Foram encontradas 50 questões.
Um piso quadrado foi totalmente revestido por 144 placas
quadradas de porcelanato, todas iguais e inteiras. Se a
medida do lado de cada placa de porcelanato utilizada é
de 0,5 m, então o perímetro desse piso é igual a
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Em uma lanchonete, a soma dos preços dos sanduíches
A e B era, em março, igual a R$ 49,00, sendo que o sanduíche A era R$ 7,00 mais caro que o B. Em abril, foi aplicado um aumento de 10% nos preços de todos os sanduíches e, desse modo, o sanduíche A passou a custar
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Para participar de um processo seletivo para determinado
cargo público, inscreveram-se homens e mulheres, num
total de 325 pessoas, sendo a razão entre o número de
mulheres e o número de homens igual a 5/8. A diferença
entre o número de homens e o número de mulheres inscritos para esse concurso é igual a
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O gráfico de setores, com dados referentes a 2018, mostra a capacidade de produção instalada das montadoras
brasileiras, e o número de veículos efetivamente produzidos.

(O Estado de S. Paulo – 10.02.2019)
Em 2018, a capacidade ociosa (não utilizada) das montadoras brasileiras representou, da capacidade de produção instalada, aproximadamente:

(O Estado de S. Paulo – 10.02.2019)
Em 2018, a capacidade ociosa (não utilizada) das montadoras brasileiras representou, da capacidade de produção instalada, aproximadamente:
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A terça parte do volume total de um reservatório com formato de paralelepípedo reto retângulo está preenchido
com água, conforme mostra a figura.

Para que a água atinja exatamente a metade do volume total desse reservatório, será necessário adicionar mais uma quantidade de água igual a

Para que a água atinja exatamente a metade do volume total desse reservatório, será necessário adicionar mais uma quantidade de água igual a
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Na passagem – Naquela manhã de sábado ele tomava
seu gim-tônica no terraço, e a mulher um banho de sol,
estirada de maiô à beira da piscina… –, o verbo tomar
está implícito no trecho destacado: “a mulher [tomava]
um banho de sol”.
Observando-se os dois contextos, é correto afirmar que esse verbo,
Observando-se os dois contextos, é correto afirmar que esse verbo,
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Leia o texto, para responder à questão.
Piscina
Era uma esplêndida residência, na Lagoa Rodrigo de
Freitas, cercada de jardins e tendo ao lado uma bela piscina.
Pena que a favela, com seus barracos grotescos se alastrando pela encosta do morro, comprometesse tanto a paisagem.
Diariamente desfilavam diante do portão aquelas mulheres silenciosas e magras, lata d’água na cabeça. De vez em
quando surgia sobre a grade a carinha de uma criança, olhos
grandes e atentos, espiando o jardim. Outras vezes eram as
próprias mulheres que se detinham e ficavam olhando.
Naquela manhã de sábado ele tomava seu gim-tônica no
terraço, e a mulher um banho de sol, estirada de maiô à beira
da piscina, quando perceberam que alguém os observava
pelo portão entreaberto.
Era um ser encardido, cujos molambos em forma de saia
não bastavam para defini-la como mulher. Segurava uma lata
na mão, e estava parada, à espreita, silenciosa como um
bicho. Por um instante as duas mulheres se olharam, separadas pela piscina.
De súbito pareceu à dona da casa que a estranha criatura se esgueirava, portão adentro, sem tirar dela os olhos.
Ergueu-se um pouco, apoiando-se no cotovelo, e viu com
terror que ela se aproximava lentamente: já transpusera o
gramado, atingia a piscina, agachava-se junto à borda de
azulejos, sempre a olhá-la, em desafio, e agora colhia água
com a lata. Depois, sem uma palavra, iniciou uma cautelosa
retirada, meio de lado, equilibrando a lata na cabeça – e em
pouco sumia-se pelo portão.
Lá no terraço o marido, fascinado, viu toda a cena. Não
durou mais de um ou dois minutos, mas lhe pareceu sinistra
como os instantes tensos de silêncio e de paz que antecedem um combate.
Não teve dúvida: na semana seguinte vendeu a casa.
(Fernando Sabino, A mulher do vizinho. Adaptado)
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Leia o texto, para responder à questão.
Piscina
Era uma esplêndida residência, na Lagoa Rodrigo de
Freitas, cercada de jardins e tendo ao lado uma bela piscina.
Pena que a favela, com seus barracos grotescos se alastrando pela encosta do morro, comprometesse tanto a paisagem.
Diariamente desfilavam diante do portão aquelas mulheres silenciosas e magras, lata d’água na cabeça. De vez em
quando surgia sobre a grade a carinha de uma criança, olhos
grandes e atentos, espiando o jardim. Outras vezes eram as
próprias mulheres que se detinham e ficavam olhando.
Naquela manhã de sábado ele tomava seu gim-tônica no
terraço, e a mulher um banho de sol, estirada de maiô à beira
da piscina, quando perceberam que alguém os observava
pelo portão entreaberto.
Era um ser encardido, cujos molambos em forma de saia
não bastavam para defini-la como mulher. Segurava uma lata
na mão, e estava parada, à espreita, silenciosa como um
bicho. Por um instante as duas mulheres se olharam, separadas pela piscina.
De súbito pareceu à dona da casa que a estranha criatura se esgueirava, portão adentro, sem tirar dela os olhos.
Ergueu-se um pouco, apoiando-se no cotovelo, e viu com
terror que ela se aproximava lentamente: já transpusera o
gramado, atingia a piscina, agachava-se junto à borda de
azulejos, sempre a olhá-la, em desafio, e agora colhia água
com a lata. Depois, sem uma palavra, iniciou uma cautelosa
retirada, meio de lado, equilibrando a lata na cabeça – e em
pouco sumia-se pelo portão.
Lá no terraço o marido, fascinado, viu toda a cena. Não
durou mais de um ou dois minutos, mas lhe pareceu sinistra
como os instantes tensos de silêncio e de paz que antecedem um combate.
Não teve dúvida: na semana seguinte vendeu a casa.
(Fernando Sabino, A mulher do vizinho. Adaptado)
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Leia o texto, para responder à questão.
Piscina
Era uma esplêndida residência, na Lagoa Rodrigo de
Freitas, cercada de jardins e tendo ao lado uma bela piscina.
Pena que a favela, com seus barracos grotescos se alastrando pela encosta do morro, comprometesse tanto a paisagem.
Diariamente desfilavam diante do portão aquelas mulheres silenciosas e magras, lata d’água na cabeça. De vez em
quando surgia sobre a grade a carinha de uma criança, olhos
grandes e atentos, espiando o jardim. Outras vezes eram as
próprias mulheres que se detinham e ficavam olhando.
Naquela manhã de sábado ele tomava seu gim-tônica no
terraço, e a mulher um banho de sol, estirada de maiô à beira
da piscina, quando perceberam que alguém os observava
pelo portão entreaberto.
Era um ser encardido, cujos molambos em forma de saia
não bastavam para defini-la como mulher. Segurava uma lata
na mão, e estava parada, à espreita, silenciosa como um
bicho. Por um instante as duas mulheres se olharam, separadas pela piscina.
De súbito pareceu à dona da casa que a estranha criatura se esgueirava, portão adentro, sem tirar dela os olhos.
Ergueu-se um pouco, apoiando-se no cotovelo, e viu com
terror que ela se aproximava lentamente: já transpusera o
gramado, atingia a piscina, agachava-se junto à borda de
azulejos, sempre a olhá-la, em desafio, e agora colhia água
com a lata. Depois, sem uma palavra, iniciou uma cautelosa
retirada, meio de lado, equilibrando a lata na cabeça – e em
pouco sumia-se pelo portão.
Lá no terraço o marido, fascinado, viu toda a cena. Não
durou mais de um ou dois minutos, mas lhe pareceu sinistra
como os instantes tensos de silêncio e de paz que antecedem um combate.
Não teve dúvida: na semana seguinte vendeu a casa.
(Fernando Sabino, A mulher do vizinho. Adaptado)
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Leia o texto, para responder à questão.
Piscina
Era uma esplêndida residência, na Lagoa Rodrigo de
Freitas, cercada de jardins e tendo ao lado uma bela piscina.
Pena que a favela, com seus barracos grotescos se alastrando pela encosta do morro, comprometesse tanto a paisagem.
Diariamente desfilavam diante do portão aquelas mulheres silenciosas e magras, lata d’água na cabeça. De vez em
quando surgia sobre a grade a carinha de uma criança, olhos
grandes e atentos, espiando o jardim. Outras vezes eram as
próprias mulheres que se detinham e ficavam olhando.
Naquela manhã de sábado ele tomava seu gim-tônica no
terraço, e a mulher um banho de sol, estirada de maiô à beira
da piscina, quando perceberam que alguém os observava
pelo portão entreaberto.
Era um ser encardido, cujos molambos em forma de saia
não bastavam para defini-la como mulher. Segurava uma lata
na mão, e estava parada, à espreita, silenciosa como um
bicho. Por um instante as duas mulheres se olharam, separadas pela piscina.
De súbito pareceu à dona da casa que a estranha criatura se esgueirava, portão adentro, sem tirar dela os olhos.
Ergueu-se um pouco, apoiando-se no cotovelo, e viu com
terror que ela se aproximava lentamente: já transpusera o
gramado, atingia a piscina, agachava-se junto à borda de
azulejos, sempre a olhá-la, em desafio, e agora colhia água
com a lata. Depois, sem uma palavra, iniciou uma cautelosa
retirada, meio de lado, equilibrando a lata na cabeça – e em
pouco sumia-se pelo portão.
Lá no terraço o marido, fascinado, viu toda a cena. Não
durou mais de um ou dois minutos, mas lhe pareceu sinistra
como os instantes tensos de silêncio e de paz que antecedem um combate.
Não teve dúvida: na semana seguinte vendeu a casa.
(Fernando Sabino, A mulher do vizinho. Adaptado)
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