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Foram encontradas 180 questões.

364112 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP
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Sobre a sucessão do trono japonês, ocorrida em 30 de abril último, são feitas as seguintes afirmações:

I. O Imperador Akihito abdicou em favor de seu neto mais velho Naruhito.

II. A sucessão dá início à Era Reiwa no Japão.

III. É a primeira vez em dois séculos que um imperador japonês abdica de suas funções.

Quais estão corretas?

 

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364111 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP
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Em 1º de maio de 1994, morria Airton Senna, piloto de Fórmula 1, considerado um ídolo para muitos brasileiros. Meses após a sua morte, a família do piloto criou o Instituto Ayrton Senna, com o objetivo de propor ações inovadoras e políticas públicas, tendo como foco a(o):

 

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364110 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP
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A Venezuela vive uma grave crise política. No dia 10 de janeiro de 2019, Nicolás Maduro tomou posse como presidente, no Tribunal Supremo de Justiça, mesmo não tendo o reconhecimento da oposição, que controla a Assembleia Nacional. O aumento das tensões na crise da Venezuela se deu quando, no último dia 23 de janeiro, Juan Guaidó se declarou presidente interino da Venezuela, fato que fez com que a comunidade internacional se dividisse em apoio entre os dois presidentes. Dentre os países que declararam apoio a Guaidó, estão, EXCETO:

 

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364109 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP
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Em 2019 o mundo celebra os 500 anos da morte do gênio Leonardo da Vinci. Sobre ele, são feitas as seguintes afirmações:

I. Fez parte do movimento cultural denominado Renascimento.

II. Entre suas principais obras, estão A Última Ceia e o Homem Vitruviano.

III. Foi contemporâneo de Michelangelo.

Quais estão corretas?

 

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364108 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP
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Indústria de brinquedos insiste em separar meninos e meninas
“Oi, você poderia me dar indicações de brinquedos para meninas?”, diz uma mãe, num diálogo hipotético com a atendente de uma grande loja de brinquedos. Do outro lado do balcão, a atendente não hesita em apontar: “a Baby tem saído bastante”. A mãe: “e para meninos?”; outra resposta rápida: “temos Lego, dinossauros e super-heróis”.
Enquanto as garotas cuidam de mais uma boneca bebê, os garotos brincam com as montagens criativas e os universos fantásticos dos personagens de desenhos. A separação de gênero dos brinquedos parece não acompanhar discussões de força na sociedade, que buscam a equidade como parâmetro para o futuro. “A segmentação de produto é uma estratégia comercial”, diz Lívia C., advogada do programa Criança e Consumo, do Instituto Alana, organização que luta pelo desenvolvimento infantil e direitos das crianças. “Nas lojas, até as cores do Lego são diferentes. Se uma família tem um casal de filhos, compra dois produtos”,complementa.
O brinquedo, no entanto, não é uma criação exclusiva da lógica de compra e venda do mercado, já que diz também sobre uma característica primordial da infância: a criatividade. “Eles são objetos culturais muito antigos, e se tornaram uma representação social do campo do imaginário”, diz Raquel F., coordenadora pedagógica do Instituto Alana. Se os lares reproduzirem padrões de gênero, os brinquedos também irão fazê-lo. Para a criança, não importa o que diz a embalagem e suas especificações. O problema só existe quando esse objeto determina papéis sociais que limitam o aprendizado.
“É por meio da brincadeira que a criança interage com outros e vivencia situações de casa”, diz Andrea L., que coordena o projeto Toda Criança Pode Aprender. Ela lembra de uma cena curiosa: “Vi um grupo de crianças brincando com bonecas e roupinhas. Um menino chegou para brincar com um super-herói e começou a dar banho e mamadeira para ele”. Para a criança, o que dita as regras é a curiosidade, isto é, o ato de descobrir.
Segundo Raquel F., o alto poder imaginativo e criativo das crianças recria os elementos culturais impostos a ela, simplesmente porque a brincadeira vale mais a pena. Trocar brinquedos ou remontá-los são ações possíveis que só dependem da imaginação. “Elas têm a capacidade de ressignificar os papéis que a indústria e a sociedade impõem-lhes”, diz. Os pais podem apostar mais em resgatar atividades construtivas para combater a imposição de gênero e demais costumes predatórios, como o consumismo, sobre as crianças. “Temos que lhes devolver a chance de construírem seus próprios brinquedos, de brincarem ao ar livre e interagirem”, cita Raquel.
Já existe uma legislação protetiva quando se trata da exposição infantil à publicidade, com atributos adicionais como o Marco Legal da Primeira Infância, que determina a não exposição delas à comunicação mercadológica. Para os pais e a sociedade, o momento é de pressionar para alinhar o que está nas prateleiras às expectativas dos novos tempos. Já surtiu efeito: “Vemos mais bonecas negras, mais bonecos bebês meninos”, diz Livia C.. No fim desse processo, as crianças só querem mais um motivo para brincar.
Fonte: https://www.cartacapital.com.br/diversidade/como-nao-cair-na-cilada-de-princesas-e-heroisdos-
brinquedos-infantis/Texto adaptado especialmente para esta prova.
Assinale a alternativa em que as palavras NÃO recebem acento gráfico por causa da regra indicada.
 

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364107 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP
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Indústria de brinquedos insiste em separar meninos e meninas
“Oi, você poderia me dar indicações de brinquedos para meninas?”, diz uma mãe, num diálogo hipotético com a atendente de uma grande loja de brinquedos. Do outro lado do balcão, a atendente não hesita em apontar: “a Baby tem saído bastante”. A mãe: “e para meninos?”; outra resposta rápida: “temos Lego, dinossauros e super-heróis”.
Enquanto as garotas cuidam de mais uma boneca bebê, os garotos brincam com as montagens criativas e os universos fantásticos dos personagens de desenhos. A separação de gênero dos brinquedos parece não acompanhar discussões de força na sociedade, que buscam a equidade como parâmetro para o futuro. “A segmentação de produto é uma estratégia comercial”, diz Lívia C., advogada do programa Criança e Consumo, do Instituto Alana, organização que luta pelo desenvolvimento infantil e direitos das crianças. “Nas lojas, até as cores do Lego são diferentes. Se uma família tem um casal de filhos, compra dois produtos”,complementa.
O brinquedo, no entanto, não é uma criação exclusiva da lógica de compra e venda do mercado, já que diz também sobre uma característica primordial da infância: a criatividade. “Eles são objetos culturais muito antigos, e se tornaram uma representação social do campo do imaginário”, diz Raquel F., coordenadora pedagógica do Instituto Alana. Se os lares reproduzirem padrões de gênero, os brinquedos também irão fazê-lo. Para a criança, não importa o que diz a embalagem e suas especificações. O problema só existe quando esse objeto determina papéis sociais que limitam o aprendizado.
“É por meio da brincadeira que a criança interage com outros e vivencia situações de casa”, diz Andrea L., que coordena o projeto Toda Criança Pode Aprender. Ela lembra de uma cena curiosa: “Vi um grupo de crianças brincando com bonecas e roupinhas. Um menino chegou para brincar com um super-herói e começou a dar banho e mamadeira para ele”. Para a criança, o que dita as regras é a curiosidade, isto é, o ato de descobrir.
Segundo Raquel F., o alto poder imaginativo e criativo das crianças recria os elementos culturais impostos a ela, simplesmente porque a brincadeira vale mais a pena. Trocar brinquedos ou remontá-los são ações possíveis que só dependem da imaginação. “Elas têm a capacidade de ressignificar os papéis que a indústria e a sociedade impõem-lhes”, diz. Os pais podem apostar mais em resgatar atividades construtivas para combater a imposição de gênero e demais costumes predatórios, como o consumismo, sobre as crianças. “Temos que lhes devolver a chance de construírem seus próprios brinquedos, de brincarem ao ar livre e interagirem”, cita Raquel.
Já existe uma legislação protetiva quando se trata da exposição infantil à publicidade, com atributos adicionais como o Marco Legal da Primeira Infância, que determina a não exposição delas à comunicação mercadológica. Para os pais e a sociedade, o momento é de pressionar para alinhar o que está nas prateleiras às expectativas dos novos tempos. Já surtiu efeito: “Vemos mais bonecas negras, mais bonecos bebês meninos”, diz Livia C.. No fim desse processo, as crianças só querem mais um motivo para brincar.
Fonte: https://www.cartacapital.com.br/diversidade/como-nao-cair-na-cilada-de-princesas-e-heroisdos-
brinquedos-infantis/Texto adaptado especialmente para esta prova.
Considere as possíveis reescritas do seguinte período do texto: “O brinquedo, no entanto, não é uma criação exclusiva da lógica de compra e venda do mercado, já que diz também sobre uma característica primordial da infância: a criatividade”.
I. Todavia, o brinquedo não é uma criação exclusiva da lógica de compra e venda do mercado: ele também diz sobre a criatividade, que é uma característica primordial da infância.
II. Por outro lado, o brinquedo não é uma criação exclusiva da lógica de compra e venda do mercado, uma vez que ele se liga a uma característica primordial da infância: a criatividade.
III. O brinquedo, em vista disso, não é uma criação exclusiva da lógica de compra e venda do mercado, contudo, diz também sobre a criatividade e a uma característica primordial da infância.
Quais mantêm a correção e o sentido do texto?
 

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364106 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP
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Indústria de brinquedos insiste em separar meninos e meninas
“Oi, você poderia me dar indicações de brinquedos para meninas?”, diz uma mãe, num diálogo hipotético com a atendente de uma grande loja de brinquedos. Do outro lado do balcão, a atendente não hesita em apontar: “a Baby tem saído bastante”. A mãe: “e para meninos?”; outra resposta rápida: “temos Lego, dinossauros e super-heróis”.
Enquanto as garotas cuidam de mais uma boneca bebê, os garotos brincam com as montagens criativas e os universos fantásticos dos personagens de desenhos. A separação de gênero dos brinquedos parece não acompanhar discussões de força na sociedade, que buscam a equidade como parâmetro para o futuro. “A segmentação de produto é uma estratégia comercial”, diz Lívia C., advogada do programa Criança e Consumo, do Instituto Alana, organização que luta pelo desenvolvimento infantil e direitos das crianças. “Nas lojas, até as cores do Lego são diferentes. Se uma família tem um casal de filhos, compra dois produtos”,complementa.
O brinquedo, no entanto, não é uma criação exclusiva da lógica de compra e venda do mercado, já que diz também sobre uma característica primordial da infância: a criatividade. “Eles são objetos culturais muito antigos, e se tornaram uma representação social do campo do imaginário”, diz Raquel F., coordenadora pedagógica do Instituto Alana. Se os lares reproduzirem padrões de gênero, os brinquedos também irão fazê-lo. Para a criança, não importa o que diz a embalagem e suas especificações. O problema só existe quando esse objeto determina papéis sociais que limitam o aprendizado.
“É por meio da brincadeira que a criança interage com outros e vivencia situações de casa”, diz Andrea L., que coordena o projeto Toda Criança Pode Aprender. Ela lembra de uma cena curiosa: “Vi um grupo de crianças brincando com bonecas e roupinhas. Um menino chegou para brincar com um super-herói e começou a dar banho e mamadeira para ele”. Para a criança, o que dita as regras é a curiosidade, isto é, o ato de descobrir.
Segundo Raquel F., o alto poder imaginativo e criativo das crianças recria os elementos culturais impostos a ela, simplesmente porque a brincadeira vale mais a pena. Trocar brinquedos ou remontá-los são ações possíveis que só dependem da imaginação. “Elas têm a capacidade de ressignificar os papéis que a indústria e a sociedade impõem-lhes”, diz. Os pais podem apostar mais em resgatar atividades construtivas para combater a imposição de gênero e demais costumes predatórios, como o consumismo, sobre as crianças. “Temos que lhes devolver a chance de construírem seus próprios brinquedos, de brincarem ao ar livre e interagirem”, cita Raquel.
Já existe uma legislação protetiva quando se trata da exposição infantil à publicidade, com atributos adicionais como o Marco Legal da Primeira Infância, que determina a não exposição delas à comunicação mercadológica. Para os pais e a sociedade, o momento é de pressionar para alinhar o que está nas prateleiras às expectativas dos novos tempos. Já surtiu efeito: “Vemos mais bonecas negras, mais bonecos bebês meninos”, diz Livia C.. No fim desse processo, as crianças só querem mais um motivo para brincar.
Fonte: https://www.cartacapital.com.br/diversidade/como-nao-cair-na-cilada-de-princesas-e-heroisdos-
brinquedos-infantis/Texto adaptado especialmente para esta prova.
Considere o que se afirma sobre a seguinte frase do texto: “Se os lares reproduzirem padrões de gênero, os brinquedos também irão fazê-lo”:
I. É um período composto com duas orações.
II. A vírgula separa oração subordinada adverbial deslocada com sentido de condição.
III. A oração após a vírgula é a principal.
IV. A forma pronominal “lo” retoma “reproduzirem padrões de gênero”.
Quais estão corretas?
 

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364105 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP
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Indústria de brinquedos insiste em separar meninos e meninas
“Oi, você poderia me dar indicações de brinquedos para meninas?”, diz uma mãe, num diálogo hipotético com a atendente de uma grande loja de brinquedos. Do outro lado do balcão, a atendente não hesita em apontar: “a Baby tem saído bastante”. A mãe: “e para meninos?”; outra resposta rápida: “temos Lego, dinossauros e super-heróis”.
Enquanto as garotas cuidam de mais uma boneca bebê, os garotos brincam com as montagens criativas e os universos fantásticos dos personagens de desenhos. A separação de gênero dos brinquedos parece não acompanhar discussões de força na sociedade, que buscam a equidade como parâmetro para o futuro. “A segmentação de produto é uma estratégia comercial”, diz Lívia C., advogada do programa Criança e Consumo, do Instituto Alana, organização que luta pelo desenvolvimento infantil e direitos das crianças. “Nas lojas, até as cores do Lego são diferentes. Se uma família tem um casal de filhos, compra dois produtos”,complementa.
O brinquedo, no entanto, não é uma criação exclusiva da lógica de compra e venda do mercado, já que diz também sobre uma característica primordial da infância: a criatividade. “Eles são objetos culturais muito antigos, e se tornaram uma representação social do campo do imaginário”, diz Raquel F., coordenadora pedagógica do Instituto Alana. Se os lares reproduzirem padrões de gênero, os brinquedos também irão fazê-lo. Para a criança, não importa o que diz a embalagem e suas especificações. O problema só existe quando esse objeto determina papéis sociais que limitam o aprendizado.
“É por meio da brincadeira que a criança interage com outros e vivencia situações de casa”, diz Andrea L., que coordena o projeto Toda Criança Pode Aprender. Ela lembra de uma cena curiosa: “Vi um grupo de crianças brincando com bonecas e roupinhas. Um menino chegou para brincar com um super-herói e começou a dar banho e mamadeira para ele”. Para a criança, o que dita as regras é a curiosidade, isto é, o ato de descobrir.
Segundo Raquel F., o alto poder imaginativo e criativo das crianças recria os elementos culturais impostos a ela, simplesmente porque a brincadeira vale mais a pena. Trocar brinquedos ou remontá-los são ações possíveis que só dependem da imaginação. “Elas têm a capacidade de ressignificar os papéis que a indústria e a sociedade impõem-lhes”, diz. Os pais podem apostar mais em resgatar atividades construtivas para combater a imposição de gênero e demais costumes predatórios, como o consumismo, sobre as crianças. “Temos que lhes devolver a chance de construírem seus próprios brinquedos, de brincarem ao ar livre e interagirem”, cita Raquel.
Já existe uma legislação protetiva quando se trata da exposição infantil à publicidade, com atributos adicionais como o Marco Legal da Primeira Infância, que determina a não exposição delas à comunicação mercadológica. Para os pais e a sociedade, o momento é de pressionar para alinhar o que está nas prateleiras às expectativas dos novos tempos. Já surtiu efeito: “Vemos mais bonecas negras, mais bonecos bebês meninos”, diz Livia C.. No fim desse processo, as crianças só querem mais um motivo para brincar.
Fonte: https://www.cartacapital.com.br/diversidade/como-nao-cair-na-cilada-de-princesas-e-heroisdos-
brinquedos-infantis/Texto adaptado especialmente para esta prova.
Assinale a alternativa que faz uma afirmação INCORRETA sobre o seguinte período do texto: “Para a criança, o que dita as regras é a curiosidade, isto é, o ato de descobrir”.
 

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364104 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP
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Indústria de brinquedos insiste em separar meninos e meninas
“Oi, você poderia me dar indicações de brinquedos para meninas?”, diz uma mãe, num diálogo hipotético com a atendente de uma grande loja de brinquedos. Do outro lado do balcão, a atendente não hesita em apontar: “a Baby tem saído bastante”. A mãe: “e para meninos?”; outra resposta rápida: “temos Lego, dinossauros e super-heróis”.
Enquanto as garotas cuidam de mais uma boneca bebê, os garotos brincam com as montagens criativas e os universos fantásticos dos personagens de desenhos. A separação de gênero dos brinquedos parece não acompanhar discussões de força na sociedade, que buscam a equidade como parâmetro para o futuro. “A segmentação de produto é uma estratégia comercial”, diz Lívia C., advogada do programa Criança e Consumo, do Instituto Alana, organização que luta pelo desenvolvimento infantil e direitos das crianças. “Nas lojas, até as cores do Lego são diferentes. Se uma família tem um casal de filhos, compra dois produtos”,complementa.
O brinquedo, no entanto, não é uma criação exclusiva da lógica de compra e venda do mercado, já que diz também sobre uma característica primordial da infância: a criatividade. “Eles são objetos culturais muito antigos, e se tornaram uma representação social do campo do imaginário”, diz Raquel F., coordenadora pedagógica do Instituto Alana. Se os lares reproduzirem padrões de gênero, os brinquedos também irão fazê-lo. Para a criança, não importa o que diz a embalagem e suas especificações. O problema só existe quando esse objeto determina papéis sociais que limitam o aprendizado.
“É por meio da brincadeira que a criança interage com outros e vivencia situações de casa”, diz Andrea L., que coordena o projeto Toda Criança Pode Aprender. Ela lembra de uma cena curiosa: “Vi um grupo de crianças brincando com bonecas e roupinhas. Um menino chegou para brincar com um super-herói e começou a dar banho e mamadeira para ele”. Para a criança, o que dita as regras é a curiosidade, isto é, o ato de descobrir.
Segundo Raquel F., o alto poder imaginativo e criativo das crianças recria os elementos culturais impostos a ela, simplesmente porque a brincadeira vale mais a pena. Trocar brinquedos ou remontá-los são ações possíveis que só dependem da imaginação. “Elas têm a capacidade de ressignificar os papéis que a indústria e a sociedade impõem-lhes”, diz. Os pais podem apostar mais em resgatar atividades construtivas para combater a imposição de gênero e demais costumes predatórios, como o consumismo, sobre as crianças. “Temos que lhes devolver a chance de construírem seus próprios brinquedos, de brincarem ao ar livre e interagirem”, cita Raquel.
Já existe uma legislação protetiva quando se trata da exposição infantil à publicidade, com atributos adicionais como o Marco Legal da Primeira Infância, que determina a não exposição delas à comunicação mercadológica. Para os pais e a sociedade, o momento é de pressionar para alinhar o que está nas prateleiras às expectativas dos novos tempos. Já surtiu efeito: “Vemos mais bonecas negras, mais bonecos bebês meninos”, diz Livia C.. No fim desse processo, as crianças só querem mais um motivo para brincar.
Fonte: https://www.cartacapital.com.br/diversidade/como-nao-cair-na-cilada-de-princesas-e-heroisdos-
brinquedos-infantis/Texto adaptado especialmente para esta prova.
Relacione as palavras retiradas do texto na Coluna 1 ao tipo de formação na Coluna 2.
Coluna 1
1. Formada por prefixação e sufixação.
2. Formada por composição.
3. Formada por derivação sufixal.
4. Formada por derivação prefixal.
Coluna 2
( ) Dinossauros.
( ) Mercadológicas.
( ) Super-heróis.
( ) Infantil.
( ) Desenvolvimento.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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364103 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP
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Indústria de brinquedos insiste em separar meninos e meninas
Oi, você poderia me dar indicações de brinquedos para meninas?”, diz uma mãe, num diálogo hipotético com a atendente de uma grande loja de brinquedos.\( ^{I)} \) Do outro lado do balcão, a atendente não hesita em apontar: “a Baby tem saído bastante”. A mãe: “e para meninos?”; outra resposta rápida: “temos Lego, dinossauros e super-heróis\( ^{II)} \)”.
Enquanto as garotas cuidam de mais uma boneca bebê, os garotos brincam com as montagens criativas e os universos fantásticos dos personagens de desenhos. A separação de gênero dos brinquedos parece não acompanhar discussões de força na sociedade, que buscam a equidade como parâmetro para o futuro. “A segmentação de produto é uma estratégia comercial”, diz Lívia C., advogada do programa Criança e Consumo, do Instituto Alana, organização que luta pelo desenvolvimento infantil e direitos das crianças. “Nas lojas, até as cores do Lego são diferentes. Se uma família tem um casal de filhos, compra dois produtos”,complementa.
O brinquedo, no entanto, não é uma criação exclusiva da lógica de compra e venda do mercado, já que diz também sobre uma característica primordial da infância: a criatividade. “Eles são objetos culturais muito antigos, e se tornaram uma representação social do campo do imaginário”, diz Raquel F., coordenadora pedagógica do Instituto Alana. Se os lares reproduzirem padrões de gênero, os brinquedos também irão fazê-lo. Para a criança, não importa o que diz a embalagem e suas especificações. O problema só existe quando esse objeto determina papéis sociais que limitam o aprendizado.
“É por meio da brincadeira que a criança interage com outros e vivencia situações de casa”, diz Andrea L., que coordena o projeto Toda Criança Pode Aprender. Ela lembra de uma cena curiosa: “Vi um grupo de crianças brincando com bonecas e roupinhas. Um menino chegou para brincar com um super-herói e começou a dar banho e mamadeira para ele”. Para a criança, o que dita as regras é a curiosidade, isto é, o ato de descobrir.
Segundo Raquel F., o alto poder imaginativo e criativo das crianças recria os elementos culturais impostos a ela, simplesmente porque a brincadeira vale mais a pena. Trocar brinquedos ou remontá-los são ações possíveis que só dependem da imaginação. “Elas têm a capacidade de ressignificar os papéis que a indústria e a sociedade impõem-lhes”, diz. Os pais podem apostar mais em resgatar atividades construtivas para combater a imposição de gênero e demais costumes predatórios, como o consumismo, sobre as crianças. “Temos que lhes devolver a chance de construírem seus próprios brinquedos, de brincarem ao ar livre e interagirem”, cita Raquel.
Já existe uma legislação protetiva quando se trata da exposição infantil à publicidade, com atributos adicionais como o Marco Legal da Primeira Infância, que determina a não exposição delas à comunicação mercadológica. Para os pais e a sociedade, o momento é de pressionar para alinhar o que está nas prateleiras às expectativas dos novos tempos. Já surtiu efeito: “Vemos mais bonecas negras, mais bonecos bebês meninos”, diz Livia C.. No fim desse processo, as crianças só querem mais um motivo para brincar.
Fonte: https://www.cartacapital.com.br/diversidade/como-nao-cair-na-cilada-de-princesas-e-heroisdos-
brinquedos-infantis/Texto adaptado especialmente para esta prova.
O período grifado, no texto, manteria a correção se os dois verbos sublinhados fossem substituídos – respectivamente – pelas seguintes alternativas, EXCETO:
 

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