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Foram encontradas 40 questões.

2468588 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
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Victor Hugo estava investigando quantos ângulos !$ \theta !$, com !$ 0\, \le \theta \le \pi !$ obedecem a equação !$ sen( \theta ) + cos ( \theta ) = 1 !$ . A resposta encontrada por Victor Hugo foi
 

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2467801 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
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Motorista Gregório: A saga
Há muitos anos atrás começou a saga do jovem Gregório Pereira dos Santos, que nasceu na Paraíba e viveu em Barras, cidade a 119 km de Teresina. Nessa época, a região de Barras possuía apenas um veículo, que pertencia a um comerciante e depois passou a ser propriedade da paróquia de Nossa Senhora da Conceição.
A paróquia era coordenada pelo Monsenhor Lindolfo Uchôa, que estava se preparando junto com autoridades da cidade para receber a visita de D. Severino Vieira de Melo, bispo diocesano de Teresina. O jovem Gregório trabalhava como motorista para o padre Uchôa e foi encarregado de conduzi-lo junto com algumas autoridades locais na viagem em direção à capital, onde buscariam o bispo e o trariam até Barras.
Na saída de Barras, quando o grupo partia em direção a Teresina, Gregório teve a infelicidade de se envolver num acidente que mudaria sua vida. Gregório atropelou uma criança distraída que andava pela rua. Como ainda estava se recuperando de uma doença, o menino atropelado não resistiu aos ferimentos do acidente e terminou morrendo. A morte do garoto causou muita comoção e revolta na cidade. Para piorar a situação de Gregório, o menino era filho do tenente-delegado de Barras, Florentino Cardoso, conhecido pela sua braveza.
Ao tomar conhecimento da morte do filho, Florentino mandou prender o pobre motorista e descontou nele toda a sua indignação. Gregório foi torturado por três longos dias na prisão, sem receber comida nem água.
Ainda tomado pela dor da perda do filho, o delegado trouxe Gregório acorrentado até Teresina. Ao longo de todo o percurso, Gregório implorava por água, mas era inútil, pois nada amenizava o desejo de vingança de Florentino.
Ao chegar em Teresina, às margens do Rio Poty, no trecho que divide os bairros Cabral e Porenquanto, Florentino acorrentou o sedento motorista no tronco de uma árvore e o executou com três tiros nas costas. Aos 18 anos, no dia 17 de outubro de 1927, Gregório perdeu a vida diante das águas do Rio Poty, mas como estava amarrado, morreu implorando por água.
A partir desse fato, algumas pessoas comovidas e testemunhas do assassinato começaram a deixar garrafas de água aos pés da árvore, na esperança de aplacar a sede do motorista. Ao longo do tempo, o finado Gregório foi ganhando devotos e ficando conhecido por atender aos pedidos do povo. Agradecidos pelas graças alcançadas, muitos fiéis continuam a deixar garrafas d'água, velas e ex-votos em sinal de agradecimento pela interseção divina do finado Gregório.
(NOLÊTO, Rafael. Fonte: http://finadogregorio.blogspot.com.br - Acesso em 05.08.13. Texto adaptado).
As expressões “garrafas de água” e “garrafas d’água” apresentam grafia diferenciada. Sobre esse fenômeno, é INCORRETO afirmar.
 

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2467344 Ano: 2013
Disciplina: Mecânica de Autos
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
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Os tipos mais comuns de pneus de acordo com sua fabricação são os diagonais e os radiais. Os pneus, além de contribuírem para o conforto dos usuários, tem que suportar uma carga de esforço muito grande quando o automóvel acelera, faz uma curva ou freia. Os pneus possuem uma identificação que determina os tipos de esforços a que podem ser submetidos, além de suas medidas e uso. Nesse contexto, escolha a opção que corresponde às inscrições nas laterais do pneu, 185 / 65 R 14 – 86 T.
 

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2467321 Ano: 2013
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
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Diz-se que o interior do carro é um ambiente mais seguro para se proteger de uma tempestade de raios do que ficar em baixo de uma árvore, devido ao fato de:
 

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2467302 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
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Se !$ a,\,b !$ e !$ c !$ são três números inteiros tais que !$ a\,\cdot\,b\, \cdot\,c\,<\,0, \alpha\,>\,0 !$ e !$ b\,<\,0 !$ . Assinale a opção INCORRETA.
 

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2466864 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
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Motorista Gregório: A saga
Há muitos anos atrás começou(A) a saga do jovem Gregório Pereira dos Santos, que nasceu na Paraíba e viveu em Barras, cidade a 119 km de Teresina. Nessa época, a região de Barras possuía(B) apenas um veículo, que pertencia a um comerciante e depois passou a ser propriedade da paróquia de Nossa Senhora da Conceição.
A paróquia era coordenada pelo Monsenhor Lindolfo Uchôa, que estava se preparando(C) junto com autoridades da cidade para receber a visita de D. Severino Vieira de Melo, bispo diocesano de Teresina. O jovem Gregório trabalhava como motorista para o padre Uchôa e foi encarregado de conduzi-lo(E) junto com algumas autoridades locais na viagem em direção à capital, onde buscariam o bispo e o trariam até Barras.
Na saída de Barras, quando o grupo partia em direção a Teresina, Gregório teve a infelicidade de se envolver num acidente que mudaria sua vida. Gregório atropelou uma criança distraída que andava pela rua. Como ainda estava se recuperando de uma doença, o menino atropelado não resistiu aos ferimentos do acidente e terminou morrendo. A morte do garoto causou muita comoção e revolta na cidade. Para piorar a situação de Gregório, o menino era filho do tenente-delegado de Barras, Florentino Cardoso, conhecido pela sua braveza.
Ao tomar conhecimento da morte do filho, Florentino mandou prender o pobre motorista e descontou nele toda a sua indignação. Gregório foi torturado por três longos dias na prisão, sem receber(D) comida nem água.
Ainda tomado pela dor da perda do filho, o delegado trouxe Gregório acorrentado até Teresina. Ao longo de todo o percurso, Gregório implorava por água, mas era inútil, pois nada amenizava o desejo de vingança de Florentino.
Ao chegar em Teresina, às margens do Rio Poty, no trecho que divide os bairros Cabral e Porenquanto, Florentino acorrentou o sedento motorista no tronco de uma árvore e o executou com três tiros nas costas. Aos 18 anos, no dia 17 de outubro de 1927, Gregório perdeu a vida diante das águas do Rio Poty, mas como estava amarrado, morreu implorando por água.
A partir desse fato, algumas pessoas comovidas e testemunhas do assassinato começaram a deixar garrafas de água aos pés da árvore, na esperança de aplacar a sede do motorista. Ao longo do tempo, o finado Gregório foi ganhando devotos e ficando conhecido por atender aos pedidos do povo. Agradecidos pelas graças alcançadas, muitos fiéis continuam a deixar garrafas d'água, velas e ex-votos em sinal de agradecimento pela interseção divina do finado Gregório.
(NOLÊTO, Rafael. Fonte: http://finadogregorio.blogspot.com.br - Acesso em 05.08.13. Texto adaptado).
Assinale a opção que apresenta um exemplo de verbo no pretérito imperfeito do indicativo.
 

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2466735 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
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Motorista Gregório: A saga
Há muitos anos atrás começou a saga do jovem Gregório Pereira dos Santos, que nasceu na Paraíba e viveu em Barras, cidade a 119 km de Teresina. Nessa época, a região de Barras possuía apenas um veículo, que pertencia a um comerciante e depois passou a ser propriedade da paróquia de Nossa Senhora da Conceição.
A paróquia era coordenada pelo Monsenhor Lindolfo Uchôa, que estava se preparando junto com autoridades da cidade para receber a visita de D. Severino Vieira de Melo, bispo diocesano de Teresina. O jovem Gregório trabalhava como motorista para o padre Uchôa e foi encarregado de conduzi-lo junto com algumas autoridades locais na viagem em direção à capital, onde buscariam o bispo e o trariam até Barras.
Na saída de Barras, quando o grupo partia em direção a Teresina, Gregório teve a infelicidade de se envolver num acidente que mudaria sua vida. Gregório atropelou uma criança distraída que andava pela rua. Como ainda estava se recuperando de uma doença, o menino atropelado não resistiu aos ferimentos do acidente e terminou morrendo. A morte do garoto causou muita comoção e revolta na cidade. Para piorar a situação de Gregório, o menino era filho do tenente-delegado de Barras, Florentino Cardoso, conhecido pela sua braveza.
Ao tomar conhecimento da morte do filho, Florentino mandou prender o pobre motorista e descontou nele toda a sua indignação. Gregório foi torturado por três longos dias na prisão, sem receber comida nem água.
Ainda tomado pela dor da perda do filho, o delegado trouxe Gregório acorrentado até Teresina. Ao longo de todo o percurso, Gregório implorava por água, mas era inútil, pois nada amenizava o desejo de vingança de Florentino.
Ao chegar em Teresina, às margens do Rio Poty, no trecho que divide os bairros Cabral e Porenquanto, Florentino acorrentou o sedento motorista no tronco de uma árvore e o executou com três tiros nas costas. Aos 18 anos, no dia 17 de outubro de 1927, Gregório perdeu a vida diante das águas do Rio Poty, mas como estava amarrado, morreu implorando por água.
A partir desse fato, algumas pessoas comovidas e testemunhas do assassinato começaram a deixar garrafas de água aos pés da árvore, na esperança de aplacar a sede do motorista. Ao longo do tempo, o finado Gregório foi ganhando devotos e ficando conhecido por atender aos pedidos do povo. Agradecidos pelas graças alcançadas, muitos fiéis continuam a deixar garrafas d'água, velas e ex-votos em sinal de agradecimento pela interseção divina do finado Gregório.
(NOLÊTO, Rafael. Fonte: http://finadogregorio.blogspot.com.br - Acesso em 05.08.13. Texto adaptado).
Assinale a opção que contém um significado CORRETO para a palavra “saga”, constante no título do texto e na linha 01.
 

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2466663 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
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Motorista Gregório: A saga
Há muitos anos atrás começou a saga do jovem Gregório Pereira dos Santos, que nasceu na Paraíba e viveu em Barras, cidade a 119 km de Teresina. Nessa época, a região de Barras possuía apenas um veículo, que pertencia a um comerciante e depois passou a ser propriedade da paróquia de Nossa Senhora da Conceição.
A paróquia era coordenada pelo Monsenhor Lindolfo Uchôa, que estava se preparando junto com autoridades da cidade para receber a visita de D. Severino Vieira de Melo, bispo diocesano de Teresina. O jovem Gregório trabalhava como motorista para o padre Uchôa e foi encarregado de conduzi-lo junto com algumas autoridades locais na viagem em direção à capital, onde buscariam o bispo e o trariam até Barras.
Na saída de Barras, quando o grupo partia em direção a Teresina, Gregório teve a infelicidade de se envolver num acidente que mudaria sua vida. Gregório atropelou uma criança distraída que andava pela rua. Como ainda estava se recuperando de uma doença, o menino atropelado não resistiu aos ferimentos do acidente e terminou morrendo. A morte do garoto causou muita comoção e revolta na cidade. Para piorar a situação de Gregório, o menino era filho do tenente-delegado de Barras, Florentino Cardoso, conhecido pela sua braveza.
Ao tomar conhecimento da morte do filho, Florentino mandou prender o pobre motorista e descontou nele toda a sua indignação. Gregório foi torturado por três longos dias na prisão, sem receber comida nem água.
Ainda tomado pela dor da perda do filho, o delegado trouxe Gregório acorrentado até Teresina. Ao longo de todo o percurso, Gregório implorava por água, mas era inútil, pois nada amenizava o desejo de vingança de Florentino.
Ao chegar em Teresina, às margens do Rio Poty, no trecho que divide os bairros Cabral e Porenquanto, Florentino acorrentou o sedento motorista no tronco de uma árvore e o executou com três tiros nas costas. Aos 18 anos, no dia 17 de outubro de 1927, Gregório perdeu a vida diante das águas do Rio Poty, mas como estava amarrado, morreu implorando por água.
A partir desse fato, algumas pessoas comovidas e testemunhas do assassinato começaram a deixar garrafas de água aos pés da árvore, na esperança de aplacar a sede do motorista. Ao longo do tempo, o finado Gregório foi ganhando devotos e ficando conhecido por atender aos pedidos do povo. Agradecidos pelas graças alcançadas, muitos fiéis continuam a deixar garrafas d'água, velas e ex-votos em sinal de agradecimento pela interseção divina do finado Gregório.
(NOLÊTO, Rafael. Fonte: http://finadogregorio.blogspot.com.br - Acesso em 05.08.13. Texto adaptado).
A partir da leitura do texto acima, assinale a opção CORRETA.
 

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2466431 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
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Motorista Gregório: A saga
Há muitos anos atrás começou a saga do jovem Gregório Pereira dos Santos, que nasceu na Paraíba e viveu em Barras, cidade a 119 km de Teresina. Nessa época, a região de Barras possuía apenas um veículo, que pertencia a um comerciante e depois passou a ser propriedade da paróquia de Nossa Senhora da Conceição.
A paróquia era coordenada pelo Monsenhor Lindolfo Uchôa, que estava se preparando junto com autoridades da cidade para receber a visita de D. Severino Vieira de Melo, bispo diocesano de Teresina. O jovem Gregório trabalhava como motorista para o padre Uchôa e foi encarregado de conduzi-lo junto com algumas autoridades locais na viagem em direção à capital, onde buscariam o bispo e o trariam até Barras.
Na saída de Barras, quando o grupo partia em direção a Teresina, Gregório teve a infelicidade de se envolver num acidente que mudaria sua vida. Gregório atropelou uma criança distraída que andava pela rua. Como ainda estava se recuperando de uma doença, o menino atropelado não resistiu aos ferimentos do acidente e terminou morrendo. A morte do garoto causou muita comoção e revolta na cidade. Para piorar a situação de Gregório, o menino era filho do tenente-delegado de Barras, Florentino Cardoso, conhecido pela sua braveza.
Ao tomar conhecimento da morte do filho, Florentino mandou prender o pobre motorista e descontou nele toda a sua indignação. Gregório foi torturado por três longos dias na prisão, sem receber comida nem água.
Ainda tomado pela dor da perda do filho, o delegado trouxe Gregório acorrentado até Teresina. Ao longo de todo o percurso, Gregório implorava por água, mas era inútil, pois nada amenizava o desejo de vingança de Florentino.
Ao chegar em Teresina, às margens do Rio Poty, no trecho que divide os bairros Cabral e Porenquanto, Florentino acorrentou o sedento motorista no tronco de uma árvore e o executou com três tiros nas costas. Aos 18 anos, no dia 17 de outubro de 1927, Gregório perdeu a vida diante das águas do Rio Poty, mas como estava amarrado, morreu implorando por água.
A partir desse fato, algumas pessoas comovidas e testemunhas do assassinato começaram a deixar garrafas de água aos pés da árvore, na esperança de aplacar a sede do motorista. Ao longo do tempo, o finado Gregório foi ganhando devotos e ficando conhecido por atender aos pedidos do povo. Agradecidos pelas graças alcançadas, muitos fiéis continuam a deixar garrafas d'água, velas e ex-votos em sinal de agradecimento pela interseção divina do finado Gregório.
(NOLÊTO, Rafael. Fonte: http://finadogregorio.blogspot.com.br - Acesso em 05.08.13. Texto adaptado).
Considerando-se que o tipo textual “narração” predomina no texto lido, assinale a opção CORRETA.
 

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2466213 Ano: 2013
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
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Relativamente ao uso correto do cinto de segurança, segundo o Código de Trânsito Brasileiro, é INCORRETO afirmar que:
 

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