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Foram encontradas 619 questões.

2651818 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP

A figura abaixo representa a planificação de um sólido geométrico.

Enunciado 2968899-1

Esse sólido é:

 

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2651817 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP

Considerando a figura abaixo, as duas retas paralelas cortadas por uma transversal, e os ângulos indicados, determine o valor de x.

Enunciado 2968898-1

 

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2651816 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP

Arthur irá construir uma casa com as seguintes medidas:

Enunciado 2968897-1

Desse modo, qual será o perímetro e a área da casa de Arthur, respectivamente?

 

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2651815 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP

Em qual dos trechos abaixo o advérbio destacado veicula uma opinião por parte do enunciador?

 

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2651814 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP

Leia o excerto abaixo.

Novo planeta maior que a Terra é descoberto fora do Sistema Solar

Pesquisadores do Instituto de Astronomia da Universidade Nacional Autônoma do México descobriram um exoplaneta (fora do Sistema Solar) maior que a Terra

(NOVO planeta maior que a Terra é descoberto fora do Sistema Solar. Jornal do Brasil, 08 de janeiro de 2022. Ciência e Tecnologia. Disponível em: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/2022/01/1035131-novo-planeta-maior-que-a-terra-e-descoberto-fora-do-sistema-solar.html

O processo de formação de palavras que originou o termo “exoplaneta”, utilizado no trecho apresentado, é chamado de

 

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2651813 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP

Novas tradições

Publicado em 09/01/2022 | 09:06 ------Paulo Pestana -------Crônica

Desde que CDs e DVDs caíram em desuso as festas de fim de ano perderam muito do viço. Trocar bombom não é a mesma coisa. A transformação dos antigos objetos culturais em éter acabou com brincadeiras deliciosas, que revelavam um pouco da personalidade de quem dava e de quem recebia o presente. Ou molecagens ainda mais deliciosas, como embrulhar um DVD de Priscilla, a Rainha do Deserto para o amigo metido a macho.

Hoje é cada um por seu streaming – palavra que assumimos como se fosse português, embora a tradução, transmissão, não deixe nada a desejar – de vídeo ou áudio, com milhares de músicas e filmes à disposição. Pelo menos as pessoas podem agora curtir seu jazz em paz, sem serem acusadas de transfobia por não ter de ouvir o coinchar de Pablo Vittar.

Sobraram os livros. Por mais que os aparelhinhos que armazenam volumes sejam cada vez mais amistosos, ainda não soltam aquele cheirinho de papel-e-tinta e muito menos conseguem manter a cumplicidade que um bom livro traz. Mas um livro – por melhor que seja – nem sempre agrada; pior: as vezes ofende, ainda mais agora que passou a moda dos volumes para colorir ou para ligar os pontos.

O resultado é que muita gente está tentando mudar o conceito de cultura, abrindo a percepção para a enologia. E os vinhos vão assumindo a posição de objeto chique para presente, cada qual com seu grau de tanino, acidez e variedade de notas, o que muda de acordo com o paladar e o olfato do connaisseur, que é o sujeito que tem uma estrela gemada a mais que o sommelier (que nossos avozinhos lusos chamam de escanção).

Cá para nós, melhor que panetone que, de repente, virou uma tradição brasileira. O consumo médio desse pão velho é de 440 gramas anuais per capita no Brasil e a única coisa que posso garantir é que tem gente comendo quase um quilo desse pão velho – a outra metade cedida por mim. E o panetone também virou item de presente – pena que, como CD ruim, não dá para trocar.

Mas um ano novo está começando. E um sinal de que devemos ter fé no que virá é que as agendas não caíram em desuso; continuam servindo de mimo, embora todo mundo tenha um telefone celular com um aplicativo capaz de substituí-las. Mas rabiscar é preciso; facilita o raciocínio e ser humano garatuja desde tempos imemoriais nas paredes das cavernas. É bom conservar determinadas tradições, numa fase de tantas mudanças para todos.

Ainda mais que as pessoas cada vez mais se escondem em avatares que inventam para brilhar por alguns segundos nas redes sociais; como no tempo da escola, os falsos valentões atacam à sorrelfa. Avatar não tem caráter e parece ser isso mesmo o que se procura nessa tal sociedade fluida, em que grassam os pichadores que, sem talento para criar, são incapazes de apreciar e tentam destruir.

É como disse Oscar Wilde: “O mundo pode ser um palco, mas o elenco é um horror”.

(PESTANA, Paulo. Novas tradições. Correio Braziliense, 09 de janeiro de 2022. Blog do Paulo Pestana. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/novas-tradicoes/. Acesso em: 10 jan. 2022.)

No segundo parágrafo, o cronista apresenta um neologismo por empréstimo bastante comum na língua portuguesa atualmente: streaming. No contexto em que o autor o utilizou, percebe-se que tal estrangeirismo assumiu a forma de um

 

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2651812 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP

Novas tradições

Publicado em 09/01/2022 | 09:06 ------Paulo Pestana -------Crônica

Desde que CDs e DVDs caíram em desuso as festas de fim de ano perderam muito do viço. Trocar bombom não é a mesma coisa. A transformação dos antigos objetos culturais em éter acabou com brincadeiras deliciosas, que revelavam um pouco da personalidade de quem dava e de quem recebia o presente. Ou molecagens ainda mais deliciosas, como embrulhar um DVD de Priscilla, a Rainha do Deserto para o amigo metido a macho.

Hoje é cada um por seu streaming – palavra que assumimos como se fosse português, embora a tradução, transmissão, não deixe nada a desejar – de vídeo ou áudio, com milhares de músicas e filmes à disposição. Pelo menos as pessoas podem agora curtir seu jazz em paz, sem serem acusadas de transfobia por não ter de ouvir o coinchar de Pablo Vittar.

Sobraram os livros. Por mais que os aparelhinhos que armazenam volumes sejam cada vez mais amistosos, ainda não soltam aquele cheirinho de papel-e-tinta e muito menos conseguem manter a cumplicidade que um bom livro traz. Mas um livro – por melhor que seja – nem sempre agrada; pior: as vezes ofende, ainda mais agora que passou a moda dos volumes para colorir ou para ligar os pontos.

O resultado é que muita gente está tentando mudar o conceito de cultura, abrindo a percepção para a enologia. E os vinhos vão assumindo a posição de objeto chique para presente, cada qual com seu grau de tanino, acidez e variedade de notas, o que muda de acordo com o paladar e o olfato do connaisseur, que é o sujeito que tem uma estrela gemada a mais que o sommelier (que nossos avozinhos lusos chamam de escanção).

Cá para nós, melhor que panetone que, de repente, virou uma tradição brasileira. O consumo médio desse pão velho é de 440 gramas anuais per capita no Brasil e a única coisa que posso garantir é que tem gente comendo quase um quilo desse pão velho – a outra metade cedida por mim. E o panetone também virou item de presente – pena que, como CD ruim, não dá para trocar.

Mas um ano novo está começando. E um sinal de que devemos ter fé no que virá é que as agendas não caíram em desuso; continuam servindo de mimo, embora todo mundo tenha um telefone celular com um aplicativo capaz de substituí-las. Mas rabiscar é preciso; facilita o raciocínio e ser humano garatuja desde tempos imemoriais nas paredes das cavernas. É bom conservar determinadas tradições, numa fase de tantas mudanças para todos.

Ainda mais que as pessoas cada vez mais se escondem em avatares que inventam para brilhar por alguns segundos nas redes sociais; como no tempo da escola, os falsos valentões atacam à sorrelfa. Avatar não tem caráter e parece ser isso mesmo o que se procura nessa tal sociedade fluida, em que grassam os pichadores que, sem talento para criar, são incapazes de apreciar e tentam destruir.

É como disse Oscar Wilde: “O mundo pode ser um palco, mas o elenco é um horror”.

(PESTANA, Paulo. Novas tradições. Correio Braziliense, 09 de janeiro de 2022. Blog do Paulo Pestana. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/novas-tradicoes/. Acesso em: 10 jan. 2022.)

A linha argumentativa dessa crônica se pauta na tese de que

 

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2651811 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP

Novas tradições

Publicado em 09/01/2022 | 09:06 ------Paulo Pestana -------Crônica

Desde que CDs e DVDs caíram em desuso as festas de fim de ano perderam muito do viço. Trocar bombom não é a mesma coisa. A transformação dos antigos objetos culturais em éter acabou com brincadeiras deliciosas, que revelavam um pouco da personalidade de quem dava e de quem recebia o presente. Ou molecagens ainda mais deliciosas, como embrulhar um DVD de Priscilla, a Rainha do Deserto para o amigo metido a macho.

Hoje é cada um por seu streaming – palavra que assumimos como se fosse português, embora a tradução, transmissão, não deixe nada a desejar – de vídeo ou áudio, com milhares de músicas e filmes à disposição. Pelo menos as pessoas podem agora curtir seu jazz em paz, sem serem acusadas de transfobia por não ter de ouvir o coinchar de Pablo Vittar.

Sobraram os livros. Por mais que os aparelhinhos que armazenam volumes sejam cada vez mais amistosos, ainda não soltam aquele cheirinho de papel-e-tinta e muito menos conseguem manter a cumplicidade que um bom livro traz. Mas um livro – por melhor que seja – nem sempre agrada; pior: as vezes ofende, ainda mais agora que passou a moda dos volumes para colorir ou para ligar os pontos.

O resultado é que muita gente está tentando mudar o conceito de cultura, abrindo a percepção para a enologia. E os vinhos vão assumindo a posição de objeto chique para presente, cada qual com seu grau de tanino, acidez e variedade de notas, o que muda de acordo com o paladar e o olfato do connaisseur, que é o sujeito que tem uma estrela gemada a mais que o sommelier (que nossos avozinhos lusos chamam de escanção).

Cá para nós, melhor que panetone que, de repente, virou uma tradição brasileira. O consumo médio desse pão velho é de 440 gramas anuais per capita no Brasil e a única coisa que posso garantir é que tem gente comendo quase um quilo desse pão velho – a outra metade cedida por mim. E o panetone também virou item de presente – pena que, como CD ruim, não dá para trocar.

Mas um ano novo está começando. E um sinal de que devemos ter fé no que virá é que as agendas não caíram em desuso; continuam servindo de mimo, embora todo mundo tenha um telefone celular com um aplicativo capaz de substituí-las. Mas rabiscar é preciso; facilita o raciocínio e ser humano garatuja desde tempos imemoriais nas paredes das cavernas. É bom conservar determinadas tradições, numa fase de tantas mudanças para todos.

Ainda mais que as pessoas cada vez mais se escondem em avatares que inventam para brilhar por alguns segundos nas redes sociais; como no tempo da escola, os falsos valentões atacam à sorrelfa. Avatar não tem caráter e parece ser isso mesmo o que se procura nessa tal sociedade fluida, em que grassam os pichadores que, sem talento para criar, são incapazes de apreciar e tentam destruir.

É como disse Oscar Wilde: “O mundo pode ser um palco, mas o elenco é um horror”.

(PESTANA, Paulo. Novas tradições. Correio Braziliense, 09 de janeiro de 2022. Blog do Paulo Pestana. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/novas-tradicoes/. Acesso em: 10 jan. 2022.)

Qual é o assunto geral dessa crônica?

 

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2651810 Ano: 2022
Disciplina: Medicina
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
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A Classificação de Delbet, para fraturas de colo de fêmur, é a mais utilizada, pois se baseia na localização do traço de fratura. Por essa classificação, as fraturas tipo II são classificadas como:

 

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2651809 Ano: 2022
Disciplina: Medicina
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
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Nas fraturas do tornozelo, o Projeto Diretrizes, da Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina, traz o protocolo PICO sobre o papel das radiografias de estresse, da tomografia computadorizada e da ressonância magnética. Com base nesse protocolo, o item C discorre sobre:

 

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