema nervoso autônomo (responsável por ações motoras, como o piscar de olhos) a contrair a glândula lacrimal que verte a lágrima. A emoção é essencial, Mister Darwin. Até um ator, quando tem de forçar o choro, recorre mentalmente a imagens que geram em si essa comoção em vez de ordenar aos olhos para mecanicamente o fazerem. São as chamadas lágrimas emocionais.
Além destas, diariamente libertamos lágrimas basais em pequenas quantidades (uma média de 0,75 a 1,1 gramas durante 24 horas) que mantêm a córnea lubrificada e, ocasionalmente, lágrimas reflexivas (quando o olho reage a uma partícula estranha – como os vapores de uma cebola cortada – ou a uma luz forte). Estas são semelhantes na sua composição química (água, sais minerais, gordura).
Contudo, as lágrimas emocionais (seremos, segundo o psicólogo holandês Ad Vingerhoets, os únicos animais a produzi-las) contêm mais proteínas, por isso que são mais viscosas: isso reduz a velocidade a que correm pela face, ajudando-as a cumprir a missão de serem vistas pelos outros para com eles criar laços.

(Fonte: Lusiadas.com – adaptado.)

Na frase “Choramos todos os dias para manter a córnea lubrificada”, o sujeito é:
 

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2335950 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Nova Hartz-RS
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A ciência explica: por que choramos?
Choramos todos os dias para manter a córnea lubrificada. Mas as lágrimas emocionais são as que têm levado a mais investigações: são uma forma de libertar as internas e não devem ser suprimidas por vergonha.
Em 1872, Charles Darwin escreveu que o choro é um "incidente, tão sem propósito quanto a de lágrimas provocadas por um golpe exterior ao olho". O naturalista britânico desvalorizava a capacidade emocional deste processo fisiológico, ignorando que envolve o sistema límbico (localizado no cérebro e responsável pelas ).
É este que estimula o processamento de substâncias como a noradrenalina e a serotonina que levam o sistema nervoso autônomo (responsável por ações motoras, como o piscar de olhos) a contrair a glândula lacrimal que verte a lágrima. A emoção é essencial, Mister Darwin. Até um ator, quando tem de forçar o choro, recorre mentalmente a imagens que geram em si essa comoção em vez de ordenar aos olhos para mecanicamente o fazerem. São as chamadas lágrimas emocionais.
Além destas, diariamente libertamos lágrimas basais em pequenas quantidades (uma média de 0,75 a 1,1 gramas durante 24 horas) que mantêm a córnea lubrificada e, ocasionalmente, lágrimas reflexivas (quando o olho reage a uma partícula estranha – como os vapores de uma cebola cortada – ou a uma luz forte). Estas são semelhantes na sua composição química (água, sais minerais, gordura).
Contudo, as lágrimas emocionais (seremos, segundo o psicólogo holandês Ad Vingerhoets, os únicos animais a produzi-las) contêm mais proteínas, por isso que são mais viscosas: isso reduz a velocidade a que correm pela face, ajudando-as a cumprir a missão de serem vistas pelos outros para com eles criar laços.

(Fonte: Lusiadas.com – adaptado.)

No trecho “Contudo, as lágrimas emocionais (seremos, segundo o psicólogo holandês Ad Vingerhoets, os únicos animais a produzi-las) contêm mais proteínas [...]”, a palavra sublinhada apresenta uma ideia de:
 

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2335949 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Nova Hartz-RS
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A ciência explica: por que choramos?
Choramos todos os dias para manter a córnea lubrificada. Mas as lágrimas emocionais são as que têm levado a mais investigações: são uma forma de libertar as internas e não devem ser suprimidas por vergonha.
Em 1872, Charles Darwin escreveu que o choro é um "incidente, tão sem propósito quanto a de lágrimas provocadas por um golpe exterior ao olho". O naturalista britânico desvalorizava a capacidade emocional deste processo fisiológico, ignorando que envolve o sistema límbico (localizado no cérebro e responsável pelas ).
É este que estimula o processamento de substâncias como a noradrenalina e a serotonina que levam o sistema nervoso autônomo (responsável por ações motoras, como o piscar de olhos) a contrair a glândula lacrimal que verte a lágrima. A emoção é essencial, Mister Darwin. Até um ator, quando tem de forçar o choro, recorre mentalmente a imagens que geram em si essa comoção em vez de ordenar aos olhos para mecanicamente o fazerem. São as chamadas lágrimas emocionais.
Além destas, diariamente libertamos lágrimas basais em pequenas quantidades (uma média de 0,75 a 1,1 gramas durante 24 horas) que mantêm a córnea lubrificada e, ocasionalmente, lágrimas reflexivas (quando o olho reage a uma partícula estranha – como os vapores de uma cebola cortada – ou a uma luz forte). Estas são semelhantes na sua composição química (água, sais minerais, gordura).
Contudo, as lágrimas emocionais (seremos, segundo o psicólogo holandês Ad Vingerhoets, os únicos animais a produzi-las) contêm mais proteínas, por isso que são mais viscosas: isso reduz a velocidade a que correm pela face, ajudando-as a cumprir a missão de serem vistas pelos outros para com eles criar laços.

(Fonte: Lusiadas.com – adaptado.)

Em "[...] recorre mentalmente a imagens que geram em si essa comoção [...]", a palavra “comoção” pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
 

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2335948 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Nova Hartz-RS
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A ciência explica: por que choramos?
Choramos todos os dias para manter a córnea lubrificada. Mas as lágrimas emocionais são as que têm levado a mais investigações: são uma forma de libertar as internas e não devem ser suprimidas por vergonha.
Em 1872, Charles Darwin escreveu que o choro é um "incidente, tão sem propósito quanto a de lágrimas provocadas por um golpe exterior ao olho". O naturalista britânico desvalorizava a capacidade emocional deste processo fisiológico, ignorando que envolve o sistema límbico (localizado no cérebro e responsável pelas ).
É este que estimula o processamento de substâncias como a noradrenalina e a serotonina que levam o sistema nervoso autônomo (responsável por ações motoras, como o piscar de olhos) a contrair a glândula lacrimal que verte a lágrima. A emoção é essencial, Mister Darwin. Até um ator, quando tem de forçar o choro, recorre mentalmente a imagens que geram em si essa comoção em vez de ordenar aos olhos para mecanicamente o fazerem. São as chamadas lágrimas emocionais.
Além destas, diariamente libertamos lágrimas basais em pequenas quantidades (uma média de 0,75 a 1,1 gramas durante 24 horas) que mantêm a córnea lubrificada e, ocasionalmente, lágrimas reflexivas (quando o olho reage a uma partícula estranha – como os vapores de uma cebola cortada – ou a uma luz forte). Estas são semelhantes na sua composição química (água, sais minerais, gordura).
Contudo, as lágrimas emocionais (seremos, segundo o psicólogo holandês Ad Vingerhoets, os únicos animais a produzi-las) contêm mais proteínas, por isso que são mais viscosas: isso reduz a velocidade a que correm pela face, ajudando-as a cumprir a missão de serem vistas pelos outros para com eles criar laços.

(Fonte: Lusiadas.com – adaptado.)

Se a expressão “lágrimas emocionais”, no primeiro parágrafo, fosse substituída por “lágrima emocional”, quantas outras palavras deveriam sofrer alterações para fins de concordância nesse período:
 

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2335947 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Nova Hartz-RS
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A ciência explica: por que choramos?
Choramos todos os dias para manter a córnea lubrificada. Mas as lágrimas emocionais são as que têm levado a mais investigações: são uma forma de libertar as internas e não devem ser suprimidas por vergonha.
Em 1872, Charles Darwin escreveu que o choro é um "incidente, tão sem propósito quanto a de lágrimas provocadas por um golpe exterior ao olho". O naturalista britânico desvalorizava a capacidade emocional deste processo fisiológico, ignorando que envolve o sistema límbico (localizado no cérebro e responsável pelas ).
É este que estimula o processamento de substâncias como a noradrenalina e a serotonina que levam o sistema nervoso autônomo (responsável por ações motoras, como o piscar de olhos) a contrair a glândula lacrimal que verte a lágrima. A emoção é essencial, Mister Darwin. Até um ator, quando tem de forçar o choro, recorre mentalmente a imagens que geram em si essa comoção em vez de ordenar aos olhos para mecanicamente o fazerem. São as chamadas lágrimas emocionais.
Além destas, diariamente libertamos lágrimas basais em pequenas quantidades (uma média de 0,75 a 1,1 gramas durante 24 horas) que mantêm a córnea lubrificada e, ocasionalmente, lágrimas reflexivas (quando o olho reage a uma partícula estranha – como os vapores de uma cebola cortada – ou a uma luz forte). Estas são semelhantes na sua composição química (água, sais minerais, gordura).
Contudo, as lágrimas emocionais (seremos, segundo o psicólogo holandês Ad Vingerhoets, os únicos animais a produzi-las) contêm mais proteínas, por isso que são mais viscosas: isso reduz a velocidade a que correm pela face, ajudando-as a cumprir a missão de serem vistas pelos outros para com eles criar laços.

(Fonte: Lusiadas.com – adaptado.)

De acordo com o texto, assinalar a alternativa CORRETA:
 

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Questão presente nas seguintes provas
2335946 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Nova Hartz-RS
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A ciência explica: por que choramos?
Choramos todos os dias para manter a córnea lubrificada. Mas as lágrimas emocionais são as que têm levado a mais investigações: são uma forma de libertar as internas e não devem ser suprimidas por vergonha.
Em 1872, Charles Darwin escreveu que o choro é um "incidente, tão sem propósito quanto a de lágrimas provocadas por um golpe exterior ao olho". O naturalista britânico desvalorizava a capacidade emocional deste processo fisiológico, ignorando que envolve o sistema límbico (localizado no cérebro e responsável pelas ).
É este que estimula o processamento de substâncias como a noradrenalina e a serotonina que levam o sistema nervoso autônomo (responsável por ações motoras, como o piscar de olhos) a contrair a glândula lacrimal que verte a lágrima. A emoção é essencial, Mister Darwin. Até um ator, quando tem de forçar o choro, recorre mentalmente a imagens que geram em si essa comoção em vez de ordenar aos olhos para mecanicamente o fazerem. São as chamadas lágrimas emocionais.
Além destas, diariamente libertamos lágrimas basais em pequenas quantidades (uma média de 0,75 a 1,1 gramas durante 24 horas) que mantêm a córnea lubrificada e, ocasionalmente, lágrimas reflexivas (quando o olho reage a uma partícula estranha – como os vapores de uma cebola cortada – ou a uma luz forte). Estas são semelhantes na sua composição química (água, sais minerais, gordura).
Contudo, as lágrimas emocionais (seremos, segundo o psicólogo holandês Ad Vingerhoets, os únicos animais a produzi-las) contêm mais proteínas, por isso que são mais viscosas: isso reduz a velocidade a que correm pela face, ajudando-as a cumprir a missão de serem vistas pelos outros para com eles criar laços.

(Fonte: Lusiadas.com – adaptado.)

Assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:
 

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