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2438963 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
FÚRIA NO TRÂNSITO
Walcyr Carrasco
Existe uma forma simples de avaliar o grau de evolução do ser humano. Basta observar dois sujeitos após uma batida. Saem dos veículos arrebentando as portas. Olhares ferozes. Torsos inclinados para a frente. Mãos crispadas. Batem boca. Bastaria mudar o cenário, trocar os ternos por peles e entregar um porrete para cada um. Estaríamos de volta à pré-história. Poucas atividades humanas despertam tanto o espírito selvagem como a guerra no trânsito.
Tenho um amigo de fala mansa, calmo e sensato. Outro dia estávamos no carro. Chuviscava. O suficiente para que os carros entrassem numa luta desenfreada no asfalto. Cortadas súbitas. Buzinas. Ele passou a costurar por todos os lados. Fomos ao Morumbi Shopping. Havia uma fila para o estacionamento vip (quem almoça em alguns restaurantes de lá tem direito a manobrista gratuito).
– Um idiota está parado lá na frente – ele anunciou.
– Por que idiota? Você não sabe o motivo... – comecei a dizer.
Não pude terminar a frase. Agarrei-me ao banco. Ele atirou o carro para a direita. O da frente fez o mesmo. Para não bater, meu amigo jogou o seu sobre o canteiro. Veio a pancada. O pneu arrebentou. O veículo parado mexeu-se, vagarosamente, e partiu. Meu amigo esbravejou. Trocou o pneu. Depois foi a uma borracharia, onde acabou brigando também. Passou o resto do dia num humor de cão. Telefonou:
– Tudo por culpa daquele imbecil!
Argumentei:
– Você não sabia o motivo de o carro estar parado. A pessoa podia estar se sentindo mal. Pense. Por causa de alguém que não conhece, você quase amassou o carro, arrebentou seu pneu e está furioso. Como permite que um desconhecido faça tudo isso com você?
Silêncio sepulcral. Depois, ouvi um clique do telefone sendo desligado. [...]
Soube de um rapaz que certa vez foi fechado numa grande avenida. Gritou:
– Safado, você vai ver!
Seguiu atrás, buzinando. O outro tentava fugir, ele perseguia. Deu uma superfechada, obrigando o carro a parar. Saiu furioso, pronto para a briga. Aproximou-se. No banco do motorista estava uma senhora idosa, tremendo de medo. Ele caiu em si.
– Parecia que eu estava em um filme, me assistindo.
Gaguejou. Pediu desculpa. Partiu.
No dia seguinte, vendeu o carro.
– Não confio em mim mesmo ao volante. Eu me torno outra pessoa. Prefiro não dirigir.
Claro que não é uma receita para todo mundo. Para ele, funcionou. Anda de ônibus, táxi ou metrô. Sente-se feliz. Como se tivesse abandonado a pré-história e, finalmente, ingressado na civilização.
Disponível em: <http://veja.abril.com.br/vejasp/240304>
O autor do texto, Walcyr Carrasco,
 

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2436033 Ano: 2012
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
FÚRIA NO TRÂNSITO
Walcyr Carrasco
Existe uma forma simples de avaliar o grau de evolução do ser humano. Basta observar dois sujeitos após uma batida. Saem dos veículos arrebentando as portas. Olhares ferozes. Torsos inclinados para a frente. Mãos crispadas. Batem boca. Bastaria mudar o cenário, trocar os ternos por peles e entregar um porrete para cada um. Estaríamos de volta à pré-história. Poucas atividades humanas despertam tanto o espírito selvagem como a guerra no trânsito.
Tenho um amigo de fala mansa, calmo e sensato. Outro dia estávamos no carro. Chuviscava. O suficiente para que os carros entrassem numa luta desenfreada no asfalto. Cortadas súbitas. Buzinas. Ele passou a costurar por todos os lados. Fomos ao Morumbi Shopping. Havia uma fila para o estacionamento vip (quem almoça em alguns restaurantes de lá tem direito a manobrista gratuito).
– Um idiota está parado lá na frente – ele anunciou.
– Por que idiota? Você não sabe o motivo... – comecei a dizer.
Não pude terminar a frase. Agarrei-me ao banco. Ele atirou o carro para a direita. O da frente fez o mesmo. Para não bater, meu amigo jogou o seu sobre o canteiro. Veio a pancada. O pneu arrebentou. O veículo parado mexeu-se, vagarosamente, e partiu. Meu amigo esbravejou. Trocou o pneu. Depois foi a uma borracharia, onde acabou brigando também. Passou o resto do dia num humor de cão. Telefonou:
– Tudo por culpa daquele imbecil!
Argumentei:
– Você não sabia o motivo de o carro estar parado. A pessoa podia estar se sentindo mal. Pense. Por causa de alguém que não conhece, você quase amassou o carro, arrebentou seu pneu e está furioso. Como permite que um desconhecido faça tudo isso com você?
Silêncio sepulcral. Depois, ouvi um clique do telefone sendo desligado. [...]
Soube de um rapaz que certa vez foi fechado numa grande avenida. Gritou:
– Safado, você vai ver!
Seguiu atrás, buzinando. O outro tentava fugir, ele perseguia. Deu uma superfechada, obrigando o carro a parar. Saiu furioso, pronto para a briga. Aproximou-se. No banco do motorista estava uma senhora idosa, tremendo de medo. Ele caiu em si.
– Parecia que eu estava em um filme, me assistindo.
Gaguejou. Pediu desculpa. Partiu.
No dia seguinte, vendeu o carro.
– Não confio em mim mesmo ao volante. Eu me torno outra pessoa. Prefiro não dirigir.
Claro que não é uma receita para todo mundo. Para ele, funcionou. Anda de ônibus, táxi ou metrô. Sente-se feliz. Como se tivesse abandonado a pré-história e, finalmente, ingressado na civilização.
Disponível em: <http://veja.abril.com.br/vejasp/240304>
Em relação à redação de documentos oficiais, está correta a afirmativa:
 

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2435974 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
Para selecionar todas as células de uma planilha que está sendo editada no Microsoft Office Excel 2007, é necessário pressionar as teclas:
 

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2435851 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
FÚRIA NO TRÂNSITO
Walcyr Carrasco
Existe uma forma simples de avaliar o grau de evolução do ser humano. Basta observar dois sujeitos após uma batida. Saem dos veículos arrebentando as portas. Olhares ferozes. Torsos inclinados para a frente. Mãos crispadas. Batem boca. Bastaria mudar o cenário, trocar os ternos por peles e entregar um porrete para cada um. Estaríamos de volta à pré-história(D). Poucas atividades humanas despertam tanto o espírito selvagem como a guerra no trânsito.
Tenho um amigo de fala mansa, calmo e sensato. Outro dia estávamos no carro. Chuviscava. O suficiente para que os carros entrassem(B) numa luta desenfreada no asfalto. Cortadas súbitas. Buzinas. Ele passou a costurar por todos os lados. Fomos ao Morumbi Shopping. Havia uma fila para o estacionamento vip (quem almoça em alguns restaurantes de lá tem direito a manobrista gratuito).
– Um idiota está parado lá na frente – ele anunciou.
– Por que idiota? Você não sabe o motivo... – comecei a dizer.
Não pude terminar a frase. Agarrei-me ao banco. Ele atirou o carro para a direita. O da frente fez o mesmo. Para não bater, meu amigo jogou o seu sobre o canteiro. Veio a pancada. O pneu arrebentou. O veículo parado mexeu-se, vagarosamente, e partiu. Meu amigo esbravejou. Trocou o pneu. Depois foi a uma borracharia, onde acabou brigando também. Passou o resto do dia num humor de cão. Telefonou:
– Tudo por culpa daquele imbecil!
Argumentei:
– Você não sabia o motivo de o carro estar parado. A pessoa podia estar se sentindo mal. Pense. Por causa de alguém que não conhece, você quase amassou o carro, arrebentou seu pneu e está furioso(A). Como permite que um desconhecido faça tudo isso com você?
Silêncio sepulcral. Depois, ouvi um clique do telefone sendo desligado. [...]
Soube de um rapaz que certa vez foi fechado numa grande avenida. Gritou:
– Safado, você vai ver!
Seguiu atrás, buzinando. O outro tentava fugir, ele perseguia. Deu uma superfechada(C), obrigando o carro a parar. Saiu furioso, pronto para a briga. Aproximou-se. No banco do motorista estava uma senhora idosa, tremendo de medo. Ele caiu em si.
– Parecia que eu estava em um filme, me assistindo.
Gaguejou. Pediu desculpa. Partiu.
No dia seguinte, vendeu o carro.
– Não confio em mim mesmo ao volante. Eu me torno outra pessoa. Prefiro não dirigir.
Claro que não é uma receita para todo mundo. Para ele, funcionou. Anda de ônibus, táxi ou metrô. Sente-se feliz. Como se tivesse abandonado a pré-história e, finalmente, ingressado na civilização.
Disponível em: <http://veja.abril.com.br/vejasp/240304>
Quanto às noções de morfologia e sintaxe, é correto o que se afirma em
 

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2434782 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
Uma cidade de 8.000 habitantes tem 104 Agentes de Trânsito. Uma segunda cidade tem 10.000 habitantes, e mantém a mesma proporção de Agentes de Trânsito que a primeira cidade em relação à população.
Quantos Agentes de Trânsito tem a segunda cidade?
 

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2434371 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
FÚRIA NO TRÂNSITO
Walcyr Carrasco
Existe uma forma simples de avaliar o grau de evolução do ser humano. Basta observar dois sujeitos após uma batida. Saem dos veículos arrebentando as portas. Olhares ferozes. Torsos inclinados para a frente. Mãos crispadas(C). Batem boca. Bastaria mudar o cenário, trocar os ternos por peles e entregar um porrete para cada um. Estaríamos de volta à pré-história. Poucas atividades humanas despertam tanto o espírito selvagem como a guerra no trânsito.
Tenho um amigo de fala mansa, calmo e sensato. Outro dia estávamos no carro. Chuviscava. O suficiente para que os carros entrassem numa luta desenfreada no asfalto. Cortadas súbitas. Buzinas. Ele passou a costurar por todos os lados. Fomos ao Morumbi Shopping. Havia uma fila para o estacionamento vip (quem almoça em alguns restaurantes de lá tem direito a manobrista gratuito).
– Um idiota está parado lá na frente – ele anunciou.
– Por que idiota? Você não sabe o motivo... – comecei a dizer.
Não pude terminar a frase. Agarrei-me ao banco. Ele atirou o carro para a direita. O da frente fez o mesmo. Para não bater, meu amigo jogou o seu sobre o canteiro. Veio a pancada. O pneu arrebentou. O veículo parado mexeu-se, vagarosamente, e partiu(D). Meu amigo esbravejou. Trocou o pneu. Depois foi a uma borracharia, onde acabou brigando também. Passou o resto do dia num humor de cão. Telefonou:
– Tudo por culpa daquele imbecil!
Argumentei:
– Você não sabia o motivo de o carro estar parado. A pessoa podia estar se sentindo mal. Pense. Por causa de alguém que não conhece, você quase amassou o carro, arrebentou seu pneu e está furioso. Como permite que um desconhecido faça tudo isso com você?
Silêncio sepulcral. Depois, ouvi um clique do telefone sendo desligado. [...]
Soube de um rapaz que certa vez foi fechado numa grande avenida. Gritou:
– Safado, você vai ver!
Seguiu atrás, buzinando. O outro tentava fugir, ele perseguia. Deu uma superfechada, obrigando o carro a parar. Saiu furioso, pronto para a briga. Aproximou-se. No banco do motorista estava uma senhora idosa, tremendo de medo. Ele caiu em si.
– Parecia que eu estava em um filme, me assistindo.
Gaguejou. Pediu desculpa. Partiu(A).
No dia seguinte, vendeu o carro.
– Não confio em mim mesmo ao volante. Eu me torno outra pessoa. Prefiro não dirigir.
Claro que não é uma receita para todo mundo. Para ele, funcionou. Anda de ônibus, táxi ou metrô(B). Sente-se feliz. Como se tivesse abandonado a pré-história e, finalmente, ingressado na civilização.
Disponível em: <http://veja.abril.com.br/vejasp/240304>
Há um fragmento de texto descritivo em
 

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2434067 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
Os arquivos criados no Windows são formados por nome e extensão. Um arquivo do tipo “backup do Windows” possui a extensão
 

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2433821 Ano: 2012
Disciplina: Direito Penal
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
O condutor do veiculo que, na ocasião do acidente, deixar de prestar imediato socorro à vítima, ou, não podendo fazê-lo diretamente, por justa causa, deixar de solicitar auxílio da autoridade publica, terá como pena
 

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2433352 Ano: 2012
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
Sobre sinais sonoros de apito, um silvo longo significa
 

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2433184 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
FÚRIA NO TRÂNSITO
Walcyr Carrasco
Existe uma forma simples de avaliar o grau de evolução do ser humano. Basta observar dois sujeitos após uma batida. Saem dos veículos arrebentando as portas(A). Olhares ferozes. Torsos inclinados para a frente. Mãos crispadas. Batem boca. Bastaria mudar o cenário, trocar os ternos por peles e entregar um porrete para cada um. Estaríamos de volta à pré-história. Poucas atividades humanas despertam tanto o espírito selvagem como a guerra no trânsito.
Tenho um amigo de fala mansa, calmo e sensato(B). Outro dia estávamos no carro. Chuviscava. O suficiente para que os carros entrassem numa luta desenfreada no asfalto(D). Cortadas súbitas. Buzinas. Ele passou a costurar por todos os lados. Fomos ao Morumbi Shopping. Havia uma fila para o estacionamento vip (quem almoça em alguns restaurantes de lá tem direito a manobrista gratuito).
– Um idiota está parado lá na frente – ele anunciou.
– Por que idiota? Você não sabe o motivo... – comecei a dizer.
Não pude terminar a frase. Agarrei-me ao banco. Ele atirou o carro para a direita. O da frente fez o mesmo. Para não bater, meu amigo jogou o seu sobre o canteiro. Veio a pancada. O pneu arrebentou. O veículo parado mexeu-se, vagarosamente, e partiu. Meu amigo esbravejou. Trocou o pneu. Depois foi a uma borracharia, onde acabou brigando também. Passou o resto do dia num humor de cão. Telefonou:
– Tudo por culpa daquele imbecil!
Argumentei:
– Você não sabia o motivo de o carro estar parado. A pessoa podia estar se sentindo mal. Pense. Por causa de alguém que não conhece, você quase amassou o carro, arrebentou seu pneu e está furioso. Como permite que um desconhecido faça tudo isso com você?
Silêncio sepulcral. Depois, ouvi um clique do telefone sendo desligado. [...]
Soube de um rapaz que certa vez foi fechado numa grande avenida. Gritou:
– Safado, você vai ver!
Seguiu atrás, buzinando. O outro tentava fugir, ele perseguia. Deu uma superfechada, obrigando o carro a parar(C). Saiu furioso, pronto para a briga. Aproximou-se. No banco do motorista estava uma senhora idosa, tremendo de medo. Ele caiu em si.
– Parecia que eu estava em um filme, me assistindo.
Gaguejou. Pediu desculpa. Partiu.
No dia seguinte, vendeu o carro.
– Não confio em mim mesmo ao volante. Eu me torno outra pessoa. Prefiro não dirigir.
Claro que não é uma receita para todo mundo. Para ele, funcionou. Anda de ônibus, táxi ou metrô. Sente-se feliz. Como se tivesse abandonado a pré-história e, finalmente, ingressado na civilização.
Disponível em: <http://veja.abril.com.br/vejasp/240304>
O fragmento de texto em que não há referência ao comportamento das pessoas no trânsito é
 

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