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Assinale a alternativa que contém uma frase de acordo com a norma culta:
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Você prefere os obedientes ou os rebeldes?
CONTARDO CALLIGARIS
(...)
Todos queremos que filhos ou alunos respeitem nossa autoridade. Agora, todos também consideramos que nossa tarefa de pais ou educadores só será cumprida quando filhos e alunos pensarem por conta própria, ou seja, quando eles sejam capazes de desconsiderar nossos conselhos e desobedecer a nossas ordens.
Seria cômodo se, como nas sociedades tradicionais, a gente dispusesse de ritos de passagem sancionando a entrada na idade adulta: aos 15 anos e um dia, saia sozinho pela savana, armado de uma lança, e só volte tendo matado seu primeiro leão. A partir de então, você será autônomo.
Infelizmente, para nós, o tempo de se tornar adulto se estende sem limites definidos: não sabemos quando ele acaba e, mais problemático ainda, não sabemos quando começa. Consequência: pais e educadores podem sofrer, exasperados pela rebeldia de moleques e meninas incontroláveis e, ao mesmo tempo, deliciar-se ao relatar as travessuras de filhos e alunos. Qualquer terapeuta já atendeu pais “desesperados” com a insubordinação dos filhos, mas que, de repente, abrem um sorriso extasiado na hora de contar “o horror” que é sua vida com esses descendentes que os desrespeitam.
Eis o problema que torna educar quase impossível, em nossa cultura: a autonomia, para nós, é um valor tão importante que ela precisa ser confirmada pela desobediência. Com isso, qualquer pai prefere, no fundo, lidar com um filho revoltado a imaginar que o filho possa ter uma vida servil e, portanto, medíocre.
(...)
Folha de São Paulo – 6/5/2010.
Levando-se em conta as informações do texto e as regras da norma culta de linguagem, assinale a alternativa que contém um comentário INCORRETO sobre os trechos analisados:
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“BBB” é melhor forma de merchandising da televisão Ivana Bentes – Folha de São Paulo, 1/4/2010.
(...)
Um recorde de participação mundial entre os reality shows do mundo que deve parte de seu sucesso no Brasil à entrada pesada dos usuários das redes sociais e ferramentas de postagem on-line como Twitter, Facebook, Orkut e blogs.
O que parecia ser um fenômeno limitado à TV aberta foi ressignificado com uma sobrevida on-line, na qual mesmo quem não assiste ao programa ouve falar dele e se posiciona sobre os “desacontecimentos” do laboratório televisivo.
Durante três meses, ou pelo menos nas últimas semanas, o BBB abduz e mobiliza um contingente de telespectadores/ consumidores que migra de atração em atração, paredão a paredão, num comportamento randômico, mas previsível.
Daí a necessidade de “empacotar”, “glamourizar” esse cotidiano amesquinhado em “atrações” ultraeditadas e editorializadas: clipes de bundas malhadas, corpos ensaboados, músculos, festas a fantasia e figurinos escolhidos, choros copiosos, gritos, sussurros, orgias plastificadas, no meio do que realmente importa: merchandising e comercial sem fim. Não são os BBBs que valorizam as marcas, mas as marcas que dão subjetividade e singularidade aos participantes do BBB!!!
É o telespectador-produtor de audiência, a mobilização da vida que dá “alma”, com suas participações, ao vazio das atrações. Afinal, logo os brothers serão esquecidos. Ou ganharão sobrevida em pontas de novelas, festas de “presença”, programas de fofocas e comerciais do varejo. (...)
O dispositivo televisivo descobriu a melhor forma de venda. Em vez de teledramaturgia com intervalos comerciais, um megacomercial de carro, computador, televisor, refrigerante, protetor solar, creme de cabelo, detergente, tira-mancha, cartão de crédito, moto, celular, no meio de uma tempestade hormonal/emocional.
A telenovela do real não vale um milhão e meio para o vencedor, vale um passe-celebridade provisório para que alguns possam acumular capital social antes de desaparecer no limbo televisivo, substituídos pelo próximo “viral”. Vale milhões em ligações telefônicas, merchandising, publicidade, audiência para a emissora. Vale zilhões de subjetividades potenciais capturáveis para dar sentido, encanto, fetiche aos brothers despotencializados e “agregar valor”, “vida” às mercadorias.
Ivana Bentes é professora e pesquisadora do Programa de
Pós-Graduação da Escola de Comunicação da UFRJ e diretora da
ECO-UFRJ. (texto adaptado).
Indique a alternativa em que ocorre uma oração que expressa a ideia de finalidade:
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Considerando o Microsoft Word 2003 e a imagem apresentada a seguir, assinale a alternativa correta:

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Numa promoção, um lojista concedeu 20% de desconto sobre qualquer mercadoria. Para pagamento à vista, o lojista ainda oferecia 10% de desconto sobre o valor de promoção. Nestas condições, se um cliente da loja compra uma mercadoria e efetua o pagamento à vista, o desconto total, em relação ao valor inicial sem promoção, é igual a:
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1348657
Ano: 2010
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CEC
Orgão: Pref. Palmeira-PR
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CEC
Orgão: Pref. Palmeira-PR
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De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, analise as seguintes afirmações a respeito da Educação Básica:
( ) A educação básica poderá organizar-se em séries anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância regular de períodos de estudos, grupos não seriados, com base na idade, na competência e em outros critérios, ou por forma diversa de organização, sempre que o interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar.
( ) Assegurar a formação comum indispensável ao exercício da cidadania e fornecer meios para o educando progredir no trabalho e em estudos posteriores é um objetivo exclusivo da educação superior, pois, na educação básica, os objetivos são menos abrangentes.
( ) O calendário escolar deverá adequar-se às peculiaridades locais, inclusive climáticas e econômicas, a critério do respectivo sistema de ensino, sem com isso reduzir o número de horas letivas prevista na LDB.
( ) Na oferta de educação básica para a população rural, os sistemas de ensino promoverão as adaptações necessárias à sua adequação às peculiaridades da vida rural como, por exemplo, uma organização escolar própria, incluindo adequação do calendário escolar às fases do ciclo agrícola e às condições climáticas
Considerando (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para as falsas, temos a seguinte sequência, de cima para baixo:
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Num programa de televisão há um jogo disputado por 45 pessoas, sendo 28 homens e 17 mulheres. A cada semana ocorre uma nova etapa do jogo e três concorrentes são excluídos, sempre três homens e duas mulheres. O número de mulheres será igual ao de homens imediatamente após a etapa de número:
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Na esquina de duas ruas que formam entre si um ângulo de 90º, há um terreno triangular. As medidas das frentes do terreno para cada uma das ruas são, respectivamente, 12 metros e 16 metros. Assim, em metros, o perímetro do terreno é igual a:
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Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta em relação à legislação que trata do cuidado com a educação no âmbito familiar e público:
I. A integração da Educação Infantil no âmbito da Educação Básica, como direito das crianças de 0 a 6 anos, dever do Estado e da sociedade civil, é fruto de muitas lutas desenvolvidas especialmente por educadores e alguns segmentos organizados.
II. A partir da década de 60, há uma crescente demandapor instituições de Educação Infantil. Esta demanda é associada a fatores como o aumento da presença feminina no mercado de trabalho e o reconhecimento da importância dos primeiros anos de vida em relação ao desenvolvimento cognitivo, linguístico, socioemocional e psicomotor, advindo especialmente dos campos da Psicologia, Antropologia, Psico e Sociolinguísticas.
III. Atualmente, a formação dos educadores é tão ampla que dispensa a contribuição de outros profissionais, como médicos, terapeutas, assistentes sociais, psicólogos e nutricionistas, em seu dia a dia na sala de aula.
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Você prefere os obedientes ou os rebeldes?
CONTARDO CALLIGARIS
(...)
Todos queremos que filhos ou alunos respeitem nossa autoridade. Agora, todos também consideramos que nossa tarefa de pais ou educadores só será cumprida quando filhos e alunos pensarem por conta própria, ou seja, quando eles sejam capazes de desconsiderar nossos conselhos e desobedecer a nossas ordens.
Seria cômodo se, como nas sociedades tradicionais, a gente dispusesse de ritos de passagem sancionando a entrada na idade adulta: aos 15 anos e um dia, saia sozinho pela savana, armado de uma lança, e só volte tendo matado seu primeiro leão. A partir de então, você será autônomo.
Infelizmente, para nós, o tempo de se tornar adulto se estende sem limites definidos: não sabemos quando ele acaba e, mais problemático ainda, não sabemos quando começa. Consequência: pais e educadores podem sofrer, exasperados pela rebeldia de moleques e meninas incontroláveis e, ao mesmo tempo, deliciar-se ao relatar as travessuras de filhos e alunos. Qualquer terapeuta já atendeu pais “desesperados” com a insubordinação dos filhos, mas que, de repente, abrem um sorriso extasiado na hora de contar “o horror” que é sua vida com esses descendentes que os desrespeitam.
Eis o problema que torna educar quase impossível, em nossa cultura: a autonomia, para nós, é um valor tão importante que ela precisa ser confirmada pela desobediência. Com isso, qualquer pai prefere, no fundo, lidar com um filho revoltado a imaginar que o filho possa ter uma vida servil e, portanto, medíocre.
(...)
Folha de São Paulo – 6/5/2010.
Assinale a alternativa que contém um comentário que NÃO seja coerente com o texto anterior:
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