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Foram encontradas 50 questões.

1606576 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Três amigos jantaram juntos (Antônio, Bento e Carlos) e, ao receberem a conta ficaram surpresos com o que lhe foi apresentado:
A + B = R$120,00
A + C = R$150,00
B + C = R$110,00
Qual será o valor total da conta? (A+B+C)
 

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1598207 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Preciso pagar R$3.600,00 pelo serviço executado por 3 trabalhadores A, B e C de maneira diretamente proporcional aos dias trabalhados:
!$ A \rightarrow 4 DIAS !$
!$ B \rightarrow 6 DIAS !$
!$ C \rightarrow 8 DIAS !$
Que valor devo pagar ao trabalhador C ?
 

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1594494 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Querendo comprar uma geladeira recebi a seguinte proposta:
25% de entrada
3 prestações de R$150,00
1 prestação de R$210,00
Quanto pagarei pela geladeira?
 

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1594007 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Qual a razão entre a área do quadrado e a área do triângulo descritos nas figuras a seguir?
Enunciado 2781372-1
 

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1593802 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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O salário de um trabalhador era de R$920,00 e sofreu um reajuste de 3%. Quanto passou a ser seu novo salário?
 

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1579206 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Durante a Festa do Cirio de Nazaré, as luzes dos arcos que enfeitam a Avenida acendem em intervalos regulares:
Enunciado 2776471-1
Se as quatro luzes acenderam juntas, depois de quanto tempo voltarão a acender simultaneamente?
 

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1575096 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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A razão entre dois números é 1/3. Calcule o valor do maior sabendo que eles somam 60.
 

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1571941 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Não, nós não gostamos de apanhar!

"Mas, Maria Laura, tem mulher que gosta de apanhar", disse uma empresária.

Outro conhecido acrescentou: "São relacionamentos abusivos, as mulheres batem nos companheiros e acabam apanhando". Esses comentários me chocaram. Foram feitos em resposta a uma recente pesquisa sobre violência doméstica em Roraima, estado com maior taxa de homicídios de mulheres no país.

A pesquisa, na qual trabalhei, expôs as falhas do governo no enfrentamento da violência doméstica. Mas algumas pessoas parecem não perceber os inegáveis equívocos estatais e, em vez disso minimizam a violência e culpam as mulheres. Notícia do século XXI: a agressão às mulheres continua bem real, assim como a decepcionante resposta do Estado. A culpa não é das mulheres.

Vejamos o caso de "Ana", que sofreu ofensas e agressões de seu parceiro por oito anos, em dezembro, ele a expulsou de casa e, no meio da rua, bateu em sua cabeça, no rosto e nos braços, ele só parou quando um filho dela o afastou. A filha de Ana, de 13 anos, chamou a polícia que não fez nada "Apenas deixou um cartão". Às três da manhã, as duas caminharam por uma hora até uma delegacia onde escutaram que teriam de ir à delegacia da mulher para denunciar a agressão, apesar de ela estar fechada naquele dia. Só na semana seguinte Ana conseguiu registrar a ocorrência e pedir proteção.

É claro que algumas mulheres podem também agredir. Isso não tem absolutamente nada a ver com o sofrimento de milhares delas que sentem que não têm escolha senão suportar abusos, esconder hematomas e fingir que nada aconteceu.

Mulheres sofrem violência por anos sem procurar ajuda. Apenas 25% reportam agressões. Podem sofrer pressão familiar com o parceiro. Podem se preocupar em como alimentar, vestir e abrigar seus filhos. O peso do estigma pode inibi-Ias de compartilhar suas experiências e traumas com a polícia. Muitas vezes temem que o agressor faça suas ameaças, caso descubra que elas foram à polícia, sem que essa possa detê-lo. Mas uma das principais razões para não reportarem a violência está na descrença de que isso fará diferença.

Quando se trata de violência contra a mulher, a impunidade é a regra. Encontramos cerca de 8400 boletins de ocorrência de violência doméstica acumulados na delegacia da mulher em Boa Vista. A delegada-chefe disse que falta pessoal para tornar os "passos iniciais de investigação", inclusive ouvir a vítima, que permitiria a instauração de inquérito. Roraima reflete um problema nacional.

Temos uma legislação abrangente para prevenir a violência e garantir a justiça e o Brasil participa de tratados que protegem os direitos das mulheres, infelizmente, muitos avanços continuam sempre no papel. Comentários que ouvi mostram que o machismo permanece vivo e permite a impunidade, tornando-nos cúmplices. Para mudar, devemos reconhecer que as mulheres sofrem abusos cotidianamente e que a lei é insuficiente. Muitos casos não são registrados nem investigados, muito menos concluídos. Os homens que agridem sua companheira continuarão a fazê-lo enquanto permanecem impunes.

(Fonte: CANINEU, Maria Laura" Revista Veja. Data: 12 de julho 2017)

Falhou a conjugação de uma das formas nominais dos verbos presentes no texto:

 

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1564917 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Não, nós não gostamos de apanhar!

"Mas, Maria Laura, tem mulher que gosta de apanhar", disse uma empresária.

Outro conhecido acrescentou: "São relacionamentos abusivos, as mulheres batem nos companheiros e acabam apanhando". Esses comentários me chocaram. Foram feitos em resposta a uma recente pesquisa sobre violência doméstica em Roraima, estado com maior taxa de homicídios de mulheres no país.

A pesquisa, na qual trabalhei, expôs as falhas do governo no enfrentamento da violência doméstica. Mas algumas pessoas parecem não perceber os inegáveis equívocos estatais e, em vez disso minimizam a violência e culpam as mulheres. Notícia do século XXI: a agressão às mulheres continua bem real, assim como a decepcionante resposta do Estado. A culpa não é das mulheres.

Vejamos o caso de "Ana", que sofreu ofensas e agressões de seu parceiro por oito anos, em dezembro, ele a expulsou de casa e, no meio da rua, bateu em sua cabeça, no rosto e nos braços, ele só parou quando um filho dela o afastou. A filha de Ana, de 13 anos, chamou a polícia que não fez nada "Apenas deixou um cartão". Às três da manhã, as duas caminharam por uma hora até uma delegacia onde escutaram que teriam de ir à delegacia da mulher para denunciar a agressão, apesar de ela estar fechada naquele dia. Só na semana seguinte Ana conseguiu registrar a ocorrência e pedir proteção.

É claro que algumas mulheres podem também agredir. Isso não tem absolutamente nada a ver com o sofrimento de milhares delas que sentem que não têm escolha senão suportar abusos, esconder hematomas e fingir que nada aconteceu.

Mulheres sofrem violência por anos sem procurar ajuda. Apenas 25% reportam agressões. Podem sofrer pressão familiar com o parceiro. Podem se preocupar em como alimentar, vestir e abrigar seus filhos. O peso do estigma pode inibi-Ias de compartilhar suas experiências e traumas com a polícia. Muitas vezes temem que o agressor faça suas ameaças, caso descubra que elas foram à polícia, sem que essa possa detê-lo. Mas uma das principais razões para não reportarem a violência está na descrença de que isso fará diferença.

Quando se trata de violência contra a mulher, a impunidade é a regra. Encontramos cerca de 8400 boletins de ocorrência de violência doméstica acumulados na delegacia da mulher em Boa Vista. A delegada-chefe disse que falta pessoal para tornar os "passos iniciais de investigação", inclusive ouvir a vítima, que permitiria a instauração de inquérito. Roraima reflete um problema nacional.

Temos uma legislação abrangente para prevenir a violência e garantir a justiça e o Brasil participa de tratados que protegem os direitos das mulheres, infelizmente, muitos avanços continuam sempre no papel. Comentários que ouvi mostram que o machismo permanece vivo e permite a impunidade, tornando-nos cúmplices. Para mudar, devemos reconhecer que as mulheres sofrem abusos cotidianamente e que a lei é insuficiente. Muitos casos não são registrados nem investigados, muito menos concluídos. Os homens que agridem sua companheira continuarão a fazê-lo enquanto permanecem impunes.

(Fonte: CANINEU, Maria Laura" Revista Veja. Data: 12 de julho 2017)

No periodo: "(...) Ana conseguiu registrar a ocorrência e pedir proteção". Aconjunção no periodo estabelece uma relação de:

 

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1564712 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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"O___________ ,furacão mais poderoso registrado no Atlântico, passou nessa segunda-feira (11) para depressão tropical, em seu avanço pelo sudeste dos Estados Unidos (EUA), informou o Centro Nacional de Furacões (CNH) do pais". (Fonte: Portal ORM. Data de acesso: 14.09.2017). Qual foi o nome atribuido a esse furacão?
 

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