Foram encontradas 30 questões.
Qual a soma dos 10 primeiros elementos de
uma Progressão Aritmética de razão 4 em que o
primeiro termo é 5?
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Qual o volume de uma piscina com as dimensões conforme imagem abaixo?

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Encontre o valor de b na função f(x) = 4x +
b sabendo que f(2) = 5.
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Qual o produto das raízes da equação?
3x² − 5x + 2 = 0
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TEXTO
TEXTO PARA A QUESTÃO
O elogio do fracasso
Livro faz cartografia dos erros e mostra que alguns
são necessários para que saber avance
17.fev.2024 | Hélio Schwartsman
Ninguém gosta de fracassar, e isso é um
problema. Nossa estrutura psíquica evoluiu para
nos afastar de erros. Mas, se varrer falhas para
baixo do tapete fazia sentido no Pleistoceno, o
mesmo raciocínio não se aplica à modernidade e
às suas instituições. A ciência, por exemplo, é um
sistema [no qual resultados negativos e hipóteses
frustradas são parte indissociável do
ecossistema]
1
. O saber não avança sem isso. Não
obstante, mesmo sabendo disso, cientistas ficam
desapontados quando suas previsões iniciais
fracassam. Por vezes, até tentam esconder seus
erros —o que pode ser desastroso para o sistema.
Em "Right Kind of Wrong" (O tipo certo de erro),
Amy Edmondson (Harvard) traça uma cartografia
dos erros. Eles podem ser básicos, complexos ou
inteligentes. Podem ocorrer em situações de
baixa, de média ou de alta incerteza. Podem darse em contextos já bem mapeados pelo
conhecimento, nos nem tanto ou em terreno
desconhecido. Cada combinação produz um
resultado. Há desde o erro catastrófico do piloto
[que derruba o avião]
2 até os erros que revelam
os buracos de uma teoria, abrindo as portas para
as chamadas revoluções científicas.
O ponto central de Edmondson é [que
precisamos entender essa paisagem]
3 para
desenvolver mecanismos que nos ajudem a evitar
os erros "errados" e aprender com os "certos".
Criar ambientes que ofereçam segurança
psicológica para que as pessoas falem
abertamente sobre erros é fundamental para que
organizações possam se aprimorar e inovar.
O livro tem uma pegada de autoajuda que não
me agrada tanto, mas Edmondson trata com
didatismo um assunto que é fundamental. Ela
narra vários casos que ilustram com muita
propriedade as questões abordadas. A autora
também se preocupa em trazer histórias de
inovadores [que pertençam a grupos historicamente relegados]
4
, como mulheres e
negros. Com isso, consegue fugir da repetição das
histórias de sempre, comum em livros desse
nicho.
SCHWARTSMAN, Hélio. O elogio do fracasso. Folha de
São Paulo, 17 de fevereiro de 2024. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwarts
man/2024/02/o-elogio-do-fracasso.shtml. Acesso em:
18 fev. 2024. Adaptado.
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TEXTO PARA A QUESTÃO
O elogio do fracasso
Livro faz cartografia dos erros e mostra que alguns
são necessários para que saber avance
17.fev.2024 | Hélio Schwartsman
Ninguém gosta de fracassar, e isso é um
problema. Nossa estrutura psíquica evoluiu para
nos afastar de erros. Mas, se varrer falhas para
baixo do tapete fazia sentido no Pleistoceno, o
mesmo raciocínio não se aplica à modernidade e
às suas instituições. A ciência, por exemplo, é um
sistema [no qual resultados negativos e hipóteses
frustradas são parte indissociável do
ecossistema]
1
. O saber não avança sem isso. Não
obstante, mesmo sabendo disso, cientistas ficam
desapontados quando suas previsões iniciais
fracassam. Por vezes, até tentam esconder seus
erros —o que pode ser desastroso para o sistema.
Em "Right Kind of Wrong" (O tipo certo de erro),
Amy Edmondson (Harvard) traça uma cartografia
dos erros. Eles podem ser básicos, complexos ou
inteligentes. Podem ocorrer em situações de
baixa, de média ou de alta incerteza. Podem darse em contextos já bem mapeados pelo
conhecimento, nos nem tanto ou em terreno
desconhecido. Cada combinação produz um
resultado. Há desde o erro catastrófico do piloto
[que derruba o avião]
2 até os erros que revelam
os buracos de uma teoria, abrindo as portas para
as chamadas revoluções científicas.
O ponto central de Edmondson é [que
precisamos entender essa paisagem]
3 para
desenvolver mecanismos que nos ajudem a evitar
os erros "errados" e aprender com os "certos".
Criar ambientes que ofereçam segurança
psicológica para que as pessoas falem
abertamente sobre erros é fundamental para que
organizações possam se aprimorar e inovar.
O livro tem uma pegada de autoajuda que não
me agrada tanto, mas Edmondson trata com
didatismo um assunto que é fundamental. Ela
narra vários casos que ilustram com muita
propriedade as questões abordadas. A autora
também se preocupa em trazer histórias de
inovadores [que pertençam a grupos historicamente relegados]
4
, como mulheres e
negros. Com isso, consegue fugir da repetição das
histórias de sempre, comum em livros desse
nicho.
SCHWARTSMAN, Hélio. O elogio do fracasso. Folha de
São Paulo, 17 de fevereiro de 2024. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwarts
man/2024/02/o-elogio-do-fracasso.shtml. Acesso em:
18 fev. 2024. Adaptado.
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TEXTO PARA A QUESTÃO
O elogio do fracasso
Livro faz cartografia dos erros e mostra que alguns
são necessários para que saber avance
17.fev.2024 | Hélio Schwartsman
Ninguém gosta de fracassar, e isso é um
problema. Nossa estrutura psíquica evoluiu para
nos afastar de erros. Mas, se varrer falhas para
baixo do tapete fazia sentido no Pleistoceno, o
mesmo raciocínio não se aplica à modernidade e
às suas instituições. A ciência, por exemplo, é um
sistema [no qual resultados negativos e hipóteses
frustradas são parte indissociável do
ecossistema]
1
. O saber não avança sem isso. Não
obstante, mesmo sabendo disso, cientistas ficam
desapontados quando suas previsões iniciais
fracassam. Por vezes, até tentam esconder seus
erros —o que pode ser desastroso para o sistema.
Em "Right Kind of Wrong" (O tipo certo de erro),
Amy Edmondson (Harvard) traça uma cartografia
dos erros. Eles podem ser básicos, complexos ou
inteligentes. Podem ocorrer em situações de
baixa, de média ou de alta incerteza. Podem darse em contextos já bem mapeados pelo
conhecimento, nos nem tanto ou em terreno
desconhecido. Cada combinação produz um
resultado. Há desde o erro catastrófico do piloto
[que derruba o avião]
2 até os erros que revelam
os buracos de uma teoria, abrindo as portas para
as chamadas revoluções científicas.
O ponto central de Edmondson é [que
precisamos entender essa paisagem]
3 para
desenvolver mecanismos que nos ajudem a evitar
os erros "errados" e aprender com os "certos".
Criar ambientes que ofereçam segurança
psicológica para que as pessoas falem
abertamente sobre erros é fundamental para que
organizações possam se aprimorar e inovar.
O livro tem uma pegada de autoajuda que não
me agrada tanto, mas Edmondson trata com
didatismo um assunto que é fundamental. Ela
narra vários casos que ilustram com muita
propriedade as questões abordadas. A autora
também se preocupa em trazer histórias de
inovadores [que pertençam a grupos historicamente relegados]
4
, como mulheres e
negros. Com isso, consegue fugir da repetição das
histórias de sempre, comum em livros desse
nicho.
SCHWARTSMAN, Hélio. O elogio do fracasso. Folha de
São Paulo, 17 de fevereiro de 2024. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwarts
man/2024/02/o-elogio-do-fracasso.shtml. Acesso em:
18 fev. 2024. Adaptado.
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TEXTO PARA A QUESTÃO
O elogio do fracasso
Livro faz cartografia dos erros e mostra que alguns
são necessários para que saber avance
17.fev.2024 | Hélio Schwartsman
Ninguém gosta de fracassar, e isso é um
problema. Nossa estrutura psíquica evoluiu para
nos afastar de erros. Mas, se varrer falhas para
baixo do tapete fazia sentido no Pleistoceno, o
mesmo raciocínio não se aplica à modernidade e
às suas instituições. A ciência, por exemplo, é um
sistema [no qual resultados negativos e hipóteses
frustradas são parte indissociável do
ecossistema]
1
. O saber não avança sem isso. Não
obstante, mesmo sabendo disso, cientistas ficam
desapontados quando suas previsões iniciais
fracassam. Por vezes, até tentam esconder seus
erros —o que pode ser desastroso para o sistema.
Em "Right Kind of Wrong" (O tipo certo de erro),
Amy Edmondson (Harvard) traça uma cartografia
dos erros. Eles podem ser básicos, complexos ou
inteligentes. Podem ocorrer em situações de
baixa, de média ou de alta incerteza. Podem darse em contextos já bem mapeados pelo
conhecimento, nos nem tanto ou em terreno
desconhecido. Cada combinação produz um
resultado. Há desde o erro catastrófico do piloto
[que derruba o avião]
2 até os erros que revelam
os buracos de uma teoria, abrindo as portas para
as chamadas revoluções científicas.
O ponto central de Edmondson é [que
precisamos entender essa paisagem]
3 para
desenvolver mecanismos que nos ajudem a evitar
os erros "errados" e aprender com os "certos".
Criar ambientes que ofereçam segurança
psicológica para que as pessoas falem
abertamente sobre erros é fundamental para que
organizações possam se aprimorar e inovar.
O livro tem uma pegada de autoajuda que não
me agrada tanto, mas Edmondson trata com
didatismo um assunto que é fundamental. Ela
narra vários casos que ilustram com muita
propriedade as questões abordadas. A autora
também se preocupa em trazer histórias de
inovadores [que pertençam a grupos historicamente relegados]
4
, como mulheres e
negros. Com isso, consegue fugir da repetição das
histórias de sempre, comum em livros desse
nicho.
SCHWARTSMAN, Hélio. O elogio do fracasso. Folha de
São Paulo, 17 de fevereiro de 2024. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwarts
man/2024/02/o-elogio-do-fracasso.shtml. Acesso em:
18 fev. 2024. Adaptado.
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TEXTO
TEXTO PARA A QUESTÃO
O elogio do fracasso
Livro faz cartografia dos erros e mostra que alguns
são necessários para que saber avance
17.fev.2024 | Hélio Schwartsman
Ninguém gosta de fracassar, e isso é um
problema. Nossa estrutura psíquica evoluiu para
nos afastar de erros. Mas, se varrer falhas para
baixo do tapete fazia sentido no Pleistoceno, o
mesmo raciocínio não se aplica à modernidade e
às suas instituições. A ciência, por exemplo, é um
sistema [no qual resultados negativos e hipóteses
frustradas são parte indissociável do
ecossistema]
1
. O saber não avança sem isso. Não
obstante, mesmo sabendo disso, cientistas ficam
desapontados quando suas previsões iniciais
fracassam. Por vezes, até tentam esconder seus
erros —o que pode ser desastroso para o sistema.
Em "Right Kind of Wrong" (O tipo certo de erro),
Amy Edmondson (Harvard) traça uma cartografia
dos erros. Eles podem ser básicos, complexos ou
inteligentes. Podem ocorrer em situações de
baixa, de média ou de alta incerteza. Podem darse em contextos já bem mapeados pelo
conhecimento, nos nem tanto ou em terreno
desconhecido. Cada combinação produz um
resultado. Há desde o erro catastrófico do piloto
[que derruba o avião]
2 até os erros que revelam
os buracos de uma teoria, abrindo as portas para
as chamadas revoluções científicas.
O ponto central de Edmondson é [que
precisamos entender essa paisagem]
3 para
desenvolver mecanismos que nos ajudem a evitar
os erros "errados" e aprender com os "certos".
Criar ambientes que ofereçam segurança
psicológica para que as pessoas falem
abertamente sobre erros é fundamental para que
organizações possam se aprimorar e inovar.
O livro tem uma pegada de autoajuda que não
me agrada tanto, mas Edmondson trata com
didatismo um assunto que é fundamental. Ela
narra vários casos que ilustram com muita
propriedade as questões abordadas. A autora
também se preocupa em trazer histórias de
inovadores [que pertençam a grupos historicamente relegados]
4
, como mulheres e
negros. Com isso, consegue fugir da repetição das
histórias de sempre, comum em livros desse
nicho.
SCHWARTSMAN, Hélio. O elogio do fracasso. Folha de
São Paulo, 17 de fevereiro de 2024. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwarts
man/2024/02/o-elogio-do-fracasso.shtml. Acesso em:
18 fev. 2024. Adaptado.
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Ohana recebe um salário de R$ 1.897,00, e foi
informada que, a partir do próximo mês, terá um
aumento de 6% em seu salário. Decidindo investir o
valor total do aumento salarial em uma aplicação
que rende juros compostos, Ohana escolhe um
investimento com uma taxa de 4% ao ano. Qual será
o montante ao final de 3 anos?
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