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870666 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeirina-PE
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Leia as afirmativas a seguir:

I. Do ponto de vista semântico, o numeral indica quantidade exata, ordem numérica, múltiplo ou fração de pessoas ou coisas. São classificados em cardinais, ordinais, multiplicativos ou fracionários.

II. O numeral refere-se a um substantivo ou o substitui.

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870654 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeirina-PE
DOENÇA DE CHAGAS
Publicado em 25/11/2019 - 22:24
Por Gilberto Costa – Repórter da Agência Brasil – Brasília
A Central Internacional para a Compra de Medicamentos contra a AIDS, Malária e Tuberculose (Unitaid, sigla em inglês) publicou nesta segunda-feira (25) edital para a contratação de pesquisas visando a eliminação da infecção congênita da doença de Chagas e o desenvolvimento de estratégias e de ferramentas para aperfeiçoar prevenção, diagnóstico e tratamento. A pedido do Ministério da Saúde (MS), é a primeira vez que a central investe em Doença de Chagas.
A entidade, criada pelo Brasil, Chile, França, Noruega e Reino Unido, vai aportar US$ 20 milhões, mais de R$ 80 milhões, conforme cotação do Banco Central, para redução da transmissão materno-fetal, tratamentos mais céleres e formulação de medicamentos com menos efeitos colaterais do que os nitroderivados Benznidazole (disponível no Brasil) e Nifurtimox (equivalente usado em outros países).
A expectativa da agência financiadora, que é parceira da Organização Mundial da Saúde, é que instituições de pesquisa de mais de um país façam consórcios para a busca de soluções. No Brasil, além da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Butantã, dezenas de universidades públicas (federais e estaduais) têm pesquisa avançada em medicina tropical. Essas instituições de pesquisa mantêm convênios com outros centros de excelência na Argentina, Bolívia, Colômbia e Peru.
“Essas grandes instituições possuem maior capilaridade no sentido de articular uma proposta nessa magnitude”, assinala Júlio Henrique Rosa Croda, diretor do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis do MS.
SETE MILHÕES INFECTADOS
A doença de Chagas existe no Brasil e em outros 20 países da América Latina e atinge cerca de 7 milhões de pessoas em todo mundo, entre essas pelo menos 2 milhões são mulheres em idade fértil. A estimativa é que só no Brasil haja 1 milhão de pessoas infectadas, a grande maioria sem conhecimento da doença. Também têm registros da doença Estados Unidos (estimativa de 600 mil casos) e a Espanha (70 mil casos), e outros que recebam migração latino-americana.
De acordo com o Ministério da Saúde, 4,5 mil pessoas morrem anualmente da doença no Brasil, após anos de contágio e o desenvolvimento de problemas cardíacos e no sistema digestivo. “No ano passado, ocorreram 380 casos da doença de Chagas Aguda no Brasil, sendo 92% das ocorrências na região Norte do país, principalmente no estado do Pará (290). A incidência da doença aguda foi de 0,18 casos para cada 100 mil habitantes”, descreve nota do MS.
Além da transmissão da mãe infectada para o filho no ventre, é recorrente no Brasil a contaminação pela ingestão de alimentos contaminados (como açaí e cana-de-açúcar) com as fezes ou urina do barbeiro (em algumas regiões chamado de bicudo) que transmitem o protozoário Trypanosoma cruzi. A picada do barbeiro direta na pele causa irritação e provoca coceira que também oportuniza o contágio, isso pode acontecer em áreas rurais (casas de barro e sem saneamento) ou mesmo na floresta.
Conforme especialistas, afora os riscos de contágio, o tratamento é um problema porque a população pobre, mais vulnerável, tem dificuldades para acessar médicos, medicamentos e laboratórios, e não faz exames clínicos periódicos, o que dificulta o diagnóstico antes do desenvolvimento da doença e o rastreamento da infestação nas regiões pelas amostras de sangue.
Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2XO5zoN.
Com base no texto 'DOENÇA DE CHAGAS', leia as afirmativas a seguir:
I. É possível subentender-se a partir do texto que a expectativa da Central Internacional para a Compra de Medicamentos contra a AIDS, Malária e Tuberculose é que instituições de pesquisa de mais de um país façam consórcios para a busca de soluções contra a Doença de Chagas. II. O autor aponta que é raro no Brasil a contaminação da doença de Chagas pela ingestão de alimentos contaminados com as fezes ou a urina do barbeiro.
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870652 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeirina-PE
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Leia as afirmativas a seguir:

I. Usam-se os pronomes esse, esses, essa, essas e isso para indicar um momento presente mencionado anteriormente, não muito longínquo. Por exemplo: Nesse ano, conheci meu atual namorado.

II. Usam-se os pronomes este, estes, esta, estas e isto para indicar o tempo presente ou futuro bem distante em relação ao momento do discurso. Pode ser a hora, o dia, o mês ou mesmo o ano e a estação em que ocorre o discurso. Por exemplo: "Este ano passou muito rápido".

Marque a alternativa CORRETA:

 

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870650 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeirina-PE
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PEDAGOGIA HISTÓRICO-CRÍTICA
Considerada um marco na educação brasileira, porém pouco praticada no cotidiano escolar, a Pedagogia Histórico-Crítica, teoria criada pelo pedagogo brasileiro Dermeval Saviani, tem como foco a transmissão de conteúdos científicos por parte da escola, porém sem ser conteudista. O ensino conteudista é aquele em que se passa uma quantidade enorme de conteúdo, sem se preocupar com o desenvolvimento intelectual, cultural e de raciocínio do aluno. A teoria de Saviani, no entanto, preza pelo acesso aos conhecimentos e sua compreensão por parte do estudante para que este seja inclusive capaz de transformar a sociedade.
Trata-se de uma pedagogia contra-hegemônica, inspirada no marxismo, portanto preocupada com os problemas educacionais decorrentes da exploração do homem pelo homem. É uma teoria de orientação socialista, organizada no Brasil a partir da década de 1980.
Na Pedagogia Histórico-Crítica, a educação escolar é valorizada, tendo o papel de garantir os conteúdos que permitam aos alunos compreender e participar da sociedade de forma crítica, superando a visão de senso comum. A ideia é socializar o saber sistematizado historicamente e construído pelo homem. Nesse sentido, o papel da escola é propiciar as condições necessárias para a transmissão e a assimilação desse saber.
Conforme Dermeval Saviani, que esteve em Sorocaba na segunda-feira passada, dia 10, para a aula inaugural do curso de Pedagogia na UFSCar, e concedeu entrevista exclusiva ao Educare, sua teoria pedagógica entende que a sociedade atual é injusta, baseada na exploração do trabalho pelo capital, por isso ele acredita que o movimento operário deve se organizar para que não existam mais exploradores e explorados. "Para que essa teoria se desenvolva efetivamente, é necessário um outro tipo de organização social e isso é difícil porque nesse caso a nossa sociedade é questionada, mas a ideia é assegurar aos alunos o domínio dos conhecimentos e conquistas humanas para que eles possam agir na sociedade de maneira diferente".
O professor frisa que as teorias dominantes tendem a desconsiderar a importância dos conhecimentos elaborados de base científica. "A Escola Nova secundariza o conhecimento do professor assim como o Construtivismo, entre outras propostas, que assumem posições negadoras da escola", afirma.
De acordo com Dermeval, para uma pessoa aprender a falar, ela não precisa da escola, mas para ler e escrever, sim. "Os conteúdos acabam sendo sonegados da população, dos trabalhadores na verdade, porque a elite dominante tem escolas que asseguram esse acesso. Por isso é que defendo a valorização dos conteúdos e conhecimentos sistematizados. A escola tem de priorizar isso", diz.
O educador observa que nos últimos anos as escolas têm sido incentivadas a cuidar de outras coisas. O que existe, afirma, é a inclusão de elementos que não são relevantes, que não precisam ou não deveriam entrar no currículo das escolas. "Mas há deputados que querem introduzir disciplinas. Teve um que queria incluir aula de xadrez nas escolas porque estimula o raciocínio, enfim, enquanto muitos estudantes questionam diversos tipos de conteúdos porque acreditam que não serão usados em seu dia a dia e serão esquecidos, eu defendo que eles são necessários para que se entre em outro patamar".
Como exemplo, Dermeval diz que é preciso ter acesso à norma culta da Língua Portuguesa para que o aluno tenha condições de ler os clássicos. "O andaime é indispensável para uma construção, não é porque ele não será usado mais tarde que devemos abrir mão do andaime. Então da mesma forma, na Educação, há coisas que a escola tem de desenvolver para que o estudante consiga alcançar outros degraus. O óbvio precisa ser reiterado porque acaba sendo esquecido", afirma.
Dermeval lembra que os alunos reclamam dos professores, alegando que as aulas são muito teóricas e que deveriam ser mais práticas. "Mas sem a teoria a prática fica cega. Por sua vez, a teoria sem a prática é mera abstração, então é preciso saber dosar, mas quiçá tivesse mesmo mais teorias, aí sim muita gente teria aprendido mais coisas."
Quando Dermeval fala de teoria, ele não está falando em "jogar conteúdos aos ventos", mas sim trabalhar adequadamente esses conhecimentos nas escolas.
Outra observação que o pedagogo faz é com relação às várias teorias existentes e que muitos professores têm se perdido. Alguns já não sabem mais o que seguir e acabam misturando conceitos. Aqui vai a dica: "Não cabe misturar teorias, pois isso não permite que seja feito um trabalho consistente. É preciso, sim, conhecer as várias teorias para superá-las", diz ele.
(JACINTO, Daniela. Criador da Pedagogia Histórico-Crítica fala sobre o papel da escola. Disponível em: http://bit.ly/2prSepa)
Com base no texto 'PEDAGOGIA HISTÓRICO-CRÍTICA', leia as afirmativas a seguir: I. A teoria de Saviani coloca em evidência a importância da escola ao sugerir que ela tem o papel de garantir os conteúdos que permitam aos alunos compreender e participar da sociedade de forma crítica, superando a visão de senso comum. Ou seja, há uma preocupação com o desenvolvimento intelectual, cultural e de raciocínio do aluno. II. Teórico fundador da Pedagogia Histórico-Crítica, Demerval Saviani propôs, conforme anuncia o texto, uma metodologia ativa do conhecimento uma sistematização dos saberes historicamente construídos, bem como a inclusão em que o educando é assujeitado, isto é, recebe o conhecimento enquanto o professor se torna um mediador. As duas afirmativas são verdadeiras.Marque a alternativa CORRETA:
 

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870625 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeirina-PE
DOENÇA DE CHAGAS
Publicado em 25/11/2019 - 22:24
Por Gilberto Costa – Repórter da Agência Brasil – Brasília
A Central Internacional para a Compra de Medicamentos contra a AIDS, Malária e Tuberculose (Unitaid, sigla em inglês) publicou nesta segunda-feira (25) edital para a contratação de pesquisas visando a eliminação da infecção congênita da doença de Chagas e o desenvolvimento de estratégias e de ferramentas para aperfeiçoar prevenção, diagnóstico e tratamento. A pedido do Ministério da Saúde (MS), é a primeira vez que a central investe em Doença de Chagas.
A entidade, criada pelo Brasil, Chile, França, Noruega e Reino Unido, vai aportar US$ 20 milhões, mais de R$ 80 milhões, conforme cotação do Banco Central, para redução da transmissão materno-fetal, tratamentos mais céleres e formulação de medicamentos com menos efeitos colaterais do que os nitroderivados Benznidazole (disponível no Brasil) e Nifurtimox (equivalente usado em outros países).
A expectativa da agência financiadora, que é parceira da Organização Mundial da Saúde, é que instituições de pesquisa de mais de um país façam consórcios para a busca de soluções. No Brasil, além da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Butantã, dezenas de universidades públicas (federais e estaduais) têm pesquisa avançada em medicina tropical. Essas instituições de pesquisa mantêm convênios com outros centros de excelência na Argentina, Bolívia, Colômbia e Peru.
“Essas grandes instituições possuem maior capilaridade no sentido de articular uma proposta nessa magnitude”, assinala Júlio Henrique Rosa Croda, diretor do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis do MS.
SETE MILHÕES INFECTADOS
A doença de Chagas existe no Brasil e em outros 20 países da América Latina e atinge cerca de 7 milhões de pessoas em todo mundo, entre essas pelo menos 2 milhões são mulheres em idade fértil. A estimativa é que só no Brasil haja 1 milhão de pessoas infectadas, a grande maioria sem conhecimento da doença. Também têm registros da doença Estados Unidos (estimativa de 600 mil casos) e a Espanha (70 mil casos), e outros que recebam migração latino-americana.
De acordo com o Ministério da Saúde, 4,5 mil pessoas morrem anualmente da doença no Brasil, após anos de contágio e o desenvolvimento de problemas cardíacos e no sistema digestivo. “No ano passado, ocorreram 380 casos da doença de Chagas Aguda no Brasil, sendo 92% das ocorrências na região Norte do país, principalmente no estado do Pará (290). A incidência da doença aguda foi de 0,18 casos para cada 100 mil habitantes”, descreve nota do MS.
Além da transmissão da mãe infectada para o filho no ventre, é recorrente no Brasil a contaminação pela ingestão de alimentos contaminados (como açaí e cana-de-açúcar) com as fezes ou urina do barbeiro (em algumas regiões chamado de bicudo) que transmitem o protozoário Trypanosoma cruzi. A picada do barbeiro direta na pele causa irritação e provoca coceira que também oportuniza o contágio, isso pode acontecer em áreas rurais (casas de barro e sem saneamento) ou mesmo na floresta.
Conforme especialistas, afora os riscos de contágio, o tratamento é um problema porque a população pobre, mais vulnerável, tem dificuldades para acessar médicos, medicamentos e laboratórios, e não faz exames clínicos periódicos, o que dificulta o diagnóstico antes do desenvolvimento da doença e o rastreamento da infestação nas regiões pelas amostras de sangue.
Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2XO5zoN.
Com base no texto 'DOENÇA DE CHAGAS', leia as afirmativas a seguir:
I. O autor do texto diz que a picada do barbeiro direta na pele causa irritação e provoca coceira que também oportuniza o contágio, isso pode acontecer apenas em áreas urbanas. II. De acordo com o texto, é a primeira vez que a Central Internacional para a Compra de Medicamentos contra a AIDS, Malária e Tuberculose investe em Doença de Chagas.
Marque a alternativa CORRETA:
 

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CUSTO DA CONSTRUÇÃO
Publicado em 26/11/2019
Por Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil
O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M), medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), registrou inflação de 0,15% em novembro de 2019. O percentual é superior ao observado em outubro de 2019 (0,12%). O indicador acumula 3,99% no ano de 2019 e 4,12% em 12 meses.
A alta da taxa na passagem de outubro para novembro de 2019 foi puxada pelos serviços, que tiveram deflação (queda de preços) de 0,08% em outubro e passaram para uma inflação de 0,36% em novembro.
Os materiais e equipamentos tiveram queda na taxa, apesar de continuarem com inflação. A taxa recuou de 0,37% em outubro para 0,31% em novembro.
Já a mão de obra manteve-se, em novembro, sem variação de preços como ocorreu em outubro.
CONFIANÇA DA CONSTRUÇÃO SOBE 1,5 PONTO
O Índice de Confiança da Construção, medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), subiu 1,5 ponto na passagem de outubro para novembro de 2019 e chegou a 89 pontos, em uma escala de zero a 200. Esse é o maior patamar atingido pelo indicador desde setembro de 2014, quando a confiança ficou em 89,9 pontos.
A alta do índice é relacionada a uma melhora da situação corrente, já que o Índice de Situação Atual avançou 2,4 pontos, para 81,3 pontos. O Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, também subiu, mas de forma mais moderada: 0,5 ponto, passando a 97,0 pontos.
O Nível de Utilização da Capacidade do setor cresceu 0,4 ponto percentual, para 70,5%. Segundo a pesquisadora da FGV, Ana Maria Castelo, a melhora das vendas e os lançamentos imobiliários, principalmente em São Paulo, têm impacto na confiança dos empresários. Ela também destaca que o acesso ao crédito pelas empresas está sendo fundamental para a retomada do setor.
Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2OLpRuT.
Com base no texto 'CUSTO DA CONSTRUÇÃO', leia as afirmativas a seguir:
I. O autor aponta que, na perspectiva da pesquisadora Ana Maria Castelo, a melhora das vendas e os lançamentos imobiliários, principalmente em São Paulo, têm impacto na confiança dos empresários do setor de construção. II. O autor do texto diz que, segundo a pesquisadora Ana Maria Castelo, o acesso ao crédito pelas empresas está sendo fundamental para a retomada do setor de construção.
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CUSTO DA CONSTRUÇÃO
Publicado em 26/11/2019
Por Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil
O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M), medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), registrou inflação de 0,15% em novembro de 2019. O percentual é superior ao observado em outubro de 2019 (0,12%). O indicador acumula 3,99% no ano de 2019 e 4,12% em 12 meses.
A alta da taxa na passagem de outubro para novembro de 2019 foi puxada pelos serviços, que tiveram deflação (queda de preços) de 0,08% em outubro e passaram para uma inflação de 0,36% em novembro.
Os materiais e equipamentos tiveram queda na taxa, apesar de continuarem com inflação. A taxa recuou de 0,37% em outubro para 0,31% em novembro.
Já a mão de obra manteve-se, em novembro, sem variação de preços como ocorreu em outubro.
CONFIANÇA DA CONSTRUÇÃO SOBE 1,5 PONTO
O Índice de Confiança da Construção, medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), subiu 1,5 ponto na passagem de outubro para novembro de 2019 e chegou a 89 pontos, em uma escala de zero a 200. Esse é o maior patamar atingido pelo indicador desde setembro de 2014, quando a confiança ficou em 89,9 pontos.
A alta do índice é relacionada a uma melhora da situação corrente, já que o Índice de Situação Atual avançou 2,4 pontos, para 81,3 pontos. O Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, também subiu, mas de forma mais moderada: 0,5 ponto, passando a 97,0 pontos.
O Nível de Utilização da Capacidade do setor cresceu 0,4 ponto percentual, para 70,5%. Segundo a pesquisadora da FGV, Ana Maria Castelo, a melhora das vendas e os lançamentos imobiliários, principalmente em São Paulo, têm impacto na confiança dos empresários. Ela também destaca que o acesso ao crédito pelas empresas está sendo fundamental para a retomada do setor.
Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2OLpRuT.
Com base no texto 'CUSTO DA CONSTRUÇÃO', leia as afirmativas a seguir:
I. No texto, o autor afirma que o Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, também subiu, mas de forma mais moderada: 0,5 ponto, passando a 97,0 pontos. II. O texto aponta que o Índice de Confiança da Construção, medido pela Fundação Getúlio Vargas, subiu 1,5 ponto, na passagem de outubro para novembro de 2019.
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870611 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeirina-PE
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Leia as afirmativas a seguir:

I. Pronomes são palavras que expressam qualidades ou características dos seres.

II. O vocábulo variável é aquele que não se submete aos processos de flexão. O vocábulo invariável, por outro lado, é aquele que se submete aos processos de flexão nominal e verbal.

Marque a alternativa CORRETA:

 

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CUSTO DA CONSTRUÇÃO

Publicado em 26/11/2019

Por Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M), medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), registrou inflação de 0,15% em novembro de 2019. O percentual é superior ao observado em outubro de 2019 (0,12%). O indicador acumula 3,99% no ano de 2019 e 4,12% em 12 meses.

A alta da taxa na passagem de outubro para novembro de 2019 foi puxada pelos serviços, que tiveram deflação (queda de preços) de 0,08% em outubro e passaram para uma inflação de 0,36% em novembro.

Os materiais e equipamentos tiveram queda na taxa, apesar de continuarem com inflação. A taxa recuou de 0,37% em outubro para 0,31% em novembro.

Já a mão de obra manteve-se, em novembro, sem variação de preços como ocorreu em outubro.

CONFIANÇA DA CONSTRUÇÃO SOBE 1,5 PONTO

O Índice de Confiança da Construção, medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), subiu 1,5 ponto na passagem de outubro para novembro de 2019 e chegou a 89 pontos, em uma escala de zero a 200. Esse é o maior patamar atingido pelo indicador desde setembro de 2014, quando a confiança ficou em 89,9 pontos.

A alta do índice é relacionada a uma melhora da situação corrente, já que o Índice de Situação Atual avançou 2,4 pontos, para 81,3 pontos. O Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, também subiu, mas de forma mais moderada: 0,5 ponto, passando a 97,0 pontos.

O Nível de Utilização da Capacidade do setor cresceu 0,4 ponto percentual, para 70,5%. Segundo a pesquisadora da FGV, Ana Maria Castelo, a melhora das vendas e os lançamentos imobiliários, principalmente em São Paulo, têm impacto na confiança dos empresários. Ela também destaca que o acesso ao crédito pelas empresas está sendo fundamental para a retomada do setor.

Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2OLpRuT.

Com base no texto 'CUSTO DA CONSTRUÇÃO', leia as afirmativas a seguir:

I. O autor afirma que o Nível de Utilização da Capacidade do setor de construção cresceu 0,4 ponto percentual.

II. De acordo com o texto, o Índice Nacional de Custo da Construção – M acumula 4,12% no ano de 2019 e 3,99% em 12 meses.

Marque a alternativa CORRETA:

 

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CUSTO DA CONSTRUÇÃO

Publicado em 26/11/2019

Por Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M), medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), registrou inflação de 0,15% em novembro de 2019. O percentual é superior ao observado em outubro de 2019 (0,12%). O indicador acumula 3,99% no ano de 2019 e 4,12% em 12 meses.

A alta da taxa na passagem de outubro para novembro de 2019 foi puxada pelos serviços, que tiveram deflação (queda de preços) de 0,08% em outubro e passaram para uma inflação de 0,36% em novembro.

Os materiais e equipamentos tiveram queda na taxa, apesar de continuarem com inflação. A taxa recuou de 0,37% em outubro para 0,31% em novembro.

Já a mão de obra manteve-se, em novembro, sem variação de preços como ocorreu em outubro.

CONFIANÇA DA CONSTRUÇÃO SOBE 1,5 PONTO

O Índice de Confiança da Construção, medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), subiu 1,5 ponto na passagem de outubro para novembro de 2019 e chegou a 89 pontos, em uma escala de zero a 200. Esse é o maior patamar atingido pelo indicador desde setembro de 2014, quando a confiança ficou em 89,9 pontos.

A alta do índice é relacionada a uma melhora da situação corrente, já que o Índice de Situação Atual avançou 2,4 pontos, para 81,3 pontos. O Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, também subiu, mas de forma mais moderada: 0,5 ponto, passando a 97,0 pontos.

O Nível de Utilização da Capacidade do setor cresceu 0,4 ponto percentual, para 70,5%. Segundo a pesquisadora da FGV, Ana Maria Castelo, a melhora das vendas e os lançamentos imobiliários, principalmente em São Paulo, têm impacto na confiança dos empresários. Ela também destaca que o acesso ao crédito pelas empresas está sendo fundamental para a retomada do setor.

Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2OLpRuT.

Com base no texto 'CUSTO DA CONSTRUÇÃO', leia as afirmativas a seguir:

I. Conclui-se do texto que o Índice Nacional de Custo da Construção – M, medido pela Fundação Getúlio Vargas, registrou deflação de 0,15% em novembro de 2019.

II. Infere-se do texto que, na passagem de outubro para novembro de 2019, o Índice de Confiança da Construção atingiu o maior patamar desde setembro de 2014, quando a confiança ficou em 89,9 pontos.

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