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A farsa do país ‘racista’
Assertivas de que o Brasil se constitui em um país racista, tomando por base os dados estatísticos que revelam a precária situação vivenciada pelos negros (considerados os pretos mais os pardos), em comparação com os brancos, precisam ser analisadas com cautela. Isto porque os números são interpretados como se fossem provas irrefutáveis de racismo, o que, neste país, não corresponde à verdade.
A subrepresentatividade dos negros na universidade está diretamente relacionada às profissões nas quais se faz necessário maior investimento financeiro, seja pelo alto valor das mensalidades, seja pelos gastos com o material. A representação dos negros no ensino superior é de aproximadamente 25%. No entanto, em odontologia é inferior a 10%; em medicina é inferior a 15% — cursos que, pelo alto custo, terminam afastando os estudantes mais pobres. Por outro lado, em história, os negros são 38%; em Letras, 29% e matemática, 33%, áreas em que o investimento do aluno com material não é tão relevante.
Observe-se que até mesmo o turno escolhido gera fator determinante para a participação dos negros. No curso de história, no Rio, por exemplo, a participação chega a 46%, no turno noturno. O que se pretende demonstrar é que , nos cursos que requerem maior disponibilidade de recursos, a representação do negro é menor.
Já nos cursos mais teóricos, em que os alunos não precisam de equipamentos sofisticados, além dos livros (que podem ser pegos de empréstimo nas bibliotecas), há uma maior representatividade. O problema, basicamente, é de renda, e não de racismo.
Por outro lado, as estatísticas normalmente veiculadas e que pretendem extrair a fórceps a conclusão de que vivemos em um país racista levam em consideração o total de brancos e de negros independentemente de renda.
Acontece que, desta forma, o grupo comparado passa a ser muito diverso. É preciso então verificar se esse discurso de verdade que apela para o racismo no Brasil e para o fosso existente entre brancos e negros está correto, ou se, do contrário, revela verdadeiramente o abismo entre ricos e pobres.
Tomando os dados do PNAD/2004 e fazendo tabulações relativas a brancos, pretos e pardos, residentes em áreas urbanas, com um filho e rendimento familiar total de até dois salários mínimos (pobres, portanto), o resultado é esclarecedor.
Os grupos aqui reunidos são grupos comparáveis, porque, ao menos em tese, têm as mesmas condições de vida e as mesmas possibilidades. Comparam-se assim pobres com pobres e não brancos ricos com negros pobres.
Feita a comparação entre os grupos, o resultado foi o esperado: brancos, pretos e pardos pobres têm as mesmas dificuldades.
A proporção dos que sabem ler/escrever: 73% dos brancos, 72% dos pretos, 69% dos pardos. O número médio do tempo de estudo é de cinco anos, para os três grupos.
A proporção de pessoas que têm o ensino médio como curso mais elevado é de 24% brancos, 22% pretos e 21% pardos. Existem muitos outros números. Onde está, então, o país racista? Não é a cor da pele o que impede as pessoas de chegar às universidades, mas a renda — a péssima qualidade das escolas que os pobres brasileiros, sejam brancos, pretos ou pardos, conseguem frequentar. Se o impedimento não é a cor da pele, cotas raciais não fazem sentido.
KAUFMANN, ROBERTA FRAGOSO M.
Disponível em: http://www.eagora.org.br/arquivo/a-farsa-do-pais-racista/. Acesso em: 25 de março de 2011.
O trecho “O que se pretende demonstrar é que, nos cursos que requerem maior disponibilidade de recursos, a representação do negro é menor”, apresenta uma única reescritura correta tanto quanto ao uso formal da língua como à manutenção do sentido.
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O Programa destinado a promover a inclusão social dos jovens brasileiros de 18 a 19 anos que, apesar de alfabetizados, não concluíram o ensino fundamental, buscando a reinserção deles na escola e no mundo do trabalho, de modo a proporcionar-lhes oportunidades de desenvolvimento humano e exercício efetivo da cidadania é denominado de
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Sobre navegação na internet, leia as afirmações abaixo e marque a opção CORRETA.
I. Um plug-in é um software adicionado ao navegador para aumentar sua funcionalidade;
II. O WWW é uma sequência de letras ou símbolos que representa o endereço de uma página ou de um arquivo na internet;
III. O browser é um software que normalmente oferece uma interface gráfica para a navegação na internet.
II. O WWW é uma sequência de letras ou símbolos que representa o endereço de uma página ou de um arquivo na internet;
III. O browser é um software que normalmente oferece uma interface gráfica para a navegação na internet.
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1343080
Ano: 2011
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
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O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) compreende que a responsabilidade para dispor sobre a formulação da política de atendimento na área da infância e da juventude é compartilhada entre sociedade civil e Poder Executivo. Os órgãos que detêm poder deliberativo sobre tal política são:
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A farsa do país ‘racista’
Assertivas de que o Brasil se constitui em um país racista, tomando por base os dados estatísticos que revelam a precária situação vivenciada pelos negros (considerados os pretos mais os pardos), em comparação com os brancos, precisam ser analisadas com cautela. Isto porque os números são interpretados como se fossem provas irrefutáveis de racismo, o que, neste país, não corresponde à verdade.
A subrepresentatividade dos negros na universidade está diretamente relacionada às profissões nas quais se faz necessário maior investimento financeiro, seja pelo alto valor das mensalidades, seja pelos gastos com o material. A representação dos negros no ensino superior é de aproximadamente 25%. No entanto, em odontologia é inferior a 10%; em medicina é inferior a 15% — cursos que, pelo alto custo, terminam afastando os estudantes mais pobres. Por outro lado, em história, os negros são 38%; em Letras, 29% e matemática, 33%, áreas em que o investimento do aluno com material não é tão relevante.
Observe-se que até mesmo o turno escolhido gera fator determinante para a participação dos negros(I). No curso de história, no Rio, por exemplo, a participação chega a 46%, no turno noturno(II). O que se pretende demonstrar é que , nos cursos que requerem maior disponibilidade de recursos, a representação do negro é menor.
Já nos cursos mais teóricos, em que os alunos não precisam de equipamentos sofisticados, além dos livros (que podem ser pegos de empréstimo nas bibliotecas), há uma maior representatividade. O problema, basicamente, é de renda, e não de racismo.
Por outro lado, as estatísticas normalmente veiculadas e que pretendem extrair a fórceps a conclusão de que vivemos em um país racista levam em consideração o total de brancos e de negros independentemente de renda.
Acontece que, desta forma, o grupo comparado passa a ser muito diverso. É preciso então verificar se esse discurso de verdade que apela para o racismo no Brasil e para o fosso existente entre brancos e negros está correto, ou se, do contrário, revela verdadeiramente o abismo entre ricos e pobres.
Tomando os dados do PNAD/2004 e fazendo tabulações relativas a brancos, pretos e pardos, residentes em áreas urbanas, com um filho e rendimento familiar total de até dois salários mínimos (pobres, portanto), o resultado é esclarecedor.
Os grupos aqui reunidos são grupos comparáveis, porque, ao menos em tese, têm as mesmas condições de vida e as mesmas possibilidades. Comparam-se assim pobres com pobres e não brancos ricos com negros pobres.
Feita a comparação entre os grupos, o resultado foi o esperado: brancos, pretos e pardos pobres têm as mesmas dificuldades.
A proporção dos que sabem ler/escrever: 73% dos brancos, 72% dos pretos, 69% dos pardos. O número médio do tempo de estudo é de cinco anos, para os três grupos.
A proporção de pessoas que têm o ensino médio como curso mais elevado é de 24% brancos, 22% pretos e 21% pardos. Existem muitos outros números. Onde está, então, o país racista? Não é a cor da pele o que impede as pessoas de chegar às universidades(III), mas a renda — a péssima qualidade das escolas que os pobres brasileiros, sejam brancos, pretos ou pardos, conseguem frequentar. Se o impedimento não é a cor da pele, cotas raciais não fazem sentido.
KAUFMANN, ROBERTA FRAGOSO M.
Disponível em: http://www.eagora.org.br/arquivo/a-farsa-do-pais-racista/. Acesso em: 25 de março de 2011.
Quanto à regência verbal, analise os itens abaixo e, em seguida, marque a opção CORRETA.
I. Em “Observe-se que até mesmo o turno escolhido gera fator determinante para a participação dos negros”, a troca do verbo “gerar” pelo verbo “engendrar” exige que se coloque antes da palavra “fator” a preposição “para”;
II. Em “No curso de história, no Rio, por exemplo, a participação chega a 46%, no turno noturno”, a troca do verbo “chegar” pelo verbo “alcançar” exige, que se retire a preposição “a” antes do número percentual;
III. Em “Não é a cor da pele o que impede as pessoas de chegar às universidades”, a troca do verbo “chegar” pelo verbo “aspirar” (no sentido de almejar) não exige, após a permuta, nenhuma mudança quanto à regência.
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O Sistema de Seguridade Social no Brasil é composto pelas áreas:
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1342259
Ano: 2011
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
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O ProJovem Integrado é o Programa Nacional de Inclusão de Jovens que visa ao desenvolvimento integral do jovem brasileiro. As seguintes modalidades compõem o programa, EXCETO:
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1342100
Ano: 2011
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
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O Conselho Tutelar, no Art. 131 da lei 8.069/90, é definido como:
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1342089
Ano: 2011
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
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Dentre as políticas públicas promovidas para jovens, encontra-se o ProJovem Trabalhador que prepara, para o mercado de trabalho e para ocupações alternativas geradoras de renda, os jovens:
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O termo Hierarquia de Memória se refere a uma classificação de tipos de memória em função de desempenho. Essa classificação geralmente segue duas dimensões: tamanho e velocidade de acesso, sendo tradicionalmente representada por uma pirâmide. Assim, em uma hierarquia clássica da forma piramidal, é CORRETO afirmar que:
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