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Foram encontradas 50 questões.

3794808 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
O RCNEI (vol. 1)traz orientações didáticas gerais e específicas que consistem em indicações e sugestões para subsidiar a reflexão e a prática do professor. Nas orientações gerais, vemos a organização do tempo, dos espaços e dos materiais; observação, registro e avaliação. Quanto às orientações didáticas gerais, analise as afirmativas a seguir.

I. As crianças vivenciam na creche uma rotina que envolve os cuidados, as brincadeiras e as situações de aprendizagens orientadas.
II. Os registros com fins avaliativos são documentos importantes que podem promover ou reprovar as crianças na educação infantil.
III. A avaliação é registrada pelos professores e uma das formas é por meio de observações diárias do desenvolvimento das crianças na instituição em que estão.
IV. A aprendizagem das crianças pequenas (da educação infantil) ocorre apenas na sala de aula, onde o professor terá os materiais disponíveis para as aulas.

Está correto o que se afirma em
 

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3794807 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Embora haja um consenso sobre a necessidade de que a educação para as crianças pequenas deva promover a integração entre os aspectos físicos, emocionais, afetivos, cognitivos e sociais da criança, considerando que esta é um ser completo e indivisível, as divergências estão exatamente no que se entende sobre o que seja trabalhar com cada um desses aspectos.

(RCNEI, Vol. 1, p. 17-18.)


Sobre o educar e o cuidar na educação infantil a partir do RCNEI (vol. 1), é correto afirmar que:
 

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3794806 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Aumento no número de casos de dengue reforça importância da vacinação

O número de casos de dengue no Brasil já chegou a 217 mil em 2024, representando quase cinco vezes o total calculado no mesmo período do ano passado. Até o momento, são 15 mortes confirmadas e 149 óbitos em investigação. Nesse sentido, o governo anunciou uma campanha de vacinação contra a doença, com previsão para começar no início de fevereiro, que inclui cerca de 500 municípios em 16 Estados e possui um público-alvo de adolescentes entre 10 e 14 anos.

(Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp. Acesso em: 02/2024.)


Além da vacinação, para combater a dengue é importante:
 

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3794805 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Desfiles do carnaval do Rio alavancam vendas de livros que inspiraram sambas-enredo

Livros inspiram os sambas-enredo de escolas sambas como a Portela e a Grande Rio, respectivamente. Os desfiles do Grupo Especial do Carnaval carioca ajudaram a impulsionar as vendas de livros que inspiraram sambas-enredo em 2024. Os livros estão no topo da lista dos livros mais vendidos.

(Disponível em: https://oglobo.globo.com/rio. Acesso em: 13/02/2024.)


Os livros que inspiraram os sambas-enredo das escolas de samba Portela e Grande Rio são, respectivamente:
 

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3794804 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Apagão docente: jovens se afastam da profissão

De tempos em tempos, o alerta ressurge: o Brasil está à beira do colapso quando o assunto é o número de docentes aptos a lecionar na educação básica. O medo do fenômeno batizado como apagão docente – a falta de professores – estampou manchetes de jornal às vésperas do primeiro turno das eleições presidenciais do ano passado. Realizado pelo Instituto Semesp, órgão ligado às mantenedoras do ensino superior privado paulista, um novo estudo projeta o possível deficit de 235 mil professores no ano de 2040 caso nada seja feito para reverter o quadro atual.

(Disponível em: https://revistaeducacao.com.br./. Acesso em: 02/2024.)

Em relação à formação de docentes e ao apagão, especificamente para o ensino básico no país, assinale a afirmativa correta.
 

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3794803 Ano: 2024
Disciplina: Nutrição
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Quando falamos em cozinhar refeições saudáveis, é normal pensar logo em ingredientes e alimentos que podem ser nocivos ao organismo. Mas existe um fator que geralmente passa batido, mesmo quando começamos a nos preocupar mais com a saúde: as panelas! Pois é: o recipiente no qual você prepara a sua refeição também influencia bastante no valor nutricional dos alimentos e no seu bem-estar. [...]

(Disponível em: https://casavogue.globo.com/. Acesso em: 02/2024.)


Em relação aos cuidados que devemos tomar em relação às panelas que usamos para preparar nossas refeições, já é comprovado que:
 

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3794802 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Os usuários da internet da Rússia têm oscilado entre Ocidente e Oriente, como acontece com muitos outros setores no país. Os cidadãos russos, ao contrário dos chineses, conseguiam acessar plataformas de tecnologia dos Estados Unidos, como o Facebook, o Twitter e o Google, embora tenham estado sujeitas a censura e restrições — caraterística definidora do modelo de internet da China.

(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/. Acesso em: 02/2024.)


No atual contexto de guerra, a Rússia, recentemente, ganhou o apelido de “cortina de ferro digital”. Tal apelido refere-se:
 

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3794755 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Texto I
Se eu fosse eu
     Quando não sei onde guardei um papel importante e a procura se revela inútil, pergunto-me: se eu fosse eu e tivesse um papel importante para guardar, que lugar escolheria? Às vezes dá certo. Mas muitas vezes fico tão pressionada pela frase “se eu fosse eu”, que a procura do papel se torna secundária, e começo a pensar. Diria melhor, sentir.
      E não me sinto bem. Experimente: se você fosse você, como seria e o que faria? Logo de início se sente um constrangimento: a mentira em que nos acomodamos acabou de ser levemente locomovida do lugar onde se acomodara. No entanto já li biografias de pessoas que de repente passavam a ser elas mesmas, e mudavam inteiramente de vida. Acho que se eu fosse realmente eu, os amigos não me cumprimentariam na rua porque até minha fisionomia teria mudado. Como? Não sei.
      Metade das coisas que eu faria se eu fosse eu, não posso contar. Acho, por exemplo, que por um certo motivo eu terminaria presa na cadeia. E se eu fosse eu daria tudo o que é meu, e confiaria o futuro ao futuro.
     “Se eu fosse eu” parece representar o nosso maior perigo de viver, parece a entrada nova no desconhecido. No entanto tenho a intuição de que, passadas as primeiras chamadas loucuras da festa que seria, teríamos enfim a experiência do mundo. Bem sei, experimentaríamos enfim em pleno a dor do mundo. E a nossa dor, aquela que aprendemos a não sentir. Mas também seríamos por vezes tomados de um êxtase de alegria pura e legítima que mal posso adivinhar. Não, acho que já estou de algum modo adivinhando porque me senti sorrindo e também senti uma espécie de pudor que se tem diante do que é grande demais.
(LISPECTOR. Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.)
Texto II
Como é que se escreve?
     Quando não estou escrevendo, eu simplesmente não sei como se escreve. E se não soasse infantil e falsa a pergunta das mais sinceras, eu escolheria um amigo escritor e lhe perguntaria: como é que se escreve?
    Porque, realmente, como é que se escreve? que é que se diz? e como dizer? e como é que se começa? e que é que se faz com o papel em branco nos defrontando tranquilo?
   Sei que a resposta, por mais que intrigue, é a única: escrevendo. Sou a pessoa que mais se surpreende de escrever. E ainda não me habituei a que me chamem de escritora. Porque, fora das horas em que escrevo, não sei absolutamente escrever. Será que escrever não é um ofício? Não há aprendizagem, então? O que é? Só me considerarei escritora no dia em que eu disser: sei como se escreve.
(LISPECTOR. Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.)
Considere o termo sublinhado no trecho do texto I “Mas muitas vezes fico tão pressionada pela frase ‘se eu fosse eu’, que a procura do papel se torna secundária, e começo a pensar.” (1º§). Em relação ao processo de formação de palavras que o originou, é correto afirmar que se trata de um caso de:
 

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3794754 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Texto I
Se eu fosse eu
     Quando não sei onde guardei um papel importante e a procura se revela inútil, pergunto-me: se eu fosse eu e tivesse um papel importante para guardar, que lugar escolheria? Às vezes dá certo. Mas muitas vezes fico tão pressionada pela frase “se eu fosse eu”, que a procura do papel se torna secundária, e começo a pensar. Diria melhor, sentir.
      E não me sinto bem. Experimente: se você fosse você, como seria e o que faria? Logo de início se sente um constrangimento: a mentira em que nos acomodamos acabou de ser levemente locomovida do lugar onde se acomodara. No entanto já li biografias de pessoas que de repente passavam a ser elas mesmas, e mudavam inteiramente de vida. Acho que se eu fosse realmente eu, os amigos não me cumprimentariam na rua porque até minha fisionomia teria mudado. Como? Não sei.
      Metade das coisas que eu faria se eu fosse eu, não posso contar. Acho, por exemplo, que por um certo motivo eu terminaria presa na cadeia. E se eu fosse eu daria tudo o que é meu, e confiaria o futuro ao futuro.
     “Se eu fosse eu” parece representar o nosso maior perigo de viver, parece a entrada nova no desconhecido. No entanto tenho a intuição de que, passadas as primeiras chamadas loucuras da festa que seria, teríamos enfim a experiência do mundo. Bem sei, experimentaríamos enfim em pleno a dor do mundo. E a nossa dor, aquela que aprendemos a não sentir. Mas também seríamos por vezes tomados de um êxtase de alegria pura e legítima que mal posso adivinhar. Não, acho que já estou de algum modo adivinhando porque me senti sorrindo e também senti uma espécie de pudor que se tem diante do que é grande demais.
(LISPECTOR. Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.)
Texto II
Como é que se escreve?
     Quando não estou escrevendo, eu simplesmente não sei como se escreve. E se não soasse infantil e falsa a pergunta das mais sinceras, eu escolheria um amigo escritor e lhe perguntaria: como é que se escreve?
    Porque, realmente, como é que se escreve? que é que se diz? e como dizer? e como é que se começa? e que é que se faz com o papel em branco nos defrontando tranquilo?
   Sei que a resposta, por mais que intrigue, é a única: escrevendo. Sou a pessoa que mais se surpreende de escrever. E ainda não me habituei a que me chamem de escritora. Porque, fora das horas em que escrevo, não sei absolutamente escrever. Será que escrever não é um ofício? Não há aprendizagem, então? O que é? Só me considerarei escritora no dia em que eu disser: sei como se escreve.
(LISPECTOR. Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.)
Conforme a Novíssima Gramática da Língua Portuguesa de Domingos Paschoal Cegalla, emprega-se o modo subjuntivo do verbo de modo a “exprimir um fato possível, incerto, hipotético, irreal ou dependente de outro”. Assinale a alternativa que corretamente dispõe, sublinhado, um exemplo de verbo conjugado nesse modo.
 

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3794752 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Texto I
Se eu fosse eu
     Quando não sei onde guardei um papel importante e a procura se revela inútil, pergunto-me: se eu fosse eu e tivesse um papel importante para guardar, que lugar escolheria? Às vezes dá certo. Mas muitas vezes fico tão pressionada pela frase “se eu fosse eu”, que a procura do papel se torna secundária, e começo a pensar. Diria melhor, sentir.
      E não me sinto bem. Experimente: se você fosse você, como seria e o que faria? Logo de início se sente um constrangimento: a mentira em que nos acomodamos acabou de ser levemente locomovida do lugar onde se acomodara. No entanto já li biografias de pessoas que de repente passavam a ser elas mesmas, e mudavam inteiramente de vida. Acho que se eu fosse realmente eu, os amigos não me cumprimentariam na rua porque até minha fisionomia teria mudado. Como? Não sei.
      Metade das coisas que eu faria se eu fosse eu, não posso contar. Acho, por exemplo, que por um certo motivo eu terminaria presa na cadeia. E se eu fosse eu daria tudo o que é meu, e confiaria o futuro ao futuro.
     “Se eu fosse eu” parece representar o nosso maior perigo de viver, parece a entrada nova no desconhecido. No entanto tenho a intuição de que, passadas as primeiras chamadas loucuras da festa que seria, teríamos enfim a experiência do mundo. Bem sei, experimentaríamos enfim em pleno a dor do mundo. E a nossa dor, aquela que aprendemos a não sentir. Mas também seríamos por vezes tomados de um êxtase de alegria pura e legítima que mal posso adivinhar. Não, acho que já estou de algum modo adivinhando porque me senti sorrindo e também senti uma espécie de pudor que se tem diante do que é grande demais.
(LISPECTOR. Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.)
Texto II
Como é que se escreve?
     Quando não estou escrevendo, eu simplesmente não sei como se escreve. E se não soasse infantil e falsa a pergunta das mais sinceras, eu escolheria um amigo escritor e lhe perguntaria: como é que se escreve?
    Porque, realmente, como é que se escreve? que é que se diz? e como dizer? e como é que se começa? e que é que se faz com o papel em branco nos defrontando tranquilo?
   Sei que a resposta, por mais que intrigue, é a única: escrevendo. Sou a pessoa que mais se surpreende de escrever. E ainda não me habituei a que me chamem de escritora. Porque, fora das horas em que escrevo, não sei absolutamente escrever. Será que escrever não é um ofício? Não há aprendizagem, então? O que é? Só me considerarei escritora no dia em que eu disser: sei como se escreve.
(LISPECTOR. Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.)
Prosopopeia, animização e personificação são nomes para a figura de linguagem caracterizada pela atribuição de características humanas a seres inanimados e irracionais, de modo que lhes sejam conferidas vida e ação. Assinale o trecho em que se dá um exemplo dessa figura de estilo.
 

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