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Foram encontradas 288 questões.

3276367 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Palhoça-SC
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Observe o trecho abaixo:

Ao ensinar a norma culta e os demais conteúdos disciplinares, a escola propiciaria a possibilidade de evolução cultural, social e econômica dos seus frequentadores.

Leo Ricino, LÍNGUA PORTUGUESA, p.18/19/20, edição 20.

Abaixo há reescrituras do trecho acima com alterações de pontuação.

Assinale a alternativa que está de acordo com o prescrito na norma culta.

 

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3276366 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Palhoça-SC
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De início, o Cebolinha diz “tlezentos e qualenta e quatlo…”. Percebemos a troca do R de trezentos e quarenta e quatro por L. Esse desvio se chama rotacismo (do grego rotakismós – uso demasiado ou errôneo da letra R) (…)

O que muita gente não leva em consideração é que esse aspecto da língua ocorre há séculos, inclusive por um inspirador da nossa literatura, Luís de Camões, em seu livro Os Lusíadas, publicado pela primeira vez em 1572, conforme trechos abaixo:

Enunciado 3276366-1 “E não de agreste avena, ou frauta ruda.” 

Enunciado 3276366-2 Pruma no gorro, um pouco declinada”

Enunciado 3276366-3 “Era este ingrês potente, e militara”


Qual desvio abaixo também é rotacismo?

 

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3276365 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Palhoça-SC
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Leia o trecho abaixo:

(…) não custa lembrar que a crase (do grego “Krasis”, “fusão”) é um fenômeno fonético de fusão de sons vocálicos, que, no português atual, ocorre sobretudo quando a preposição “a” antecede um artigo “a” (ou “as”).

O acento grave serve para assinalar a ocorrência desse fenômeno, portanto, para empregá-lo corretamente, é necessário perceber a presença de dois “aa”.

Thais Nicoleti, Folha de S. Paulo, 13/09/2015, Crase em títulos jornalísticos suscita dúvida entre leitores.

Observe as seguintes manchetes de jornal:

Enunciado 3276365-1 “Carta de renúncia deve ser encaminhada ........ Diretoria”

Enunciado 3276365-2 “Verba direcionada ............ Educação”

Enunciado 3276365-3 “Carta encaminhada para ......... Diretoria”

Enunciado 3276365-4 “Verba direcionada ........... todos os artistas”

Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto, seguindo a norma culta.

 

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3276364 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Palhoça-SC
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Leia o texto a seguir:

Quando Millôr Fernandes morreu, em março de 2012, o jornalista Luiz Zanin Oricchio, colunista de cultura de O Estado de S. Paulo, publicou na internet o texto “Morreram Millôr Fernandes”. Na homenagem ao escritor, humorista e dramaturgo – para citar algumas funções desempenhadas por Millôr -, Zanin explicou que o mesmo tipo de concordância verbal havia sido estampado pelo jornal O Dia menos de uma semana antes. A capa anunciava “Morreram Chico Anysio”, destacando que o artista interpretou mais de 200 personagens ao longo de sua carreira.

LÍNGUA PORTUGUESA, Reviravoltas da Concordância, p., 26/27/28, por Camila Ploennes e Mariana Brasil

O texto acima destaca um tipo específico de concordância. Sobre isso, são feitas as seguintes afirmativas:

1. Esse caso de concordância é chamado de silepse.

2. A concordância a que se refere o texto é ideológica, ou seja, concorda com a ideia.

3. Essa concordância verbal não é admitida pelas gramáticas normativas e deve ser evitada, porque mostra desconhecimento dos mecanismos da língua.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

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3276363 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Palhoça-SC
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Em artigo no Jornal Folha de S. Paulo, em 27/04/2024, a professora Thaís Nicoleti informa sobre o lançamento da obra “Gramática do Português Brasileiro Escrito” (Parábola, 2023), de Carlos Alberto Faraco e Francisco Eduardo Vieira. Declara a professora:

A incorporação de regências populares no panteão normativo, sempre como opções, facilita muito a vida do leitor, que vê abonadas as construções do dia a dia (ir no cinema, assistir o filme etc.). Não ganharam acolhida, porém, construções como “agradecer fulano (em vez de “a fulano”) por alguma coisa” ou “isso a permitiu sair da depressão” (“a” no lugar de “lhe”), muito comuns na imprensa e no meio acadêmico. Os casos são omitidos, o que não deixa de ser uma forma de condená-los, ainda que implicitamente.

As regências assinaladas pela autora são naturalizadas no dia a dia do falante de língua portuguesa no Brasil.

Assinale a alternativa na qual as regras de regência, prescritas pela norma culta, foram mantidas.

 

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3276362 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Palhoça-SC
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A intertextualidade é um fenômeno no qual determinado texto se refere a outro, numa verdadeira “conversa”. Ela ocorre com elementos semânticos ou formais implícitos ou explícitos.

Partindo do pressuposto de que o texto de Waldick Soriano antecede o de Belchior, analise os textos a seguir desses dois músicos:

Belchior

(…) Não querem perder tempo/ com essa porcaria que se chama gente. // “Eu não sou cachorro não, / para viver assim tão humilhado” (…)

Waldick Soriano

Eu não sou cachorro, não / Pra viver tão humilhado / Eu não sou cachorro, não / Para ser tão desprezado (…) eu não sou cachorro, não (…)

Assinale a alternativa correta.

 

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3276361 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Palhoça-SC
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Paulo Reglus Neves Freire nasceu em Recife, tornou-se professor de Língua Portuguesa e notabilizou-se como grande educador com seu método de alfabetização.

Abaixo algumas frases dele:

1. “A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria.”

2. “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.”

3. “Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens educam-se entre si, mediatizados pelo mundo.”

Assinale a alternativa correta.

 

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3276360 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Palhoça-SC
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Texto 1


Que Língua Devemos Ensinar?


Trecho do ensaio “Algumas características do português do Brasil”,

Ana Maria Stahl Zilles

Que língua devemos ensinar? A que os alunos já aprenderam em sua comunicação ou a língua de que vão precisar para o exercício pleno da cidadania? Certamente esta última, que prefiro chamar de língua culta, para fazer uma distinção entre a língua culta (a dos falantes cultos: professores, médicos, engenheiros, jornalistas etc.) e a língua padrão (a que, tecnicamente, sofreu o processo de padronização, que inclui a confecção de dicionários, de gramáticas e a explicação de normas, inclusive por órgãos como a Academia Brasileira de Letras, e de leis, como as diversas reformas ortográficas promovidas pelo governo).

A meu ver, essa distinção entre língua culta/língua padrão e o reconhecimento da variação linguística são condições necessárias para que os professores compreendam mais claramente o seu papel de formar cidadãos capazes de usar a língua com flexibilidade, de acordo com as diversas exigências da vida e da sociedade. A meu ver, isso só pode ser feito mediante a explicitação da realidade na sala de aula. Por isso, julgo de fundamental importância que se discuta abertamente a variação, que se comparem modos de falar e de escrever, desde a primeira série, que se desvelem os valores sociais atribuídos às variedades do português e se discutam as atitudes de prestígio e estigma associadas a cada forma de dizer ou de escrever o quê, para quem, em que circunstâncias, com que propósito etc.

Assinale a alternativa correta sobre a coesão textual.
 

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3276359 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Palhoça-SC
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Texto 1


Que Língua Devemos Ensinar?


Trecho do ensaio “Algumas características do português do Brasil”,

Ana Maria Stahl Zilles

Que língua devemos ensinar? A que os alunos já aprenderam em sua comunicação ou a língua de que vão precisar para o exercício pleno da cidadania? Certamente esta última, que prefiro chamar de língua culta, para fazer uma distinção entre a língua culta (a dos falantes cultos: professores, médicos, engenheiros, jornalistas etc.) e a língua padrão (a que, tecnicamente, sofreu o processo de padronização, que inclui a confecção de dicionários, de gramáticas e a explicação de normas, inclusive por órgãos como a Academia Brasileira de Letras, e de leis, como as diversas reformas ortográficas promovidas pelo governo).

A meu ver, essa distinção entre língua culta/língua padrão e o reconhecimento da variação linguística são condições necessárias para que os professores compreendam mais claramente o seu papel de formar cidadãos capazes de usar a língua com flexibilidade, de acordo com as diversas exigências da vida e da sociedade. A meu ver, isso só pode ser feito mediante a explicitação da realidade na sala de aula. Por isso, julgo de fundamental importância que se discuta abertamente a variação, que se comparem modos de falar e de escrever, desde a primeira série, que se desvelem os valores sociais atribuídos às variedades do português e se discutam as atitudes de prestígio e estigma associadas a cada forma de dizer ou de escrever o quê, para quem, em que circunstâncias, com que propósito etc.

Observe o trecho abaixo extraído do texto 1:

“…para que os professores compreendam mais claramente o seu papel de formar cidadãos capazes de usar a língua com flexibilidade, de acordo com as diversas exigências da vida e da sociedade.”

Assinale a alternativa que indica corretamente a passagem para a voz passiva desse trecho, respeitando a norma culta:

 

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3276358 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Palhoça-SC
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Texto 1


Que Língua Devemos Ensinar?


Trecho do ensaio “Algumas características do português do Brasil”,

Ana Maria Stahl Zilles

Que língua devemos ensinar? A que os alunos já aprenderam em sua comunicação ou a língua de que vão precisar para o exercício pleno da cidadania? Certamente esta última, que prefiro chamar de língua culta, para fazer uma distinção entre a língua culta (a dos falantes cultos: professores, médicos, engenheiros, jornalistas etc.) e a língua padrão (a que, tecnicamente, sofreu o processo de padronização, que inclui a confecção de dicionários, de gramáticas e a explicação de normas, inclusive por órgãos como a Academia Brasileira de Letras, e de leis, como as diversas reformas ortográficas promovidas pelo governo).

A meu ver, essa distinção entre língua culta/língua padrão e o reconhecimento da variação linguística são condições necessárias para que os professores compreendam mais claramente o seu papel de formar cidadãos capazes de usar a língua com flexibilidade, de acordo com as diversas exigências da vida e da sociedade. A meu ver, isso só pode ser feito mediante a explicitação da realidade na sala de aula. Por isso, julgo de fundamental importância que se discuta abertamente a variação, que se comparem modos de falar e de escrever, desde a primeira série, que se desvelem os valores sociais atribuídos às variedades do português e se discutam as atitudes de prestígio e estigma associadas a cada forma de dizer ou de escrever o quê, para quem, em que circunstâncias, com que propósito etc.

Em relação ao tipo e gênero do texto 1, é correto afirmar que é um(a):
 

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