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Com base no Art. 140 do Código de Trânsito Brasileiro, para que um condutor obtenha a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), que permite conduzir veículo automotor e elétrico, é necessário que este preencha alguns requisitos. Analise os requisitos apresentados abaixo:
I. Ser penalmente imputável;
II. Gozar de boa saúde;
III. Saber ler e escrever;
IV. Possuir Carteira de Identidade ou equivalente;
V. Ser brasileiro nato ou naturalizado.
II. Gozar de boa saúde;
III. Saber ler e escrever;
IV. Possuir Carteira de Identidade ou equivalente;
V. Ser brasileiro nato ou naturalizado.
Assinale a opção que apresenta apenas requisitos que devem ser atendidos para que se obtenha esse tipo de habilitação:
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Monteiro Lobato morava na Praça da Bandeira
Sim, juro que Monteiro Lobato morava na Praça da Bandeira, em Bom Jesus da Lapa/BA. Era bem ali, na casa nº 89 que ele morava e se escondia de todo mundo... ninguém o via, mas que morava, ah, isto morava! E tenho certeza que ele esperava toda a praça silenciar e, na boca da escuridão, ir de mansinho escrever suas histórias do Sítio do Pica Pau Amarelo. Fazia isto com ajuda de minha mãe que ficava rezando horas a fio, em frente a Nossa Senhora das Graças, entre a sala de estar e a escada que descia para a copa. Minha mãe sabia e era cúmplice... deixava a vela acesa para anunciar que ele já podia sair do quarto para escrever sobre Narizinho, Emília, Pedrinho, Dona Benta e demais personagens!
Quando chegava de manhã, corria para certificar se os livros estavam na estante e se havia aparecido mais um. A estante ficava bem no fundo do corredor, local da reza de minha mãe. Eu empurrava a porta da estante que deslizava ora de forma leve e suave, ora emperrando exigindo uma força maior: quando isto acontecia era porque ele, Monteiro Lobato, estava logo ali, sem os disfarces e já sendo meu pai, nos chamando para irmos para a escola. Saíamos todos, com meu pai dirigindo e passando na Rua Pé do Morro para pegar a professora Solange que entrava no carro falando da gramática portuguesa... era um tal de objeto direto, indireto, pronome oblíquo, predicado... mas o sujeito era ele!
Naquela época, meu pai vivia num verdadeiro laboratório para escrever suas histórias. Era rodeado de pessoas distintas e transformava-as nos personagens: era a Augusta, Guga, minha madrinha de carrego que Teco insistia em tomá-la de mim. Esta era a tia Nastácia, caracterizada pela sua cor negra, que cozinhava e matava a galinha, logo de manhãzinha aos domingos, antes de irmos para a missa, para saborearmos durante o almoço:
– Eh menina, não fique olhando com dó (da galinha) porque senão a galinha demora de morrer e sofre mais! – falava Guga quando olhávamos com os olhos cheios de lágrimas vendo a galinha pulando daqui e dali com o corte feito no pescoço.
(BASTOS, Maria das Graças Sciam. Publicado
no Blog: http://orlandofraga.bloguepessoal.com. Acesso em 05.08.13. Texto adaptado)
A partir da leitura do texto acima, assinale a opção cujo acontecimento NÃO se passa na história.
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De acordo com o Art. 178 do Código de Trânsito Brasileiro, deixar o condutor, envolvido em acidente sem vítima, de adotar providências para remover o veículo do local, quando necessária tal medida para assegurar a segurança e a fluidez do trânsito, o condutor do veículo sofrerá punição com:
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A metade do dobro de uma dúzia é:
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Dentre os alimentos listados nas alternativas abaixo, indique a opção em que TODOS os alimentos se deterioram com facilidade, devendo ser manipulados com mais cuidado, ou seja, aqueles considerados alimentos perecíveis.
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Victor Hugo estava investigando quantos ângulos !$ \theta !$, com !$ 0\, \le \theta \le \pi !$ obedecem a equação !$ sen( \theta ) + cos ( \theta ) = 1 !$ . A resposta encontrada por Victor Hugo foi
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Considere as seguintes circunstâncias de competência do Sistema Nacional de Trânsito:
(1) Cumprir e fazer cumprir a legislação e as normas de trânsito, no âmbito das respectivas atribuições;
(2) Coordenar os órgãos do Sistema Nacional de Trânsito, objetivando a integração de suas atividades;
(3) Julgar os recursos interpostos pelos infratores.
(2) Coordenar os órgãos do Sistema Nacional de Trânsito, objetivando a integração de suas atividades;
(3) Julgar os recursos interpostos pelos infratores.
Essas circunstâncias de competência do Sistema Nacional de Trânsito estão relacionadas, respectivamente a(o):
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Para o preparo de uma alimentação segura, é necessário cuidado com os ingredientes durante o preparo e transporte dos alimentos. Nesse aspecto, assinale a opção CORRETA.
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Para calibrar sua balança nova, seu Chico pesou uma banana e obteve como resultado 99 gramas. Em seguida pesou a mesma banana em uma balança antiga, porém confiável, obtendo um resultado de 0,12 quilogramas. Seu Chico então concluiu que para a balança nova ficar correta precisaria:
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Monteiro Lobato morava na Praça da Bandeira
Sim, juro que Monteiro Lobato morava na Praça da Bandeira, em Bom Jesus da Lapa/BA. Era bem ali, na casa nº 89 que ele morava e se escondia de todo mundo... ninguém o via, mas que morava, ah, isto morava! E tenho certeza que ele esperava toda a praça silenciar e, na boca da escuridão, ir de mansinho escrever suas histórias do Sítio do Pica Pau Amarelo. Fazia isto com ajuda de minha mãe que ficava rezando horas a fio, em frente a Nossa Senhora das Graças, entre a sala de estar e a escada que descia para a copa. Minha mãe sabia e era cúmplice... deixava a vela acesa para anunciar que ele já podia sair do quarto para escrever sobre Narizinho, Emília, Pedrinho, Dona Benta e demais personagens!
Quando chegava de manhã, corria para certificar se os livros estavam na estante e se havia aparecido mais um. A estante ficava bem no fundo do corredor, local da reza de minha mãe. Eu empurrava a porta da estante que deslizava ora de forma leve e suave, ora emperrando exigindo uma força maior: quando isto acontecia era porque ele, Monteiro Lobato, estava logo ali, sem os disfarces e já sendo meu pai, nos chamando para irmos para a escola. Saíamos todos, com meu pai dirigindo e passando na Rua Pé do Morro para pegar a professora Solange que entrava no carro falando da gramática portuguesa... era um tal de objeto direto, indireto, pronome oblíquo, predicado... mas o sujeito era ele!
Naquela época, meu pai vivia num verdadeiro laboratório para escrever suas histórias. Era rodeado de pessoas distintas e transformava-as nos personagens: era a Augusta, Guga, minha madrinha de carrego que Teco insistia em tomá-la de mim. Esta era a tia Nastácia, caracterizada pela sua cor negra, que cozinhava e matava a galinha, logo de manhãzinha aos domingos, antes de irmos para a missa, para saborearmos durante o almoço:
– Eh menina, não fique olhando com dó (da galinha) porque senão a galinha demora de morrer e sofre mais! – falava Guga quando olhávamos com os olhos cheios de lágrimas vendo a galinha pulando daqui e dali com o corte feito no pescoço.
(BASTOS, Maria das Graças Sciam. Publicado
no Blog: http://orlandofraga.bloguepessoal.com. Acesso em 05.08.13. Texto adaptado)
De acordo com o texto, são sinônimos para as palavras “silenciar” e “certificar”:
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