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Após o surgimento da democracia na Grécia antiga, a busca pelo ser das coisas deixa de ser o foco principal das questões filosóficas, que agora se ocuparia com o homem e suas potencialidades. Era preciso saber falar para fazer valer seus interesses nas assembleias. Surgem, então, os famosos oradores denominados sofistas, palavra que significa “sábio” em grego. Acerca dos sofistas, marque a alternativa INCORRETA:
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Leia o poema abaixo:
Soubesse que era assim
Não tinha nascido
E nunca teria sabido
Ninguém nasce sabendo
Até que sou meio esquecido
Mas disso eu sempre me lembro
(PAULO LEMINSKI, 80 Poemas, 1980)
O poeta sugere no texto a existência de uma capacidade humana de escolher, de tomar decisões, sobretudo em face do bem e do mal. Desde a patrística (Santo Agostinho), essa capacidade recebe em filosofia e teologia o nome técnico de:
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Em Lógica da descoberta científica (1935), Karl Popper afirma que o instrumental da ciência não está voltado para a verificação, mas para a falsificação das proposições científicas. “Nosso método de pesquisa”, dizia ele, “não visa defender nossas antecipações para provar que temos razão, mas, ao contrário, visa destruílas. Usando todas as armas do nosso arsenal lógico, matemático e técnico, tentamos provar que nossas antecipações são falsas, para apresentar, no lugar delas, novas antecipações não justificadas e injustificáveis, ‘novos preconceitos apressados e prematuros’, como escarnecia Bacon”
(ABBAGNANO, Dicionário de Filosofia, Martins Fontes).
Com isso, Popper NÃO pretendeu:
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Dois grandes expoentes da filosofia medieval foram Santo Agostinho (Patrística) e São Tomás de Aquino (Escolástica). Ambos, que tentaram resolver o intricado problema da conciliação entre fé e razão, fizeram isso tomando por base dois grandes filósofos gregos, que divergiam em alguns aspectos: um defendia o inatismo, o mundo das ideias e o dualismo da natureza humana; e o outro advogava o empirismo, o mundo material e o unitarismo do ser humano. Esses dois filósofos gregos são, respectivamente:
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Segundo as Orientações Curriculares Para o Ensino Médio – Ciências Humanas e Suas Tecnologias (vol. 3, 2006) em sua seção que trata especificamente de filosofia, fazem parte das sugestões de conteúdo para o ensino dessa disciplina:
I. Filosofia e conhecimento.
II. Verdade, justificação e ceticismo.
III. Tradições religiosas e seus textos sagrados.
IV. Autonomia do sujeito.
Estão CORRETOS:
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O alemão Edmund Husserl foi idealizador de uma filosofia descritiva da experiência subjetiva, conhecida como fenomenologia, uma corrente filosófica particular, baseada na “suspensão do juízo” (epochê) em relação à realidade exterior. Tem sido discutido durante a maior parte do século 20, por pensadores como Martin Heidegger, Maurice Merleau-Ponty, Max Scheler, Hannah Arendt e Emmanuel Levinas. É CORRETO afirmar a respeito desse sistema filosófico que ele:
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O termo maiêutica, cunhado nos anais da História da Filosofia pelo importante filósofo grego Sócrates, significa:
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Nascido em Éfeso, cidade da Região Jônica, Heráclito é considerado um dos mais importantes filósofos gregos e também como o precursor da teoria dialética. Acerca do pensamento desse grande filósofo, marque a alternativa CORRETA.
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De acordo com a tradição histórica, a fase inaugural da filosofia grega nos moldes sistematizados de conhecimento é conhecida como:
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AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
- A educação brasileira recebe investimento alto, porém é carente de qualidade. São cerca de 6,4%
- do PIB investidos em educação, correspondendo a cerca de 17% do gasto público total (2012). Tal valor está
- acima da média mundial levantada pela OCDE (cerca de 12%), e mesmo assim, alguns problemas estruturais
- persistem. Os mais comuns são a falta de professores, bibliotecas, quadras esportivas e laboratórios de
- informática. Além disso, 99% dos professores do ensino básico no país ganham menos de R$ 3,5 mil por
- mês, trabalhando 40 horas semanais. 6
- Na esfera pública, é comum haver atrasos em repasses para os governos. Em maio de 2018, por
- exemplo, foi organizada uma Comissão Externa na Câmara dos Deputados para apurar o motivo de recursos
- do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da
- Educação (FUNDEB) ainda não terem chegado ao seu destino. Em função de um erro de cálculo do Tribunal
- de Contas da União (TCU), municípios receberam cerca de R$ 90 bilhões a menos do que deveriam, o que
- representa um rombo considerável para as gestões municipais. Somado a isso, existem procedimentos de
- registro de aula e frequência, além de formas de documentação das práticas docentes, que exigem grande
- atenção da equipe escolar. Essa alta demanda de tempo dos profissionais é explicado por, na maioria das
- escolas, tais documentos ainda serem escritos à mão, demandando que funcionários das secretarias gastem
- muito tempo transferindo os dados para um sistema unificado. Este é um exemplo real de burocracia que
- ainda persiste e que poderia ser substituído por um programa de computador único, integrado e nacional, por
- exemplo.
- Além disso, embora os órgãos educacionais em todas as esferas possuam atribuições próprias, eles
- compartilham a responsabilidade de gerir a educação brasileira, ou seja, de mantê-la coesa. Isso significa que
- os órgãos educacionais precisam dialogar e estabelecer uma linha de ordem para que a comunicação entre
- eles seja efetiva, existindo, então, uma hierarquização dentro da federação. No caso, o Ministério da
- Educação (MEC) e a União são aqueles que detém maior autonomia em relação aos outros. “Descendo” na
- pirâmide organizacional, tem-se o nível estadual e, então, chega-se às redes municipais, que dependem das
- decisões das demais esferas para que possam funcionar. A lógica dessa hierarquização, em termos de manter
- a educação coesa, faz sentido, porém ela não é claramente aplicada.
- Existem cidades onde as redes estadual e municipal ofertam ensino fundamental, que acabam
- competindo pelo mesmo público e, consequentemente, gerando vagas que não são ocupadas. Existem,
- também, muitos processos de autorização ou burocratização entre os agentes coordenadores da educação
- brasileira, o que pode fazer com que muitos programas federais demorem a chegar a todas as escolas. Essa
- burocracia gera um “bloqueio” no sentido de que a educação brasileira é pouco adaptável às necessidades de
- cada geração e vem seguindo um mesmo modelo há décadas.
- Não é preciso ir muito longe para ver que é possível encontrar soluções para muitos dilemas
- internos e externos da educação brasileira. Em Santo André (SP), durante o ano de 2014, creches e escolas da
- cidade elegeram representantes infantis para fazerem parte da discussão sobre educação na prefeitura,
- durante as plenárias sobre orçamento participativo. Após 30 representantes da cidade serem eleitos, usando
- até recursos de urna eletrônica, os mesmos diagnosticaram nas escolas e bairros problemas enfrentados pelas
- crianças e trouxeram suas reivindicações em desenhos. Naquele ano, 66 propostas para a Câmara Municipal
- foram encaminhadas pelos meninos. Será que ouvir os estudantes não pode ajudar a resolver problemas
- estruturais e gritantes desse sistema? Afinal, o que os estudantes têm a dizer sobre o meio em que convivem
- todos os dias?
FONTE: https://www.politize.com.br/educacao-brasileira-realidade-e-desafios/
Os termos “Afinal” (L.40) e “porém” (L.1) expressam, respectivamente, ideia de:
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