Foram encontradas 50 questões.
Em uma indústria, 6 máquinas iguais, de mesmo rendimento, funcionando de forma simultânea e ininterrupta,
produzem 400 dúzias de certo parafuso em 10 minutos.
Desse modo, o número de unidades desse parafuso produzidas por 3 das mesmas máquinas, funcionando simultânea e ininterruptamente durante 15 minutos, será igual a
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Todas as 216 provas de um simulado foram corrigidas
por três professores, Gabriel, Hélio e Ítalo, cada um deles
corrigindo uma quantidade de provas diretamente proporcional aos números 3, 4 e 5, respectivamente. O número de provas corrigidas pelo professor Hélio foi igual a
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Certo dia, a professora de uma classe de educação infantil constatou que 80% dos alunos da classe já haviam completado 3 anos, dos quais 40% eram meninos.
Se nesse dia o número de meninas com 3 anos completos era 12, então o número total de alunos dessa classe,
nesse dia, era igual a
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Para a composição de determinado trabalho manual com
as crianças da classe, uma professora vai dividir totalmente 5,6 m de fita vermelha e 6,4 m de fita azul em pedaços de comprimentos iguais, sendo esse comprimento
o maior possível. Se cada trabalho utilizar um pedaço de
fita vermelha e um pedaço de fita azul, o número máximo
de trabalhos que podem ser feitos será igual a
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Em uma escola, o número de alunos dos períodos vespertino e noturno são, respectivamente, iguais a 3/4 e 2/5 do número de alunos do período matutino. Se o período
vespertino tem 70 alunos a mais que o período noturno,
então o número de alunos do período matutino dessa
escola é igual a
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- OrtografiaGrafia e Emprego de Iniciais Maiúsculas
Os ataques a tiros em escolas dos Estados Unidos nas
últimas duas décadas resultaram em uma série de estudos que
apontam que é preciso cautela da mídia ao noticiar massacres
em escolas, como o que ocorreu em Suzano, em março, para
evitar o chamado efeito contágio ou cópia.
Os estudos alertam para o fato de que a notoriedade
dada aos autores dessas tragédias é um fator motivacional
para que eles as cometam e, assim, saiam do anonimato,
alcançando um nível de fama que dificilmente teriam em suas
vidas cotidianas.
A notoriedade funcionaria não apenas como recompensa
para os autores como também um chamado à ação para outros indivíduos que pensam como eles, o que os motivaria a
realizar atos de imitação.
Nos Estados Unidos, grupos como o No Notoriety (“Sem
notoriedade”, em português) ou o Don’t Name Them (“Não
diga o nome”) desafiam a mídia a limitar o uso do nome e
da imagem dos autores a algumas circunstâncias restritas.
Por exemplo, se o atirador morrer no ataque, seria apropriado
mencionar o nome após a polícia divulgá-lo, mas, depois disso, o grupo recomenda um “racionamento cuidadoso”.
(Cláudia Collucci. “Estudos apontam risco de ‘efeito contágio’ de ataques
em escola”. www1.folha.uol.com.br, 14.03.2019. Adaptado).
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Os ataques a tiros em escolas dos Estados Unidos nas
últimas duas décadas resultaram em uma série de estudos que
apontam que é preciso cautela da mídia ao noticiar massacres
em escolas, como o que ocorreu em Suzano, em março, para
evitar o chamado efeito contágio ou cópia.
Os estudos alertam para o fato de que a notoriedade
dada aos autores dessas tragédias é um fator motivacional
para que eles as cometam e, assim, saiam do anonimato,
alcançando um nível de fama que dificilmente teriam em suas
vidas cotidianas.
A notoriedade funcionaria não apenas como recompensa
para os autores como também um chamado à ação para outros indivíduos que pensam como eles, o que os motivaria a
realizar atos de imitação.
Nos Estados Unidos, grupos como o No Notoriety (“Sem
notoriedade”, em português) ou o Don’t Name Them (“Não
diga o nome”) desafiam a mídia a limitar o uso do nome e
da imagem dos autores a algumas circunstâncias restritas.
Por exemplo, se o atirador morrer no ataque, seria apropriado
mencionar o nome após a polícia divulgá-lo, mas, depois disso, o grupo recomenda um “racionamento cuidadoso”.
(Cláudia Collucci. “Estudos apontam risco de ‘efeito contágio’ de ataques
em escola”. www1.folha.uol.com.br, 14.03.2019. Adaptado).
Iniciativas apresentadas na notícia objetivam diminuir ______ ocorrência de novos atentados ______ partir de medidas que dizem respeito ______ mídia.
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Os ataques a tiros em escolas dos Estados Unidos nas
últimas duas décadas resultaram em uma série de estudos que
apontam que é preciso cautela da mídia ao noticiar massacres
em escolas, como o que ocorreu em Suzano, em março, para
evitar o chamado efeito contágio ou cópia.
Os estudos alertam para o fato de que a notoriedade
dada aos autores dessas tragédias é um fator motivacional
para que eles as cometam e, assim, saiam do anonimato,
alcançando um nível de fama que dificilmente teriam em suas
vidas cotidianas.
A notoriedade funcionaria não apenas como recompensa
para os autores como também um chamado à ação para outros indivíduos que pensam como eles, o que os motivaria a
realizar atos de imitação.
Nos Estados Unidos, grupos como o No Notoriety (“Sem
notoriedade”, em português) ou o Don’t Name Them (“Não
diga o nome”) desafiam a mídia a limitar o uso do nome e
da imagem dos autores a algumas circunstâncias restritas.
Por exemplo, se o atirador morrer no ataque, seria apropriado
mencionar o nome após a polícia divulgá-lo, mas, depois disso, o grupo recomenda um “racionamento cuidadoso”.
(Cláudia Collucci. “Estudos apontam risco de ‘efeito contágio’ de ataques
em escola”. www1.folha.uol.com.br, 14.03.2019. Adaptado).
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Os ataques a tiros em escolas dos Estados Unidos nas
últimas duas décadas resultaram em uma série de estudos que
apontam que é preciso cautela da mídia ao noticiar massacres
em escolas, como o que ocorreu em Suzano, em março, para
evitar o chamado efeito contágio ou cópia.
Os estudos alertam para o fato de que a notoriedade
dada aos autores dessas tragédias é um fator motivacional
para que eles as cometam e, assim, saiam do anonimato,
alcançando um nível de fama que dificilmente teriam em suas
vidas cotidianas.
A notoriedade funcionaria não apenas como recompensa
para os autores como também um chamado à ação para outros indivíduos que pensam como eles, o que os motivaria a
realizar atos de imitação.
Nos Estados Unidos, grupos como o No Notoriety (“Sem
notoriedade”, em português) ou o Don’t Name Them (“Não
diga o nome”) desafiam a mídia a limitar o uso do nome e
da imagem dos autores a algumas circunstâncias restritas.
Por exemplo, se o atirador morrer no ataque, seria apropriado
mencionar o nome após a polícia divulgá-lo, mas, depois disso, o grupo recomenda um “racionamento cuidadoso”.
(Cláudia Collucci. “Estudos apontam risco de ‘efeito contágio’ de ataques
em escola”. www1.folha.uol.com.br, 14.03.2019. Adaptado).
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Os ataques a tiros em escolas dos Estados Unidos nas
últimas duas décadas resultaram em uma série de estudos que
apontam que é preciso cautela da mídia ao noticiar massacres
em escolas, como o que ocorreu em Suzano, em março, para
evitar o chamado efeito contágio ou cópia.
Os estudos alertam para o fato de que a notoriedade
dada aos autores dessas tragédias é um fator motivacional
para que eles as cometam e, assim, saiam do anonimato,
alcançando um nível de fama que dificilmente teriam em suas
vidas cotidianas.
A notoriedade funcionaria não apenas como recompensa
para os autores como também um chamado à ação para outros indivíduos que pensam como eles, o que os motivaria a
realizar atos de imitação.
Nos Estados Unidos, grupos como o No Notoriety (“Sem
notoriedade”, em português) ou o Don’t Name Them (“Não
diga o nome”) desafiam a mídia a limitar o uso do nome e
da imagem dos autores a algumas circunstâncias restritas.
Por exemplo, se o atirador morrer no ataque, seria apropriado
mencionar o nome após a polícia divulgá-lo, mas, depois disso, o grupo recomenda um “racionamento cuidadoso”.
(Cláudia Collucci. “Estudos apontam risco de ‘efeito contágio’ de ataques
em escola”. www1.folha.uol.com.br, 14.03.2019. Adaptado).
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