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Foram encontradas 310 questões.

2335949 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Nova Hartz-RS
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A ciência explica: por que choramos?
Choramos todos os dias para manter a córnea lubrificada. Mas as lágrimas emocionais são as que têm levado a mais investigações: são uma forma de libertar as internas e não devem ser suprimidas por vergonha.
Em 1872, Charles Darwin escreveu que o choro é um "incidente, tão sem propósito quanto a de lágrimas provocadas por um golpe exterior ao olho". O naturalista britânico desvalorizava a capacidade emocional deste processo fisiológico, ignorando que envolve o sistema límbico (localizado no cérebro e responsável pelas ).
É este que estimula o processamento de substâncias como a noradrenalina e a serotonina que levam o sistema nervoso autônomo (responsável por ações motoras, como o piscar de olhos) a contrair a glândula lacrimal que verte a lágrima. A emoção é essencial, Mister Darwin. Até um ator, quando tem de forçar o choro, recorre mentalmente a imagens que geram em si essa comoção em vez de ordenar aos olhos para mecanicamente o fazerem. São as chamadas lágrimas emocionais.
Além destas, diariamente libertamos lágrimas basais em pequenas quantidades (uma média de 0,75 a 1,1 gramas durante 24 horas) que mantêm a córnea lubrificada e, ocasionalmente, lágrimas reflexivas (quando o olho reage a uma partícula estranha – como os vapores de uma cebola cortada – ou a uma luz forte). Estas são semelhantes na sua composição química (água, sais minerais, gordura).
Contudo, as lágrimas emocionais (seremos, segundo o psicólogo holandês Ad Vingerhoets, os únicos animais a produzi-las) contêm mais proteínas, por isso que são mais viscosas: isso reduz a velocidade a que correm pela face, ajudando-as a cumprir a missão de serem vistas pelos outros para com eles criar laços.

(Fonte: Lusiadas.com – adaptado.)

Em "[...] recorre mentalmente a imagens que geram em si essa comoção [...]", a palavra “comoção” pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
 

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2335948 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Nova Hartz-RS
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A ciência explica: por que choramos?
Choramos todos os dias para manter a córnea lubrificada. Mas as lágrimas emocionais são as que têm levado a mais investigações: são uma forma de libertar as internas e não devem ser suprimidas por vergonha.
Em 1872, Charles Darwin escreveu que o choro é um "incidente, tão sem propósito quanto a de lágrimas provocadas por um golpe exterior ao olho". O naturalista britânico desvalorizava a capacidade emocional deste processo fisiológico, ignorando que envolve o sistema límbico (localizado no cérebro e responsável pelas ).
É este que estimula o processamento de substâncias como a noradrenalina e a serotonina que levam o sistema nervoso autônomo (responsável por ações motoras, como o piscar de olhos) a contrair a glândula lacrimal que verte a lágrima. A emoção é essencial, Mister Darwin. Até um ator, quando tem de forçar o choro, recorre mentalmente a imagens que geram em si essa comoção em vez de ordenar aos olhos para mecanicamente o fazerem. São as chamadas lágrimas emocionais.
Além destas, diariamente libertamos lágrimas basais em pequenas quantidades (uma média de 0,75 a 1,1 gramas durante 24 horas) que mantêm a córnea lubrificada e, ocasionalmente, lágrimas reflexivas (quando o olho reage a uma partícula estranha – como os vapores de uma cebola cortada – ou a uma luz forte). Estas são semelhantes na sua composição química (água, sais minerais, gordura).
Contudo, as lágrimas emocionais (seremos, segundo o psicólogo holandês Ad Vingerhoets, os únicos animais a produzi-las) contêm mais proteínas, por isso que são mais viscosas: isso reduz a velocidade a que correm pela face, ajudando-as a cumprir a missão de serem vistas pelos outros para com eles criar laços.

(Fonte: Lusiadas.com – adaptado.)

Se a expressão “lágrimas emocionais”, no primeiro parágrafo, fosse substituída por “lágrima emocional”, quantas outras palavras deveriam sofrer alterações para fins de concordância nesse período:
 

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2335947 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Nova Hartz-RS
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A ciência explica: por que choramos?
Choramos todos os dias para manter a córnea lubrificada. Mas as lágrimas emocionais são as que têm levado a mais investigações: são uma forma de libertar as internas e não devem ser suprimidas por vergonha.
Em 1872, Charles Darwin escreveu que o choro é um "incidente, tão sem propósito quanto a de lágrimas provocadas por um golpe exterior ao olho". O naturalista britânico desvalorizava a capacidade emocional deste processo fisiológico, ignorando que envolve o sistema límbico (localizado no cérebro e responsável pelas ).
É este que estimula o processamento de substâncias como a noradrenalina e a serotonina que levam o sistema nervoso autônomo (responsável por ações motoras, como o piscar de olhos) a contrair a glândula lacrimal que verte a lágrima. A emoção é essencial, Mister Darwin. Até um ator, quando tem de forçar o choro, recorre mentalmente a imagens que geram em si essa comoção em vez de ordenar aos olhos para mecanicamente o fazerem. São as chamadas lágrimas emocionais.
Além destas, diariamente libertamos lágrimas basais em pequenas quantidades (uma média de 0,75 a 1,1 gramas durante 24 horas) que mantêm a córnea lubrificada e, ocasionalmente, lágrimas reflexivas (quando o olho reage a uma partícula estranha – como os vapores de uma cebola cortada – ou a uma luz forte). Estas são semelhantes na sua composição química (água, sais minerais, gordura).
Contudo, as lágrimas emocionais (seremos, segundo o psicólogo holandês Ad Vingerhoets, os únicos animais a produzi-las) contêm mais proteínas, por isso que são mais viscosas: isso reduz a velocidade a que correm pela face, ajudando-as a cumprir a missão de serem vistas pelos outros para com eles criar laços.

(Fonte: Lusiadas.com – adaptado.)

De acordo com o texto, assinalar a alternativa CORRETA:
 

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2335946 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Nova Hartz-RS
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A ciência explica: por que choramos?
Choramos todos os dias para manter a córnea lubrificada. Mas as lágrimas emocionais são as que têm levado a mais investigações: são uma forma de libertar as internas e não devem ser suprimidas por vergonha.
Em 1872, Charles Darwin escreveu que o choro é um "incidente, tão sem propósito quanto a de lágrimas provocadas por um golpe exterior ao olho". O naturalista britânico desvalorizava a capacidade emocional deste processo fisiológico, ignorando que envolve o sistema límbico (localizado no cérebro e responsável pelas ).
É este que estimula o processamento de substâncias como a noradrenalina e a serotonina que levam o sistema nervoso autônomo (responsável por ações motoras, como o piscar de olhos) a contrair a glândula lacrimal que verte a lágrima. A emoção é essencial, Mister Darwin. Até um ator, quando tem de forçar o choro, recorre mentalmente a imagens que geram em si essa comoção em vez de ordenar aos olhos para mecanicamente o fazerem. São as chamadas lágrimas emocionais.
Além destas, diariamente libertamos lágrimas basais em pequenas quantidades (uma média de 0,75 a 1,1 gramas durante 24 horas) que mantêm a córnea lubrificada e, ocasionalmente, lágrimas reflexivas (quando o olho reage a uma partícula estranha – como os vapores de uma cebola cortada – ou a uma luz forte). Estas são semelhantes na sua composição química (água, sais minerais, gordura).
Contudo, as lágrimas emocionais (seremos, segundo o psicólogo holandês Ad Vingerhoets, os únicos animais a produzi-las) contêm mais proteínas, por isso que são mais viscosas: isso reduz a velocidade a que correm pela face, ajudando-as a cumprir a missão de serem vistas pelos outros para com eles criar laços.

(Fonte: Lusiadas.com – adaptado.)

Assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:
 

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Aos 21 anos, os pais presentearam a filha com R$ 10.000,00. A filha, muito animada, fez um plano de investimentos visando a duplicar o valor a cada ano. Começaria com os 10 mil, passaria a 20 mil, a 40 mil e, assim, sucessivamente. Se a sua pretensão se concretizar, ela atingirá o valor de um milhão de reais no:
 

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2171340 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Nova Hartz-RS
Em um dia de trabalho, o número de clientes mulheres atendidas em um salão de beleza excede o número de clientes homens atendidos em 20. Se o produto do número de clientes mulheres pelo de clientes homens é 156, o total de clientes atendidos, nesse dia, é:
 

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2168751 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Nova Hartz-RS
Por que rimos quando sentimos cócegas?
A pele inteira possui nervosas, mas algumas regiões possuem mais delas: é o caso das plantas dos pés e das axilas. Por isso, ao serem estimuladas, essas áreas causam muitas cócegas.
Quando recebemos cócegas, sensores do nosso corpo enviam aos neurônios a mensagem de que há um perigo - afinal, a ação é inesperada. Então, os neurônios responsáveis pela sensação de cócegas formam uma conexão com os neurônios que levam ao riso. Aí, tudo se transforma em uma mistura de coceira e gargalhada.
Diante dessa situação encarada como perigosa, nosso corpo fica tenso e alerta e a risada também é uma forma de relaxar e descarregar essa tensão. Essa reação é involuntária, por isso, mesmo que você não goste de receber cócegas e tente se delas, acaba dando risada.
Você já deve ter percebido que, se tentarmos fazer cócegas em nós mesmos, não damos risada. Os cientistas acreditam que isso acontece porque, para fazer isso, precisamos mexer os braços, por exemplo. Esse tipo de movimento, ligado a outros circuitos nervosos, desliga a área responsável pelas cócegas.
(Fonte: Abril - adaptado.)
Se a expressão “neurônios responsáveis”, no segundo parágrafo, fosse substituída por “neurônio responsável”, quantas outras palavras deveriam sofrer alteração, para fins de concordância, nesse período:
 

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2165861 Ano: 2022
Disciplina: Saúde Pública
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Nova Hartz-RS
Em conformidade com o Caderno de Atenção Básica nº 20 - Carência de Macronutrientes, a anemia por deficiência de Ferro atinge principalmente:
 

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Considerando-se o Excel 2013, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:
Desde que haja uma coluna de referência ao lado, grosso modo, é possível dizer que um sobre a alça de preenchimento tem a mesma função de arrastar a alça de preenchimento com o mouse.
 

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Em uma urna, há 7 bolas azuis, 8 bolas amarelas, 6 bolas verdes e 9 bolas brancas. Sorteando-se, ao acaso, uma das bolas dessa urna, a probabilidade de, na primeira retirada, ela sair verde é de:
 

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