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Carlos, 48 anos, professor de história em escola pública municipal, foi diagnosticado com Paralisia Unilateral de Prega Vocal (PUPV)
após cirurgia para retirada de um tumor na tireoide. Após queixas de voz soprosa, cansaço ao falar e episódios frequentes de tosse ao
ingerir líquidos, foi encaminhado para avaliação fonoaudiológica. De acordo com dados de Barcelos et al (2017), a taxa de abandono
da reabilitação vocal em pacientes com PUPV é de aproximadamente 23,5%, o que representa um desafio na adesão aos modelos
tradicionais de terapia.
FONTE: BARCELOS, Camila Barbosa. Terapia vocal breve e intensiva para paralisia unilateral de prega vocal. São Paulo, 2018. 77 p. Tese (Doutorado) — Fundação Antônio Prudente, Curso de Pós-Graduação em Ciências – Área de concentração: Oncologia. Orientadora: Elisabete Carrara-de Angelis. Considerando a situação clínica apresentada e os conhecimentos atuais sobre a PUPV e sua reabilitação vocal, analise as afirmativas a seguir.
I- Aterapia vocal tradicional apresenta evidências de melhora vocal em pacientes com PUPV, porém está frequentemente associada a dificuldades de adesão, como ausências e abandono do tratamento.
II- A posição da prega vocal paralisada não exerce influência significativa nos sintomas clínicos, sendo os quadros de disfonia ou disfagia determinados apenas pela etiologia da paralisia.
III- A terapia vocal breve e intensiva é baseada principalmente em métodos empíricos sem fundamentação neurofisiológica, sendo considerada uma abordagem de eficácia inferior à terapia tradicional.
IV- Embora cirurgias como a tireoplastia tipo I promovam melhorias, o acompanhamento fonoaudiológico antes e depois da intervenção é considerado essencial para a eficácia do tratamento.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
FONTE: BARCELOS, Camila Barbosa. Terapia vocal breve e intensiva para paralisia unilateral de prega vocal. São Paulo, 2018. 77 p. Tese (Doutorado) — Fundação Antônio Prudente, Curso de Pós-Graduação em Ciências – Área de concentração: Oncologia. Orientadora: Elisabete Carrara-de Angelis. Considerando a situação clínica apresentada e os conhecimentos atuais sobre a PUPV e sua reabilitação vocal, analise as afirmativas a seguir.
I- Aterapia vocal tradicional apresenta evidências de melhora vocal em pacientes com PUPV, porém está frequentemente associada a dificuldades de adesão, como ausências e abandono do tratamento.
II- A posição da prega vocal paralisada não exerce influência significativa nos sintomas clínicos, sendo os quadros de disfonia ou disfagia determinados apenas pela etiologia da paralisia.
III- A terapia vocal breve e intensiva é baseada principalmente em métodos empíricos sem fundamentação neurofisiológica, sendo considerada uma abordagem de eficácia inferior à terapia tradicional.
IV- Embora cirurgias como a tireoplastia tipo I promovam melhorias, o acompanhamento fonoaudiológico antes e depois da intervenção é considerado essencial para a eficácia do tratamento.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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O estudo de Silva et al(2021) correlaciona a oferta do trabalho do fonoaudiólogo no Sistema Único de Saúde (SUS) com a melhora dos
indicadores socais nas últimas décadas. A reflexão desse cenário foi levantada a partir do caso de Maria, uma criança de 06 anos,
residente em um município do Norte do Brasil, que apresenta dificuldades persistentes de articulação da fala e atraso no
desenvolvimento da linguagem. Após avaliação na Unidade Básica de Saúde (UBS), a equipe da Estratégia Saúde da Família (ESF)
indica a necessidade de acompanhamento fonoaudiológico. No entanto, a UBS informa que não há fonoaudiólogo disponível no
território, sendo necessário encaminhamento para outro município, distante 120 km. Esse cenário se repete em outras localidades da
região, afetando o acesso de crianças, idosos e adultos com diferentes necessidades de reabilitação fonoaudiológica.
FONTE: SILVA, Raul Philipe Marcos; NASCIMENTO, Cynthia Maria Barboza do; MIRANDA, Gabriella Morais Duarte; SILVA, Vanessa Lima da; LIMA, Maria Luiza Lopes Timóteo de; VILELA, Mirella Bezerra Rodrigues. Evolução da oferta de fonoaudiólogos no SUS: um estudo sobre a correlação com os indicadores sociais no Brasil na última década. CoDAS, São Paulo, v. 33, n. 2, e20190243, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2317-1782/20202019243. Acesso em: 9 de mar. 2025.
Considerando a situação descrita e os princípios organizativos do Sistema Único de Saúde (SUS), assinale a alternativa CORRETA.
FONTE: SILVA, Raul Philipe Marcos; NASCIMENTO, Cynthia Maria Barboza do; MIRANDA, Gabriella Morais Duarte; SILVA, Vanessa Lima da; LIMA, Maria Luiza Lopes Timóteo de; VILELA, Mirella Bezerra Rodrigues. Evolução da oferta de fonoaudiólogos no SUS: um estudo sobre a correlação com os indicadores sociais no Brasil na última década. CoDAS, São Paulo, v. 33, n. 2, e20190243, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2317-1782/20202019243. Acesso em: 9 de mar. 2025.
Considerando a situação descrita e os princípios organizativos do Sistema Único de Saúde (SUS), assinale a alternativa CORRETA.
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Em um município do interior do Brasil, o setor de atenção à saúde da pessoa idosa observou um aumento de 35% nos atendimentos
fonoaudiológicos nos últimos dois anos, especialmente voltados às funções orofaciais. O aumento foi atribuído à prevalência de
disfagia, dificuldades de mastigação, alterações de fala e padrões respiratórios inadequados em pacientes com condições neurológicas
e uso prolongado de próteses mal adaptadas (Pereira et. al, 2024).
FONTE: PEREIRA, Asenate Soares de Matos; GATTI, Marina; RIBEIRO, Vanessa Veis; TAVEIRA, Karinna Veríssimo Meira; BERRETIN-FELIX, Giédre. Intervenções da Fonoaudiologia nas áreas de respiração, mastigação, deglutição e fala: uma revisão de escopo. CoDAS, São Paulo, v. 36, n. 2, e20220339, 2024. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2317-1782/20232022339pt. Acesso em: 7 mar. 2025.
Considerando a atuação do fonoaudiólogo nas funções orofaciais e com base em evidências científicas, assinale a alternativa CORRETA.
FONTE: PEREIRA, Asenate Soares de Matos; GATTI, Marina; RIBEIRO, Vanessa Veis; TAVEIRA, Karinna Veríssimo Meira; BERRETIN-FELIX, Giédre. Intervenções da Fonoaudiologia nas áreas de respiração, mastigação, deglutição e fala: uma revisão de escopo. CoDAS, São Paulo, v. 36, n. 2, e20220339, 2024. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2317-1782/20232022339pt. Acesso em: 7 mar. 2025.
Considerando a atuação do fonoaudiólogo nas funções orofaciais e com base em evidências científicas, assinale a alternativa CORRETA.
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João é um menino de 5 anos encaminhado para avaliação fonoaudiológica pela sua professora da Educação Infantil e pelos seus pais.
Eles relatam preocupações com o desenvolvimento da sua linguagem oral desde os primeiros anos, pois João demorou a começar a
falar as primeiras palavras (por volta dos 2 anos e meio) e, mesmo agora, seu vocabulário é considerado limitado para a idade. Ele
frequentemente usa gestos para se comunicar e tem dificuldade em construir frases mais complexas. Na avaliação fonoaudiológica, a
discrepância entre o desenvolvimento da linguagem e outras áreas (como a inteligência não verbal) e a ausência de outras condições
que justifiquem o quadro apontaram para a hipótese diagnóstica inicial de Transtorno do Desenvolvimento da Linguagem (TDL), o
qual, de acordo com Cáceres-Assenço et al (2020) é caracterizado por dificuldades significativas e persistentes de comunicação em
crianças.
FONTE: CÁCERES-ASSENÇO, A. M.; GIUSTI, E.; GÂNDARA, J. P.; PUGLISI, M. L.; TAKIUCHI, N. Por que devemos falar sobre transtorno do desenvolvimento da linguagem = Why we need to talk about developmental language disorder. Audiology - Communication Research, v. 25, e2342, 2020.
Considerando a evolução do conhecimento científico e as discussões recentes na área sobre o TDL, com base nas assertivas a seguir, assinale a alternativa CORRETA.
FONTE: CÁCERES-ASSENÇO, A. M.; GIUSTI, E.; GÂNDARA, J. P.; PUGLISI, M. L.; TAKIUCHI, N. Por que devemos falar sobre transtorno do desenvolvimento da linguagem = Why we need to talk about developmental language disorder. Audiology - Communication Research, v. 25, e2342, 2020.
Considerando a evolução do conhecimento científico e as discussões recentes na área sobre o TDL, com base nas assertivas a seguir, assinale a alternativa CORRETA.
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Um estudo de Fattore et al(2002) investigou detalhadamente a aquisição da linguagem em crianças brasileiras no segundo ano de vida,
com o objetivo de desenvolver e validar instrumentos para a identificação precoce de possíveis desvios no desenvolvimento
comunicativo. Considerando a relevância da compreensão desse processo de desenvolvimento, analise as proposições a seguir sobre
os sinais enunciativos para crianças entre 13 e 24 meses e assinale a alternativa CORRETA.
FONTE: Fattore, I. de M., Moraes, A. B. de, Crestani, A. H., Souza, A. M., & Souza, A. P. R. de. (2022). Validação de conteúdo e de construto de sinais enunciativos de aquisição da linguagem no segundo ano de vida. CoDAS, 34(2), e20200252. Acesso em: 10 mar. 2025.
FONTE: Fattore, I. de M., Moraes, A. B. de, Crestani, A. H., Souza, A. M., & Souza, A. P. R. de. (2022). Validação de conteúdo e de construto de sinais enunciativos de aquisição da linguagem no segundo ano de vida. CoDAS, 34(2), e20200252. Acesso em: 10 mar. 2025.
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As faces de um dado foram rotuladas com as letras da palavra CPCON, da seguinte maneira:
· As letras N foram colocadas nas faces superior e inferior;
· As letras C, P, C e O foram distribuídas nas faces frontal, direita, traseira e esquerda, respectivamente.
Um candidato lançou esse dado cinco vezes, e as figuras abaixo mostram as posições visíveis em cada jogada.
Com base nas imagens e na construção do dado, qual foi a sequência CORRETA das letras que ficaram na face traseira do dado em cada jogada?
· As letras N foram colocadas nas faces superior e inferior;
· As letras C, P, C e O foram distribuídas nas faces frontal, direita, traseira e esquerda, respectivamente.
Um candidato lançou esse dado cinco vezes, e as figuras abaixo mostram as posições visíveis em cada jogada.
Com base nas imagens e na construção do dado, qual foi a sequência CORRETA das letras que ficaram na face traseira do dado em cada jogada?
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Considere as seguintes proposições simples:
· p: O servidor foi nomeado.
· q: O servidor tomou posse.
· r: O servidor entrou em exercício.
Com base nessas proposições, avalie a seguinte sentença composta:
( p → q ) ∧ ( q → r )
Sabendo-se que o servidor foi nomeado e entrou em exercício, mas não tomou posse, assinale a alternativa CORRETA quanto ao valor lógico da proposição composta dada.
· p: O servidor foi nomeado.
· q: O servidor tomou posse.
· r: O servidor entrou em exercício.
Com base nessas proposições, avalie a seguinte sentença composta:
( p → q ) ∧ ( q → r )
Sabendo-se que o servidor foi nomeado e entrou em exercício, mas não tomou posse, assinale a alternativa CORRETA quanto ao valor lógico da proposição composta dada.
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Modus Ponens e Modus Tollens são dois principais tipos de inferência lógica válida dentro da lógica proposicional. Ambos se baseiam
em preposições condicionais. O Modus Ponens afirma o antecedente, enquanto o Modus Tollens nega o consequente. Com base nesse
conhecimento, considere os seguintes argumentos:
I- Se o candidato fizer a prova, então ele assumirá o cargo público. O candidato fez a prova. Logo, ele assumirá o cargo público.
II- Se a CPCON aplicar a prova, então todos os candidatos receberão o cartão de confirmação. Um candidato não recebeu o cartão de confirmação. Logo, a CPCON não aplicará a prova.
Com base na lógica proposicional, assinale a alternativa CORRETA.
I- Se o candidato fizer a prova, então ele assumirá o cargo público. O candidato fez a prova. Logo, ele assumirá o cargo público.
II- Se a CPCON aplicar a prova, então todos os candidatos receberão o cartão de confirmação. Um candidato não recebeu o cartão de confirmação. Logo, a CPCON não aplicará a prova.
Com base na lógica proposicional, assinale a alternativa CORRETA.
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As Leis de Morgan permitem transformar negações de conjunções e disjunções. Com base nesse conhecimento e nas seguintes
proposições simples:
· p:João é pontual.
· q: Maria é responsável.
· r: Anna não falta às reuniões.
Considere a proposição composta:
~ [ ( p ∧ ~ q ) ∨ ~ r ]
Qual das alternativas apresenta uma proposição logicamente equivalente à expressão acima?
· p:João é pontual.
· q: Maria é responsável.
· r: Anna não falta às reuniões.
Considere a proposição composta:
~ [ ( p ∧ ~ q ) ∨ ~ r ]
Qual das alternativas apresenta uma proposição logicamente equivalente à expressão acima?
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A sequência
1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, ...
é chamada de sequência de Fibonacci. Essa sequência tem a particularidade de que cada termo, a partir do terceiro é a soma dos dois anteriores.
Com base nos primeiros sete termos da sequência, é CORRETO afirmar:
1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, ...
é chamada de sequência de Fibonacci. Essa sequência tem a particularidade de que cada termo, a partir do terceiro é a soma dos dois anteriores.
Com base nos primeiros sete termos da sequência, é CORRETO afirmar:
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