Foram encontradas 279 questões.
Uma indústria de bebidas produz dois tipos distintos de refrigerantes: o Refrigerante A e o Refrigerante B. O Refrigerante A é envasado em garrafas de 1,5 litros cada, enquanto o Refrigerante B é envasado em garrafas de 2,5 litros cada. A indústria possui um tanque de armazenamento com capacidade total de 450 litros. Para atender a uma demanda específica, o tanque deve ser preenchido de maneira a garantir que, ao final do processo, a quantidade total de refrigerante B seja 50% maior que a quantidade total de refrigerante A. Além disso, o volume total de refrigerante A e B no tanque deve ser exatamente 450 litros.
Determine a quantidade de garrafas de Refrigerante A e B necessárias para preencher o tanque de forma que as condições acima sejam atendidas.
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Uma fábrica de componentes eletrônicos possui três linhas de montagem que trabalham em conjunto para atender a uma demanda específica. Se cada linha de montagem é capaz de produzir um total de 400 componentes por dia, e a demanda total para a produção é de 12.000 componentes, a fábrica precisa ajustar a produção conforme o número de dias disponíveis para a conclusão do lote.
A fábrica opta por adicionar uma quarta linha de montagem, que também tem a capacidade de produzir 400 componentes por dia. Com a adição desta nova linha, o número total de componentes a ser produzido em 15 dias deve atender a uma nova demanda, reduzida de acordo com a capacidade total das quatro linhas. Para ajustar a produção e garantir que o novo objetivo seja alcançado, a quantidade de componentes produzidos por dia deve ser determinada.
Qual é o número total de componentes que deve ser produzido diariamente pela nova configuração para cumprir a nova meta?
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Uma editora está planejando a impressão de duas edições de livros com tiragens diferentes: uma tiragem de 1800 exemplares e outra de 1500 exemplares. Para organizar a impressão de forma a utilizar a menor quantidade de folhas possível, a editora decide empacotar os livros em lotes de tamanhos iguais. O tamanho dos lotes deve ser o maior possível que ainda permita que ambos os números de exemplares se dividam igualmente. Além disso, o editor deseja saber o menor número de lotes necessários para imprimir os livros, se o tamanho de cada lote deve ser o menor múltiplo comum dos dois números de tiragens.
Qual é o número máximo de exemplares por lote e o menor número de lotes necessários para imprimir todos os livros?
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Uma empresa de construção civil está projetando a estrutura de um novo edifício. Para otimizar a distribuição dos materiais, foi determinado que a altura h da estrutura, em metros, deve satisfazer a seguinte equação do segundo grau:
h2 − 40h + 400
Se a estrutura deve ter a altura máxima possível que satisfaça essa equação, e se cada metro cúbico de concreto custa R$100,00, qual será o custo total, em reais, para construir uma base de 10 metros de largura e a altura máxima encontrada?
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Uma empresa de tecnologia está desenvolvendo um sistema de segurança no qual cada código de acesso é composto por três dígitos distintos, selecionados a partir do conjunto \( S \) = {1,2,3,4,5,6,7,8}. Para garantir a complexidade do sistema, a empresa definiu que a soma dos três dígitos deve ser um múltiplo de 5, e que o primeiro dígito do código deve ser menor ou igual ao segundo, respeitando a ordem crescente estrita.
Calcule o número total de códigos que podem ser gerados obedecendo a essas regras.
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Uma empresa de engenharia civil foi contratada para construir um conjunto de 216 módulos de um complexo sistema de drenagem urbana. Em projetos anteriores, a empresa verificou que 08 engenheiros civis, trabalhando de forma coordenada e com uma carga horária diária fixa, foram capazes de projetar e construir 288 módulos em 06 dias. Para o novo projeto, a empresa decidiu alocar 12 engenheiros civis, sendo que cada um deles recebe uma remuneração diária de R$125,00. Considerando que a produtividade dos engenheiros civis permanecerá inalterada em relação ao projeto anterior, determine o valor total que a empresa terá que desembolsar com a remuneração desses profissionais ao final do período necessário para concluir o contrato.
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Uma corporação, ao enfrentar uma inesperada queda de receita, decidiu recorrer a uma linha de crédito emergencial oferecida por seu banco de relacionamento. No momento da aprovação do crédito, a conta corrente da empresa apresentava um saldo positivo de R$10.000,00. No entanto, devido à urgência em honrar compromissos financeiros, a empresa realizou uma transferência de R$46.000,00 para um fornecedor. A transação foi prontamente processada, resultando em um saldo devedor. A gerência financeira só foi informada desse saldo negativo após 11 dias da operação. Sabendo que, para saldos devedores em conta corrente, o banco cobra juros simples, calculados diariamente, com uma taxa mensal de 19,2%, determine o montante que a empresa precisará depositar para quitar o débito e regularizar a conta.
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Texto para as questões de 1 a 10.
Prédios abandonados e pessoas em busca de moradia: as contradições no Centro de SP
O Centro de São Paulo é uma das regiões com a maior concentração de serviços na cidade. Além disso, também possui muitos prédios abandonados e procura por moradia - são cerca de 30 mil imóveis vazios. E 42 deles foram ocupados por movimentos de moradia popular.
As repórteres Clara Velasco e Mayara Teixeira mostram as contradições dessa região, em que ao mesmo tempo prédios seguem vazios, centenas de famílias moram em ocupações e cortiços da região, muitas vezes em condições insalubres. As famílias contam que sonham com a casa própria e com o momento em que mais iniciativas de moradia social vão tomar o Centro da cidade.
As repórteres conheceram um imóvel ocupado com 14 andares e banheiro coletivo. Jomarina Alves, líder da ocupação, conta que o prédio de salas comerciais estava vazio e foi ocupado por 102 famílias.
Vitor Paiva tinha 5 anos quando se mudou para o prédio com a mãe e o irmão. Hoje ele tem 14. “Me mudei no meu aniversário. Eu gostei de mudar. Morava na Zona Leste e era complicado para minha mãe. A gente teve que vir para cá”, lembra.
Claudilene Santos, professora e comerciante, conta que a vida dela e da filha mudou para melhor quando foram para o Centro. “A gente morava na Zona Leste de São Paulo e ela estuda numa escola no Ipiranga, escola para deficiente visual. Era bem difícil. A gente tinha que sair de casa às 4h30 da manhã para embarcar no ônibus e ela chegar às 7h na escola”, conta. Perguntada sobre o que acha dos prédios vazios, Claudilene diz que é um desperdício.
Francineide da Silva, diarista desempregada, vive em um cortiço com os dois filhos há quatro anos. O espaço tem um quarto e uma cozinha. “Aqui a gente não tem conforto nenhum, mesmo sendo em três pessoas”, mostra. Ela conta que antes pagava R$ 250, mas hoje não paga mais nada.
Ano passado, ela e outras moradoras do cortiço ocuparam o terreno em frente, antes de virar um estacionamento. “Ele estava abandonado e ninguém ficava lá. Como o pessoal não tinha como pagar aqui, nós fomos para lá”. Depois de um tempo, ela e outras famílias voltaram para o cortiço.
EM: https://g1.globo.com/profissao-reporter/noticia/2021/06/09/predios-abandonados-e-pessoas-em-busca-de-moradia-as-contradicoes-no-centro-de-sp.ghtml
A preposição presente no trecho “vão tomar o Centro da cidade”, tem valor de:
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Texto para as questões de 1 a 10.
Prédios abandonados e pessoas em busca de moradia: as contradições no Centro de SP
O Centro de São Paulo é uma das regiões com a maior concentração de serviços na cidade. Além disso, também possui muitos prédios abandonados e procura por moradia - são cerca de 30 mil imóveis vazios. E 42 deles foram ocupados por movimentos de moradia popular.
As repórteres Clara Velasco e Mayara Teixeira mostram as contradições dessa região, em que ao mesmo tempo prédios seguem vazios, centenas de famílias moram em ocupações e cortiços da região, muitas vezes em condições insalubres. As famílias contam que sonham com a casa própria e com o momento em que mais iniciativas de moradia social vão tomar o Centro da cidade.
As repórteres conheceram um imóvel ocupado com 14 andares e banheiro coletivo. Jomarina Alves, líder da ocupação, conta que o prédio de salas comerciais estava vazio e foi ocupado por 102 famílias.
Vitor Paiva tinha 5 anos quando se mudou para o prédio com a mãe e o irmão. Hoje ele tem 14. “Me mudei no meu aniversário. Eu gostei de mudar. Morava na Zona Leste e era complicado para minha mãe. A gente teve que vir para cá”, lembra.
Claudilene Santos, professora e comerciante, conta que a vida dela e da filha mudou para melhor quando foram para o Centro. “A gente morava na Zona Leste de São Paulo e ela estuda numa escola no Ipiranga, escola para deficiente visual. Era bem difícil. A gente tinha que sair de casa às 4h30 da manhã para embarcar no ônibus e ela chegar às 7h na escola”, conta. Perguntada sobre o que acha dos prédios vazios, Claudilene diz que é um desperdício.
Francineide da Silva, diarista desempregada, vive em um cortiço com os dois filhos há quatro anos. O espaço tem um quarto e uma cozinha. “Aqui a gente não tem conforto nenhum, mesmo sendo em três pessoas”, mostra. Ela conta que antes pagava R$ 250, mas hoje não paga mais nada.
Ano passado, ela e outras moradoras do cortiço ocuparam o terreno em frente, antes de virar um estacionamento. “Ele estava abandonado e ninguém ficava lá. Como o pessoal não tinha como pagar aqui, nós fomos para lá”. Depois de um tempo, ela e outras famílias voltaram para o cortiço.
EM: https://g1.globo.com/profissao-reporter/noticia/2021/06/09/predios-abandonados-e-pessoas-em-busca-de-moradia-as-contradicoes-no-centro-de-sp.ghtml
O vício de linguagem observado em “Me mudei no meu aniversário”, é chamado de:
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- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemCatacrese
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemEufemismo
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemMetáfora
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemProsopopeia/Personificação
Texto para as questões de 1 a 10.
Prédios abandonados e pessoas em busca de moradia: as contradições no Centro de SP
O Centro de São Paulo é uma das regiões com a maior concentração de serviços na cidade. Além disso, também possui muitos prédios abandonados e procura por moradia - são cerca de 30 mil imóveis vazios. E 42 deles foram ocupados por movimentos de moradia popular.
As repórteres Clara Velasco e Mayara Teixeira mostram as contradições dessa região, em que ao mesmo tempo prédios seguem vazios, centenas de famílias moram em ocupações e cortiços da região, muitas vezes em condições insalubres. As famílias contam que sonham com a casa própria e com o momento em que mais iniciativas de moradia social vão tomar o Centro da cidade.
As repórteres conheceram um imóvel ocupado com 14 andares e banheiro coletivo. Jomarina Alves, líder da ocupação, conta que o prédio de salas comerciais estava vazio e foi ocupado por 102 famílias.
Vitor Paiva tinha 5 anos quando se mudou para o prédio com a mãe e o irmão. Hoje ele tem 14. “Me mudei no meu aniversário. Eu gostei de mudar. Morava na Zona Leste e era complicado para minha mãe. A gente teve que vir para cá”, lembra.
Claudilene Santos, professora e comerciante, conta que a vida dela e da filha mudou para melhor quando foram para o Centro. “A gente morava na Zona Leste de São Paulo e ela estuda numa escola no Ipiranga, escola para deficiente visual. Era bem difícil. A gente tinha que sair de casa às 4h30 da manhã para embarcar no ônibus e ela chegar às 7h na escola”, conta. Perguntada sobre o que acha dos prédios vazios, Claudilene diz que é um desperdício.
Francineide da Silva, diarista desempregada, vive em um cortiço com os dois filhos há quatro anos. O espaço tem um quarto e uma cozinha. “Aqui a gente não tem conforto nenhum, mesmo sendo em três pessoas”, mostra. Ela conta que antes pagava R$ 250, mas hoje não paga mais nada.
Ano passado, ela e outras moradoras do cortiço ocuparam o terreno em frente, antes de virar um estacionamento. “Ele estava abandonado e ninguém ficava lá. Como o pessoal não tinha como pagar aqui, nós fomos para lá”. Depois de um tempo, ela e outras famílias voltaram para o cortiço.
EM: https://g1.globo.com/profissao-reporter/noticia/2021/06/09/predios-abandonados-e-pessoas-em-busca-de-moradia-as-contradicoes-no-centro-de-sp.ghtml
A figura de linguagem que podemos observar em “A gente tinha que sair de casa às 4h30 da manhã para embarcar no ônibus e ela chegar às 7h na escola”, é:
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