Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

2466864 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
Provas:
Motorista Gregório: A saga
Há muitos anos atrás começou(A) a saga do jovem Gregório Pereira dos Santos, que nasceu na Paraíba e viveu em Barras, cidade a 119 km de Teresina. Nessa época, a região de Barras possuía(B) apenas um veículo, que pertencia a um comerciante e depois passou a ser propriedade da paróquia de Nossa Senhora da Conceição.
A paróquia era coordenada pelo Monsenhor Lindolfo Uchôa, que estava se preparando(C) junto com autoridades da cidade para receber a visita de D. Severino Vieira de Melo, bispo diocesano de Teresina. O jovem Gregório trabalhava como motorista para o padre Uchôa e foi encarregado de conduzi-lo(E) junto com algumas autoridades locais na viagem em direção à capital, onde buscariam o bispo e o trariam até Barras.
Na saída de Barras, quando o grupo partia em direção a Teresina, Gregório teve a infelicidade de se envolver num acidente que mudaria sua vida. Gregório atropelou uma criança distraída que andava pela rua. Como ainda estava se recuperando de uma doença, o menino atropelado não resistiu aos ferimentos do acidente e terminou morrendo. A morte do garoto causou muita comoção e revolta na cidade. Para piorar a situação de Gregório, o menino era filho do tenente-delegado de Barras, Florentino Cardoso, conhecido pela sua braveza.
Ao tomar conhecimento da morte do filho, Florentino mandou prender o pobre motorista e descontou nele toda a sua indignação. Gregório foi torturado por três longos dias na prisão, sem receber(D) comida nem água.
Ainda tomado pela dor da perda do filho, o delegado trouxe Gregório acorrentado até Teresina. Ao longo de todo o percurso, Gregório implorava por água, mas era inútil, pois nada amenizava o desejo de vingança de Florentino.
Ao chegar em Teresina, às margens do Rio Poty, no trecho que divide os bairros Cabral e Porenquanto, Florentino acorrentou o sedento motorista no tronco de uma árvore e o executou com três tiros nas costas. Aos 18 anos, no dia 17 de outubro de 1927, Gregório perdeu a vida diante das águas do Rio Poty, mas como estava amarrado, morreu implorando por água.
A partir desse fato, algumas pessoas comovidas e testemunhas do assassinato começaram a deixar garrafas de água aos pés da árvore, na esperança de aplacar a sede do motorista. Ao longo do tempo, o finado Gregório foi ganhando devotos e ficando conhecido por atender aos pedidos do povo. Agradecidos pelas graças alcançadas, muitos fiéis continuam a deixar garrafas d'água, velas e ex-votos em sinal de agradecimento pela interseção divina do finado Gregório.
(NOLÊTO, Rafael. Fonte: http://finadogregorio.blogspot.com.br - Acesso em 05.08.13. Texto adaptado).
Assinale a opção que apresenta um exemplo de verbo no pretérito imperfeito do indicativo.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2466790 Ano: 2013
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
Provas:

De acordo com o Anexo I do Código de Trânsito Brasileiro, assinale a opção que define CORRETAMENTE “Bordo de Pista”.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2466735 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
Provas:
Motorista Gregório: A saga
Há muitos anos atrás começou a saga do jovem Gregório Pereira dos Santos, que nasceu na Paraíba e viveu em Barras, cidade a 119 km de Teresina. Nessa época, a região de Barras possuía apenas um veículo, que pertencia a um comerciante e depois passou a ser propriedade da paróquia de Nossa Senhora da Conceição.
A paróquia era coordenada pelo Monsenhor Lindolfo Uchôa, que estava se preparando junto com autoridades da cidade para receber a visita de D. Severino Vieira de Melo, bispo diocesano de Teresina. O jovem Gregório trabalhava como motorista para o padre Uchôa e foi encarregado de conduzi-lo junto com algumas autoridades locais na viagem em direção à capital, onde buscariam o bispo e o trariam até Barras.
Na saída de Barras, quando o grupo partia em direção a Teresina, Gregório teve a infelicidade de se envolver num acidente que mudaria sua vida. Gregório atropelou uma criança distraída que andava pela rua. Como ainda estava se recuperando de uma doença, o menino atropelado não resistiu aos ferimentos do acidente e terminou morrendo. A morte do garoto causou muita comoção e revolta na cidade. Para piorar a situação de Gregório, o menino era filho do tenente-delegado de Barras, Florentino Cardoso, conhecido pela sua braveza.
Ao tomar conhecimento da morte do filho, Florentino mandou prender o pobre motorista e descontou nele toda a sua indignação. Gregório foi torturado por três longos dias na prisão, sem receber comida nem água.
Ainda tomado pela dor da perda do filho, o delegado trouxe Gregório acorrentado até Teresina. Ao longo de todo o percurso, Gregório implorava por água, mas era inútil, pois nada amenizava o desejo de vingança de Florentino.
Ao chegar em Teresina, às margens do Rio Poty, no trecho que divide os bairros Cabral e Porenquanto, Florentino acorrentou o sedento motorista no tronco de uma árvore e o executou com três tiros nas costas. Aos 18 anos, no dia 17 de outubro de 1927, Gregório perdeu a vida diante das águas do Rio Poty, mas como estava amarrado, morreu implorando por água.
A partir desse fato, algumas pessoas comovidas e testemunhas do assassinato começaram a deixar garrafas de água aos pés da árvore, na esperança de aplacar a sede do motorista. Ao longo do tempo, o finado Gregório foi ganhando devotos e ficando conhecido por atender aos pedidos do povo. Agradecidos pelas graças alcançadas, muitos fiéis continuam a deixar garrafas d'água, velas e ex-votos em sinal de agradecimento pela interseção divina do finado Gregório.
(NOLÊTO, Rafael. Fonte: http://finadogregorio.blogspot.com.br - Acesso em 05.08.13. Texto adaptado).
Assinale a opção que contém um significado CORRETO para a palavra “saga”, constante no título do texto e na linha 01.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2466663 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
Provas:
Motorista Gregório: A saga
Há muitos anos atrás começou a saga do jovem Gregório Pereira dos Santos, que nasceu na Paraíba e viveu em Barras, cidade a 119 km de Teresina. Nessa época, a região de Barras possuía apenas um veículo, que pertencia a um comerciante e depois passou a ser propriedade da paróquia de Nossa Senhora da Conceição.
A paróquia era coordenada pelo Monsenhor Lindolfo Uchôa, que estava se preparando junto com autoridades da cidade para receber a visita de D. Severino Vieira de Melo, bispo diocesano de Teresina. O jovem Gregório trabalhava como motorista para o padre Uchôa e foi encarregado de conduzi-lo junto com algumas autoridades locais na viagem em direção à capital, onde buscariam o bispo e o trariam até Barras.
Na saída de Barras, quando o grupo partia em direção a Teresina, Gregório teve a infelicidade de se envolver num acidente que mudaria sua vida. Gregório atropelou uma criança distraída que andava pela rua. Como ainda estava se recuperando de uma doença, o menino atropelado não resistiu aos ferimentos do acidente e terminou morrendo. A morte do garoto causou muita comoção e revolta na cidade. Para piorar a situação de Gregório, o menino era filho do tenente-delegado de Barras, Florentino Cardoso, conhecido pela sua braveza.
Ao tomar conhecimento da morte do filho, Florentino mandou prender o pobre motorista e descontou nele toda a sua indignação. Gregório foi torturado por três longos dias na prisão, sem receber comida nem água.
Ainda tomado pela dor da perda do filho, o delegado trouxe Gregório acorrentado até Teresina. Ao longo de todo o percurso, Gregório implorava por água, mas era inútil, pois nada amenizava o desejo de vingança de Florentino.
Ao chegar em Teresina, às margens do Rio Poty, no trecho que divide os bairros Cabral e Porenquanto, Florentino acorrentou o sedento motorista no tronco de uma árvore e o executou com três tiros nas costas. Aos 18 anos, no dia 17 de outubro de 1927, Gregório perdeu a vida diante das águas do Rio Poty, mas como estava amarrado, morreu implorando por água.
A partir desse fato, algumas pessoas comovidas e testemunhas do assassinato começaram a deixar garrafas de água aos pés da árvore, na esperança de aplacar a sede do motorista. Ao longo do tempo, o finado Gregório foi ganhando devotos e ficando conhecido por atender aos pedidos do povo. Agradecidos pelas graças alcançadas, muitos fiéis continuam a deixar garrafas d'água, velas e ex-votos em sinal de agradecimento pela interseção divina do finado Gregório.
(NOLÊTO, Rafael. Fonte: http://finadogregorio.blogspot.com.br - Acesso em 05.08.13. Texto adaptado).
A partir da leitura do texto acima, assinale a opção CORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2466431 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
Provas:
Motorista Gregório: A saga
Há muitos anos atrás começou a saga do jovem Gregório Pereira dos Santos, que nasceu na Paraíba e viveu em Barras, cidade a 119 km de Teresina. Nessa época, a região de Barras possuía apenas um veículo, que pertencia a um comerciante e depois passou a ser propriedade da paróquia de Nossa Senhora da Conceição.
A paróquia era coordenada pelo Monsenhor Lindolfo Uchôa, que estava se preparando junto com autoridades da cidade para receber a visita de D. Severino Vieira de Melo, bispo diocesano de Teresina. O jovem Gregório trabalhava como motorista para o padre Uchôa e foi encarregado de conduzi-lo junto com algumas autoridades locais na viagem em direção à capital, onde buscariam o bispo e o trariam até Barras.
Na saída de Barras, quando o grupo partia em direção a Teresina, Gregório teve a infelicidade de se envolver num acidente que mudaria sua vida. Gregório atropelou uma criança distraída que andava pela rua. Como ainda estava se recuperando de uma doença, o menino atropelado não resistiu aos ferimentos do acidente e terminou morrendo. A morte do garoto causou muita comoção e revolta na cidade. Para piorar a situação de Gregório, o menino era filho do tenente-delegado de Barras, Florentino Cardoso, conhecido pela sua braveza.
Ao tomar conhecimento da morte do filho, Florentino mandou prender o pobre motorista e descontou nele toda a sua indignação. Gregório foi torturado por três longos dias na prisão, sem receber comida nem água.
Ainda tomado pela dor da perda do filho, o delegado trouxe Gregório acorrentado até Teresina. Ao longo de todo o percurso, Gregório implorava por água, mas era inútil, pois nada amenizava o desejo de vingança de Florentino.
Ao chegar em Teresina, às margens do Rio Poty, no trecho que divide os bairros Cabral e Porenquanto, Florentino acorrentou o sedento motorista no tronco de uma árvore e o executou com três tiros nas costas. Aos 18 anos, no dia 17 de outubro de 1927, Gregório perdeu a vida diante das águas do Rio Poty, mas como estava amarrado, morreu implorando por água.
A partir desse fato, algumas pessoas comovidas e testemunhas do assassinato começaram a deixar garrafas de água aos pés da árvore, na esperança de aplacar a sede do motorista. Ao longo do tempo, o finado Gregório foi ganhando devotos e ficando conhecido por atender aos pedidos do povo. Agradecidos pelas graças alcançadas, muitos fiéis continuam a deixar garrafas d'água, velas e ex-votos em sinal de agradecimento pela interseção divina do finado Gregório.
(NOLÊTO, Rafael. Fonte: http://finadogregorio.blogspot.com.br - Acesso em 05.08.13. Texto adaptado).
Considerando-se que o tipo textual “narração” predomina no texto lido, assinale a opção CORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2465344 Ano: 2013
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
Provas:
Segundo dispõe o Código de Trânsito Brasileiro, ter seu veículo imobilizado na via por falta de combustível constitui:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2465330 Ano: 2013
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
Provas:
De acordo com o Art.177 do Código de Trânsito Brasileiro, ao deixar o condutor de prestar socorro à vítima de acidente de trânsito, quando solicitado pela autoridade e seus agentes, o condutor comete uma infração e está sujeito à .
A opção que completa CORRETAMENTE o trecho acima é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2460570 Ano: 2013
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
Provas:
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), no que diz respeito às infrações, analise as assertivas a seguir.
I. Dirigir ameaçando os pedestres que estejam atravessando a via pública ou os demais veículos configura infração gravíssima, acarretando como sanção a aplicação de advertência e multa;
II. Confiar ou entregar a direção de veículo à pessoa que, mesmo habilitada, por seu estado físico ou psíquico, não estiver em condições de dirigi-lo com segurança configura infração gravíssima, acarretando, como sanção, a aplicação de multa;
III. Transportar crianças em veículo automotor sem observância das normas de segurança especiais estabelecidas no CTB configura infração gravíssima, acarretando, como sanção, a aplicação de multa e como medida administrativa, a retenção do veículo até que a irregularidade seja sanada.
Assinale a opção CORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2460286 Ano: 2013
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
Provas:
São medidas administrativas a serem adotadas pelas autoridades de trânsito ou seus agentes, conforme o Art. 269 do Código de Trânsito Brasileiro, e dentro de sua circunscrição, EXCETO:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2460187 Ano: 2013
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
Provas:
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, os sinais de trânsito classificam-se em:
I. Verticais;
II. Horizontais;
III. Luminosos;
IV. Sonoros;
V. Gestos do agente de trânsito e do condutor.
Marque a opção CORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas