Foram encontradas 40 questões.
1943918
Ano: 2020
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Novo Hamburgo-RS
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Novo Hamburgo-RS
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Dentre as espécies de pena previstas no
Código de Posturas de Novo Hamburgo,
assinale a alternativa que apresenta a
definição correta.
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1943913
Ano: 2020
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Novo Hamburgo-RS
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Novo Hamburgo-RS
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Dentre as competências do Município de
Novo Hamburgo, assinale a alternativa
que NÃO trata das competências
municipais.
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1943911
Ano: 2020
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Novo Hamburgo-RS
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Novo Hamburgo-RS
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Sobre o Código de Posturas de Novo
Hamburgo, assinale a alternativa que
reproduz corretamente as regras sobre
elevadores.
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1943907
Ano: 2020
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Novo Hamburgo-RS
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Novo Hamburgo-RS
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Sobre a Lei Orgânica do Município de
Novo Hamburgo, assinale a alternativa
correta.
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João comprou uma casa dando de
entrada 1/3 do valor total pedido. O
restante parcelou em 48 vezes sem juros.
Sabendo que o valor de cada parcela é R$
6.250,00, então qual é o valor que João
deu de entrada nessa casa?
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Um produto da marca A custa 5% a mais
que o mesmo produto da marca B. Se o
preço do produto da marca A sofrer um
acréscimo de 9%, então qual é a
porcentagem que o produto da marca A
custará a mais que o produto da
marca B?
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A fração 477/19 está compreendida em
qual intervalo numérico?
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O ministério da saúde recomenda que o
peso de uma mochila, junto com o
material dentro dela, não ultrapasse 10%
do peso da criança, a fim de se evitar dor,
desvio de postura e até mesmo lesões
mais sérias na coluna. Com essas
informações, qual deverá ser o peso
máximo de uma mochila junto com o
material carregada por uma criança que
pesa 46,5 kg?
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“O último baobá”, conheça a lenda africana
sobre o renascimento da esperança
Ninguém acreditava mais nas antigas lendas.
Os narradores que se sentavam embaixo do
baobá a desemaranhar longas histórias,
protegidos pelas estrelas, já tinham partido
quando a areia chegou.
As palavras estavam caladas.
Ninguém mais acreditava em um céu protetor.
África era um enorme lençol amarelo. A areia, grão
a grão, tinha construído um grande deserto.
Interminável. Ninguém percebeu, ou ninguém quis
se dar conta.
A desolação chegou em silêncio. Aconteceu
quando os glaciais se esvaneceram em uma
queixa interminável, quando os ursos e as baleias
se converteram em recordação, quando as águias
perderam o rumo.
O céu, cansado da torpeza da humanidade, se
refugiou em outro céu, mais distante. Fugiu. Não
podia mais proteger a terra.
O velho tinha visto as pessoas partirem, os
mais jovens em direção ao norte, os mais fracos
em direção à escuridão.
Sentiu uma nostalgia distante o invadir
lentamente. O velho narrador, embaixo do último
baobá, contou uma lenda antiga.
Nela, falava do nascimento das estrelas, da luz,
do mundo… Mas não havia ninguém mais
disposto a escutar um velho prosador. Olhou em
torno, procurando algum ouvido. África, rio
amarelo, estava rodeada de silêncio. Buscou uma
estrela perdida, no céu só havia escuridão.
O velho apoiou as costas cansadas no tronco
dolorido do baobá. Casca com casca. Pele
rachada, alma dolorida.
A árvore da vida estremeceu. O vento dava
rajadas contra a areia carbonizada. Tinha que
partir. Sabia que tudo se acabava. O último baobá
e a última voz da África iriam embora juntos. Abriu
o punho. Trêmulo, contemplou a semente diminuta
que havia guardado tanto tempo. A semente da
esperança.
Olhou a árvore. Era o momento. Não se pode
atrasar a retirada.
Separou a areia até chegar à terra. Virou a mão
e, pela linha da vida, girou a semente até encontrar
um sulco.
O baobá havia aberto a casca e do oculto
coração brotou a água milagrosa. A árvore era a
vida.
O velho voltou a fazer crescer baobás
grandiosos como gigantes que beijavam as
nuvens. Agora, sobre os escritórios, nos telhados,
sobre as avenidas e os trens; nos beirais, sobre
comércios, bancos e ministérios crescem
trepadeiras coloridas. Embaixo delas, está
escondida a destruição como uma lembrança
dolorosa.
Adaptado de https://www.revistapazes.com/o-ultimo-baobaconheca-a-lenda-africana-sobre-o-renascimento-da-esperanca/
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“O último baobá”, conheça a lenda africana
sobre o renascimento da esperança
Ninguém acreditava mais nas antigas lendas.
Os narradores que se sentavam embaixo do
baobá a desemaranhar longas histórias,
protegidos pelas estrelas, já tinham partido
quando a areia chegou.
As palavras estavam caladas.
Ninguém mais acreditava em um céu protetor.
África era um enorme lençol amarelo. A areia, grão
a grão, tinha construído um grande deserto.
Interminável. Ninguém percebeu, ou ninguém quis
se dar conta.
A desolação chegou em silêncio. Aconteceu
quando os glaciais se esvaneceram em uma
queixa interminável, quando os ursos e as baleias
se converteram em recordação, quando as águias
perderam o rumo.
O céu, cansado da torpeza da humanidade, se
refugiou em outro céu, mais distante. Fugiu. Não
podia mais proteger a terra.
O velho tinha visto as pessoas partirem, os
mais jovens em direção ao norte, os mais fracos
em direção à escuridão.
Sentiu uma nostalgia distante o invadir
lentamente. O velho narrador, embaixo do último
baobá, contou uma lenda antiga.
Nela, falava do nascimento das estrelas, da luz,
do mundo… Mas não havia ninguém mais
disposto a escutar um velho prosador. Olhou em
torno, procurando algum ouvido. África, rio
amarelo, estava rodeada de silêncio. Buscou uma
estrela perdida, no céu só havia escuridão.
O velho apoiou as costas cansadas no tronco
dolorido do baobá. Casca com casca. Pele
rachada, alma dolorida.
A árvore da vida estremeceu. O vento dava
rajadas contra a areia carbonizada. Tinha que
partir. Sabia que tudo se acabava. O último baobá
e a última voz da África iriam embora juntos. Abriu
o punho. Trêmulo, contemplou a semente diminuta
que havia guardado tanto tempo. A semente da
esperança.
Olhou a árvore. Era o momento. Não se pode
atrasar a retirada.
Separou a areia até chegar à terra. Virou a mão
e, pela linha da vida, girou a semente até encontrar
um sulco.
O baobá havia aberto a casca e do oculto
coração brotou a água milagrosa. A árvore era a
vida.
O velho voltou a fazer crescer baobás
grandiosos como gigantes que beijavam as
nuvens. Agora, sobre os escritórios, nos telhados,
sobre as avenidas e os trens; nos beirais, sobre
comércios, bancos e ministérios crescem
trepadeiras coloridas. Embaixo delas, está
escondida a destruição como uma lembrança
dolorosa.
Adaptado de https://www.revistapazes.com/o-ultimo-baobaconheca-a-lenda-africana-sobre-o-renascimento-da-esperanca/
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