Foram encontradas 40 questões.
Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais
Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É
assim que especialistas resumem a forma como o
envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes,
porque muitos filhos não estão preparados para lidar
com as exigências desse período. À medida que a idade
avança, uma pessoa tende a precisar de cada vez mais
apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou
mesmo uma ajuda financeira - e isso pode cobrar um
preço de quem fica responsável por esses cuidados,
como apontam especialistas.
“Em alguns casos, esses filhos podem experimentar
níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar
com as demandas do envelhecimento dos pais,
especialmente quando há questões de saúde ou
limitações funcionais”, diz a psicóloga Deusivania
Falcão, professora de Psicogerontologia – área da
psicologia que estuda o envelhecimento – da
Universidade de São Paulo (USP). Há, inclusive, um
nome para definir esse senso de obrigação dos filhos
em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial. “É
uma obrigação baseada em um padrão cultural,
relacionado à percepção de que esse é um
comportamento socialmente responsável em resposta
ao envelhecimento e a dependência dos pais”, explica
Falcão.
Esse tipo de situação e a discussão sobre como
encarar estes desafios são cada vez mais frequentes
com aumento de idosos no Brasil. O número de
pessoas com mais de 60 anos passou de 20,5 milhões
no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo
levantamento em 2022 – um crescimento de 56% em
pouco mais de uma década. E as estimativas apontam
que a população de idosos deve se tornar ainda maior
ao longo das próximas décadas.
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS)
mostram a tendência de que o brasileiro deve viver cada
vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no
início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos. Isso
não só aumenta o período em que uma pessoa pode
precisar de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do
envelhecimento dos pais.
Um ponto importante nesse período é a forma como
filhos encaram o envelhecimento dos pais - e, como em
tantas outras fases da vida, não há uma cartilha
universal a seguir. Essa experiência, dizem
especialistas, costuma ser influenciada por padrões
familiares do passado e pela forma como uma pessoa
foi criada, além de aspectos culturais, históricos,
sociais e religiosos de uma família. "Há vários modelos
de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo
envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de
suas condições genéticas, ambientais, familiares,
sociais, educacionais, econômicas, históricas e
culturais", diz Falcão. “Isso tudo depende do tipo de
sistema desenvolvido (pela família) ao longo dos anos.”
Disponível em:
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c842z9en455o?
at_campaign_type=owned&at_ptr_name=facebook_page&at_medium=
social&at_format=image&at_campaign=Social_Flow&at_bbc_team=edit
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Isso não só aumenta o período em que uma pessoa pode precisar de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.
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Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É
assim que especialistas resumem a forma como o
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porque muitos filhos não estão preparados para lidar
com as exigências desse período. À medida que a idade
avança, uma pessoa tende a precisar de cada vez mais
apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou
mesmo uma ajuda financeira - e isso pode cobrar um
preço de quem fica responsável por esses cuidados,
como apontam especialistas.
“Em alguns casos, esses filhos podem experimentar
níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar
com as demandas do envelhecimento dos pais,
especialmente quando há questões de saúde ou
limitações funcionais”, diz a psicóloga Deusivania
Falcão, professora de Psicogerontologia – área da
psicologia que estuda o envelhecimento – da
Universidade de São Paulo (USP). Há, inclusive, um
nome para definir esse senso de obrigação dos filhos
em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial. “É
uma obrigação baseada em um padrão cultural,
relacionado à percepção de que esse é um
comportamento socialmente responsável em resposta
ao envelhecimento e a dependência dos pais”, explica
Falcão.
Esse tipo de situação e a discussão sobre como
encarar estes desafios são cada vez mais frequentes
com aumento de idosos no Brasil. O número de
pessoas com mais de 60 anos passou de 20,5 milhões
no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo
levantamento em 2022 – um crescimento de 56% em
pouco mais de uma década. E as estimativas apontam
que a população de idosos deve se tornar ainda maior
ao longo das próximas décadas.
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS)
mostram a tendência de que o brasileiro deve viver cada
vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no
início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos. Isso
não só aumenta o período em que uma pessoa pode
precisar de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do
envelhecimento dos pais.
Um ponto importante nesse período é a forma como
filhos encaram o envelhecimento dos pais - e, como em
tantas outras fases da vida, não há uma cartilha
universal a seguir. Essa experiência, dizem
especialistas, costuma ser influenciada por padrões
familiares do passado e pela forma como uma pessoa
foi criada, além de aspectos culturais, históricos,
sociais e religiosos de uma família. "Há vários modelos
de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo
envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de
suas condições genéticas, ambientais, familiares,
sociais, educacionais, econômicas, históricas e
culturais", diz Falcão. “Isso tudo depende do tipo de
sistema desenvolvido (pela família) ao longo dos anos.”
Disponível em:
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Para não perder (1) a autonomia, diz Fernanda, (2) muitos (3) idosos não querem parar de dirigir, não aceitam ir ao médico ou não querem abandonar (4) outras atividades que costumavam fazer (5) sozinhos.
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assim que especialistas resumem a forma como o
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com as exigências desse período. À medida que a idade
avança, uma pessoa tende a precisar de cada vez mais
apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou
mesmo uma ajuda financeira - e isso pode cobrar um
preço de quem fica responsável por esses cuidados,
como apontam especialistas.
“Em alguns casos, esses filhos podem experimentar
níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar
com as demandas do envelhecimento dos pais,
especialmente quando há questões de saúde ou
limitações funcionais”, diz a psicóloga Deusivania
Falcão, professora de Psicogerontologia – área da
psicologia que estuda o envelhecimento – da
Universidade de São Paulo (USP). Há, inclusive, um
nome para definir esse senso de obrigação dos filhos
em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial. “É
uma obrigação baseada em um padrão cultural,
relacionado à percepção de que esse é um
comportamento socialmente responsável em resposta
ao envelhecimento e a dependência dos pais”, explica
Falcão.
Esse tipo de situação e a discussão sobre como
encarar estes desafios são cada vez mais frequentes
com aumento de idosos no Brasil. O número de
pessoas com mais de 60 anos passou de 20,5 milhões
no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo
levantamento em 2022 – um crescimento de 56% em
pouco mais de uma década. E as estimativas apontam
que a população de idosos deve se tornar ainda maior
ao longo das próximas décadas.
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS)
mostram a tendência de que o brasileiro deve viver cada
vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no
início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos. Isso
não só aumenta o período em que uma pessoa pode
precisar de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do
envelhecimento dos pais.
Um ponto importante nesse período é a forma como
filhos encaram o envelhecimento dos pais - e, como em
tantas outras fases da vida, não há uma cartilha
universal a seguir. Essa experiência, dizem
especialistas, costuma ser influenciada por padrões
familiares do passado e pela forma como uma pessoa
foi criada, além de aspectos culturais, históricos,
sociais e religiosos de uma família. "Há vários modelos
de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo
envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de
suas condições genéticas, ambientais, familiares,
sociais, educacionais, econômicas, históricas e
culturais", diz Falcão. “Isso tudo depende do tipo de
sistema desenvolvido (pela família) ao longo dos anos.”
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Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É
assim que especialistas resumem a forma como o
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porque muitos filhos não estão preparados para lidar
com as exigências desse período. À medida que a idade
avança, uma pessoa tende a precisar de cada vez mais
apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou
mesmo uma ajuda financeira - e isso pode cobrar um
preço de quem fica responsável por esses cuidados,
como apontam especialistas.
“Em alguns casos, esses filhos podem experimentar
níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar
com as demandas do envelhecimento dos pais,
especialmente quando há questões de saúde ou
limitações funcionais”, diz a psicóloga Deusivania
Falcão, professora de Psicogerontologia – área da
psicologia que estuda o envelhecimento – da
Universidade de São Paulo (USP). Há, inclusive, um
nome para definir esse senso de obrigação dos filhos
em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial. “É
uma obrigação baseada em um padrão cultural,
relacionado à percepção de que esse é um
comportamento socialmente responsável em resposta
ao envelhecimento e a dependência dos pais”, explica
Falcão.
Esse tipo de situação e a discussão sobre como
encarar estes desafios são cada vez mais frequentes
com aumento de idosos no Brasil. O número de
pessoas com mais de 60 anos passou de 20,5 milhões
no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo
levantamento em 2022 – um crescimento de 56% em
pouco mais de uma década. E as estimativas apontam
que a população de idosos deve se tornar ainda maior
ao longo das próximas décadas.
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS)
mostram a tendência de que o brasileiro deve viver cada
vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no
início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos. Isso
não só aumenta o período em que uma pessoa pode
precisar de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do
envelhecimento dos pais.
Um ponto importante nesse período é a forma como
filhos encaram o envelhecimento dos pais - e, como em
tantas outras fases da vida, não há uma cartilha
universal a seguir. Essa experiência, dizem
especialistas, costuma ser influenciada por padrões
familiares do passado e pela forma como uma pessoa
foi criada, além de aspectos culturais, históricos,
sociais e religiosos de uma família. "Há vários modelos
de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo
envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de
suas condições genéticas, ambientais, familiares,
sociais, educacionais, econômicas, históricas e
culturais", diz Falcão. “Isso tudo depende do tipo de
sistema desenvolvido (pela família) ao longo dos anos.”
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Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É
assim que especialistas resumem a forma como o
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porque muitos filhos não estão preparados para lidar
com as exigências desse período. À medida que a idade
avança, uma pessoa tende a precisar de cada vez mais
apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou
mesmo uma ajuda financeira - e isso pode cobrar um
preço de quem fica responsável por esses cuidados,
como apontam especialistas.
“Em alguns casos, esses filhos podem experimentar
níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar
com as demandas do envelhecimento dos pais,
especialmente quando há questões de saúde ou
limitações funcionais”, diz a psicóloga Deusivania
Falcão, professora de Psicogerontologia – área da
psicologia que estuda o envelhecimento – da
Universidade de São Paulo (USP). Há, inclusive, um
nome para definir esse senso de obrigação dos filhos
em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial. “É
uma obrigação baseada em um padrão cultural,
relacionado à percepção de que esse é um
comportamento socialmente responsável em resposta
ao envelhecimento e a dependência dos pais”, explica
Falcão.
Esse tipo de situação e a discussão sobre como
encarar estes desafios são cada vez mais frequentes
com aumento de idosos no Brasil. O número de
pessoas com mais de 60 anos passou de 20,5 milhões
no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo
levantamento em 2022 – um crescimento de 56% em
pouco mais de uma década. E as estimativas apontam
que a população de idosos deve se tornar ainda maior
ao longo das próximas décadas.
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS)
mostram a tendência de que o brasileiro deve viver cada
vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no
início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos. Isso
não só aumenta o período em que uma pessoa pode
precisar de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do
envelhecimento dos pais.
Um ponto importante nesse período é a forma como
filhos encaram o envelhecimento dos pais - e, como em
tantas outras fases da vida, não há uma cartilha
universal a seguir. Essa experiência, dizem
especialistas, costuma ser influenciada por padrões
familiares do passado e pela forma como uma pessoa
foi criada, além de aspectos culturais, históricos,
sociais e religiosos de uma família. "Há vários modelos
de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo
envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de
suas condições genéticas, ambientais, familiares,
sociais, educacionais, econômicas, históricas e
culturais", diz Falcão. “Isso tudo depende do tipo de
sistema desenvolvido (pela família) ao longo dos anos.”
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Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É
assim que especialistas resumem a forma como o
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porque muitos filhos não estão preparados para lidar
com as exigências desse período. À medida que a idade
avança, uma pessoa tende a precisar de cada vez mais
apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou
mesmo uma ajuda financeira - e isso pode cobrar um
preço de quem fica responsável por esses cuidados,
como apontam especialistas.
“Em alguns casos, esses filhos podem experimentar
níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar
com as demandas do envelhecimento dos pais,
especialmente quando há questões de saúde ou
limitações funcionais”, diz a psicóloga Deusivania
Falcão, professora de Psicogerontologia – área da
psicologia que estuda o envelhecimento – da
Universidade de São Paulo (USP). Há, inclusive, um
nome para definir esse senso de obrigação dos filhos
em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial. “É
uma obrigação baseada em um padrão cultural,
relacionado à percepção de que esse é um
comportamento socialmente responsável em resposta
ao envelhecimento e a dependência dos pais”, explica
Falcão.
Esse tipo de situação e a discussão sobre como
encarar estes desafios são cada vez mais frequentes
com aumento de idosos no Brasil. O número de
pessoas com mais de 60 anos passou de 20,5 milhões
no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo
levantamento em 2022 – um crescimento de 56% em
pouco mais de uma década. E as estimativas apontam
que a população de idosos deve se tornar ainda maior
ao longo das próximas décadas.
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS)
mostram a tendência de que o brasileiro deve viver cada
vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no
início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos. Isso
não só aumenta o período em que uma pessoa pode
precisar de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do
envelhecimento dos pais.
Um ponto importante nesse período é a forma como
filhos encaram o envelhecimento dos pais - e, como em
tantas outras fases da vida, não há uma cartilha
universal a seguir. Essa experiência, dizem
especialistas, costuma ser influenciada por padrões
familiares do passado e pela forma como uma pessoa
foi criada, além de aspectos culturais, históricos,
sociais e religiosos de uma família. "Há vários modelos
de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo
envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de
suas condições genéticas, ambientais, familiares,
sociais, educacionais, econômicas, históricas e
culturais", diz Falcão. “Isso tudo depende do tipo de
sistema desenvolvido (pela família) ao longo dos anos.”
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com as exigências desse período. À medida que a idade
avança, uma pessoa tende a precisar de cada vez mais
apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou
mesmo uma ajuda financeira - e isso pode cobrar um
preço de quem fica responsável por esses cuidados,
como apontam especialistas.
“Em alguns casos, esses filhos podem experimentar
níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar
com as demandas do envelhecimento dos pais,
especialmente quando há questões de saúde ou
limitações funcionais”, diz a psicóloga Deusivania
Falcão, professora de Psicogerontologia – área da
psicologia que estuda o envelhecimento – da
Universidade de São Paulo (USP). Há, inclusive, um
nome para definir esse senso de obrigação dos filhos
em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial. “É
uma obrigação baseada em um padrão cultural,
relacionado à percepção de que esse é um
comportamento socialmente responsável em resposta
ao envelhecimento e a dependência dos pais”, explica
Falcão.
Esse tipo de situação e a discussão sobre como
encarar estes desafios são cada vez mais frequentes
com aumento de idosos no Brasil. O número de
pessoas com mais de 60 anos passou de 20,5 milhões
no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo
levantamento em 2022 – um crescimento de 56% em
pouco mais de uma década. E as estimativas apontam
que a população de idosos deve se tornar ainda maior
ao longo das próximas décadas.
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS)
mostram a tendência de que o brasileiro deve viver cada
vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no
início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos. Isso
não só aumenta o período em que uma pessoa pode
precisar de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do
envelhecimento dos pais.
Um ponto importante nesse período é a forma como
filhos encaram o envelhecimento dos pais - e, como em
tantas outras fases da vida, não há uma cartilha
universal a seguir. Essa experiência, dizem
especialistas, costuma ser influenciada por padrões
familiares do passado e pela forma como uma pessoa
foi criada, além de aspectos culturais, históricos,
sociais e religiosos de uma família. "Há vários modelos
de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo
envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de
suas condições genéticas, ambientais, familiares,
sociais, educacionais, econômicas, históricas e
culturais", diz Falcão. “Isso tudo depende do tipo de
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Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É
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com as exigências desse período. À medida que a idade
avança, uma pessoa tende a precisar de cada vez mais
apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou
mesmo uma ajuda financeira - e isso pode cobrar um
preço de quem fica responsável por esses cuidados,
como apontam especialistas.
“Em alguns casos, esses filhos podem experimentar
níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar
com as demandas do envelhecimento dos pais,
especialmente quando há questões de saúde ou
limitações funcionais”, diz a psicóloga Deusivania
Falcão, professora de Psicogerontologia – área da
psicologia que estuda o envelhecimento – da
Universidade de São Paulo (USP). Há, inclusive, um
nome para definir esse senso de obrigação dos filhos
em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial. “É
uma obrigação baseada em um padrão cultural,
relacionado à percepção de que esse é um
comportamento socialmente responsável em resposta
ao envelhecimento e a dependência dos pais”, explica
Falcão.
Esse tipo de situação e a discussão sobre como
encarar estes desafios são cada vez mais frequentes
com aumento de idosos no Brasil. O número de
pessoas com mais de 60 anos passou de 20,5 milhões
no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo
levantamento em 2022 – um crescimento de 56% em
pouco mais de uma década. E as estimativas apontam
que a população de idosos deve se tornar ainda maior
ao longo das próximas décadas.
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS)
mostram a tendência de que o brasileiro deve viver cada
vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no
início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos. Isso
não só aumenta o período em que uma pessoa pode
precisar de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do
envelhecimento dos pais.
Um ponto importante nesse período é a forma como
filhos encaram o envelhecimento dos pais - e, como em
tantas outras fases da vida, não há uma cartilha
universal a seguir. Essa experiência, dizem
especialistas, costuma ser influenciada por padrões
familiares do passado e pela forma como uma pessoa
foi criada, além de aspectos culturais, históricos,
sociais e religiosos de uma família. "Há vários modelos
de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo
envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de
suas condições genéticas, ambientais, familiares,
sociais, educacionais, econômicas, históricas e
culturais", diz Falcão. “Isso tudo depende do tipo de
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Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É
assim que especialistas resumem a forma como o
envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes,
porque muitos filhos não estão preparados para lidar
com as exigências desse período. À medida que a idade
avança, uma pessoa tende a precisar de cada vez mais
apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou
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como apontam especialistas.
“Em alguns casos, esses filhos podem experimentar
níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar
com as demandas do envelhecimento dos pais,
especialmente quando há questões de saúde ou
limitações funcionais”, diz a psicóloga Deusivania
Falcão, professora de Psicogerontologia – área da
psicologia que estuda o envelhecimento – da
Universidade de São Paulo (USP). Há, inclusive, um
nome para definir esse senso de obrigação dos filhos
em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial. “É
uma obrigação baseada em um padrão cultural,
relacionado à percepção de que esse é um
comportamento socialmente responsável em resposta
ao envelhecimento e a dependência dos pais”, explica
Falcão.
Esse tipo de situação e a discussão sobre como
encarar estes desafios são cada vez mais frequentes
com aumento de idosos no Brasil. O número de
pessoas com mais de 60 anos passou de 20,5 milhões
no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo
levantamento em 2022 – um crescimento de 56% em
pouco mais de uma década. E as estimativas apontam
que a população de idosos deve se tornar ainda maior
ao longo das próximas décadas.
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS)
mostram a tendência de que o brasileiro deve viver cada
vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no
início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos. Isso
não só aumenta o período em que uma pessoa pode
precisar de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do
envelhecimento dos pais.
Um ponto importante nesse período é a forma como
filhos encaram o envelhecimento dos pais - e, como em
tantas outras fases da vida, não há uma cartilha
universal a seguir. Essa experiência, dizem
especialistas, costuma ser influenciada por padrões
familiares do passado e pela forma como uma pessoa
foi criada, além de aspectos culturais, históricos,
sociais e religiosos de uma família. "Há vários modelos
de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo
envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de
suas condições genéticas, ambientais, familiares,
sociais, educacionais, econômicas, históricas e
culturais", diz Falcão. “Isso tudo depende do tipo de
sistema desenvolvido (pela família) ao longo dos anos.”
Disponível em:
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c842z9en455o?
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sil&fbclid=IwAR0a3oioBU5gzaT4BY0eLA6Oapmh04AWmBdZlPoSHXP
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Alguns dos softwares do pacote Microsoft Office
são, Word, Excel, PowerPoint, Outlook. Sobre esses
softwares podemos afirmar que; classifique V para as
sentenças verdadeiras e F para as falsas:
(___) Para criar uma fórmula no Excel, basta selecionar uma célula, digitar o sinal de divisão (/) e, em seguida, os valores e operadores matemáticos.
(___) Sabendo que as células A5, A6, A7 e A8 contêm valores numéricos, é correto afirmar que a formula =SOMA(A5:A8)/4, na célula A9, me dará a média dos valores contidos nas quatro primeiras células citadas.
(___) A tecla de atalho para selecionar todo o texto no Word é Ctrl+A.
(___) O PowerPoint é um programa da Microsoft que permite enviar e receber e-mails, gerenciar calendários, organizar contatos e tarefas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
(___) Para criar uma fórmula no Excel, basta selecionar uma célula, digitar o sinal de divisão (/) e, em seguida, os valores e operadores matemáticos.
(___) Sabendo que as células A5, A6, A7 e A8 contêm valores numéricos, é correto afirmar que a formula =SOMA(A5:A8)/4, na célula A9, me dará a média dos valores contidos nas quatro primeiras células citadas.
(___) A tecla de atalho para selecionar todo o texto no Word é Ctrl+A.
(___) O PowerPoint é um programa da Microsoft que permite enviar e receber e-mails, gerenciar calendários, organizar contatos e tarefas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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