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Foram encontradas 50 questões.

1649528 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Um reservatório de água com forma de paralelepipedo tem como medidas 3m x 1m x 2m. Analise a figura e responda.
Enunciado 2886955-1
Qual a medida do volume do reservatório?
 

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1629373 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Não, nós não gostamos de apanhar!
"Mas, Maria Laura, tem mulher que gosta de apanhar", disse uma empresária.
Outro conhecido acrescentou: "São relacionamentos abusivos, as mulheres batem nos companheiros e acabam apanhando". Esses comentários me chocaram. Foram feitos em resposta a uma recente pesquisa sobre violência doméstica em Roraima, estado com maior taxa de homicídios de mulheres no país.
A pesquisa, na qual trabalhei, expôs as falhas do governo no enfrentamento da violência doméstica. Mas algumas pessoas parecem não perceber os inegáveis equívocos estatais e, em vez disso minimizam a violência e culpam as mulheres. Notícia do século XXI: a agressão às mulheres continua bem real, assim como a decepcionante resposta do Estado. A culpa não é das mulheres.
Vejamos o caso de "Ana", que sofreu ofensas e agressões de seu parceiro por oito anos, em dezembro, ele a expulsou de casa e, no meio da rua, bateu em sua cabeça, no rosto e nos braços, ele só parou quando um filho dela o afastou. A filha de Ana, de 13 anos, chamou a polícia que não fez nada "Apenas deixou um cartão". Às três da manhã, as duas caminharam por uma hora até uma delegacia onde escutaram que teriam de ir à delegacia da mulher para denunciar a agressão, apesar de ela estar fechada naquele dia. Só na semana seguinte Ana conseguiu registrar a ocorrência e pedir proteção.
É claro que algumas mulheres podem também agredir. Isso não tem absolutamente nada a ver com o sofrimento de milhares delas que sentem que não têm escolha senão suportar abusos, esconder hematomas e fingir que nada aconteceu.
Mulheres sofrem violência por anos sem procurar ajuda. Apenas 25% reportam agressões. Podem sofrer pressão familiar com o parceiro. Podem se preocupar em como alimentar, vestir e abrigar seus filhos. O peso do estigma pode inibi-Ias de compartilhar suas experiências e traumas com a polícia. Muitas vezes temem que o agressor faça suas ameaças, caso descubra que elas foram à polícia, sem que essa possa detê-lo. Mas uma das principais razões para não reportarem a violência está na descrença de que isso fará diferença.
Quando se trata de violência contra a mulher, a impunidade é a regra. Encontramos cerca de 8400 boletins de ocorrência de violência doméstica acumulados na delegacia da mulher em Boa Vista. A delegada-chefe disse que falta pessoal para tornar os "passos iniciais de investigação", inclusive ouvir a vítima, que permitiria a instauração de inquérito. Roraima reflete um problema nacional.
Temos uma legislação abrangente para prevenir a violência e garantir a justiça e o Brasil participa de tratados que protegem os direitos das mulheres, infelizmente, muitos avanços continuam sempre no papel. Comentários que ouvi mostram que o machismo permanece vivo e permite a impunidade, tornando-nos cúmplices. Para mudar, devemos reconhecer que as mulheres sofrem abusos cotidianamente e que a lei é insuficiente. Muitos casos não são registrados nem investigados, muito menos concluídos. Os homens que agridem sua companheira continuarão a fazê-lo enquanto permanecem impunes.
(Fonte: CANINEU, Maria Laura" Revista Veja. Data: 12 de julho 2017)
Em norma culta, não se deve contrair a preposição "de" se o termo seguinte estiver exercendo a função de sujeito. Exemplifica essa regra em:
 

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1628611 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Enunciado 2859581-1
Qual é o valor do perimetro do quadrado?
 

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1627755 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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"A ___________ advertiu nesta segunda-feira (11, horário local) aos Estados Unidos que lhe infiigirá"o maior dos sofrimentos" se Washington prosseguir exortando a ONU a endurecer suas sanções contra Pyongyang após seu sexto teste nuclear. Em comunicado reproduzido pela agência oficial KCNA, o ministério (...) adverte que se Washington "aplicar esta resolução ilegal sobre um endurecimento das sanções, a _______________ garantirá que os Estados Unidos paguem o preço." (Fonte: Portal ORM. Data de acesso: 14.09.2017). Marque a alternativa que complete corretamente a lacuna.
 

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1623701 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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"Governo quer concluir privatização da ______________ até o primeiro semestre de 2018. Processo de recuperação da empresa ocorre paralelamente à privatização, disse Fernando Coelho Filho. (...) O detalhamento do modelo de desestatização e as condicionantes devem ser apresentados este mês. Uma dessas condicionantes. segundo ele. é que parte dos recursos financeiros das uSinas no Rio São Francisco fique para um amplo programa de revitalização do rio". (Fonte: Portal ORM. Data de acesso: 14.09.2017). O que o governo pretende privatizar segundo a reportagem?
 

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1621124 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Não, nós não gostamos de apanhar!

"Mas, Maria Laura, tem mulher que gosta de apanhar", disse uma empresária.

Outro conhecido acrescentou: "São relacionamentos abusivos, as mulheres batem nos companheiros e acabam apanhando". Esses comentários me chocaram. Foram feitos em resposta a uma recente pesquisa sobre violência doméstica em Roraima, estado com maior taxa de homicídios de mulheres no país.

A pesquisa, na qual trabalhei, expôs as falhas do governo no enfrentamento da violência doméstica. Mas algumas pessoas parecem não perceber os inegáveis equívocos estatais e, em vez disso minimizam a violência e culpam as mulheres. Notícia do século XXI: a agressão às mulheres continua bem real, assim como a decepcionante resposta do Estado. A culpa não é das mulheres.

Vejamos o caso de "Ana", que sofreu ofensas e agressões de seu parceiro por oito anos, em dezembro, ele a expulsou de casa e, no meio da rua, bateu em sua cabeça, no rosto e nos braços, ele só parou quando um filho dela o afastou. A filha de Ana, de 13 anos, chamou a polícia que não fez nada "Apenas deixou um cartão". Às três da manhã, as duas caminharam por uma hora até uma delegacia onde escutaram que teriam de ir à delegacia da mulher para denunciar a agressão, apesar de ela estar fechada naquele dia. Só na semana seguinte Ana conseguiu registrar a ocorrência e pedir proteção.

É claro que algumas mulheres podem também agredir. Isso não tem absolutamente nada a ver com o sofrimento de milhares delas que sentem que não têm escolha senão suportar abusos, esconder hematomas e fingir que nada aconteceu.

Mulheres sofrem violência por anos sem procurar ajuda. Apenas 25% reportam agressões. Podem sofrer pressão familiar com o parceiro. Podem se preocupar em como alimentar, vestir e abrigar seus filhos. O peso do estigma pode inibi-Ias de compartilhar suas experiências e traumas com a polícia. Muitas vezes temem que o agressor faça suas ameaças, caso descubra que elas foram à polícia, sem que essa possa detê-lo. Mas uma das principais razões para não reportarem a violência está na descrença de que isso fará diferença.

Quando se trata de violência contra a mulher, a impunidade é a regra. Encontramos cerca de 8400 boletins de ocorrência de violência doméstica acumulados na delegacia da mulher em Boa Vista. A delegada-chefe disse que falta pessoal para tornar os "passos iniciais de investigação", inclusive ouvir a vítima, que permitiria a instauração de inquérito. Roraima reflete um problema nacional.

Temos uma legislação abrangente para prevenir a violência e garantir a justiça e o Brasil participa de tratados que protegem os direitos das mulheres, infelizmente, muitos avanços continuam sempre no papel. Comentários que ouvi mostram que o machismo permanece vivo e permite a impunidade, tornando-nos cúmplices. Para mudar, devemos reconhecer que as mulheres sofrem abusos cotidianamente e que a lei é insuficiente. Muitos casos não são registrados nem investigados, muito menos concluídos. Os homens que agridem sua companheira continuarão a fazê-lo enquanto permanecem impunes.

(Fonte: CANINEU, Maria Laura" Revista Veja. Data: 12 de julho 2017)

O emprego de aspas em "Ana" deve-se ao fato de:

 

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1617944 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Não, nós não gostamos de apanhar!

"Mas, Maria Laura, tem mulher que gosta de apanhar", disse uma empresária.

Outro conhecido acrescentou: "São relacionamentos abusivos, as mulheres batem nos companheiros e acabam apanhando". Esses comentários me chocaram. Foram feitos em resposta a uma recente pesquisa sobre violência doméstica em Roraima, estado com maior taxa de homicídios de mulheres no país.

A pesquisa, na qual trabalhei, expôs as falhas do governo no enfrentamento da violência doméstica. Mas algumas pessoas parecem não perceber os inegáveis equívocos estatais e, em vez disso minimizam a violência e culpam as mulheres. Notícia do século XXI: a agressão às mulheres continua bem real, assim como a decepcionante resposta do Estado. A culpa não é das mulheres.

Vejamos o caso de "Ana", que sofreu ofensas e agressões de seu parceiro por oito anos, em dezembro, ele a expulsou de casa e, no meio da rua, bateu em sua cabeça, no rosto e nos braços, ele só parou quando um filho dela o afastou. A filha de Ana, de 13 anos, chamou a polícia que não fez nada "Apenas deixou um cartão". Às três da manhã, as duas caminharam por uma hora até uma delegacia onde escutaram que teriam de ir à delegacia da mulher para denunciar a agressão, apesar de ela estar fechada naquele dia. Só na semana seguinte Ana conseguiu registrar a ocorrência e pedir proteção.

É claro que algumas mulheres podem também agredir. Isso não tem absolutamente nada a ver com o sofrimento de milhares delas que sentem que não têm escolha senão suportar abusos, esconder hematomas e fingir que nada aconteceu.

Mulheres sofrem violência por anos sem procurar ajuda. Apenas 25% reportam agressões. Podem sofrer pressão familiar com o parceiro. Podem se preocupar em como alimentar, vestir e abrigar seus filhos. O peso do estigma pode inibi-Ias de compartilhar suas experiências e traumas com a polícia. Muitas vezes temem que o agressor faça suas ameaças, caso descubra que elas foram à polícia, sem que essa possa detê-lo. Mas uma das principais razões para não reportarem a violência está na descrença de que isso fará diferença.

Quando se trata de violência contra a mulher, a impunidade é a regra. Encontramos cerca de 8400 boletins de ocorrência de violência doméstica acumulados na delegacia da mulher em Boa Vista. A delegada-chefe disse que falta pessoal para tornar os "passos iniciais de investigação", inclusive ouvir a vítima, que permitiria a instauração de inquérito. Roraima reflete um problema nacional.

Temos uma legislação abrangente para prevenir a violência e garantir a justiça e o Brasil participa de tratados que protegem os direitos das mulheres, infelizmente, muitos avanços continuam sempre no papel. Comentários que ouvi mostram que o machismo permanece vivo e permite a impunidade, tornando-nos cúmplices. Para mudar, devemos reconhecer que as mulheres sofrem abusos cotidianamente e que a lei é insuficiente. Muitos casos não são registrados nem investigados, muito menos concluídos. Os homens que agridem sua companheira continuarão a fazê-lo enquanto permanecem impunes.

(Fonte: CANINEU, Maria Laura" Revista Veja. Data: 12 de julho 2017)

A oração adverbial "Quando se trata de violência contra a mulher" no trecho: "Quando se trata de violência contra a mulher, a impunidade é a regra." dá ideia de:

 

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1614409 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Não, nós não gostamos de apanhar!

"Mas, Maria Laura, tem mulher que gosta de apanhar", disse uma empresária.

Outro conhecido acrescentou: "São relacionamentos abusivos, as mulheres batem nos companheiros e acabam apanhando". Esses comentários me chocaram. Foram feitos em resposta a uma recente pesquisa sobre violência doméstica em Roraima, estado com maior taxa de homicídios de mulheres no país.

A pesquisa, na qual trabalhei, expôs as falhas do governo no enfrentamento da violência doméstica. Mas algumas pessoas parecem não perceber os inegáveis equívocos estatais e, em vez disso minimizam a violência e culpam as mulheres. Notícia do século XXI: a agressão às mulheres continua bem real, assim como a decepcionante resposta do Estado. A culpa não é das mulheres.

Vejamos o caso de "Ana", que sofreu ofensas e agressões de seu parceiro por oito anos, em dezembro, ele a expulsou de casa e, no meio da rua, bateu em sua cabeça, no rosto e nos braços, ele só parou quando um filho dela o afastou. A filha de Ana, de 13 anos, chamou a polícia que não fez nada "Apenas deixou um cartão". Às três da manhã, as duas caminharam por uma hora até uma delegacia onde escutaram que teriam de ir à delegacia da mulher para denunciar a agressão, apesar de ela estar fechada naquele dia. Só na semana seguinte Ana conseguiu registrar a ocorrência e pedir proteção.

É claro que algumas mulheres podem também agredir. Isso não tem absolutamente nada a ver com o sofrimento de milhares delas que sentem que não têm escolha senão suportar abusos, esconder hematomas e fingir que nada aconteceu.

Mulheres sofrem violência por anos sem procurar ajuda. Apenas 25% reportam agressões. Podem sofrer pressão familiar com o parceiro. Podem se preocupar em como alimentar, vestir e abrigar seus filhos. O peso do estigma pode inibi-Ias de compartilhar suas experiências e traumas com a polícia. Muitas vezes temem que o agressor faça suas ameaças, caso descubra que elas foram à polícia, sem que essa possa detê-lo. Mas uma das principais razões para não reportarem a violência está na descrença de que isso fará diferença.

Quando se trata de violência contra a mulher, a impunidade é a regra. Encontramos cerca de 8400 boletins de ocorrência de violência doméstica acumulados na delegacia da mulher em Boa Vista. A delegada-chefe disse que falta pessoal para tornar os "passos iniciais de investigação", inclusive ouvir a vítima, que permitiria a instauração de inquérito. Roraima reflete um problema nacional.

Temos uma legislação abrangente para prevenir a violência e garantir a justiça e o Brasil participa de tratados que protegem os direitos das mulheres, infelizmente, muitos avanços continuam sempre no papel. Comentários que ouvi mostram que o machismo permanece vivo e permite a impunidade, tornando-nos cúmplices. Para mudar, devemos reconhecer que as mulheres sofrem abusos cotidianamente e que a lei é insuficiente. Muitos casos não são registrados nem investigados, muito menos concluídos. Os homens que agridem sua companheira continuarão a fazê-lo enquanto permanecem impunes.

(Fonte: CANINEU, Maria Laura" Revista Veja. Data: 12 de julho 2017)

Marque a alternativa que substitui, sem alterar o sentido, o termo "caso" em: "faça suas ameaças, caso descubra que elas (...)".

 

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1613997 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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"Dois ângulos opostos pelo vértice têm a mesma medida". Analise o gráfico e calcule o valor dos ângulos assinalados:
Enunciado 2813670-1
 

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1611835 Ano: 2017
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
Provas:
Marque aalternatlva que complete corretamente a lacuna do art. 6º transcrito a seguir: Os integrantes dos Grupos, constantes desta lei, ocupantes de cargos efetivos, serão nomeados mediante _______________ de provas e de provas e tltulos, que será realizado de acordo com as necessidades de cada localidade do município (...)" .
 

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