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AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

TEXTO

  1. A educação brasileira recebe investimento alto, porém é carente de qualidade. São cerca de 6,4%
  2. do PIB investidos em educação, correspondendo a cerca de 17% do gasto público total (2012). Tal valor está
  3. acima da média mundial levantada pela OCDE (cerca de 12%), e mesmo assim, alguns problemas estruturais
  4. persistem. Os mais comuns são a falta de professores, bibliotecas, quadras esportivas e laboratórios de
  5. informática. Além disso, 99% dos professores do ensino básico no país ganham menos de R$ 3,5 mil por
  6. mês, trabalhando 40 horas semanais. 6
  7. Na esfera pública, é comum haver atrasos em repasses para os governos. Em maio de 2018, por
  8. exemplo, foi organizada uma Comissão Externa na Câmara dos Deputados para apurar o motivo de recursos
  9. do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da
  10. Educação (FUNDEB) ainda não terem chegado ao seu destino. Em função de um erro de cálculo do Tribunal
  11. de Contas da União (TCU), municípios receberam cerca de R$ 90 bilhões a menos do que deveriam, o que
  12. representa um rombo considerável para as gestões municipais. Somado a isso, existem procedimentos de
  13. registro de aula e frequência, além de formas de documentação das práticas docentes, que exigem grande
  14. atenção da equipe escolar. Essa alta demanda de tempo dos profissionais é explicado por, na maioria das
  15. escolas, tais documentos ainda serem escritos à mão, demandando que funcionários das secretarias gastem
  16. muito tempo transferindo os dados para um sistema unificado. Este é um exemplo real de burocracia que
  17. ainda persiste e que poderia ser substituído por um programa de computador único, integrado e nacional, por
  18. exemplo.
  19. Além disso, embora os órgãos educacionais em todas as esferas possuam atribuições próprias, eles
  20. compartilham a responsabilidade de gerir a educação brasileira, ou seja, de mantê-la coesa. Isso significa que
  21. os órgãos educacionais precisam dialogar e estabelecer uma linha de ordem para que a comunicação entre
  22. eles seja efetiva, existindo, então, uma hierarquização dentro da federação. No caso, o Ministério da
  23. Educação (MEC) e a União são aqueles que detém maior autonomia em relação aos outros. “Descendo” na
  24. pirâmide organizacional, tem-se o nível estadual e, então, chega-se às redes municipais, que dependem das
  25. decisões das demais esferas para que possam funcionar. A lógica dessa hierarquização, em termos de manter
  26. a educação coesa, faz sentido, porém ela não é claramente aplicada.
  27. Existem cidades onde as redes estadual e municipal ofertam ensino fundamental, que acabam
  28. competindo pelo mesmo público e, consequentemente, gerando vagas que não são ocupadas. Existem,
  29. também, muitos processos de autorização ou burocratização entre os agentes coordenadores da educação
  30. brasileira, o que pode fazer com que muitos programas federais demorem a chegar a todas as escolas. Essa
  31. burocracia gera um “bloqueio” no sentido de que a educação brasileira é pouco adaptável às necessidades de
  32. cada geração e vem seguindo um mesmo modelo há décadas.
  33. Não é preciso ir muito longe para ver que é possível encontrar soluções para muitos dilemas
  34. internos e externos da educação brasileira. Em Santo André (SP), durante o ano de 2014, creches e escolas da
  35. cidade elegeram representantes infantis para fazerem parte da discussão sobre educação na prefeitura,
  36. durante as plenárias sobre orçamento participativo. Após 30 representantes da cidade serem eleitos, usando
  37. até recursos de urna eletrônica, os mesmos diagnosticaram nas escolas e bairros problemas enfrentados pelas
  38. crianças e trouxeram suas reivindicações em desenhos. Naquele ano, 66 propostas para a Câmara Municipal
  39. foram encaminhadas pelos meninos. Será que ouvir os estudantes não pode ajudar a resolver problemas
  40. estruturais e gritantes desse sistema? Afinal, o que os estudantes têm a dizer sobre o meio em que convivem
  41. todos os dias?


FONTE: https://www.politize.com.br/educacao-brasileira-realidade-e-desafios/

Os termos “mesmo” (L.3) e “por exemplo” (L.7/8), respectivamente, expressam ideias:

 

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AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

TEXTO

  1. A educação brasileira recebe investimento alto, porém é carente de qualidade. São cerca de 6,4%
  2. do PIB investidos em educação, correspondendo a cerca de 17% do gasto público total (2012). Tal valor está
  3. acima da média mundial levantada pela OCDE (cerca de 12%), e mesmo assim, alguns problemas estruturais
  4. persistem. Os mais comuns são a falta de professores, bibliotecas, quadras esportivas e laboratórios de
  5. informática. Além disso, 99% dos professores do ensino básico no país ganham menos de R$ 3,5 mil por
  6. mês, trabalhando 40 horas semanais. 6
  7. Na esfera pública, é comum haver atrasos em repasses para os governos. Em maio de 2018, por
  8. exemplo, foi organizada uma Comissão Externa na Câmara dos Deputados para apurar o motivo de recursos
  9. do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da
  10. Educação (FUNDEB) ainda não terem chegado ao seu destino. Em função de um erro de cálculo do Tribunal
  11. de Contas da União (TCU), municípios receberam cerca de R$ 90 bilhões a menos do que deveriam, o que
  12. representa um rombo considerável para as gestões municipais. Somado a isso, existem procedimentos de
  13. registro de aula e frequência, além de formas de documentação das práticas docentes, que exigem grande
  14. atenção da equipe escolar. Essa alta demanda de tempo dos profissionais é explicado por, na maioria das
  15. escolas, tais documentos ainda serem escritos à mão, demandando que funcionários das secretarias gastem
  16. muito tempo transferindo os dados para um sistema unificado. Este é um exemplo real de burocracia que
  17. ainda persiste e que poderia ser substituído por um programa de computador único, integrado e nacional, por
  18. exemplo.
  19. Além disso, embora os órgãos educacionais em todas as esferas possuam atribuições próprias, eles
  20. compartilham a responsabilidade de gerir a educação brasileira, ou seja, de mantê-la coesa. Isso significa que
  21. os órgãos educacionais precisam dialogar e estabelecer uma linha de ordem para que a comunicação entre
  22. eles seja efetiva, existindo, então, uma hierarquização dentro da federação. No caso, o Ministério da
  23. Educação (MEC) e a União são aqueles que detém maior autonomia em relação aos outros. “Descendo” na
  24. pirâmide organizacional, tem-se o nível estadual e, então, chega-se às redes municipais, que dependem das
  25. decisões das demais esferas para que possam funcionar. A lógica dessa hierarquização, em termos de manter
  26. a educação coesa, faz sentido, porém ela não é claramente aplicada.
  27. Existem cidades onde as redes estadual e municipal ofertam ensino fundamental, que acabam
  28. competindo pelo mesmo público e, consequentemente, gerando vagas que não são ocupadas. Existem,
  29. também, muitos processos de autorização ou burocratização entre os agentes coordenadores da educação
  30. brasileira, o que pode fazer com que muitos programas federais demorem a chegar a todas as escolas. Essa
  31. burocracia gera um “bloqueio” no sentido de que a educação brasileira é pouco adaptável às necessidades de
  32. cada geração e vem seguindo um mesmo modelo há décadas.
  33. Não é preciso ir muito longe para ver que é possível encontrar soluções para muitos dilemas
  34. internos e externos da educação brasileira. Em Santo André (SP), durante o ano de 2014, creches e escolas da
  35. cidade elegeram representantes infantis para fazerem parte da discussão sobre educação na prefeitura,
  36. durante as plenárias sobre orçamento participativo. Após 30 representantes da cidade serem eleitos, usando
  37. até recursos de urna eletrônica, os mesmos diagnosticaram nas escolas e bairros problemas enfrentados pelas
  38. crianças e trouxeram suas reivindicações em desenhos. Naquele ano, 66 propostas para a Câmara Municipal
  39. foram encaminhadas pelos meninos. Será que ouvir os estudantes não pode ajudar a resolver problemas
  40. estruturais e gritantes desse sistema? Afinal, o que os estudantes têm a dizer sobre o meio em que convivem
  41. todos os dias?


FONTE: https://www.politize.com.br/educacao-brasileira-realidade-e-desafios/

Completa o sentido de um verbo o termo transcrito em:

 

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AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

TEXTO

  1. A educação brasileira recebe investimento alto, porém é carente de qualidade. São cerca de 6,4%
  2. do PIB investidos em educação, correspondendo a cerca de 17% do gasto público total (2012). Tal valor está
  3. acima da média mundial levantada pela OCDE (cerca de 12%), e mesmo assim, alguns problemas estruturais
  4. persistem. Os mais comuns são a falta de professores, bibliotecas, quadras esportivas e laboratórios de
  5. informática. Além disso, 99% dos professores do ensino básico no país ganham menos de R$ 3,5 mil por
  6. mês, trabalhando 40 horas semanais. 6
  7. Na esfera pública, é comum haver atrasos em repasses para os governos. Em maio de 2018, por
  8. exemplo, foi organizada uma Comissão Externa na Câmara dos Deputados para apurar o motivo de recursos
  9. do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da
  10. Educação (FUNDEB) ainda não terem chegado ao seu destino. Em função de um erro de cálculo do Tribunal
  11. de Contas da União (TCU), municípios receberam cerca de R$ 90 bilhões a menos do que deveriam, o que
  12. representa um rombo considerável para as gestões municipais. Somado a isso, existem procedimentos de
  13. registro de aula e frequência, além de formas de documentação das práticas docentes, que exigem grande
  14. atenção da equipe escolar. Essa alta demanda de tempo dos profissionais é explicado por, na maioria das
  15. escolas, tais documentos ainda serem escritos à mão, demandando que funcionários das secretarias gastem
  16. muito tempo transferindo os dados para um sistema unificado. Este é um exemplo real de burocracia que
  17. ainda persiste e que poderia ser substituído por um programa de computador único, integrado e nacional, por
  18. exemplo.
  19. Além disso, embora os órgãos educacionais em todas as esferas possuam atribuições próprias, eles
  20. compartilham a responsabilidade de gerir a educação brasileira, ou seja, de mantê-la coesa. Isso significa que
  21. os órgãos educacionais precisam dialogar e estabelecer uma linha de ordem para que a comunicação entre
  22. eles seja efetiva, existindo, então, uma hierarquização dentro da federação. No caso, o Ministério da
  23. Educação (MEC) e a União são aqueles que detém maior autonomia em relação aos outros. “Descendo” na
  24. pirâmide organizacional, tem-se o nível estadual e, então, chega-se às redes municipais, que dependem das
  25. decisões das demais esferas para que possam funcionar. A lógica dessa hierarquização, em termos de manter
  26. a educação coesa, faz sentido, porém ela não é claramente aplicada.
  27. Existem cidades onde as redes estadual e municipal ofertam ensino fundamental, que acabam
  28. competindo pelo mesmo público e, consequentemente, gerando vagas que não são ocupadas. Existem,
  29. também, muitos processos de autorização ou burocratização entre os agentes coordenadores da educação
  30. brasileira, o que pode fazer com que muitos programas federais demorem a chegar a todas as escolas. Essa
  31. burocracia gera um “bloqueio” no sentido de que a educação brasileira é pouco adaptável às necessidades de
  32. cada geração e vem seguindo um mesmo modelo há décadas.
  33. Não é preciso ir muito longe para ver que é possível encontrar soluções para muitos dilemas
  34. internos e externos da educação brasileira. Em Santo André (SP), durante o ano de 2014, creches e escolas da
  35. cidade elegeram representantes infantis para fazerem parte da discussão sobre educação na prefeitura,
  36. durante as plenárias sobre orçamento participativo. Após 30 representantes da cidade serem eleitos, usando
  37. até recursos de urna eletrônica, os mesmos diagnosticaram nas escolas e bairros problemas enfrentados pelas
  38. crianças e trouxeram suas reivindicações em desenhos. Naquele ano, 66 propostas para a Câmara Municipal
  39. foram encaminhadas pelos meninos. Será que ouvir os estudantes não pode ajudar a resolver problemas
  40. estruturais e gritantes desse sistema? Afinal, o que os estudantes têm a dizer sobre o meio em que convivem
  41. todos os dias?


FONTE: https://www.politize.com.br/educacao-brasileira-realidade-e-desafios/

No texto,

 

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  1. A educação brasileira recebe investimento alto, porém é carente de qualidade. São cerca de 6,4%
  2. do PIB investidos em educação, correspondendo a cerca de 17% do gasto público total (2012). Tal valor está
  3. acima da média mundial levantada pela OCDE (cerca de 12%), e mesmo assim, alguns problemas estruturais
  4. persistem. Os mais comuns são a falta de professores, bibliotecas, quadras esportivas e laboratórios de
  5. informática. Além disso, 99% dos professores do ensino básico no país ganham menos de R$ 3,5 mil por
  6. mês, trabalhando 40 horas semanais. 6
  7. Na esfera pública, é comum haver atrasos em repasses para os governos. Em maio de 2018, por
  8. exemplo, foi organizada uma Comissão Externa na Câmara dos Deputados para apurar o motivo de recursos
  9. do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da
  10. Educação (FUNDEB) ainda não terem chegado ao seu destino. Em função de um erro de cálculo do Tribunal
  11. de Contas da União (TCU), municípios receberam cerca de R$ 90 bilhões a menos do que deveriam, o que
  12. representa um rombo considerável para as gestões municipais. Somado a isso, existem procedimentos de
  13. registro de aula e frequência, além de formas de documentação das práticas docentes, que exigem grande
  14. atenção da equipe escolar. Essa alta demanda de tempo dos profissionais é explicado por, na maioria das
  15. escolas, tais documentos ainda serem escritos à mão, demandando que funcionários das secretarias gastem
  16. muito tempo transferindo os dados para um sistema unificado. Este é um exemplo real de burocracia que
  17. ainda persiste e que poderia ser substituído por um programa de computador único, integrado e nacional, por
  18. exemplo.
  19. Além disso, embora os órgãos educacionais em todas as esferas possuam atribuições próprias, eles
  20. compartilham a responsabilidade de gerir a educação brasileira, ou seja, de mantê-la coesa. Isso significa que
  21. os órgãos educacionais precisam dialogar e estabelecer uma linha de ordem para que a comunicação entre
  22. eles seja efetiva, existindo, então, uma hierarquização dentro da federação. No caso, o Ministério da
  23. Educação (MEC) e a União são aqueles que detém maior autonomia em relação aos outros. “Descendo” na
  24. pirâmide organizacional, tem-se o nível estadual e, então, chega-se às redes municipais, que dependem das
  25. decisões das demais esferas para que possam funcionar. A lógica dessa hierarquização, em termos de manter
  26. a educação coesa, faz sentido, porém ela não é claramente aplicada.
  27. Existem cidades onde as redes estadual e municipal ofertam ensino fundamental, que acabam
  28. competindo pelo mesmo público e, consequentemente, gerando vagas que não são ocupadas. Existem,
  29. também, muitos processos de autorização ou burocratização entre os agentes coordenadores da educação
  30. brasileira, o que pode fazer com que muitos programas federais demorem a chegar a todas as escolas. Essa
  31. burocracia gera um “bloqueio” no sentido de que a educação brasileira é pouco adaptável às necessidades de
  32. cada geração e vem seguindo um mesmo modelo há décadas.
  33. Não é preciso ir muito longe para ver que é possível encontrar soluções para muitos dilemas
  34. internos e externos da educação brasileira. Em Santo André (SP), durante o ano de 2014, creches e escolas da
  35. cidade elegeram representantes infantis para fazerem parte da discussão sobre educação na prefeitura,
  36. durante as plenárias sobre orçamento participativo. Após 30 representantes da cidade serem eleitos, usando
  37. até recursos de urna eletrônica, os mesmos diagnosticaram nas escolas e bairros problemas enfrentados pelas
  38. crianças e trouxeram suas reivindicações em desenhos. Naquele ano, 66 propostas para a Câmara Municipal
  39. foram encaminhadas pelos meninos. Será que ouvir os estudantes não pode ajudar a resolver problemas
  40. estruturais e gritantes desse sistema? Afinal, o que os estudantes têm a dizer sobre o meio em que convivem
  41. todos os dias?


FONTE: https://www.politize.com.br/educacao-brasileira-realidade-e-desafios/

Expressa uma relação de causa e consequência, respectivamente, o trecho em destaque na alternativa:

 

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  1. A educação brasileira recebe investimento alto, porém é carente de qualidade. São cerca de 6,4%
  2. do PIB investidos em educação, correspondendo a cerca de 17% do gasto público total (2012). Tal valor está
  3. acima da média mundial levantada pela OCDE (cerca de 12%), e mesmo assim, alguns problemas estruturais
  4. persistem. Os mais comuns são a falta de professores, bibliotecas, quadras esportivas e laboratórios de
  5. informática. Além disso, 99% dos professores do ensino básico no país ganham menos de R$ 3,5 mil por
  6. mês, trabalhando 40 horas semanais. 6
  7. Na esfera pública, é comum haver atrasos em repasses para os governos. Em maio de 2018, por
  8. exemplo, foi organizada uma Comissão Externa na Câmara dos Deputados para apurar o motivo de recursos
  9. do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da
  10. Educação (FUNDEB) ainda não terem chegado ao seu destino. Em função de um erro de cálculo do Tribunal
  11. de Contas da União (TCU), municípios receberam cerca de R$ 90 bilhões a menos do que deveriam, o que
  12. representa um rombo considerável para as gestões municipais. Somado a isso, existem procedimentos de
  13. registro de aula e frequência, além de formas de documentação das práticas docentes, que exigem grande
  14. atenção da equipe escolar. Essa alta demanda de tempo dos profissionais é explicado por, na maioria das
  15. escolas, tais documentos ainda serem escritos à mão, demandando que funcionários das secretarias gastem
  16. muito tempo transferindo os dados para um sistema unificado. Este é um exemplo real de burocracia que
  17. ainda persiste e que poderia ser substituído por um programa de computador único, integrado e nacional, por
  18. exemplo.
  19. Além disso, embora os órgãos educacionais em todas as esferas possuam atribuições próprias, eles
  20. compartilham a responsabilidade de gerir a educação brasileira, ou seja, de mantê-la coesa. Isso significa que
  21. os órgãos educacionais precisam dialogar e estabelecer uma linha de ordem para que a comunicação entre
  22. eles seja efetiva, existindo, então, uma hierarquização dentro da federação. No caso, o Ministério da
  23. Educação (MEC) e a União são aqueles que detém maior autonomia em relação aos outros. “Descendo” na
  24. pirâmide organizacional, tem-se o nível estadual e, então, chega-se às redes municipais, que dependem das
  25. decisões das demais esferas para que possam funcionar. A lógica dessa hierarquização, em termos de manter
  26. a educação coesa, faz sentido, porém ela não é claramente aplicada.
  27. Existem cidades onde as redes estadual e municipal ofertam ensino fundamental, que acabam
  28. competindo pelo mesmo público e, consequentemente, gerando vagas que não são ocupadas. Existem,
  29. também, muitos processos de autorização ou burocratização entre os agentes coordenadores da educação
  30. brasileira, o que pode fazer com que muitos programas federais demorem a chegar a todas as escolas. Essa
  31. burocracia gera um “bloqueio” no sentido de que a educação brasileira é pouco adaptável às necessidades de
  32. cada geração e vem seguindo um mesmo modelo há décadas.
  33. Não é preciso ir muito longe para ver que é possível encontrar soluções para muitos dilemas
  34. internos e externos da educação brasileira. Em Santo André (SP), durante o ano de 2014, creches e escolas da
  35. cidade elegeram representantes infantis para fazerem parte da discussão sobre educação na prefeitura,
  36. durante as plenárias sobre orçamento participativo. Após 30 representantes da cidade serem eleitos, usando
  37. até recursos de urna eletrônica, os mesmos diagnosticaram nas escolas e bairros problemas enfrentados pelas
  38. crianças e trouxeram suas reivindicações em desenhos. Naquele ano, 66 propostas para a Câmara Municipal
  39. foram encaminhadas pelos meninos. Será que ouvir os estudantes não pode ajudar a resolver problemas
  40. estruturais e gritantes desse sistema? Afinal, o que os estudantes têm a dizer sobre o meio em que convivem
  41. todos os dias?


FONTE: https://www.politize.com.br/educacao-brasileira-realidade-e-desafios/

" Os mais comuns são a falta de professores, bibliotecas, quadras esportivas e laboratórios de informática. Além disso, 99% dos professores do ensino básico no país ganham menos de R$ 3,5 mil por mês, trabalhando 40 horas semanais." (L.4/6)

Com a declaração em destaque, o articulista

 

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Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais – Meio Ambiente, “a opção pelo trabalho com o tema Meio Ambiente traz a necessidade de aquisição de conhecimento e informação por parte da escola para que se possa desenvolver um trabalho adequado junto dos alunos” (BRASIL, 1997, p. 30). Assim, as experiências escolares devem se organizar de forma a gerar oportunidades para que o aluno possa utilizar o conhecimento sobre Meio Ambiente para compreender a sua realidade e atuar sobre a mesma. Sobre o documento citado acima, analise as afirmativas abaixo:

I. O professor deve, sempre que possível, possibilitar a aplicação dos conhecimentos à realidade local, para que o aluno se sinta potente, com uma contribuição a dar, por pequena que seja, para que possa exercer sua cidadania desde cedo.

II. É importante que o professor possa dimensionar o trabalho, levando em conta a importância de se trabalhar com a realidade imediata da criança, mas sem haver a necessidade em reforçar nela o interesse pelo que transcende e amplia essa realidade, tendo em vista sua falta de compreensão.

III. A participação da escola em movimentos amplos de defesa do meio ambiente, quando estiverem relacionados aos objetivos escolhidos pela escola para o trabalho com o tema Meio Ambiente, deve ser incentivada.

A alternativa CORRETA é:

Questão Anulada

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1880595 Ano: 2019
Disciplina: Educação Física
Banca: IMA
Orgão: Pref. Paço do Lumiar-MA

As lutas são disputas em que os oponentes devem ser subjugados, com técnicas e estratégias de desequilíbrio, contusão, imobilização ou exclusão de um determinado espaço na combinação de ações de ataque e defesa. Nos parâmetros curriculares nacionais da Educação Física, as lutas pertencem ao mesmo bloco de conteúdos dos esportes e jogos. Sobre a construção dos gestos na luta marque a alternativa CORRETA:

Questão Anulada

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1880594 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: IMA
Orgão: Pref. Paço do Lumiar-MA

Para os PCNs os instrumentos de avaliação deverão:

I. Explicitar os objetivos específicos propostos pelo programa de ensino.

II. Criar condições para que os conhecimentos construídos possibilitem uma análise crítica dos valores sociais, como os padrões de beleza, as relações de gênero e preconceitos.

III. Situar alunos e professor dentro do processo de ensino e aprendizagem.

IV. Avaliar a construção do conhecimento como um processo.

Estão CORRETOS os itens:

Questão Anulada

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1880569 Ano: 2019
Disciplina: Educação Física
Banca: IMA
Orgão: Pref. Paço do Lumiar-MA

A Educação Física do Brasil pode ser dividida historicamente em cinco períodos: 1) Brasil colônia, compreendido pelo período de 1500 a 1822; 2) Brasil Império, compreendido pelo período entre 1822 a 1889; 3) Brasil República, compreendendo os anos de 1890 até 1946; 4) Brasil contemporâneo, compreendendo os anos de 1946 até 1980; e 5) Brasil atual, a partir de 1980. Sobre a história da Educação Física no Brasil, identifique a alternativa INCORRETA:

Questão Anulada

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Questão presente nas seguintes provas
1880543 Ano: 2019
Disciplina: Educação Física
Banca: IMA
Orgão: Pref. Paço do Lumiar-MA

Os Critérios de avaliação de Educação Física para o primeiro ciclo segundo os PCNs, são:

I. Enfrentar desafios corporais em diferentes contextos como circuitos, jogos e brincadeiras.

II. Organizar autonomamente alguns jogos, brincadeiras ou outras atividades corporais simples.

III. Participar das atividades respeitando as regras e a organização.

IV. Interagir com seus colegas sem estigmatizar ou discriminar por razões físicas, sociais, culturais ou de gênero.

V. Adotar atitudes de respeito mútuo, dignidade e solidariedade em situações lúdicas e esportivas, repudiando qualquer espécie de violência.

Estão CORRETAS:

Questão Anulada

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