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(Bill Watterson. “O melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br, 20.06.2019)
Assinale a alternativa em que o acento indicativo de crase está corretamente empregado:
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(Bill Watterson. “O melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br, 20.06.2019)
A concordância nominal ou verbal está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa na frase:
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(Bill Watterson. “O melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br, 20.06.2019)
O menino Calvin, no trecho – Tudo que você vai fazer é catar o que eu vou falar, certo? (3o quadro) –, usa as formas verbais “vai” e “vou”, para falar
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(Bill Watterson. “O melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br, 20.06.2019)
No 2o e 3o quadros, ao fazer a proposta ao tigre, o menino Calvin foi
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(Bill Watterson. “O melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br, 20.06.2019)
Considerando a reação do tigre Haroldo no último quadro, é correto afirmar que
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Era no fim de uma rua que não levava a lugar nenhum. A casa tinha fama de ser mal-assombrada, e a rua nem tinha nome. Diziam que ali houvera uma fazenda de café cujos escravos mataram todos os senhores da casa-grande e depois se mataram – antes que fossem mortos pelas forças da lei.
Lenda ou realidade, o fato é que nenhum menino ousava passar por ali. Na infância mais profunda, todos os meus pesadelos tinham locação única e barata: era ali mesmo que os fantasmas da noite me esperavam para fazer das suas sem deixar que eu fizesse das minhas, que se resumiriam em fugir – fuga impossível nas garras do sonho.
Até que um dia, vindo de uma aula de catecismo, decidi cortar caminho e fui dar num atalho que não conhecia. Quis voltar, mas a curiosidade de explorar o mundo me levou mais além. De repente, com pavor no peito e tremor nas pernas, estava diante da casa mal-assombrada.
Olhando bem, era uma casa igual às outras, tinha mangueiras ao lado e uma menina de franjinha na única janela aberta. Ela parecia admirada de ver alguém chegar ali.
Fiquei parado, um pouco pelo medo, um pouco pelo encantamento. Apesar da franjinha, a menina era tão bonita como os anjinhos que havia na igreja de Nossa Senhora da Guia.
Perguntou se eu queria alguma coisa. Não, não queria nada, mesmo querendo tudo – tal como hoje, tantos anos depois.
Quis saber o meu nome, onde eu morava, o que fazia ali. Depois do interrogatório, veio o convite mais inesperado que poderia receber: “Quer ser meu namorado?”. Disse que sim. Prometi voltar no dia seguinte, embora sabendo que nunca mais botaria os pés naquele chão assombrado.
Creio que foi ali, também, que dobrei a esquina errada na vida. Nunca mais me pediram a mesma coisa. Sim, eu devia ter voltado.
(Carlos Heitor Cony. “A casa mal-assombrada”. www1.folha.uol.com.br, 03.09.1998. Adaptado)
No trecho “… nenhum menino ousava passar por ali ” (2o parágrafo), o vocábulo destacado pode ser corretamente substituído, sem prejuízo do sentido, por
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Era no fim de uma rua que não levava a lugar nenhum. A casa tinha fama de ser mal-assombrada, e a rua nem tinha nome. Diziam que ali houvera uma fazenda de café cujos escravos mataram todos os senhores da casa-grande e depois se mataram – antes que fossem mortos pelas forças da lei.
Lenda ou realidade, o fato é que nenhum menino ousava passar por ali. Na infância mais profunda, todos os meus pesadelos tinham locação única e barata: era ali mesmo que os fantasmas da noite me esperavam para fazer das suas sem deixar que eu fizesse das minhas, que se resumiriam em fugir – fuga impossível nas garras do sonho.
Até que um dia, vindo de uma aula de catecismo, decidi cortar caminho e fui dar num atalho que não conhecia. Quis voltar, mas a curiosidade de explorar o mundo me levou mais além. De repente, com pavor no peito e tremor nas pernas, estava diante da casa mal-assombrada.
Olhando bem, era uma casa igual às outras, tinha mangueiras ao lado e uma menina de franjinha na única janela aberta. Ela parecia admirada de ver alguém chegar ali.
Fiquei parado, um pouco pelo medo, um pouco pelo encantamento. Apesar da franjinha, a menina era tão bonita como os anjinhos que havia na igreja de Nossa Senhora da Guia.
Perguntou se eu queria alguma coisa. Não, não queria nada, mesmo querendo tudo – tal como hoje, tantos anos depois.
Quis saber o meu nome, onde eu morava, o que fazia ali. Depois do interrogatório, veio o convite mais inesperado que poderia receber: “Quer ser meu namorado?”. Disse que sim. Prometi voltar no dia seguinte, embora sabendo que nunca mais botaria os pés naquele chão assombrado.
Creio que foi ali, também, que dobrei a esquina errada na vida. Nunca mais me pediram a mesma coisa. Sim, eu devia ter voltado.
(Carlos Heitor Cony. “A casa mal-assombrada”. www1.folha.uol.com.br, 03.09.1998. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra em destaque indica motivo.
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Era no fim de uma rua que não levava a lugar nenhum. A casa tinha fama de ser mal-assombrada, e a rua nem tinha nome. Diziam que ali houvera uma fazenda de café cujos escravos mataram todos os senhores da casa-grande e depois se mataram – antes que fossem mortos pelas forças da lei.
Lenda ou realidade, o fato é que nenhum menino ousava passar por ali. Na infância mais profunda, todos os meus pesadelos tinham locação única e barata: era ali mesmo que os fantasmas da noite me esperavam para fazer das suas sem deixar que eu fizesse das minhas, que se resumiriam em fugir – fuga impossível nas garras do sonho.
Até que um dia, vindo de uma aula de catecismo, decidi cortar caminho e fui dar num atalho que não conhecia. Quis voltar, mas a curiosidade de explorar o mundo me levou mais além. De repente, com pavor no peito e tremor nas pernas, estava diante da casa mal-assombrada.
Olhando bem, era uma casa igual às outras, tinha mangueiras ao lado e uma menina de franjinha na única janela aberta. Ela parecia admirada de ver alguém chegar ali.
Fiquei parado, um pouco pelo medo, um pouco pelo encantamento. Apesar da franjinha, a menina era tão bonita como os anjinhos que havia na igreja de Nossa Senhora da Guia.
Perguntou se eu queria alguma coisa. Não, não queria nada, mesmo querendo tudo – tal como hoje, tantos anos depois.
Quis saber o meu nome, onde eu morava, o que fazia ali. Depois do interrogatório, veio o convite mais inesperado que poderia receber: “Quer ser meu namorado?”. Disse que sim. Prometi voltar no dia seguinte, embora sabendo que nunca mais botaria os pés naquele chão assombrado.
Creio que foi ali, também, que dobrei a esquina errada na vida. Nunca mais me pediram a mesma coisa. Sim, eu devia ter voltado.
(Carlos Heitor Cony. “A casa mal-assombrada”. www1.folha.uol.com.br, 03.09.1998. Adaptado)
A palavra destacada está empregada em sentido figurado na frase:
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Era no fim de uma rua que não levava a lugar nenhum. A casa tinha fama de ser mal-assombrada, e a rua nem tinha nome. Diziam que ali houvera uma fazenda de café cujos escravos mataram todos os senhores da casa-grande e depois se mataram – antes que fossem mortos pelas forças da lei.
Lenda ou realidade, o fato é que nenhum menino ousava passar por ali. Na infância mais profunda, todos os meus pesadelos tinham locação única e barata: era ali mesmo que os fantasmas da noite me esperavam para fazer das suas sem deixar que eu fizesse das minhas, que se resumiriam em fugir – fuga impossível nas garras do sonho.
Até que um dia, vindo de uma aula de catecismo, decidi cortar caminho e fui dar num atalho que não conhecia. Quis voltar, mas a curiosidade de explorar o mundo me levou mais além. De repente, com pavor no peito e tremor nas pernas, estava diante da casa mal-assombrada.
Olhando bem, era uma casa igual às outras, tinha mangueiras ao lado e uma menina de franjinha na única janela aberta. Ela parecia admirada de ver alguém chegar ali.
Fiquei parado, um pouco pelo medo, um pouco pelo encantamento. Apesar da franjinha, a menina era tão bonita como os anjinhos que havia na igreja de Nossa Senhora da Guia.
Perguntou se eu queria alguma coisa. Não, não queria nada, mesmo querendo tudo – tal como hoje, tantos anos depois.
Quis saber o meu nome, onde eu morava, o que fazia ali. Depois do interrogatório, veio o convite mais inesperado que poderia receber: “Quer ser meu namorado?”. Disse que sim. Prometi voltar no dia seguinte, embora sabendo que nunca mais botaria os pés naquele chão assombrado.
Creio que foi ali, também, que dobrei a esquina errada na vida. Nunca mais me pediram a mesma coisa. Sim, eu devia ter voltado.
(Carlos Heitor Cony. “A casa mal-assombrada”. www1.folha.uol.com.br, 03.09.1998. Adaptado)
O que levou os escravos a tirarem a própria vida foi
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Era no fim de uma rua que não levava a lugar nenhum. A casa tinha fama de ser mal-assombrada, e a rua nem tinha nome. Diziam que ali houvera uma fazenda de café cujos escravos mataram todos os senhores da casa-grande e depois se mataram – antes que fossem mortos pelas forças da lei.
Lenda ou realidade, o fato é que nenhum menino ousava passar por ali. Na infância mais profunda, todos os meus pesadelos tinham locação única e barata: era ali mesmo que os fantasmas da noite me esperavam para fazer das suas sem deixar que eu fizesse das minhas, que se resumiriam em fugir – fuga impossível nas garras do sonho.
Até que um dia, vindo de uma aula de catecismo, decidi cortar caminho e fui dar num atalho que não conhecia. Quis voltar, mas a curiosidade de explorar o mundo me levou mais além. De repente, com pavor no peito e tremor nas pernas, estava diante da casa mal-assombrada.
Olhando bem, era uma casa igual às outras, tinha mangueiras ao lado e uma menina de franjinha na única janela aberta. Ela parecia admirada de ver alguém chegar ali.
Fiquei parado, um pouco pelo medo, um pouco pelo encantamento. Apesar da franjinha, a menina era tão bonita como os anjinhos que havia na igreja de Nossa Senhora da Guia.
Perguntou se eu queria alguma coisa. Não, não queria nada, mesmo querendo tudo – tal como hoje, tantos anos depois.
Quis saber o meu nome, onde eu morava, o que fazia ali. Depois do interrogatório, veio o convite mais inesperado que poderia receber: “Quer ser meu namorado?”. Disse que sim. Prometi voltar no dia seguinte, embora sabendo que nunca mais botaria os pés naquele chão assombrado.
Creio que foi ali, também, que dobrei a esquina errada na vida. Nunca mais me pediram a mesma coisa. Sim, eu devia ter voltado.
(Carlos Heitor Cony. “A casa mal-assombrada”. www1.folha.uol.com.br, 03.09.1998. Adaptado)
Segundo o texto, o narrador
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