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Foram encontradas 850 questões.

2322070 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
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Com relação ao correto uso da crase, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:

I – A festa está marcada para às 20h.

II – Retorno após às 17h.

III – Ele retorna às 15h.

 

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2322069 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
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No que se refere aos substantivos coletivos, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:

I – catar / camelo.

II – récua / burros.

III – talha / lenha.

 

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2322068 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
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Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma classificação de proposição:

 

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2322067 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
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Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma conjunção aditiva:

 

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2322066 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
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Com relação ao correto uso da crase, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:

I – O professor precisa ir à Holanda.

II – Eles vão à Madri.

III – Nós vamos à Paris.

 

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2322065 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
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MADAME DE LA FAYETTE (1634-1693)

Madame de La Fayette fazia parte de uma família de menor importância da nobreza francesa. Casou-se com um representante de uma família de mais destaque em 1655. Seu marido era o conde de La Fayette. Viveram inicialmente em sua propriedade rural e ela teve dois filhos com ele. Depois de alguns anos, porém, ela se mudou para Paris, deixando-o para trás, e se transformou em uma das anfitriãs mais formidáveis da sociedade parisiense. Era muito amiga de Madame de Sévigné e muitos personagens famosos da literatura se reuniam em seus fulgurantes salões. Entre os frequentadores estavam o poeta Jean de Segrais, que colaborou com La Fayette em Zayde (que tinha a Espanha moura como cenário), o galanteador Gilles Ménage, que supostamente teria sido tutor dela e de Madame de Sévigné, e, principalmente, o duque de La Rochefoucauld, que desde então é famoso por suas máximas maravilhosamente desencantadas.

O marido de Madame de La Fayette continuou a morar no campo, embora a visitasse em Paris com frequência. A tragédia de um casamento sem amor é tema de vários de seus romances, entre eles o mais famoso, A Princesa de Clèves, que costuma ser chamado de o primeiro romance moderno por sua profundidade psicológica. A heroína é um ornamento arrebatadoramente desejável da corte francesa do século XVI, casada com um homem a quem não ama. Ao se perceber ameaçada com enredos de intriga e de sedução na corte, consegue manter sua virtude intacta abandonando a corte e passando seus últimos anos sozinha. Os leitores acharam que a história sugeria que casamento e amor verdadeiro são incompatíveis e muitos escreveram cartas para a revista Mercure Galant afirmando considerar a heroína uma pessoa real, de seu próprio tempo.

(501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 77).

Ainda na parte final do texto, o autor utiliza a expressão “enredos de intriga”. Assinale a alternativa que NÃO apresenta um sinônimo da palavra “enredos”:

 

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2322064 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
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MADAME DE LA FAYETTE (1634-1693)

Madame de La Fayette fazia parte de uma família de menor importância da nobreza francesa. Casou-se com um representante de uma família de mais destaque em 1655. Seu marido era o conde de La Fayette. Viveram inicialmente em sua propriedade rural e ela teve dois filhos com ele. Depois de alguns anos, porém, ela se mudou para Paris, deixando-o para trás, e se transformou em uma das anfitriãs mais formidáveis da sociedade parisiense. Era muito amiga de Madame de Sévigné e muitos personagens famosos da literatura se reuniam em seus fulgurantes salões. Entre os frequentadores estavam o poeta Jean de Segrais, que colaborou com La Fayette em Zayde (que tinha a Espanha moura como cenário), o galanteador Gilles Ménage, que supostamente teria sido tutor dela e de Madame de Sévigné, e, principalmente, o duque de La Rochefoucauld, que desde então é famoso por suas máximas maravilhosamente desencantadas.

O marido de Madame de La Fayette continuou a morar no campo, embora a visitasse em Paris com frequência. A tragédia de um casamento sem amor é tema de vários de seus romances, entre eles o mais famoso, A Princesa de Clèves, que costuma ser chamado de o primeiro romance moderno por sua profundidade psicológica. A heroína é um ornamento arrebatadoramente desejável da corte francesa do século XVI, casada com um homem a quem não ama. Ao se perceber ameaçada com enredos de intriga e de sedução na corte, consegue manter sua virtude intacta abandonando a corte e passando seus últimos anos sozinha. Os leitores acharam que a história sugeria que casamento e amor verdadeiro são incompatíveis e muitos escreveram cartas para a revista Mercure Galant afirmando considerar a heroína uma pessoa real, de seu próprio tempo.

(501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 77).

Também na segunda parte do texto, o autor utiliza a palavra “primeiro”. Assinale a alternativa que apresenta corretamente a classificação de tal numeral:

 

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2322063 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
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MADAME DE LA FAYETTE (1634-1693)

Madame de La Fayette fazia parte de uma família de menor importância da nobreza francesa. Casou-se com um representante de uma família de mais destaque em 1655. Seu marido era o conde de La Fayette. Viveram inicialmente em sua propriedade rural e ela teve dois filhos com ele. Depois de alguns anos, porém, ela se mudou para Paris, deixando-o para trás, e se transformou em uma das anfitriãs mais formidáveis da sociedade parisiense. Era muito amiga de Madame de Sévigné e muitos personagens famosos da literatura se reuniam em seus fulgurantes salões. Entre os frequentadores estavam o poeta Jean de Segrais, que colaborou com La Fayette em Zayde (que tinha a Espanha moura como cenário), o galanteador Gilles Ménage, que supostamente teria sido tutor dela e de Madame de Sévigné, e, principalmente, o duque de La Rochefoucauld, que desde então é famoso por suas máximas maravilhosamente desencantadas.

O marido de Madame de La Fayette continuou a morar no campo, embora a visitasse em Paris com frequência. A tragédia de um casamento sem amor é tema de vários de seus romances, entre eles o mais famoso, A Princesa de Clèves, que costuma ser chamado de o primeiro romance moderno por sua profundidade psicológica. A heroína é um ornamento arrebatadoramente desejável da corte francesa do século XVI, casada com um homem a quem não ama. Ao se perceber ameaçada com enredos de intriga e de sedução na corte, consegue manter sua virtude intacta abandonando a corte e passando seus últimos anos sozinha. Os leitores acharam que a história sugeria que casamento e amor verdadeiro são incompatíveis e muitos escreveram cartas para a revista Mercure Galant afirmando considerar a heroína uma pessoa real, de seu próprio tempo.

(501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 77).

Na última parte do texto, o autor utiliza a palavra “arrebatadoramente”, que possui a seguinte classificação gramatical:

 

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2322062 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
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MADAME DE LA FAYETTE (1634-1693)

Madame de La Fayette fazia parte de uma família de menor importância da nobreza francesa. Casou-se com um representante de uma família de mais destaque em 1655. Seu marido era o conde de La Fayette. Viveram inicialmente em sua propriedade rural e ela teve dois filhos com ele. Depois de alguns anos, porém, ela se mudou para Paris, deixando-o para trás, e se transformou em uma das anfitriãs mais formidáveis da sociedade parisiense. Era muito amiga de Madame de Sévigné e muitos personagens famosos da literatura se reuniam em seus fulgurantes salões. Entre os frequentadores estavam o poeta Jean de Segrais, que colaborou com La Fayette em Zayde (que tinha a Espanha moura como cenário), o galanteador Gilles Ménage, que supostamente teria sido tutor dela e de Madame de Sévigné, e, principalmente, o duque de La Rochefoucauld, que desde então é famoso por suas máximas maravilhosamente desencantadas.

O marido de Madame de La Fayette continuou a morar no campo, embora a visitasse em Paris com frequência. A tragédia de um casamento sem amor é tema de vários de seus romances, entre eles o mais famoso, A Princesa de Clèves, que costuma ser chamado de o primeiro romance moderno por sua profundidade psicológica. A heroína é um ornamento arrebatadoramente desejável da corte francesa do século XVI, casada com um homem a quem não ama. Ao se perceber ameaçada com enredos de intriga e de sedução na corte, consegue manter sua virtude intacta abandonando a corte e passando seus últimos anos sozinha. Os leitores acharam que a história sugeria que casamento e amor verdadeiro são incompatíveis e muitos escreveram cartas para a revista Mercure Galant afirmando considerar a heroína uma pessoa real, de seu próprio tempo.

(501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 77).

Ainda na primeira parte do texto, o autor utiliza o adjetivo “formidáveis”. Assinale a alternativa que NÃO apresenta um sinônimo para tal palavra:

 

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2322061 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
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MADAME DE LA FAYETTE (1634-1693)

Madame de La Fayette fazia parte de uma família de menor importância da nobreza francesa. Casou-se com um representante de uma família de mais destaque em 1655. Seu marido era o conde de La Fayette. Viveram inicialmente em sua propriedade rural e ela teve dois filhos com ele. Depois de alguns anos, porém, ela se mudou para Paris, deixando-o para trás, e se transformou em uma das anfitriãs mais formidáveis da sociedade parisiense. Era muito amiga de Madame de Sévigné e muitos personagens famosos da literatura se reuniam em seus fulgurantes salões. Entre os frequentadores estavam o poeta Jean de Segrais, que colaborou com La Fayette em Zayde (que tinha a Espanha moura como cenário), o galanteador Gilles Ménage, que supostamente teria sido tutor dela e de Madame de Sévigné, e, principalmente, o duque de La Rochefoucauld, que desde então é famoso por suas máximas maravilhosamente desencantadas.

O marido de Madame de La Fayette continuou a morar no campo, embora a visitasse em Paris com frequência. A tragédia de um casamento sem amor é tema de vários de seus romances, entre eles o mais famoso, A Princesa de Clèves, que costuma ser chamado de o primeiro romance moderno por sua profundidade psicológica. A heroína é um ornamento arrebatadoramente desejável da corte francesa do século XVI, casada com um homem a quem não ama. Ao se perceber ameaçada com enredos de intriga e de sedução na corte, consegue manter sua virtude intacta abandonando a corte e passando seus últimos anos sozinha. Os leitores acharam que a história sugeria que casamento e amor verdadeiro são incompatíveis e muitos escreveram cartas para a revista Mercure Galant afirmando considerar a heroína uma pessoa real, de seu próprio tempo.

(501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 77).

Na primeira parte do texto, o autor utiliza a palavra “porém”. Assinale a alternativa que aponta corretamente sua classificação gramatical:

 

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